Categoria: Cidades

  • Onda de calor continua no DF até terça-feira (26); a partir de quarta, há previsão de chuva

    Onda de calor continua no DF até terça-feira (26); a partir de quarta, há previsão de chuva

    Previsão para esta segunda-feira é de mínima de 21°C e máxima de 34°C. Umidade relativa pode chegar a mínima de 20%

    Os brasilienses vão precisar resistir ao calorão por mais alguns dias, já que há previsão de chuva para o Distrito Federal apenas a partir de quarta-feira (27), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Até lá, as altas temperaturas ainda predominam. Desde a última quarta-feira (20) até terça-feira (26), a capital enfrenta um alerta vermelho de onda de calor, ou seja, as temperaturas podem ficar 5ºC acima da média.

    Segundo o Inmet, a previsão para esta segunda-feira (25) é de mínima de 21°C e máxima de 34°C. A umidade relativa pode chegar a mínima de 20%.

    Neste domingo (24), o DF registrou o recorde de dia mais quente do ano, com os termômetros marcando 36,7°C. O calorão marcou o fim do inverno e o início da primavera, neste sábado (23).

    De acordo com os meteorologistas, essa é a estação mais quente na capital. No verão, também faz calor, mas tem mais chuvas e mais nuvens no céu, que funcionam como barreiras para os raios solares.

    Cuidados necessários com a umidade baixa

    • 💧 Mantenha uma boa hidratação e carregue sempre que possível uma garrafa com água
    • 👃 Umedeça as narinas e os olhos com soro fisiológico
    • 👄 Use hidratantes labiais e cremes no corpo para evitar o ressecamento da pele
    • 🧢👒 Use roupas leves, bonés ou chapéus

    Fonte: G1

  • Aquicultura do DF recebe certificado de monitoramento de doenças

    Aquicultura do DF recebe certificado de monitoramento de doenças

    Reconhecimento atesta que as tilápias produzidas na Granja Modelo do Ipê, da Secretaria de Agricultura, são sanitariamente seguras para os piscicultores da capital

    O Centro de Aquicultura da Granja Modelo do Ipê da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF) é pioneiro no país em receber o certificado de estabelecimento monitorado para doenças de interesse sanitário e econômico na aquicultura nacional. A certificação foi emitida no mês passado pelo Setor de Sanidade de Animais Aquáticos da Seagri e garante que as tilápias produzidas no local não geram risco sanitário às pisciculturas que adquirirem seu material genético.

    Para se tornar referência no monitoramento contra doenças que atingem as tilápias, o Centro de Aquicultura precisou passar por um rigoroso processo de adequação. A equipe elaborou um plano de biosseguridade, procedimentos operacionais padrões, compartimentalização das estruturas e instalação de redes de proteção contra pássaros e animais silvestres.

    “A primeira etapa desse processo era o cumprimento de um checklist composto por 20 itens sobre biosseguridade e boas práticas em aquicultura. Todos esses itens foram auditados pela nossa equipe”, afirmou o coordenador de Sanidade de Animais Aquáticos da Seagri, Ricardo Raposo. “A segunda etapa é com relação a prevenção de doenças que acometem as tilápias. Fizemos as coletas de amostras e enviamos para o laboratório do governo federal. Testamos 150 indivíduos e todos os resultados foram negativos”, concluiu.

    O Centro de Aquicultura precisou passar por um rigoroso processo de adequação para se tornar referência no monitoramento contra doenças que atingem as tilápias – Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    Por meio do programa Alevinar, foi necessário não só garantir maior variabilidade genética das tilápias fornecidas aos produtores do DF, mas também uma certificação de que os indivíduos são seguros para o seu plantel, sem risco de disseminação das principais doenças que acometem a espécie. A certificação atesta que a Granja Modelo do Ipê detém o controle de monitoramento com relação a dois vírus e duas bactérias que podem atingir a tilápia: Franciselose, Estreptococoses, Tilapia Lake Virus e Infectious Spleen and Kidney Necrosis Virus. Os peixes passaram por diversos testes com resultado negativo para estas e outras doenças.

    “A certificação confirma que nós fazemos o monitoramento do estabelecimento para essas quatro doenças, que são de notificação obrigatória. Se uma tilápia apresentar alguma dessas doenças, o produtor vai ter grandes prejuízos com a alta taxa de mortalidade no seu criadouro. Há casos em que isso pode não acontecer, mas os peixes passam a se alimentar menos, dependendo da doença, não chegando ao peso de abate”, explicou o gerente de Produção Animal da Seagri, Ângelo Augusto Procópio Costa.

    Incentivo à piscicultura

    A Seagri, por meio da Gerência de Produção Animal, situada na Granja Modelo do Ipê, desenvolve diversas ações para o fomento da piscicultura no DF. Com foco nos pequenos produtores familiares, destacam-se a produção e comercialização de alevinos com alta qualidade genética a preço subsidiado, treinamentos e capacitação em piscicultura, além de incentivo à pesquisa e difusão de tecnologias.

    O local passou por reforma e renovação do plantel em 2023 e retorna a distribuição de alevinos a partir de outubro. Para conferir todas as capacitações e treinamentos fornecidos pela Seagri sobre piscicultura, acesse o site da pasta.

  • Biblioteca tem acervo de 20 mil publicações sobre ciências da saúde

    Biblioteca tem acervo de 20 mil publicações sobre ciências da saúde

    BCE da Fepecs recebe cerca de 300 pessoas diariamente, oferecendo leitura especializada a partir de recomendações de professores, do centro acadêmico ou dos alunos

    Um espaço amplo, aconchegante e convidativo ao estudo, a Biblioteca Central (BCE) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) conta com acervo de 6.500 títulos e 20.082 exemplares, distribuídos em 800 m² e dois pavimentos.

    Fundada em 2005, a BCE faz parte da Rede de Bibliotecas (Rebis), composta por dez delas, divididas entre hospitais e outras unidades da estrutura da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Especializado em ciências da saúde, o acervo da biblioteca é atualizado a partir de sugestões dos professores, do centro acadêmico ou dos próprios alunos.

    Para atender melhor às necessidades de seu público-alvo, que é de estudantes e docentes das escolas mantidas pela Fepecs, além de servidores da SES e da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), o local passou por diversas adequações ao longo dos anos. Internet rápida, espaços individuais, salas coletivas e 16 computadores estão entre os atrativos da biblioteca, que chega a receber 300 pessoas diariamente. Neste mês, a média foi um pouco maior e os registros calculam que 350 pessoas estiveram por lá a cada dia. “Durante os períodos de prova esses números aumentam ainda mais”, conta Maurício.

    Uma das maiores preocupações da atual gestão é com a qualidade do acervo adquirido e disponibilizado. “A maioria dos livros mais atualizados está vindo apenas de forma eletrônica. O ideal hoje para a composição de uma biblioteca é ter livros impressos e livros eletrônicos”, diz o coordenador da BCE, Maurício Marques, que, junto com outros cinco servidores lotados no local, organizam o espaço de maneira a facilitar a busca por títulos e artigos de periódicos científicos.

    Produtos e serviços

    A BCE da Fepecs funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h

    A biblioteca possui outros serviços, além da consulta e empréstimo de livros. No site da BCE é possível requisitar treinamentos, apoio à elaboração de trabalhos e também auxílio em pesquisas. Essas atividades são realizadas pelos servidores da biblioteca, que se dividem entre o cuidado com o espaço físico e a ajuda online. Outra atribuição da biblioteca é manter a assinatura de base de dados atualizada, de forma que a consulta a periódicos e artigos científicos não seja prejudicada.

    O horário de funcionamento da BCE é das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, ininterruptamente, ou seja, não há pausa para almoço. Isso porque a maioria dos estudantes de medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) passa o dia nas dependências da Fepecs e aproveita o tempo livre entre uma aula e outra para estudar na biblioteca.

    Novo projeto arquitetônico

    Um novo projeto arquitetônico está em vias de ser aprovado e colocado em prática até 2025. O plano é para que o local seja aperfeiçoado com a criação de novas salas de estudo, melhorias na iluminação, criação de novos pontos de energia com entrada USB, mudança no layout do balcão de atendimento e implantação de ventilação natural, para funcionar simultaneamente com o sistema de ar-condicionado.

    Hoje, a biblioteca concentra as mesas de estudo em grupo no andar térreo. Já as mesas individuais e salas de estudo coletivas ficam na parte superior. Todo o local é climatizado e também há vista para a parte externa, com jardins.

    Repositório institucional

    A BCE é responsável pela memória institucional da Fepecs, que é preservada por meio do repositório. O coordenador da biblioteca explica que essa “é uma ferramenta utilizada para tratar, organizar e disseminar toda produção científica gerada pela nossa comunidade acadêmica”. Isso inclui trabalhos de conclusão de cursos (TCC), trabalhos apresentados em congressos, dissertações e ebooks.

    A biblioteca também possui o serviço de acesso Portal de Periódicos Capes, que oferece uma “infinidade de periódicos científicos e outros tipos de materiais para ajudar nas pesquisas científicas”, ressalta Maurício.

    Além de todas as atividades realizadas, a biblioteca também trabalha para garantir uma assinatura de base de dados especializada e que não conste no Portal da Capes, em complementação aos subsídios informacionais que os usuários necessitam. “Trabalhamos para ter sempre um acervo qualitativo. O que temos hoje aqui não perde para nenhuma instituição nacional ou internacional. Estamos caminhando para ser uma referência na área de saúde como biblioteca”, finaliza o coordenador.

  • Campanha no metrô alerta para a violência contra a mulher

    Campanha no metrô alerta para a violência contra a mulher

    Ação ‘Mulher, não se Cale!’ busca sensibilizar a sociedade e ampliar o debate em locais de alta circulação de público

    A Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com o instituto Inside Brasil, realizará a campanha Mulher, não se Cale!, que busca ampliar o debate sobre a violência de gênero em todo o Distrito Federal. O objetivo é atingir o público que circula nas estações de metrô. A iniciativa começa na próxima quinta-feira (28), na Estação Galeria, e percorrerá de forma itinerante outras quatro estações até o dia 27 de outubro.

    Cartazes, banners e estandes de divulgação, conscientização e apoio estarão em estações estratégicas, como Central, Galeria dos Estados, Águas Claras, Praça do Relógio e Ceilândia Centro. Além disso, a campanha terá uma identidade visual marcante, com adesivagem dos trens.

    Peças da campanha focam na conscientização sobre a importância da denúncia – Fotos: Divulgação/Secretaria da Mulher

    Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a ação Mulher, não se Cale! representa um passo importante na luta em defesa da mulher, buscando criar uma sociedade mais justa e igualitária. “A violência contra a mulher é uma realidade triste que o DF enfrenta. Entendemos que a informação é a maior arma que nós podemos ter para combater esse mal. O objetivo é sensibilizar os usuários do metrô sobre a gravidade da situação e incentivar a cultura do respeito e da paz nas relações familiares e sociais”, afirma Giselle.

    Com as ações do projeto, a SMDF espera alcançar diretamente mais de 30 mil pessoas, com impacto indireto ampliado, considerando que cada pessoa pode replicar a informação pelo menos uma vez. A campanha, além de conscientizar homens a não praticarem violência contra as mulheres, vai orientar as mulheres que sofrem ou testemunham essa violência a não se calarem e denunciarem os agressores.

    Campanha Mulher, não se Cale!

    Estação Galeria (Setor Comercial Sul) – 28/9 e 29/9 e 2/10 e 3/10
    Estação Central (Rodoviária do Plano Piloto) – 4/10 a 6/10 e 9/10 e 10/10
    Estação Águas Claras – 11/10, 13/10 e 16/10 e 17/10
    Estação Praça do Relógio – De 18/10 a 20/10 e 23/10
    Estação Ceilândia Centro – De 24/10 a 28/10

    Clique para saber mais informações sobre a campanha.

  • Como cuidar dos pets no calor e evitar insolação

    Como cuidar dos pets no calor e evitar insolação

    Confira dicas simples para evitar a hipertermia dos animais, principalmente entre as raças com mais risco de hiperventilação

    No período de altas temperaturas não são apenas os humanos que sofrem com o calor extremo. Os pets também são influenciados pelo clima e, por serem dependentes dos donos, nada melhor do que saber o que fazer para deixá-los seguros e frescos nessa época do ano – especialmente os mais sensíveis.

    No Batalhão de Cães da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por exemplo, os militares já estão tomando os cuidados necessários para aliviar a quentura dos animais. Segundo o subtenente Ademar Barros, do BPCães, as equipes têm refrescado os cachorros, molhando com frequência os animais que precisam de mais hidratação.

    O batalhão conta com uma variedade de raças, como rottweilers, que estão entre os que precisam de uma frequência maior de molha, pastores belgas malinoás e pastores alemães, além dos sem raça definida. Uma “patrulha da água” é feita a cada hora no dia e a cada duas horas à noite. O subtenente frisa que não é um banho, apenas molham os animais, além de cuidar da hidratação e refrescagem. Segundo o militar, as ações melhoraram a disposição dos animais.

    “Iniciamos por baixo, no dorso, pois é assim que eles fazem na natureza. É importante a pessoa conhecer seu cão e agir de acordo com a necessidade dele”, ressalta o policial. Ele frisa que, na hora de molhar, é importante começar pelo dorso, que é a parte do final do pescoço, sempre conversando com o animal e mostrando o que está fazendo.

    Perigos do calor

    Um período mais quente pode trazer perigos como a hipertermia, também conhecida como insolação, que ocorre com o aumento de temperatura corporal acima do normal para a espécie em questão. Para os pets, ela ocorre quando está acima de 41ºC, visto que o normal é em torno de 39,3 a 39,5ºC. Isso eleva o risco de falência múltipla de órgãos e, consequentemente, pode levar a óbito.

    Os sintomas da hipertermia em cachorros, por exemplo, são dificuldade respiratória, alteração na coloração da língua e na parte interna das orelhas, apatia, andar cambaleante, confusão mental, excesso de salivação, vômito, diarreia e convulsão.

    Quando o pet apresenta sintomas da hipertermia, como dificuldade respiratória, alteração na coloração da língua e na parte interna das orelhas, apatia, andar cambaleante, confusão mental, excesso de salivação, vômito, diarreia e convulsão, a primeira coisa a fazer é retirá-lo do sol e deixá-lo em um local fresco e ventilado. Ofereça água fresca em grande quantidade e, se possível, dê gelo para o animal. Usar toalhas molhadas, um tapete gelado ou até colocar água sobre o animal pode ajudar a resfriá-lo – Foto: Divulgação/Brasília Ambiental

    Ao perceber que o pet está tendo algum desses sinais, a primeira coisa a fazer é retirá-lo do sol e deixá-lo em um local fresco e ventilado. Ofereça água fresca em grande quantidade e, se possível, dê gelo para o animal. Usar toalhas molhadas, um tapete gelado ou até colocar água sobre o animal pode ajudar a resfriá-lo.

    Para reverter a hipertermia, ele deve ser resfrescado o mais rápido possível. “O melhor é sempre prevenir, mas qualquer coisa é acionar a veterinária”, lembra Barros.

    É necessária uma atenção redobrada com cachorros filhotes, idosos, obesos e braquicefálicos, que são os de crânio achatado e focinho curto. Esses grupos têm mais tendência a apresentar problemas respiratórios e dificuldade em perder calor.

    No caso de pets com essas características, é preciso ficar atento aos sinais de hiperventilação, que é a respiração curta e acelerada. Além de ofegante, o animal também pode estar tremendo. Quando isso ocorre, é recomendado procurar imediatamente um veterinário.

    Além disso, não deixar o cão realizar esforços, como pular e correr; e evitar atitudes que o deixem estressado ou excitado. E, principalmente, não tentar medicar o cachorro por conta própria, porque isso poderá piorar ainda mais a situação.

    “O pet não tem a necessidade de usar roupa, principalmente nesse calor. Sei que muitos cãezinhos são acostumados a usar roupinha, mas nesse período de calor não é interessante colocar, porque a pele do pet não consegue respirar, causando uma hiperventilação”, explica a veterinária Lindiene Samayana, que também é diretora do Serviço Veterinário Público (Hvep) – Foto: Divulgação/Brasília Ambiental

    Principais cuidados

    A médica veterinária Lindiene Samayana, que também é diretora do Serviço Veterinário Público (Hvep), fala das principais dicas para prevenir esses males de acontecerem aos animais.

    Um deles é evitar passear com o pet em horários que o sol está muito quente, entre 9h e 17h. A veterinária explica que a almofadinha na patinha do cachorro é muito similar à pele de um bebê recém-nascido, então ele pode queimar ou lesionar a patinha no asfalto quente.

    Também é essencial fazer a troca da água diária, deixando sempre água fresca. Você pode até colocar pedras de gelo na aguinha do pet. Algo legal também, em cãezinhos que gostam de fruta, é dar as que contêm mais água, como melancia e melão, que vão auxiliar na hidratação.

    Outra medida importante é evitar que o pet fique em lugares abafados, principalmente os braquicefálicos como shih-tzu e pug, que têm tendência a tentar se ventilar. “Em lugares abafados eles começam a respirar com a boca aberta e isso pode causar uma hipertensão, podendo ir a óbito por o animal não conseguir respirar”, alerta a veterinária. Então, sempre deixe o pet em lugares frescos e arejados, evitando, por exemplo, que ele fique dentro de uma casinha no sol.

    Para aqueles donos com o hábito de colocar roupinha no pet, é bom evitar vesti-los nesse período. “O pet não tem a necessidade de usar roupa, principalmente nesse calor. Sei que muitos cãezinhos são acostumados a usar roupinha, mas nesse período de calor não é interessante colocar, porque a pele do pet não consegue respirar, causando uma hiperventilação”, acentua a veterinária.

    Sobre a quantidade de banhos, não é necessário aumentar a frequência. A não ser que o animal tenha algum problema de pele e precise tomar mais banhos. Fora isso, é realizar a lavagem normalmente e deixar o pet em um lugar arejado.

    Muitos tutores ainda ficam na dúvida de tosar ou não o pet. Mas Lindiene orienta que não há necessidade de tosa, mesmo se ele for peludinho. Embora alguns donos pensem que são prejudiciais no calor, os pelos fornecem isolamento e até ajudam a regular a temperatura. Da mesma forma que eles mantêm o animal aquecido no inverno, são capazes de resfriá-lo no verão, servindo como uma proteção.

    A não ser que haja necessidade ou prescrição de um médico, caso o animal esteja em tratamento, a preferência é por aparar os pelos e não raspá-los. É importante mantê-los limpos e escovados, permitindo a melhor circulação de ar.

    Arte: Agência Brasília
  • Recuperação da Avenida Sayonara irá beneficiar 8 mil motoristas no Gama

    Recuperação da Avenida Sayonara irá beneficiar 8 mil motoristas no Gama

    Equipes da Novacap trabalham para trazer mais conforto e segurança a quem trafega diariamente pelo Setor Leste

    Em breve, quem trafega diariamente pela Avenida Sayonara, no Gama, verá os resultados das melhorias realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na região. O asfalto da via, uma das mais movimentadas da cidade, está sendo recuperado pelas equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), trazendo mais conforto e segurança para quase oito mil motoristas diários.

    A obra está na etapa de substituição do asfalto antigo que dará lugar à nova pista. Serão aplicadas 398 toneladas de massa asfáltica para recuperar o trecho com 667 metros de extensão. O investimento é de R$ 1,65 milhão, com geração de 14 empregos diretos e indiretos.

    Serão aplicadas 398 toneladas de massa asfáltica para recuperar o trecho com 667 metros de extensão – Foto: Divulgação/ Novacap

    “O GDF está trabalhando no sentido de transformar vidas, de trazer mais qualidade de vida para a população do Gama”, enfatiza Joseane Feitosa, administradora regional da cidade, acrescentando que os serviços de recuperação asfáltica se estendem a outras pistas.

    Além da Avenida Sayonara, as vias de acesso ao cemitério e a trecho da DF-290 passam por melhorias. “Fizemos o levantamento de algumas avenidas que necessitavam dessa recuperação asfáltica e estamos trabalhando no sentido de arrancar o asfalto antigo para dar lugar a um novo, trazendo mais segurança e conforto para os moradores”, completa a administradora.

    Quem mora na região elogia o trabalho desenvolvido pelo GDF para recuperar as principais vias da cidade. “Sou morador aqui do Gama desde que nasci. A melhoria vem ao encontro do anseio dos moradores que sofriam com crateras nos períodos de chuva, aumentando o número de acidentes. Com absoluta certeza, percebo que a recuperação asfáltica trará maior qualidade e segurança à via, beneficiando os moradores e motoristas da região”, avalia o bancário Guilherme Teles, de 32 anos.

  • Chegada da primavera altera paisagem do DF e é promessa de trégua da seca

    Chegada da primavera altera paisagem do DF e é promessa de trégua da seca

    Início da estação, neste sábado (23), tem altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar

    Brasilienses aguardavam ansiosamente pela chegada da primavera, iniciada neste sábado (23). Isso porque, além do desabrochar das flores, a chegada da estação costuma marcar o início do período chuvoso no Distrito Federal, dando uma trégua ao calor intenso e baixa umidade do ar característicos da nossa seca.

    Apesar da chegada da primavera, os próximos dias deverão ser de muito calor e tempo seco – Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Especialistas alertam, porém, que, até que as flores desabrochem e o clima se torne mais ameno, a expectativa é de dias ainda mais quentes nesta reta final de seca. “A primavera traz uma incidência maior de radiação solar, que já começa a ficar bastante intensa no Hemisfério Sul”, explica Cleber Souza, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). “Já estamos sentindo os efeitos dessa movimentação do sol e, nesta semana, não teremos nuvens para bloquear a incidência desses raios, muito menos ventos para aliviar a sensação de calor”, completa.

    Na última semana, o Inmet emitiu alerta laranja de perigo para baixa umidade e de aumento da temperatura média da capital, que atingiu máxima de 34,5º C, no Gama – a maior temperatura registrada no DF neste ano. “A temperatura, em vários estados, está acima da média climatológica, especialmente em boa parte da região Centro-Oeste”, enfatiza o meteorologista.

    Atualmente, são mais de 570 jardins públicos administrados pelas equipes da Novacap durante o ano todo

    Neste período, é comum também receber alertas da Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil do Distrito Federal. As mensagens que chegam aos celulares dos brasilienses trazem recomendações para enfrentar a seca. “Orientamos sempre que os cidadãos mantenham uma boa hidratação, umedeçam olhos e narinas, utilizem hidratantes, protetor solar e labial e que evitem prática esportiva entre 10h e 16h”, orienta o tenente-coronel Ricardo Costa Ulhoa, coordenador de Planejamento, Monitoramento e Controle da Defesa Civil.

    Capital mais florida

    A primavera e as primeiras precipitações também ajudam a transformar a paisagem da capital federal, estimulando o desabrochar das flores, que embelezam ainda mais os jardins públicos de Brasília. Atualmente, são mais de 570 jardins públicos administrados pelas equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) durante o ano todo.

    Os jardins estão espalhados em todas as regiões administrativas. “Durante o ano inteiro, nossas equipes estão empenhadas em executar os mais diferentes serviços, como plantio de muda, irrigação dos canteiros para evitar perda de flores, além das podas preventivas. Atualmente, temos mais de 90 espécies de flores e 30 de árvores espalhadas pelos nossos jardins”, destaca Raimundo Silva, chefe do departamento de parques e jardins da Novacap.

  • Complexo Aquático Cláudio Coutinho recebe nova iluminação

    Complexo Aquático Cláudio Coutinho recebe nova iluminação

    Substituição de 39 lâmpadas por refletores LED foi realizada a pedido da Secretaria de Esporte e Lazer

    O Complexo Aquático Cláudio Coutinho está de cara nova. O espaço, sob a gestão pedagógica da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), realiza aulas das modalidades aquáticas de deep water, natação, nado artístico e saltos ornamentais, por meio do programa Escola de Esporte.

    A nova iluminação não só proporcionará maior comodidade, mas também contribuirá para a segurança dos frequentadores. Além disso, a SEL planeja expandir as turmas das modalidades aquáticas, que têm sido amplamente procuradas pela comunidade, e planeja abrir matrículas para aulas de natação no período noturno a partir do primeiro semestre de 2024, aproveitando as melhorias implementadas.

    “Essa é mais uma melhoria para os nossos alunos que frequentam esse espaço. Além da comodidade, a nova iluminação vai garantir mais segurança. A nossa proposta também é ampliar as turmas das modalidades aquáticas, que são bastante procuradas pela comunidade”, destaca o secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro.

    O Complexo Aquático estava há aproximadamente cinco anos sem receber melhorias em seu sistema de iluminação. A solicitação da substituição da iluminação partiu da SEL e foi executada pela Arena BSB, por meio de um contrato de concessão estabelecido com a Terracap. Durante o processo, foram instalados 39 refletores LED.

    Outras melhorias

    A SEL publicou o aviso de abertura de licitação destinado à contratação de empresa especializada na prestação de serviços contínuos de limpeza, tratamento e conservação das piscinas do Complexo Aquático Cláudio Coutinho.

    A licitação está programada para ser iniciada na próxima terça-feira (26). O contrato inclui a substituição de azulejos, piso cerâmico e pedras, bem como o fornecimento de todos os materiais de consumo necessários para a realização dos serviços. As manutenções das piscinas serão realizadas diariamente, de segunda-feira a sábado, sem qualquer necessidade de interdição das instalações, permitindo que as pessoas continuem a utilizar os equipamentos sem interrupções.

    Outra novidade é o anúncio do aumento de 90% no quadro efetivo de professores. Atualmente a Escola de Esporte conta com a atuação de oito profissionais. Em 2024, esse número subirá para 15. Os novos professores serão convocados pela Secretaria de Educação (SEEDF), por meio de concurso de remoção elaborado em conjunto com a SEL.

    Escola de Esporte

    O programa Escola de Esporte tem como objetivo incentivar a prática esportiva entre crianças e adolescentes de 6 a 17 anos e integrar o adulto, idoso e pessoas com deficiência em atividades que estimulem um hábito de vida saudável, além de formar equipes esportivas que possam revelar talentos para o cenário esportivo.

    Além das modalidades aquáticas, o programa também oferece aulas de alongamento, ginástica acrobática, musculação e karatê. As matrículas são realizadas semestralmente, conforme a disponibilidade de vagas. A idade mínima para praticar atividade é a partir dos 6 anos, de acordo com cada modalidade.

  • Feira de Orquídeas do Jardim Botânico expõe mais de duas mil mudas

    Feira de Orquídeas do Jardim Botânico expõe mais de duas mil mudas

    A entrada no parque neste fim de semana é gratuita mediante doação de brinquedo para a Campanha Vem Brincar Comigo; evento marca o início da estação das flores

    Até domingo (24), o Jardim Botânico de Brasília (JBB) promove a 2ª Feira de Orquídeas de 2023. Mais de 2 mil plantas estão em exposição, das 9h às 17h, em frente ao Café Jardim. A novidade é que, neste fim de semana, a entrada no parque será gratuita, mediante a doação de um brinquedo.

    Um dos organizadores da feira, o gerente do Laboratório do JBB, Daniel da Mata, destaca que o evento tem como objetivo celebrar o início da Primavera e espera receber cerca de três mil visitantes até domingo. “As pessoas visitam o orquidário e sempre querem levar uma plantinha, e este é o momento. Trouxemos os produtores do DF para a exposição, e a comunidade poderá levar uma para casa. Temos plantas de várias espécies disponíveis para venda, para todos os gostos e bolsos”, afirma.

    O produtor de orquídeas André Marques trouxe para a feira mais de 150 espécies

    André Marques, produtor de orquídeas há mais de 12 anos no DF, trouxe para a feira mais de 150 espécies. “É um espaço importante para mostrar a produção e uma maior diversidade de plantas. Trago itens colecionáveis, orquídeas com flores e sem, além de suculentas e cactos também.”

    Na tarde desta sexta-feira (22), a professora Geni Spies, 59 anos, prestigiava a exposição e já saía com as mãos cheias de plantinhas. “Sou apaixonada por orquídeas desde os 14 anos e frequento todas as exposições, conheço os produtores. Tenho mais de 1.000 em casa e, quando fiquei sabendo da exposição, vim logo prestigiar”, conta a colecionadora.

    A aposentada Edir Domingos: “Gosto de ver as flores se abrindo e de visitar o Jardim Botânico”

    A aposentada Edir Domingos, 75 anos, estava em busca de novidades. “Adoro orquídeas, tenho plantas e vasos em casa, e venho todos os anos em busca de novidades. Gosto de ver as flores se abrindo e de visitar o Jardim Botânico”, declara.

    Campanha Vem Brincar Comigo

    O Jardim Botânico de Brasília está participando do Projeto Vem Brincar Comigo, e quem doar um brinquedo para a campanha, até domingo, tem a entrada liberada no espaço.

    A diretora adjunta do JBB, Daniela Fernandes, acredita que terá mais visitantes nestes dias para ajudar na arrecadação da Campanha Vem Brincar Comigo

    “Nosso intuito é colaborar com a campanha e arrecadar mais brinquedos, levando sorrisos para as crianças que irão receber esses itens. Nesse sentido, aproveitamos o ensejo da tradicional feira e unimos as duas situações, pois acreditamos que teremos mais visitantes e ajudaremos na arrecadação”, diz a diretora adjunta do JBB, Daniela Fernandes.

    Cada item doado vale por um único ingresso. Os artigos doados podem ser novos ou usados e devem estar em bom estado de conservação. Após essa data, a doação poderá ser feita no Centro de Visitantes, mas sem a gratuidade do ingresso.

    Esta é a quarta edição da campanha, que tem como objetivo espalhar alegria para meninos e meninas em situação de vulnerabilidade. A campanha segue até 10 de outubro em pontos como o Palácio do Buriti, órgãos do GDF, administrações regionais e batalhões da Polícia Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).

  • Com onda de calor, bombeiros alertam para incêndios em ar-condicionado

    Com onda de calor, bombeiros alertam para incêndios em ar-condicionado

    Aparelho é um dos grandes vilões de acidentes domésticos envolvendo instalações elétricas. Cuidados vão da fiação apropriada à manutenção e limpeza constantes

    O aparelho de ar-condicionado é um dos principais vilões nos casos de incêndios em residências. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), se mal-instalado ou sem manutenção adequada, o equipamento pode ser responsável por acidentes domésticos.

    A incompatibilidade entre a rede elétrica e a tensão do equipamento é uma das principais causas de princípio de incêndio no aparelho. “É muito comum ocorrer acidentes, principalmente no ar-condicionado, devido à sobrecarga elétrica na residência. O aparelho não deve ser instalado junto com a rede elétrica comum. É necessário fazer um circuito à parte”, recomenda o tenente do Corpo de Bombeiros e engenheiro elétrico, David Allan.

    Bombeiros recomendam tomar cuidado com a instalação e com a manutenção dos ares-condicionados – Foto: Lucio Bernardo Jr/ Agência Brasília

    Verificar a voltagem e a capacidade da fiação do local de instalação é indispensável, se possível até mesmo antes da compra do equipamento. “Não tente instalar sozinho. É importante contratar um profissional qualificado com conhecimento em eletricidade ou eletrotécnica para realizar a instalação corretamente”, destaca o tenente do CBMDF.

    Com o equipamento já instalado da maneira correta, outra orientação fundamental da corporação é a manutenção periódica do ar-condicionado. A falta de limpeza e da manutenção correta, além de diminuir a renovação do ar, provoca acúmulo de sujeira e pode ocasionar um incêndio.

    “Fazer uma manutenção errada ou não fazer a manutenção com profissionais qualificados pode acabar gerando um incêndio também. É sempre importante observar com o fabricante o tempo de manutenção do aparelho”, completa o bombeiro.

    Sinais de alerta

    O Corpo de Bombeiros alerta que o principal sinal de que algo está errado é o disjuntor disparar ou desarmar, desligando sozinho a energia da casa ou do ar-condicionado. Esse é um sinal de que existe uma sobrecarga na rede elétrica, e que a instalação pode não estar benfeita.

    A qualquer sinal de perigo, deve-se desligar o aparelho imediatamente e solicitar o auxílio de profissionais para aplicar os procedimentos corretivos necessários. Em caso de incêndio, o Corpo de Bombeiros recomenda a saída imediata da residência, evacuar o local e acionar a corporação através do 193.

    Fique atento aos seguintes sinais que os aparelhos ou as instalações possam apresentar:

    ⇒ Superaquecimento do plugue ou cabos
    ⇒ Alteração na coloração de plugues
    ⇒ Cheiro de queimado no ambiente, vindo diretamente do ar-condicionado
    ⇒ Equipamento parando de funcionar subitamente com frequência
    ⇒ Sons estranhos vindo do aparelho durante o funcionamento
    ⇒ Cabos corroídos, frouxos ou lesionados

    As principais causas de incêndios com aparelhos de ar-condicionado envolvem:

    ⇒ Subdimensionar o disjuntor e sua fiação
    ⇒ Não utilização de disjuntores na instalação do ar-condicionado
    ⇒ Fios desencapados e isolamento inadequado
    ⇒ Local com má fiação elétrica
    ⇒ Instalação mal-feita
    ⇒ Falta de manutenção