Após agressões, mulher, de 44 anos, foi presa pela Polícia Civil. Vítima sofreu fratura no braço; de acordo com corporação, dupla teve desavença momentos antes
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, na tarde desta quinta-feira (29), uma mulher de 44 anos que agrediu uma idosa, de 85 anos, em Sobradinho. De acordo com a corporação, a agressora é esposa de um neto da vítima, e teve uma desavença com ela momentos antes.
A idosa ficou com várias lesões e chegou a ter o braço quebrado pelas agressões. A vítima estava no meio da rua, quando a agressora foi em direção a ela, discutindo. Em seguida, a mulher agarrou o cabelo da idosa e a jogou no chão.
O neto da vítima foi até ela e a ajudou a se levantar, enquanto a agressora continuou a discussão. Depois, a mulher de 44 anos saiu andando para um lado da rua, seguida pelo homem, enquanto a idosa seguiu na direção oposta.
A Polícia Civil afirma que a agressora já tem passagens pela corporação. Agora, a mulher deve responder por lesão corporal e violência, nos termos da Lei Maria da Penha e do Estatuto do Idoso.
Estudante havia esquecido agenda em casa e professora escreveu bilhete em folha A4, com recado para mãe, e colou na parte de fora da mochila. Segundo família, colegas fizeram chacota da situação
Uma criança, de 9 anos, com transtorno do espectro autista (TEA) passou por uma situação de constrangimento, causada pela professora, em uma escola pública do Distrito Federal e, há um mês, não quer mais voltar para o colégio. O estudante havia esquecido a agenda em casa e a professora escreveu um bilhete para a mãe, em folha A4 , e colou o recado na parte de fora da mochila do menino.
Segundo a mãe – que não quer ser identificada para não expor o filho – o caso ocorreu há um mês e o menino foi motivo de chacota entre os colegas da Escola Classe Jardim Botânico.
“A professora nem avisou meu filho do bilhete. Simplesmente colou na mochila dele e mandou ele de volta pra casa. Então, quem falou pra ele do bilhete foram os amigos, que ficaram rindo dele. Ele se sentiu envergonhado. Quando chegou em casa chorou e ainda disse ‘Viu mãe? Por isso eu não queria ir pra escola’”, conta a mãe.
No bilhete, a professora diz que precisa da agenda para poder se comunicar com a mãe do menino. Ela ainda relata que ele machucou o dedo e que deverá fazer as atividades de matemática em casa porque não havia levado o livro.
A Secretaria de Educação disse, nesta quinta-feira (28), que “todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive de apuração de responsabilidades quanto a conduta por parte dos envolvidos no episódio”. A pasta afirmou também que “repudia qualquer tipo de ação discriminatória que gere exposição e humilhação aos estudantes e suas famílias” (veja íntegra da nota ao final da reportagem).
Escola reprovou o menino durante a pandemia de Covid
O quebra-cabeça foi o símbolo escolhido para a conscientização em relação ao autismo — Foto: Getty Images
A criança entrou para a Escola Classe Jardim Botânico em 2020 e foi colocada em uma turma reduzida, por conta de um distúrbio chamado “Erro Inato do Metabolismo” (EIM) – uma doença rara que pode ser causa ou consequência do autismo. Na época, o menino ainda não tinha o diagnóstico de TEA.
“Durante o ano de 2020 deu tudo certo. Mas, em 2021, a escola reprovou meu filho no 3º ano do Ensino Fundamental, mesmo com a normativa da Secretaria de Educação do DF de não reprovar nenhuma criança por conta da pandemia de Covid-19. Nós não concordamos com a atitude da escola, a psicopedagoga dele disse que não deveríamos aceitar a retenção dele no 3º ano, mas a escola reprovou ele mesmo assim”, diz a mãe.
Em 2022, o aluno mudou de turno e recomeçou o 3º ano. No entanto, em março, segundo a mãe, a professora começou a reclamar muito da criança, dizendo que o menino atrapalhava a aula.
“Tiveram três episódios em que ele se machucou na escola. Em um deles, inclusive, a escola chegou a nos ligar, dizendo que ele havia caído e se machucado, mas que não precisávamos buscá-lo, que ele poderia voltar no transporte escolar. Quando ele chegou em casa, estava todo sujo de sangue, e com o nariz quebrado. E a professora mandando bilhetes dizendo que ele estava atrapalhando a aula”, diz a mãe.
Segundo a mulher, no último dia que o filho foi para o colégio, um mês atrás, ele já estava reclamando que não queria ir à aula e, com a confusão na hora de sair de casa, acabou esquecendo a agenda e o livro de matemática.
A mãe da criança encaminhou o caso para o Conselho Tutelar do Jardim Botânico, onde a família mora e onde fica a escola pública. Ela também foi recebida pela secretária de educação do DF, Hélvia Paranaguá, que, segundo a mãe, confirmou que a escola errou ao reprovar o aluno em 2021, e garantiu que a professora foi afastada da turma que está sendo conduzida por uma professora substituta.
No entanto, o menino não quer mais estudar. “Ele contou para a família sobre algumas situações ocorridas na escola, como gritos da professora com ele. Agora ele quer ficar perto o tempo todo, e pergunta se vai ter uma professora que ama ele. Estamos em choque”, diz a mãe.
O que diz a Secretaria de Educação do DF
“A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal informa que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive de apuração de responsabilidades quanto a conduta por parte dos envolvidos no episódio. A SEEDF informa ainda que o aluno já deveria ter retornado a escola na turma do 3º ano do Ensino Fundamental desde a semana passada, mas segundo informações da direção da Regional de Ensino, a responsável ainda não retornou com o estudante para as atividades. Dessa forma, a escola já fez contato com a responsável e enfatizou a necessidade do retorno do aluno. A Pasta repudia qualquer tipo de ação discriminatória que gere exposição e humilhação aos estudantes e suas famílias. A comunicação entre família e escola deve sempre pautar-se no respeito e empatia. A Secretaria de Educação informa que, ainda nesse semestre, serão realizadas novas ações para orientação dos gestores das Coordenações Regionais de Ensino e unidades escolares quanto ao atendimento e acolhimento de estudantes com deficiência e Transtorno do Espectro Autista.”
Outra vítima, de 53 anos, deve ser sepultada sábado (1º). Acidente foi na quarta-feira (28); trabalhador resgatado com vida espera por leito de UTI no Hospital de Base
O corpo do operário Wanderson Soares da Silva, de 26 anos, que morreu enquanto trabalhava na cisterna de um prédio, em Águas Claras, no Distrito Federal, será enterrado na manhã desta sexta-feira (30), no Cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga. Já o enterro de Gutemberg José de Santana, de 53 anos, está previsto para sábado (1º).
Os dois homens morreram na tarde de quarta-feira (28) depois de desmaiar quando entraram no reservatório (saiba mais abaixo). Outros dois trabalhadores ficaram ferido. Um deles teve alta do hospital nesta quinta (29), o outro está internado no Hospital de Base, em estado grave, e espera uma vaga na UTI.
Segundo testemunhas, um dos homens entrou na cisterna para recuperar uma bomba que caiu, mas desmaiou. Os outros três tentaram ajudar, mas também passaram mal. O grupo não usava equipamentos de proteção para a realização do serviço.
Perícia
Na tarde desta quinta-feira, a Polícia Civil fez uma perícia no prédio. Os policiais fotografaram a cisterna, mediram o espaço e analisaram as condições da bomba que pode ter gerado o gás que teria feito com que os trabalhadores perdessem a consciência dentro do poço.
Segundo o Corpo de Bombeiros, que fez o resgate dos trabalhadores, a combustão da bomba usada no serviço para retirar a água da cisterna produziu o gás que fez com que os homens desmaiassem no poço, que tem 7 metros de profundidade. De acordo com os militares, os operários ficaram submersos na lama.
A reportagem procurou o responsável pelo condomínio, que fica na quadra 208 de Águas Claras, mas foi informada que o síndico não estava.
Quem são os mortos no acidente
Wanderson Soares da Silva morreu após passar mal em cisterna em que trabalhava, no DF — Foto: Reprodução
Wanderson Soares da Silva tinha 26 anos, era casado e morava em Samambaia. Ele estava desempregado e, enquanto procurava um emprego como vigilante, fazia bicos.
O pai de Wanderson, Carlos Antônio da Silva, conta que há quatro meses o filho era chamado para alguns trabalhos na empresa que prestou serviço para o condomínio de Águas Claras.
“O risco era eminente, mas se o síndico tivesse informado pra empresa que existia essa possibilidade, eles só iam entrar lá com EPI [equipamento de proteção individual]. Chamaram ele para ir trabalhar, insistiram e ele disse ‘eu vou, porque a gente tá precisando e eu vou’, e ele saiu”, conta o pai.
Gutemberg José de Santana morreu após cair em cisterna em que trabalhava no DF — Foto: Reprodução
Gutemberg José de Santana tinha 53 anos e deixa um filho de 20 anos. Segundo uma prima, ele fazia trabalhos pontuais para a empresa, mas sem vínculo empregatício.
“Ele não ia trabalhar nesse dia e, de repente, do nada, ele falou que ia fazer um serviço que duraria uma hora. Duas horas depois, chegou a notícia do falecimento dele. A polícia tem que entrar no caso, tem que ser investigado, até mesmo para que outras famílias não passem o que estamos passando hoje”, diz Juliete Santana.
Identidade da vítima, que dirigia carro menor, não foi divulgada. Segundo condutor do caminhão, outro envolvido trafegava em zigue-zague na pista
Um acidente entre um carro e o caminhão deixou o motorista do veículo menor morto, na madrugada desta quinta-feira (29), na BR-080, altura do Incra 8, em Brazlândia, no Distrito Federal. A vítima fatal tinha 36 anos, segundo o Corpo de Bombeiros, e não teve a identidade divulgada.
O motorista do caminhão estava no veículo com a esposa, levando uma carga de cenouras. Eles não tiveram ferimentos. De acordo com o condutor, o outro motorista envolvido trafegava em zigue-zague na pista.
A vítima ficou presa às ferragens e o corpo só foi retirado na manhã desta quinta. O trânsito ficou parcialmente interrompido, mas foi liberado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A Polícia Civil investiga o acidente.
Jovem de 24 anos notou câmera do celular no banheiro e procurou delegacia. Caso ocorreu em Vicente Pires, nesta terça-feira (27), enquanto mãe da vítima estava no trabalho
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta terça-feira (27), um homem de 50 anos suspeito de filmar a própria enteada, de 24 anos, tomando banho. O caso ocorreu em na região de Vicente Pires, enquanto a mãe da vítima estava no trabalho.
De acordo com a investigação, enquanto tomava banho, a jovem percebeu que havia um celular posicionado em uma fresta da porta do banheiro. A vítima disse que começou a gritar e que o padrasto, então, se trancou dentro do próprio quarto.
Conforme a polícia, a jovem contou ter confrontado o padrasto que admitiu ter filmado a enteada diversas ocasiões. A vítima foi ao trabalho da mãe e, juntas, as duas foram à 38ª DP, em Vicente Pires.
Após o registro da ocorrência, os policiais prenderam o homem, na Asa Sul. Segundo a polícia, ele havia ido atrás da esposa para pedir que ela não registrasse ocorrência.
O homem foi preso em flagrante e levado à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), também na Asa Sul. Ele foi autuado por “registro não autorizado de intimidade sexual, em situação de violência doméstica e familiar contra a mulher”.
A pena para esse tipo de crime pode chegar a 1 ano de prisão. A vítima ainda fez um requerimento de medidas protetivas de urgência contra o autor.
Os policiais apreenderam um notebook, o celular e dispositivos de armazenamento do suspeito. O material será periciado.
Bombeiros resgataram outros dois homens; um deles está em estado grave. Suspeita é de que vítimas perderam consciência após respirar gás formado por material orgânico
Dois trabalhadores morreram após desmaiar enquanto trabalhavam na limpeza da cisterna de um prédio, em Águas Claras, no Distrito Federal, durante a tarde desta quarta-feira (28). Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro homens faziam o trabalho e todos perderam a consciência a uma profundidade de 7 metros.
A suspeita é de que os trabalhadores tenham respirado um gás formado por material orgânico. Eles ficaram submersos na água.
Para resgatar as vítimas, os bombeiros precisaram usar roupa de mergulho e máscaras. Os dois homens resgatados com vida foram levados para o Hospital de Base.
Uma das vítimas, em estado grave, precisou ser transportada de helicóptero.
Segundo bombeiros, jovem de 17 anos fazia impermeabilização em edifício quando caiu de uma altura de 7 metros. Acidente foi na tarde desta quarta-feira (28), em Águas Claras; vítima teve fratura nas duas pernas
Uma adolescente, de 17 anos, ficou gravemente ferida após cair da fachada de um prédio, em Águas Claras, no Distrito Federal, na tarde desta quarta-feira (28). Segundo o Corpo de Bombeiros, a jovem trabalhava na impermeabilização do edifício.
De acordo com testemunhas, a vítima estava pendurada por uma corda e usava um equipamento conhecido como cadeirinha, quando despencou de uma altura de 7 metros. Quando os bombeiros chegaram, encontraram a adolescente no chão, com sangramento nas pernas.
A jovem foi atendida e imobilizada pelos militares, recebeu hidratação venosa e analgesia e foi transportada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Ela teve fratura exposta na perna direita e também quebrou a perna esquerda.
Equipamentos de segurança usados pela adolescente caiu da fachada de prédio em Águas Claras — Foto: Reprodução TV
A jovem disse que prestava serviços, há 3 meses, para a empresa responsável pela impermeabilização do prédio. A empresa disse que não vai se manifestar até saber as causas do acidente.
Vítima foi localizada na tarde desta terça-feira (27). Segundo Polícia Civil, ainda não há informações sobre identidade do homem
O corpo de um homem foi encontrado, no fim da tarde desta terça-feira (27), às margens de um córrego próximo à Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), no Distrito Federal.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre a identidade da vítima . De acordo com o delegado Rafael Bernardino, da 11ª Delegacia de Polícia, que investiga o caso, também não foram encontrados sinais aparentes de violência.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), para constatação d a causa da morte. Segundo a polícia, a partir da perícia, também será possível fazer a identificação da vítima.
Suspeito, de 18 anos, foi preso nesta quarta-feira (28). Raimundo Alberto Lago Rosa, de 70 anos, foi esfaqueado dentro do apartamento onde morava, na Asa Norte
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta quarta-feira (28), o suspeito de matar o policial civil aposentado Raimundo Alberto Lago Rosa, de 70 anos. O crime ocorreu dentro do apartamento onde a vítima morava, na quadra 411 da Asa Norte, em Brasília (veja detalhes abaixo).
De acordo com a corporação, o suspeito, de 18 anos, se apresentou à 2ª Delegacia de Polícia e confessou ter esfaqueado o policial aposentado nas costas e na perna, na noite do último sábado (24).
A polícia afirma que eles tinham uma “relação”, ainda não especificada, há dois anos, e que o rapaz costumava frequentar a casa da vítima. Ainda de acordo com os investigadores, há registros de transferências bancárias realizadas por Raimundo ao suspeito. O rapaz alegou que o ataque ocorreu depois que Raimundo tentou ter relações sexuais com ele.
A identificação do jovem foi possível por meio da coleta de filmagens e outras provas, que confirmaram a presença dele no apartamento da vítima. Os agentes localizaram, inclusive, a sandália e a bermuda usada pelo homem no momento do crime. As chaves do apartamento do policial também foram encontradas, próximo ao prédio.
O suspeito foi preso porque, apesar de não ter sido detido em flagrante, não possui título de eleitor. Por isso, não se aplica ao jovem a lei que impede o cumprimento de mandados de prisão nos cinco dias anteriores ao dia da eleição, neste domingo (2).
Dia do crime
Raimundo Alberto Lago Rosa, de 70 anos, foi encontrado morto na Asa Norte — Foto: Facebook/Reprodução
Segundo a Polícia Civil, no sábado, o suspeito ficou no apartamento de Raimundo por cerca de duas horas. Depois, saiu e mexeu no carro do policial. O rapaz alega que se aproximou do veículo porque achou que tinha deixado a própria carteira no automóvel. Em seguida, foi embora.
A corporação afirma que foram encontradas duas facas no apartamento onde o crime ocorreu. O corpo de Raimundo também tinha sinais de defesa, o que pode indicar luta corporal.
Segundo a Polícia Civil, se for condenado, o homem pode pegar até 30 anos de prisão. A corporação afirma que as investigações continuam, para esclarecer mais detalhes sobre a motivação e outras circunstâncias do crime.
Família busca justiça
Fabiano Lago Rosa, irmão de policial encontrado morto em apartamento em Brasília — Foto: Reprodução TV
Raimundo Alberto Lago Rosa, conhecido como Beto Rosa, foi enterrado nesta quarta-feira. Fabiano Lago Rosa, irmão dele, demonstrou indignação. “Ele amava a vida, ele não queria morrer. Ali, alguém matou ele deslealmente, crueldade, maldade. Parece que as coisas no mundo estão se acabando”, afirmou.
Raimundo era policial civil aposentado do Amapá, mas ainda trabalhava na representação do estado em Brasília. Segundo o irmão da vítima, no sábado, ele disse a amigos que estava passando mal, após passar por um procedimento médico na sexta (23), e ia para um hospital. Foi a última notícia que tiveram dele.
No domingo (25), uma outra irmã ligou para Raimundo, mas ele não respondeu. “A gente também ligou no fixo, mas ele não atendeu. A gente achou estranho, ele nunca ficava sem responder”, conta.
Já na segunda (26), vizinhos notaram o sumiço do policial e o porteiro percebeu sangue saindo da porta do apartamento, e acionou a polícia. Segundo Fabiano, a família já tinha pedido a Raimundo que tomasse cuidado.
“Ele não falou nada nesse sentido de ameaça. Mas a gente sempre falava para ele: ‘Cuidado com suas companhias’. Muitas vezes, ele andava com pessoas que a gente não conhecia. Aí, [a gente] falava: ‘Cuidado com suas companhias, com quem você leva para sua casa’. Que seja feita justiça.”
Segundo Polícia Civil, vítima é José Fernandes do Nascimento. Até esta terça-feira (27), não havia informações sobre autoria do crime
O corpo de um homem de 47 anos foi encontrado carbonizado, nesta segunda-feira (26), em uma área de mata, na QN1 do Riacho Fundo I, no Distrito Federal. De acordo com o delegado da 29ª Delegacia de Polícia, Lúcio Valente, a vítima foi identificada como José Fernandes do Nascimento.
Ainda segundo a corporação, o homem atuava como montador de móveis e tinha histórico de envolvimento com uso de drogas. A polícia investiga a hipótese de homicídio, devido à condição em que o corpo foi encontrado.
Aos policiais, a família informou que José saiu de casa na manhã da última quinta-feira (22) e não foi mais visto. Até a última atualização desta reportagem, os investigadores ainda não tinham identificado suspeitos do crime.