Militares disseram que sinais vitais da criança foram restabelecidos após 55 minutos de massagem cardíaca. Acidente ocorreu na Estrada Parque Guará (EPGU)
Um menino de 3 anos foi atropelado, por volta das 17h deste domingo (25), na Estrada Parque Guará (EPGU), no Distrito Federal. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a criança sofreu uma parada cardiorrespiratória, mas foi reanimada pelos militares.
Segundo os bombeiros, o menino foi atingido por um carro. O motorista, um idoso de 74 anos, não se feriu.
Os militares informaram que o “protocolo de reanimação cardiopulmonar” durou 55 minutos e os sinais vitais da criança foram restabelecidos. Em seguida, ela foi levada de ambulância para o Hospital de Base.
Os pais da criança estavam no local e não se feriram. Os bombeiros não souberam informar a causa do acidente.
Acidente no Areal
Uma outra criança foi atropelada neste domingo, por volta das 14h30, no Areal. De acordo com a Polícia Militar, um menino de 6 anos foi atingido por uma motocicleta.
Segundo os militares, a criança ia com a mãe visitar a vó. Porém, quando a mulher estacionou o veículo, o menino correu e atravessou a rua.
Nesse momento, ele foi atingido por um motociclista que manobrava para estacionar. O menino foi atingido pelo tanque da motocicleta, no entanto, não ficou gravemente ferido, já que o veículo estava em baixa velocidade.
A criança foi levada pelos pais ao Hospital de Base. Segundo a PM, ele não corre risco de vida.
Incidente ocorreu na tarde deste domingo (18), no Guará II. Defesa Civil avalia consequências do desabamento
Parte da obra de uma igreja no Guará II, no Distrito Federal, desabou durante a chuva da tarde deste domingo (18). O templo fica na QE 17 e teve uma parede toda destruída. A Defesa Civil esteve no local para avaliar as consequências do desabamento e verificou que não houve danos estruturais. O templo estava em obra há um ano.
Em nota, a Igreja Adventista do Sétimo Dia informou que não houve vítimas e que o incidente aconteceu “devido a uma forte rajada de vento que atingiu a região da Avenida do Contorno, do Guará II”.
O desabamento ocorreu por volta das 17h. Vizinhos do templo disseram que deu para ouvir o barulho de quando a parede desabou.
“Eu estava assistindo televisão quando ouvi um barulhão e um tremor. Fiquei com medo. A chuva alagou minha casa”, disse a estudante Mariana Ortega, de 11 anos.
O homem, de 22 anos, trabalhava como motorista de uma empresa de brinquedos infantis e a menor era monitora. Os dois voltavam de uma festa, momento em que o autor cometeu os abusos
Um homem foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) acusado de estuprar uma adolescente, de 13 anos. Segundo as investigações, o homem, de 22 anos, trabalhava como motorista de uma empresa de brinquedos infantis, e a menor era monitora. Os dois voltavam de uma festa, momento em que o criminoso a violentou sexualmente.
O crime aconteceu por volta das 19h, em 6 de agosto. Ao término da festa infantil, o autor e a vítima retornavam em direção à sede da empresa, no Guará. Enquanto estavam no carro, o militar teria iniciado carícias, dado beijos na menina e a obrigando a fazer sexo com ele.
De acordo com a polícia, o motorista desviou do trajeto e estacionou o veículo em um local isolado, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), onde praticou o estupro. Em seguida, abandonou a garota em uma parada de ônibus, próximo a uma lanchonete do Guará. A reportagem apurou que, além do homem, o dono da empresa, também é investigado por estupro.
Preso, o homem foi indiciado por estupro de vulnerável e tráfico.
Caso aconteceu na madrugada de domingo (7/8), em um pagode com várias atrações no Clube da Saúde. Ambas as mulheres envolvidas na briga registraram boletim de ocorrência
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga um caso de lesão corporal, injúria e ameaça que ocorreu dentro do banheiro feminino de um pagode, na madrugada de domingo (7/8), no Clube da Saúde, no Guará. Uma comissária de voo, de 40 anos, alega que foi mordida por outra mulher, de 39 anos, e que teve o pedaço da perna arrancada na discussão. Ambas registraram boletins de ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).
De acordo com a comissária, ela e a acusada já se conheciam há oito meses e, no dia do evento, ela encontrou a “conhecida” dentro do banheiro feminino do pagode, que tinha várias atrações. “Quando a vi dentro do banheiro, disse: ‘te achei!’. Nesse momento, ela me xingou e, como sou muito escandalosa, xinguei de volta”, contou.
A comissária contou que a discussão tomou tons maiores, e começou-se a briga, com puxões de cabelos e luta corporal. Ela alega que, em determinado momento, o marido da mulher com quem brigava e seguranças da organização do evento entraram no banheiro e a seguraram para que a antagonista pudesse a golpear com chutes, socos e com uma mordida, que arrancou um pedaço da perna. Ela também alega ter sido vítima de racismo.
“Começamos uma briga, e ela chamou a amiga dela para me bater. Depois, entraram quatro seguranças, mais o marido dela, e me seguraram para ela bater. Ela quis me matar”, afirmou, dizendo que foi retirada do evento à força pelos seguranças.
O boletim de ocorrência, ao qual a reportagem teve acesso, detalha que a mulher que brigou com a comissária foi à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) e disse ao delegado que foi xingada de “vagabunda”. Ela acusou a comissária de “ter acabado com a vida dela na internet”. No registro, detalhou que, caídas no chão durante a briga, a comissária teria puxado os cabelo dela, e a única opção para que pudesse ser solta e cessasse a agressão foi morder a perna.
O registro policial ainda diz que a desavença das duas deu-se porque a comissária queria entrar em um projeto social, mas, por querer “fazer política” dentro do programa, não foi aceita. A versão, contudo, foi negada pela mulher que teve a perna mordida em outro boletim de ocorrência.
A outra parte
Tentamos contato com a mulher que mordeu a perna da comissária por meio de ligações, mas ela preferiu não se pronunciar no momento. A reportagem entrou em contato com a empresa que cuidou da segurança do evento, que não quis se manifestar. Também tentamos contato com a organização do evento, que não atendeu aos nossos chamados. O espaço segue em aberto para esclarecimentos.
A partir de 15 de agosto, serão oferecidas aulas gratuitas de trapézio, acrobacias aéreas (LIRA), bambolê e malabares
Inscrições abertas para as oficinas gratuitas de arte circense, destinadas a estudantes da rede pública de ensino e a moradores do Guará, com idades entre 6 e 14 anos. As aulas serão realizadas na sede do Circo Vitória, localizada no Guará II. Os interessados em aprender as modalidades de trapézio, acrobacias aéreas (LIRA), bambolê e malabares podem se inscrever pelo Whatsapp, através do número 98381-5537.
“Estamos mantendo viva a cultura circense ensinando artes muito antigas, antes restritas ao ambiente do circo, para que possam continuar encantando e possam também vir a ser uma opção profissional para alguns desses alunos”, enfatizou Loiri Teresinha Mocellin, que administra o Circo Vitória com seus filhos e netos.
As oficinas foram motivadas pela suspensão dos espetáculos do Circo, no início da pandemia de Covid-19, mas se tornaram parte de um projeto que vai beneficiar, pelo menos, 100 crianças e jovens do Distrito Federal. Dentre as regiões onde já foram oferecidas as oficinas, estão Recanto das Emas, Riacho Fundo 2 e Samambaia. No Guará, as aulas serão realizadas às segundas e terças-feiras, a partir de 15 de agosto, na sede do Circo Vitória, na EQ 31/33, ao lado do Edifício Consei. As atividades terão duração de dois meses e meio.
Ações de acessibilidade facilitarão que pessoas portadoras de deficiência possam participar das oficinas e haverá reserva de vagas para aquelas cujas deficiências não sejam empecilho à sua realização, além da adoção do aplicativo de acessibilidade desenvolvido pelo Ministério do Planejamento (V-Libras) e de Audiodescrição nas ações de divulgação do evento.
História
Circo Vitória – Foto: Divulgação
O Circo Vitória nasceu em 1993, no interior de São Paulo, com a 5ª geração da tradicional família circense “Almeida”, formada por grandes trapezistas. Nos seus quase 30 anos de história, percorreu diversos Estados brasileiros, de diversas Regiões, como: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Paraná, e atua há oito anos no DF, realizando espetáculos e desenvolvendo ações sociais. Nessas ações, promove espetáculos solidários em creches, asilos e instituições, como a APAE, para a arrecadação de brinquedos e alimentos, entre as quais se destaca o “Natal Solidário”.
Realiza um trabalho permanente com escolas, com apresentações que são feitas no Circo ou nas próprias escolas, em eventos como a Semana da Criança, promovidos na Candangolândia, no Núcleo Bandeirantes e no Park Way, que agregam um público de diferentes faixas etárias e classes sociais.
As oficinas de arte circense fazem parte do projeto de Manutenção de Espaço do Circo Vitória e são realizadas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, através de sua Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural, da Secretaria da Educação e da Agenda Cultural Brasília.
Serviço
O que: Oficinas gratuitas de arte circense para estudantes de rede pública de ensino, de 6 a 14 anos (trapézio, tecido acrobático, acrobacias aéreas – LIRA, bambolê e malabares)
Quando: a partir de 15 de agosto. Às segundas e terças-feiras. Duração: 2 meses e meio
Onde: Sede do Circo Vitória – EQ.31/33 Ao lado do Edifício Consei, no Guará ll
Acessibilidade: reserva de vagas, uso de V-Libras e autodescrição nas ações de divulgação
José Paulo Trindade, de 64 anos, foi identificado como suspeito de matar Geralda Cândida Santos do Nascimento, em dezembro de 2021. Ele foi encontrado em Ribeirão Preto, neste sábado (30), depois de mais de oito meses de investigações da PCDF
O homem suspeito de assassinar a idosa, Geralda Cândida Santos do Nascimento, de 79 anos, no Guará II, durante um assalto, em dezembro de 2021, foi preso na manhã deste sábado (30). José Paulo Trindade, de 64 anos, foi encontrado em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, depois de oito meses de investigações da 4ª Delegacia de Polícia, do Guará.
De acordo com o delegado do caso, Anderson Espíndola, o suspeito já tinha outras passagens pela polícia. Agente da 4ª DP viajaram diversas vezes a São Paulo e ao Rio de Janeiro para encontrar o José Paulo Trindade.
Em 6 de dezembro de 2021, Geralda Cândida Santos do Nascimento, de 79 anos, foi encontrada morta, dentro da própria casa, na cama, com sinais de estrangulamento, por uma neta que morava com ela. Acionado, o Corpo de Bombeiros foi ao local e confirmou o óbito.
À época, o delegado Anderson Espíndola afirmou que a idosa foi assassinada por José Paulo Trindade durante um assalto, e chegou a tentar se desvencilhar do suspeito.
Vítima ainda não foi identificada. Caso é investigado pela Polícia Civil
Um homem morreu, na tarde deste domingo (17), após ser atropelado por um carro no Guará, no Distrito Federal. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima estava sem identificação.
Os militares informaram que o homem atropelado aparenta ter 40 anos e ser sem-teto. Ele foi encontrado embaixo do veículo, já sem vida.
O veículo que atingiu a vítima era conduzido por um homem de 35 anos, que não se feriu. Os militares não souberam informar a dinâmica do acidente.
O local do atropelamento foi interditado para perícia da Polícia Civil, que investiga o caso. A Polícia Militar também foi acionada.
Casos ocorreram na noite de sábado (16), entre 18h20 e 20h21. Acidentes foram na EPTG e na Epia Sul
Dois homens morreram atropelados, em um intervalo de duas horas, na noite de sábado (16), no Distrito Federal. O primeiro acidente foi às 18h20, na Estrada Parque Taguatinga-Guará (EPTG). O segundo ocorreu às 20h21, na Epia Sul.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o atropelamento na EPTG foi perto da CEB, no sentido Taguatinga. Wellington Jorge Alves da Silva Chagas, de 38 anos, foi atropelado duas vezes.
Testemunhas disseram que, ao tentar atravessar a via, ele foi atingido por um primeiro carro e, em seguida, por outro veículo. Os dois motoristas pararam para prestar socorro, mas a vítima morreu no local.
Pouco depois, um homem aparentando 35 anos, que não havia sido identificado até a publicação desta reportagem, foi atropelado na Epia Sul, perto da Novacap. Os bombeiros tentaram reanimar a vítima, por cerca de 50 minutos, mas ele não resistiu aos ferimentos.
Segundo informações das testemunhas, o motorista fugiu sem prestar socorro. Pedaços do parachoque do carro ficaram na pista.