Categoria: Variedades

  • Aproveite a programação cultural deste domingo

    Aproveite a programação cultural deste domingo

    Com gratuidade nas passagens de ônibus, último dia deste fim de semana tem atrações para diferentes públicos

    Domingo, dia em que você não precisa pagar passagem de ônibus no DF graças ao programa Vai de Graça, da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), oferece boa programação cultural.

    No Museu Nacional da República, a Brasília Design Week 2025 (BDW25) estará em cartaz até a próxima terça (24), apresentando exposições, oficinas, bate-papo, desfiles e circuitos urbanos que têm como foco a reflexão sobre o passado, o presente e o futuro do design brasileiro. A mostra principal, Horizonte em Risco, apresenta peças que vão do artesanal ao tecnológico, com entrada livre e experiências interativas para todos os gostos.

    No Setor Oeste do Gama, é dia de se despedir do festival Adore Gama, que une música e espiritualidade com shows de Mattos Nascimento, Karla Milhomem e Kote Santo, a partir das 18h. Serão momentos de adoração e louvor ao ar livre, na Quadra 31, com entrada franca.

    Também neste domingo encerra-se a temporada de Chá com Mel, espetáculo da Cia. Ponto Alto, em cartaz no Teatro Newton Rossi/ Sesc Ceilândia. Com início às 18h, a peça apresenta acrobacias aéreas e memórias de uma viagem à Turquia. Os ingressos custam entre R$ 15 e R$ 30, com 15% das entradas reservadas gratuitamente para estudantes da rede pública.

    Veja, abaixo, o resumo da programação. 

    Brasília Design Week 2025
    Até terça-feira (24), no Museu Nacional da República e outros locais do DF. Evento gratuito. Mais informações neste link. 

    Adore Gama – Festival Gospel
    A partir das 18h, na Área Especial da Quadra 31, Setor Oeste – Gama. Evento gratuito.  

    Chá com Mel
    Às 18h, no Teatro Newton Rossi – Sesc Ceilândia. Ingressos: R$15 (meia) e R$30 (inteira).

  • Produção de pescado bate recordes no Distrito Federal

    Produção de pescado bate recordes no Distrito Federal

    No último ano, o Quadradinho produziu mais de 2 milhões de quilos de diferentes espécies, contando com o apoio de políticas públicas do GDF

    Em 2024, os produtores de peixes do Distrito Federal apoiados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) conseguiram o feito histórico de produzir a maior quantidade de pescado, no período de um ano, em solo brasiliense. Foram 2.163.472 kg de peixes de diferentes espécies, um salto de mais de 6% em relação a 2023, superando o recorde alcançado naquele ano. Entre a série de fatores que compõem o resultado, além do apoio das políticas públicas está o aumento do número de produtores de pescado, que subiu de 919 para 970 no período de um ano.

    A região do Gama lidera a produção no DF, com 546.015 kg, seguida por Ceilândia que alcançou sua melhor marca, com 521.055 kg (um aumento de 57,88% na produção que, em 2023, foi de 330 mil kg). Os produtores do Paranoá alcançaram 353.301 kg de pescado produzido, seguido pelos piscicultores do Núcleo Rural Alexandre Gusmão, com 201.997 kg.

    Considerando o número de produtores rurais, Ceilândia cresceu não apenas em números de produção, mas também no número de piscicultores, que passou de 160, em 2023, para 187 este ano, sendo a região com o maior número de produtores de peixes no DF. No Gama, o número subiu de 148 para 185 produtores, seguido por Planaltina, atualmente com 100 produtores.

    Baixa manutenção

    Dono de uma das propriedades referências em piscicultura no DF, o produtor rural Ademir Gomes, 58 anos, tem oito tanques e uma média de 20 mil peixes na chácara Shallom, localizada no Sol Nascente, de onde saem cerca de 20 toneladas de tilápia por ano. Na atividade desde 2014, ele diz ter escolhido a piscicultura pela facilidade em relação à outras culturas e o retorno que ela proporciona.

    “Deixei de fazer outras culturas porque não estava compensando mais, pela falta de mão de obra. A piscicultura exige menos da gente, vale a pena trabalhar com peixe e eu gosto. A gente tem que estar na ativa e sempre atento, mas é um estoque que, se não tirou, pode ficar para depois. A hortaliça não, quando chega o ponto de colher a produção, tem que ser vendida de qualquer forma”, acentua.

    Para os pequenos produtores, o negócio de tilápias pode até não ser o maior foco, mas gera uma renda a mais que é importante para a família. É o caso do piscicultor Joel Félix, 72, que além de agricultor e apicultor, cria peixes em Planaltina. Segundo ele, os alevinos representam cerca de 30% da renda familiar. “Eu resolvi mexer com peixe porque você não tem que correr tanto no dia a dia. Mão de obra hoje é uma coisa muito difícil, especialmente pela minha idade. É uma renda a mais”.

    Joel conta que começou com uma espécie de peixe, mas após ser orientado pela Emater-DF sobre qual alevino se encaixaria melhor nos tanques lonados, mudou a estratégia. Ele descreve o apoio da empresa pública como algo essencial para os produtores do DF: “A Emater é nossa base. Se precisamos de algo, ligamos para os técnicos e imediatamente eles estão no local nos dando assistência e orientações”.

    Crescimento

    O técnico da Emater-DF, Adalmyr Borges, reforça o quanto a aquicultura vem crescendo nos últimos anos, com um avanço de 5% a 6% a cada ano. “Atualmente temos em torno de 2 mil toneladas de peixe sendo produzidas por ano no Distrito Federal, a principal espécie sendo a tilápia, que é um peixe bem adequado às condições na região, com facilidade de ter a forma do filé, sem espinhas e isso atrai muito o consumidor e caiu no gosto da população”, observa.

    A concessão de linha de crédito e o acompanhamento dos extensionistas da Emater-DF – tanto da cadeia produtiva, quanto do escoamento da produção – estão entre as políticas públicas que o Governo do Distrito Federal (GDF) oferece para os piscicultores brasilienses.

    Além de projetos como o Proágua – um acompanhamento contínuo dos produtores de peixe da região – e o Aqua+, com foco no uso eficiente da água, o técnico destaca como fatores de crescimento da produtividade a implantação de unidades de referência no DF, atualmente contando com cinco, que são propriedades onde já existem produtores rurais na região trabalhados como modelos para a demonstração de tecnologias para outros produtores e cursos de capacitação. A aquicultura brasiliense também é alavancada com o novo projeto já sendo instalado pelo GDF, que visa o aproveitamento dos reservatórios de irrigação para criação de peixes nos tanques lonados, em especial na região Planaltina.

    “A gente espera ter um aumento ainda maior da produção nesse ano. Brasília é um grande mercado consumidor, com um consumo per capita dos mais altos do Brasil e, ao mesmo tempo, temos a atuação do Governo do Distrito Federal por meio da Emater, com os programas de estímulo à aquicultura. Trabalhamos orientando os produtores sobre a melhor forma de regularizar a atividade, como controlar a qualidade da água para ter uma produção eficiente de peixes, como utilizar a alimentação… Ou seja, gastar menos dinheiro produzindo a mesma quantidade de peixe e reduzindo os custos de produção”, detalha.

  • Parque da Cidade recebe ação de descarte consciente de eletrônicos

    Parque da Cidade recebe ação de descarte consciente de eletrônicos

    Atividade tomou conta do Estacionamento 13, contando com a participação do público e de autoridades locais

    O Parque da Cidade recebeu, neste sábado (21), mais uma ação de conscientização ambiental: o Dia de Descarte Consciente, promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF),  em parceria com o Instituto Inteligência Ambiental. 

    Além do recolhimento gratuito de equipamentos eletroeletrônicos fora de uso, foi montada uma miniexposição com itens antigos e curiosos da história da tecnologia. Entre os itens estavam rádios de válvula, máquinas de escrever elétricas e os primeiros modelos de celulares, com destaque para os aparelhos chamados de tijolões dos anos 1990.

    Desde o início da manhã, moradores de diversas regiões administrativas levaram celulares antigos, computadores, televisores, cabos, impressoras e outros equipamentos que estavam guardados sem utilidade. A iniciativa faz parte das ações do GDF voltadas para o fortalecimento da logística reversa e da educação ambiental.

    Educação ambiental 

    “Este é o mês do meio ambiente, e temos um calendário com várias programações, sendo essa uma delas, que tem o cunho da educação ambiental”, declarou o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Nós estamos trazendo aqui um ponto de coleta de eletroeletrônicos no Parque da Cidade porque é um local de maior movimentação em um sábado para justamente despertar a conscientização ambiental sobre o descarte seguro desses eletroeletrônicos.”

    Segundo o subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos da Sema-DF, Luciano Miguel, quem não puder participar da ação pode fazer o descarte adequado em outros endereços fixos: “Temos 120 pontos de entrega voluntária no Distrito Federal. No site da secretaria nós temos a relação desses locais. Basta colocar o CEP da sua residência que você vai saber onde tem um mais próximo para esse tipo de descarte” .

    A bióloga Luciana Brito, 31 anos, mora no Lago Norte e foi até o Parque da Cidade para participar do evento. “Eu sei da importância de fazer o reaproveitamento desses materiais, principalmente do material eletrônico, porque em sua composição há elementos tóxicos”, disse. “Por isso, trouxe aparelhos de som, controles remotos e fitas cassete que estavam lá em casa e na casa da minha mãe”.

    A expectativa é que diversos itens sejam recolhidos ao longo da ação. Todo o material arrecadado será encaminhado para empresas especializadas em reciclagem e reaproveitamento de componentes.

  • Estudantes das escolas da rede pública participam da Campus Party

    Estudantes das escolas da rede pública participam da Campus Party

    Divididos entre os turnos da manhã e da tarde, os estudantes percorreram os espaços gratuitos e pagos da feira numa iniciativa da SSP-DF

    Cerca de mil alunos das Escolas de Gestão Compartilhada do Distrito Federal participaram, nesta sexta-feira (20), de uma visita especial à Campus Party Brasil, uma das maiores feiras de tecnologia e inovação do mundo, realizada na Arena BRB. A ação foi promovida pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), em parceria com a organização do evento, como objetivo de democratizar o acesso à ciência, tecnologia e inovação entre jovens da rede pública. Esta é a segunda vez que estudantes deste sistema de ensino participam da feira.

    “Esta é uma oportunidade que contribui muito positivamente com a formação desses alunos. É um privilégio poder participar de um evento tecnológico tão reconhecido e que proporcionará conexões, aprendizado e experiências. Um dos objetivos da feira é descobrir talentos e dar a eles protagonismo. Essa pode ser a chance de despertar o talento desses estudantes”, destaca o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “A presença dos estudantes na Campus Party representa não apenas uma visita a um evento de tecnologia, mas um passo importante rumo à inclusão digital e à formação de jovens mais preparados”, completa.

    Além de explorarem as atrações tecnológicas, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer de perto os equipamentos das forças de segurança do DF, que também participam da Campus Party com estande interativo, viaturas e aeronaves, reforçando o compromisso da pasta com a aproximação entre segurança pública, educação e inovação.

    Inclusão e acesso

    O subsecretário de Escolas de Gestão Compartilhada, Alexandre Ferro, ressalta o papel da inclusão na iniciativa. “É importante oferecer novamente aos nossos alunos a oportunidade de visitar a maior feira de tecnologia do mundo. A SSPDF realiza, assim, a filosofia da Segurança Integral, facilitando aos jovens o acesso à inclusão digital, à ciência e à tecnologia, promovendo uma educação de qualidade. Promover inclusão é fazer a diferença na vida dessas crianças”.

    A ação foi elogiada pelos participantes. Para Derek Adrian, do Centro Educacional 7 de Ceilândia, foi importante para aumentar o conhecimento. “É um evento muito grande e com muitas possibilidades de conhecimento, jogos e contato com áreas do conhecimento”. A aluna Ana Raquel Rodrigues, também do CED 07, fez um convite a quem ainda não foi à feira. “É minha primeira vez neste evento e estou achando muito interessante. Para quem gosta de tecnologia e games, deve vir. É um grande evento em que podemos nos divertir bastante”.

    Atualmente, 25 escolas públicas integram o projeto de gestão compartilhada no DF. A participação na Campus Party é mais uma das iniciativas que buscam integrar conhecimento, cidadania e oportunidades para os estudantes dessas unidades.

  • Brasília Design Week 2025 celebra o design como linguagem de futuro

    Brasília Design Week 2025 celebra o design como linguagem de futuro

    Evento realizado com apoio do GDF valoriza talentos locais e propõe uma ocupação sensível e inovadora dos espaços urbanos

    De 18 a 24 de junho, Brasília recebe a terceira edição da Brasília Design Week (BDW), um dos eventos mais relevantes do calendário criativo do país. Com o tema Memória, Design e Futuro, a semana propõe uma ocupação afetiva e provocadora de diferentes espaços da capital federal. 

    A programação gratuita percorre museus, galerias, embaixadas, ateliês, instituições de ensino, lojas e até as ruas da cidade, reunindo exposições inéditas, oficinas, circuitos urbanos, desfiles, feiras e experiências imersivas. Uma grande mostra no Museu Nacional da República permanece em cartaz até 20 de julho, apresentando obras que exploram o design brasileiro em múltiplas linguagens ー  do mobiliário premiado à moda autoral, da arte à inovação digital.

    Realizada pelo Desponta Brasil e pelo Instituto Brasil de Economia Criativa, a BDW 2025 conta com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) e se consolida como um espaço de valorização da cultura, da identidade e da economia criativa.

    Para a vice-governadora do DF, Celina Leão, o apoio à iniciativa é estratégico: “Essa parceria mostra, com muita clareza, o compromisso do Governo do Distrito Federal com a valorização da cultura, da economia criativa e dos talentos locais. Apoiamos iniciativas como a Brasília Design Week porque acreditamos no poder transformador da arte, do design e da inovação. O GDF reconhece que eventos como esse movimentam a cidade, geram oportunidades, fortalecem o setor produtivo e colocam Brasília no mapa dos grandes centros criativos do país e do mundo”.

    Segundo ela, sediar a BDW tem um valor simbólico e concreto. “Brasília tem alma criativa. É uma cidade que nasceu do traço, do sonho e do planejamento. Ser o centro da BDW25 é mais do que simbólico, é uma reafirmação da vocação da nossa capital para a criação, para o diálogo entre arte, arquitetura, design e tecnologia. Brasília é território fértil para ideias novas, para o pensamento contemporâneo e para ações que integram cultura e desenvolvimento. A BDW mostra isso com muita beleza e inteligência, e é uma alegria ver a cidade protagonizando essa transformação”, continua Celina.

    A edição de 2025 reúne mais de 40 ações que integram tradição e inovação. Exposições como Horizonte em RiscoViva JaneteDesign + IndústriaTrama Afetiva e Projeto Pulsar revelam a potência dos criadores brasileiros.

    Horizonte em Risco, com curadoria de Nina Coimbra, propõe reflexões sobre os rumos do design a partir de objetos autorais, obras de arte e mobiliário com forte presença estética e crítica. 

    Viva Janete celebra a arquiteta e designer Janete Costa com releituras cromáticas e peças originais que resgatam o popular como elemento essencial do moderno. 

    Já Design + Indústria traz à capital obras que foram destaque na última edição da Design Week de Milão, discutindo inovação, sustentabilidade e identidade.

    Moda, reaproveitamento de materiais e tecnologia se encontram no desfile da Trama Afetiva, que marca a abertura oficial da BDW 25. A coleção é resultado da colaboração entre artesãs, estilistas e comunicadores. 

    Projeto Pulsar, por sua vez, apresenta uma proposta inédita: obras em realidade aumentada que ganham vida por meio de QR Codes acessados pelo celular, oferecendo uma experiência que une o físico e o digital.

    O evento valoriza o protagonismo de criadores de Brasília

    Além de reunir talentos de diversas regiões do país, o evento valoriza o protagonismo de criadores de Brasília. Designers locais assinam peças autorais em cerâmica, mobiliário, moda e arte, reforçando o papel da cidade como um celeiro criativo em diálogo com o Brasil e com o mundo.

    Para o secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, a BDW é um marco no fortalecimento do turismo cultural e da economia criativa. “A Brasília Design Week 2025 é uma oportunidade de mostrar a riqueza cultural e criativa da nossa cidade. Estamos comprometidos em apoiar iniciativas que promovem Brasília como um destino de inovação e design, reforçando nosso papel na valorização do patrimônio cultural e na promoção do turismo criativo”, afirma.

    O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, destaca o caráter transformador da ocupação criativa proposta pelo evento: “Quando o design é utilizado para ocupar espaços públicos desta forma criativa, ele reafirma seu papel como força cultural, social e econômica. A Secec-DF tem orgulho de apoiar uma iniciativa que transforma Brasília em um grande palco de ideias, inovação e afeto”.

    Idealizadora da Brasília Design Week, Caetana Franarin define o evento como um movimento de escuta, criação e pertencimento: “A BDW nasce do desejo de reposicionar Brasília no mapa criativo brasileiro. Mais do que mostrar objetos, queremos revelar processos, trajetórias e sentimentos. A cidade inteira se torna plataforma para encontros, trocas e descobertas. O design, aqui, é linguagem de afeto e pertencimento”.

  • Floresta Nacional de Brasília comemora 26 anos

    Floresta Nacional de Brasília comemora 26 anos

    Polícia Militar Ambiental participou das comemorações neste sábado (14), com demonstrações do trabalho de proteção da fauna e flora do Cerrado

    O Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) representou a Polícia Militar do Distrito Federal no evento que celebrou, neste sábado (14), os 26 anos da Floresta Nacional de Brasília (Flona), uma das principais unidades de conservação do DF.

    Durante a comemoração, foram realizadas atividades de educação ambiental, com orientações sobre preservação dos recursos naturais e demonstrações do trabalho da PMDF na proteção da fauna e flora do Cerrado.

    Representando a comandante-geral da corporação, coronel Ana Paula Habka, e o comandante do BPMA, tenente-coronel Adelino, o primeiro-tenente Cavalcante destacou a importância da cooperação entre forças de segurança, sociedade civil e órgãos ambientais. “A Polícia Militar é uma parceira ativa na defesa do meio ambiente e no fortalecimento da consciência ecológica”, afirmou.

    Entre os momentos que mais chamaram a atenção do público, especialmente das crianças, esteve a aparição do mascote Lobo-Guará, símbolo das ações de preservação ambiental promovidas pelo batalhão.

    A participação da PMDF reforça o papel da corporação na proteção do patrimônio natural do DF e no incentivo à conscientização ecológica.

  • Governador Ibaneis Rocha anuncia construção de duas novas pontes no Lago Sul

    Governador Ibaneis Rocha anuncia construção de duas novas pontes no Lago Sul

    Fala ocorreu durante a entrega da escritura do Clube de Golfe nesta sexta-feira (13); estruturas vão desafogar o trânsito na região, para beneficiar moradores de áreas como Altiplano Leste, Tororó, Jardim Botânico, Paranoá, Itapoã e São Sebastião, entre outras

    O governador Ibaneis Rocha anunciou, nesta sexta-feira (13), a construção de duas novas pontes no Lago Sul. As estruturas se somarão às três já existentes, e têm o objetivo de melhorar o trânsito de veículos após o crescimento urbano da região. A fala ocorreu durante a cerimônia de entrega da escritura do Clube de Golfe. As novas pontes vão beneficiar moradores e quem trafega por Altiplano Leste, Tororó, Jardim Botânico, Jardins Mangueiral, São Sebastião, Paranoá, Itapoã e outras áreas. 

    Ponte da barragem ainda tem estrutura improvisada, razão pela qual não comporta o tráfego de caminhões | Foto: Arquivo/Agência Brasília

    “A barragem hoje funciona como uma ponte improvisada e, por isso, não pode receber o tráfego de caminhões”, afirmou o governador. “Estamos construindo duas novas pontes para resolver essa situação. Uma sairá ali por trás, entrando na saída do Altiplano. A outra vai absorver o tráfego que vem do Jardim Botânico, saindo pela QL 28 e atravessando para esta região, desembocando aqui próximo ao Clube de Golfe.”

    A execução dos projetos está sob responsabilidade da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Os estudos preliminares e de viabilidade técnica devem ser concluídos até o final deste ano, assim como o lançamento da licitação das duas estruturas. 

    “Nós tivemos reunião esta semana para poder discutir esse traçado, e continuamos discutindo alguns detalhes para que a gente possa viabilizar a entrega do projeto e, havendo viabilidade, licitar até o fim do ano”, relatou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro.

    Fluxo

    O governador Ibaneis Rocha reforçou: “Nós estamos pensando Brasília para 20, 30, 40, 50 anos. O desenvolvimento da nossa cidade tem que ser pensado assim” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília 

    Uma das pontes deverá ligar a QL 28 do Lago Sul às proximidades da antiga Academia de Tênis, no Setor de Clubes Sul. A segunda será erguida cerca de 300 metros depois da Barragem do Descoberto. O investimento previsto para as duas obras é de R$ 1,7 bilhão, com recursos garantidos via financiamento junto a bancos credenciados e também da Terracap.

    “A ponte da barragem vai  ligar toda essa região”, ressaltou o presidente da Terracap, Izidio Santos. “Os carros que hoje passam por cima da barragem — que, na verdade, não foi feita para funcionar como ponte — vão ser redistribuídos, o que vai aliviar o trânsito ali. Com essa nova estrutura, a gente cria uma ligação entre essa área e a região do Altiplano Leste, Jardim Botânico. E todo o sistema viário vai ser integrado: tanto a ponte da barragem quanto a ponte da QL 28 vão se complementar, melhorando o trânsito em toda essa região.”

    O governador Ibaneis lembrou: “A cidade está crescendo muito, principalmente para essa região do Jardim Botânico e Tororó. São muitos condomínios, e é uma região que tem um potencial habitacional muito grande, mas que precisa de infraestrutura. Nós entregamos o primeiro viaduto do Jardim Botânico, vamos iniciar agora em julho a construção do segundo viaduto, que é o da DF-463, e já estamos com o projeto da ponte bem-encaminhado. Ontem mesmo me foi apresentado um esboço inicial do traçado e das ligações que serão feitas”.

    A licitação deve ser lançada no segundo semestre deste ano, com previsão de início das obras em 2026. “O que eu sempre digo — e foi um dos grandes problemas quando nós assumimos o governo — é que Brasília não era pensada para o futuro, ela era pensada olhando para trás, criando problemas para as pessoas”, arrematou o governador. “E nós estamos pensando Brasília para 20, 30, 40, 50 anos. O desenvolvimento da nossa cidade tem que ser pensado assim”.

  • De véu e capacete

    De véu e capacete

    Casórios na cidade das motos e do rock (foto: CMW)

              Nem só de rock e ronco de motores vive o Capital Moto Week. Ao longo de sua história de mais de duas décadas, o maior festival de rock e motos da América Latina é também palco de histórias de amor que nasceram, cresceram e se eternizaram sob duas rodas. No embalo da liberdade, da música e do estilo de vida motociclista, o CMW virou cenário de pedidos de casamento, celebrações inusitadas e cerimônias inesquecíveis. “Essas histórias de casamentos e uniões que acontecem no Capital Moto Week são um reflexo do amor que a gente coloca na produção do festival”, revela a CEO Juliana Jacinto.
              Essa energia já inspirou muitos casais a consagrar suas uniões. Foi o caso dos brasilienses Geovana Carlos e Sóstenes Santos. Em 2024, poucas horas após oficializar o casamento no civil,  eles optaram por uma celebração cheia de adrenalina antes de partirem para a tradicional lua de mel. De vestido de noiva e trajes cerimoniais, o casal comemorou no Capital Moto Week ao melhor estilo rock and roll, onde fizeram sessão fotográfica e assistiram aos shows, chamando a atenção do público.
              Geovana era cliente de uma farmácia e Sóstenes, entregador do estabelecimento. O interesse surgiu ali e não demorou muito para começarem a namorar. Nesse período, eles frequentaram o Capital Moto Week três anos seguidos até decidirem oficializar. “O amor bateu em minha porta de moto e estava com jaqueta preta, do jeito que sempre gostei. Não podíamos ter escolhido outro lugar para marcar este momento”, disse Geovana.
              No ano anterior, os paranaenses Sabrina Nascimento e Roberto Dal Col reuniram filhos e amigos motociclistas para uma cerimônia no coração do festival. Eles chegaram trajados de noivos pilotando suas motos, atravessaram a avenida principal com suas famílias e celebraram a união na tenda do motoclube Alpes do Planalto, do qual fazem parte. “Esse é um lugar nosso. Aqui tem a nossa cara. O Moto Week virou nossa casa”, resumiu Sabrina.
             Para a edição de 2025  além dos headliners Biquini, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Trio, Magic!, Cidade Negra, Marcão Britto & Thiago Castanho, Charlie Brown Jr. e Detonautas  o Capital Moto Week tem mais uma confirmação: Vivi e Murilo se casarão na Cidade da Moto no dia 30 de julho.  “O destino nos uniu em uma noite especial e é sob esse mesmo céu, no maior festival de motos da América Latina, que será nosso casamento”, anuncia o convite. Prepare a moto, o traje especial e deixe o amor te conduzir para o festival mais casamenteiro do Brasil.
    Sobre o Capital Moto Week 2025
             De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
  • Projeto Circula Cultura chega a Taguatinga com três dias de música, dança e teatro

    Projeto Circula Cultura chega a Taguatinga com três dias de música, dança e teatro

    As atividades começam nesta sexta-feira (13) e vão até domingo (15), no Taguaparque

    Com o sucesso da última edição do Circula Cultura, o projeto anuncia sua expansão para Taguatinga. As atividades ocorrerão no Taguaparque (Praça do Respeito), entre os dias 13 e 15 de junho, com muita música, dança e teatro.

    Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Acolher, o Circula Cultura é um projeto que percorre 18 regiões administrativas do DF. O objetivo é promover arte, cultura e entretenimento como forma de valorizar a identidade local e impulsionar a economia criativa.

    O Circula Cultura é um projeto que vai além do entretenimento, atuando como um catalisador de transformação social e econômica. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a iniciativa comprova que a arte tem o poder de transformar vidas e unir comunidades.

    Ao expandir sua programação para regiões como Taguatinga, o Circula Cultura democratiza o acesso à cultura de alta qualidade e dá voz aos talentos locais. Isso não só impulsiona a economia criativa, mas também fortalece a identidade cultural de cada localidade, reafirmando que a cultura é um direito universal e um pilar essencial para o desenvolvimento social.

    Serviço

    Circula Cultura em Taguatinga
    Datas: 13, 14 e 15 de junho de 2025
    Local: Taguaparque – Praça do Respeito

    Programação diária

    Sexta-feira (13) | Público infantil

    • 14h: Abertura do evento – DJ Gerson Deveras (e intervalos das apresentações)
    • Exposições de artesanato e bazar
    • 14h30: Artista local – Mamulengo Fuzuê
    • 15h30: Artista local – SQQ Rockids
    • 18h: Encerramento

    Sábado (14)

    • 11h – Abertura do evento – Deejay Ketlen (e intervalos das apresentações)
    • Brinquedos infláveis: até as 15h
    • Exposições de artesanato e bazar
    • 15h: Artista local – Bigornas Voadoras
    • 16h: Artista local – Sonda Mãe
    • 17h30: Artista regional – MC Bockaum
    • 18h50: Artista regional – Matheus MPC
    • 20h30: Encerramento

    Domingo (15) 

    • 11h: Abertura do evento – DJ Patty Peronti (e intervalos das apresentações)
    • Brinquedos infláveis: até as 15h
    • Exposições de artesanato e bazar
    • 15h: Artista local – Dimi Souza
    • 16h: Artista local – Diego Borges
    • 17h30: Artista regional – Banda Fuzo
    • 18h50: Artista regional – Art Sublime
    • 20h30: Encerramento

  • Primeiro a florescer no DF, ipê-roxo abre temporada de cores e encanta a população

    Primeiro a florescer no DF, ipê-roxo abre temporada de cores e encanta a população

    Queridinhas dos brasilienses, árvores da espécie colorem as ruas até o final do ano; a próxima espécie a surgir é o ipê-amarelo, a partir deste mês

    Começou a temporada de floração dos ipês, cartões-postais do Distrito Federal que rendem inúmeros posts nas redes sociais e encantamento diário da população pelas ruas da capital. O primeiro a aparecer é o ipê-roxo, entre junho e agosto. A cor vibrante colore as ruas e avenidas das cidades, em contraste com o céu azul, outra marca registrada da capital que rende registros da população. Os próximos ipês a aparecerem são o amarelo, de julho a setembro, e o rosa e o branco, ambos de agosto a outubro.

    Os ipês-roxos são encontrados em diversos pontos do Quadradinho, como na tesourinha da SQS 114, SQS 705, SQS 910/911, SQN 206 e ao longo da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB). A espécie é o xodó dos brasilienses e existe em todos os biomas brasileiros, sendo adaptável a diferentes condições de clima e altitude, fatores que influenciam no período de floração. As árvores podem chegar a 15 metros de altura e vivem até 50 anos.

    Mais de 93,8 mil mudas de ipês foram plantadas no DF entre 2016 e 2023, de acordo com dados da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Responsável pelo plantio e a manutenção das árvores, incluindo o desenvolvimento das mudas, a companhia mantém um programa de arborização contínuo que atende todas as regiões administrativas.

    O cultivo

    O local de cultivo das mudas e das espécies selecionadas depende da demanda e da produção dos viveiros, conforme as condições e recursos disponíveis em cada ano. O plantio costuma ocorrer no período chuvoso, entre outubro e março, para facilitar o crescimento e nutrição das raízes e prepará-las para o período da estiagem. Já o cuidado inclui roçagem da área de cultivo e manejo de pragas, permitindo o crescimento saudável das plantas.

    “As espécies do Cerrado têm uma particularidade que é a acidez do solo”, explica o engenheiro florestal Leonardo Rangel da Costa, da Novacap. “O nosso solo é pobre em nutrientes, que não estão amplamente disponíveis para a planta. As espécies do Cerrado são bem-adaptadas a isso e conseguem crescer e florescer mesmo diante da seca, deixando a cidade ainda mais bonita.”

    Segundo ele, uma curiosidade deste ano é que o início da floração dos ipês-roxos praticamente coincidiu com o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho. “A diversidade de espécies ajuda a sempre termos a cidade florida”, pontua. “O roxo é o primeiro dos ipês, com floração de junho a agosto, e posteriormente vem o amarelo, de julho a setembro. Depois é a vez do rosa e do branco, que começam a florir em agosto; e temos, ainda, o ipê-verde, pouco conhecido pelas pessoas e que floresce no meio de setembro”.

    Paisagem embelezada

    Lília Bezerra: “Cada cor traz a sua marca, o seu brilho, a sua forma de nos traduzir um sentimento”

    Próximo ao Templo da Boa Vontade, na SGAS 915, uma árvore alta e exuberante encantou a aposentada Lília Regina Bezerra, 61 anos. Inicialmente, ela pensou tratar-se de uma paineira, outra espécie nativa do Cerrado que pinta as paisagens brasilienses de cor-de-rosa de dezembro a abril. Olhando com atenção, descobriu que era um ipê-roxo, devido às características das flores. A florada dos ipês-roxos tem o fundo amarelado e forma um buquê nos caules, enquanto a das paineiras fica distribuída pelas árvores, com pétalas abertas.

    Mesmo com a dúvida sobre a espécie, de uma coisa Lília tinha certeza: os ipês são muito apreciados na capital. “Cada cor traz a sua marca, o seu brilho, a sua forma de nos traduzir um sentimento”, define. “Eles alegram o dia, nos lembram de coisas boas. Às vezes na rotina, naquele estresse do dia a dia, essas árvores nos tiram daquela coisa sorumbática, nos deixam mais alegre, com o olhar mais colorido. O ipê traz um sinal de vida. Brasília foi muito bem-planejada; não é à toa que estão plantadas as árvores – acho que isso foi pensado justamente para quebrar a rigidez da construção, com a sutileza, a delicadeza da natureza”.

    O charme dos ipês-roxos também compõe o dia a dia da trabalhadora doméstica Acácia dos Santos, 32, que sempre aproveita para fazer fotografias das árvores. “Tem um muito bonito aqui na SQS 207, perto do Eixo”, conta. “Eu desço de manhã cedo para levar minha filha à escola e sempre o vejo. Acho lindo esse tempo aqui em Brasília. E não tenho preferência [pela cor dos ipês], gosto de todas”.