Categoria: Saúde

  • UPA Ceilândia 1 retoma atendimento pediátrico

    UPA Ceilândia 1 retoma atendimento pediátrico

    O serviço foi reinaugurado na unidade em 6 de março com equipe especializada, dois consultórios, cinco leitos e cinco poltronas para medicação. Em pouco mais de uma semana foram realizados mais de 500 atendimentos

    Mais uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Distrito Federal retomou o serviço pediátrico. Depois da reabertura nas unidades de São Sebastião e do Recanto das Emas, a ala de pediatria foi reativada na UPA Ceilândia 1, localizada na QNN 27, de Ceilândia Norte, em 6 de março. Uma equipe especializada, com dois pediatras por plantão (diurno e noturno), atua numa área com dois consultórios, sala de triagem, sala de observação, cinco leitos (sendo um de estabilização) e cinco poltronas para inalação e medicação.

    Assim como o atendimento na UPA, a ala pediátrica funciona 24 horas nos sete dias da semana para urgências e emergências, como febre alta, queda e sinais de dengue. Além do atendimento ambulatorial, é oferecida a realização de exames laboratoriais e de imagem (raios-x) para fins diagnósticos. Só na primeira semana, foram feitos cerca de 500 atendimentos.

    “Desde a entrada do IgesDF na gestão das UPAs que o governador solicitou a reabertura da pediatria nas unidades de pronto-atendimento”, conta a superintendente da Unidade de Atenção Pré-Hospitalar – UPA 24h do IgesDF, Nadja Carvalho. “A reabertura se deve a muitas questões. Temos agora a sazonalidade das doenças respiratórias, principalmente, nas crianças, e a dengue. Reabrir esse serviço traz alívio para a população, para o pai e a mãe que precisam levar o filho a um serviço de atendimento”, completa.

    A estrutura física da UPA de Ceilândia não precisou ser modificada para a retomada do serviço. O espaço existia desde a criação da unidade de pronto-atendimento em 2014, mas era usado para o atendimento dos adultos após o fechamento do serviço. Os consultórios e salas especializadas contam com pintura, decoração e mobiliários lúdicos e coloridos. Foram adaptados apenas berços, macas e equipamentos.

    Também foi reservado um banheiro exclusivo para crianças dentro da sala da pediatria. Na recepção há ainda um fraldário para atender as necessidades dos bebês e uma brinquedoteca para distrair os pequenos enquanto aguardam o atendimento.

    Ampliação do serviço

    A retomada do serviço amplia o acesso da população aos atendimentos médicos. “Sabemos que há um grande volume de crianças necessitando de atendimento na região de Ceilândia e o hospital não consegue abranger toda essa população, então com a reabertura da pediatria conseguimos desafogar um pouco essa parte de atendimento de porta”, revela o diretor técnico da unidade, Ricieri Cavalcante.

    Cabe à unidade fazer o primeiro atendimento das crianças, com diagnóstico, medicação e observação, e, no caso de necessidade de internação, o paciente é removido para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC), responsável pela retaguarda da UPA Ceilândia 1.

    A psicóloga Andrêa Caetano, 30 anos, foi até a unidade levar a filha Taynara, 4, para ser atendida durante uma crise asmática. “Os profissionais daqui são muito bons. Eles vão direto ao ponto. Fizeram uma investigação e logo identificaram o que ela estava passando. O fato de termos sido atendidas é um alívio, porque como mãe a gente se desespera”, afirma.

    A auxiliar administrativo Rebeca Oliveira, 25 anos, foi até o local para que a filha que estava passando mal pudesse receber um diagnóstico e ser medicada. “Viemos para cá, falei o que ela estava sentindo e o médico imediatamente pediu os exames, constatou que ela estava com as plaquetas baixas e com infecção urinária”, afirma.

    Para Rebeca, a reabertura da ala pediátrica é importante por se tratar de mais um espaço de atendimento para as crianças. “Aqui está sendo bem acessível. Às vezes as mães ficam chateadas por alguma demora, mas todos são bem atendidos. Os médicos e os funcionários são carinhosos com as crianças. Realmente ajuda muito, além de estar mais perto de casa”, completa.

    Funcionamento da UPA

    Serviços ofertados

    * Acolhimento com classificação de risco;
    * Atendimento clínico de urgência e emergência;
    * Exames laboratoriais;
    * Exames radiológicos;
    * Administração de medicamentos;
    * Permanência em observação por até 24h.
    * Quando procurar
    * Parada cardiorrespiratória
    * Dor no peito/dor cardíaca
    * Falta de ar/dificuldade para respirar
    * Convulsão
    * Vômitos ou diarreias que não cessam
    * Vômitos com sangue
    * Dor abdominal, de moderada a grave
    * Dor de cabeça intensa
    * Rigidez na nuca
    * Queda súbita de pressão
    * Elevação de pressão arterial, a partir de 160×100 MMH
    * Dor aguda
    * Alergia severa (coceira e vermelhidão intensa pelo corpo)
    * Envenenamento
    * Tentativa de suicídio
    * Documentação necessária para atendimento

    Observações

    * Os pacientes deverão comparecer às UPAs, preferencialmente, portando documentos de identidade e Cartão Nacional de Saúde
    * Os casos graves serão atendidos independentemente da documentação
    * Os pacientes menores de idade deverão estar acompanhados do responsável, munidos de documentos de identidade
    * As crianças que ainda não possuem documentos de identidade poderão levar cópias da Certidão de Nascimento.

  • Veja a rota do fumacê nesta sexta-feira (15)

    Veja a rota do fumacê nesta sexta-feira (15)

    Recomendação da Vigilância Ambiental é que as pessoas abram portas e janelas de suas residências quando passar o veículo do inseticida de ultrabaixo volume (UBV), para maior eficácia do produto; aplicações serão feitas das 4h às 6h e das 17h às 19h

    Arte: Agência Brasília
  • GDF e Marinha iniciam parceria de combate à dengue por Arniqueira

    GDF e Marinha iniciam parceria de combate à dengue por Arniqueira

    Mais de 100 fuzileiros navais realizaram o trabalho de vistoria e conscientização em parceria com os agentes do governo

    A região administrativa de Arniqueira foi a primeira a receber o reforço dos militares da Marinha do Brasil no combate à dengue. A atuação inédita do Comando do 7º Distrito Naval começou na manhã desta quarta-feira (13) e seguirá até o fim do dia para dar apoio em segurança e logística ao trabalho que já é desenvolvido diariamente pelos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Ao todo, são mais de 100 fuzileiros que chegaram para intensificar as ações contra o Aedes aegypti na cidade.

    Os trabalhos estão concentrados no Areal, Setor Habitacional Arniqueira (SHA) e Área de Desenvolvimento Econômico (ADE). Os militares atuam em duplas junto aos servidores da vigilância ambiental visitando comércios e residências para identificar e eliminar o mosquito transmissor da dengue, além de orientar os cidadãos sobre a prática correta de combate à doença.

    “O mutirão de zeladoria envolve o SLU, a Novacap, o GDF Presente e equipe da própria administração regional para agirem juntos na retirada de lixo, entulho e inservíveis em pontos críticos. É uma ação que o GDF tem realizado nas regiões administrativas, com equipes reforçadas e, hoje, com a importante participação da Marinha para nos dar apoio nas ações de combate à dengue”, afirmou o secretário-executivo das Cidades, Cláudio Trinchão.

    De acordo com o capitão de corveta e fuzileiro naval da Marinha do Brasil, Thiago Zaniboni, os militares passaram por uma capacitação antes de atuarem nas ações contra o mosquito. “Eles fizeram treinamento teórico e prático na última terça-feira [12], e hoje pela manhã aprenderam como preencher as planilhas. A ideia é que a gente avalie como será o dia de hoje e, daqui a algumas semanas, retornemos para verificar se realmente houve queda nos índices da doença”, pontuou Zaniboni.

    Foram priorizadas as quadras QS 6, 8 e 11 do Areal, que são áreas onde houve aumento considerável nos casos de dengue. A participação ativa da população, por meio de denúncias, também colaborou na atuação assertiva dos agentes em pontos com possíveis focos do mosquito.

    “O contato que a população tem conosco é o que nos guia. Por meio das denúncias, a gente consegue ter uma visão mais ampla de locais onde está tendo proliferação do Aedes aegypti. Nós estamos atuando diariamente e, hoje, com uma ação ainda maior em parceria com a Marinha do Brasil para fazer esse pente-fino aqui no Areal”, detalhou a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental da região, Herica Marques.

    Na outra ponta da atividade, a população reconhece o serviço realizado pelos agentes. É o caso da técnica de enfermagem Juciquele Carmo, 33 anos, que disse ficar aliviada em ver a atuação coordenada dos órgãos na rua onde mora. “Eu tive dengue há duas semanas, meus filhos também pegaram. Fiquei muito ruim, sem trabalhar. É importante que eles estejam aqui conosco, vendo tudo que está acontecendo e tomando atitudes. Se baterem na minha porta, eu com certeza vou abrir”, garantiu.

    O trabalho também foi elogiado pelo segurança Sérgio Adriano, 54. Para ele, é inédita a ação envolvendo tantos órgãos no Areal. “Aqui estava precisando de algo assim. A gente está com medo. É a primeira vez que vejo tanta gente, tanto órgão aqui na região. Isso é excelente. Quanto mais agentes, melhor para nossa comunidade”, elogiou.

    A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, informa que as ações seguirão pelos próximos dias. “Aqui nós temos diversos órgãos de governo e mais 100 militares da Marinha para ajudar a conscientizar a população, visitando as casas e ensinando os moradores”, reforçou.

  • Guia orienta sobre abordagem ao luto por suicídio

    Guia orienta sobre abordagem ao luto por suicídio

    Documento apresenta cuidados para auxiliar pessoas enlutadas no enfrentamento aos efeitos emocionais da perda

    Com o intuito de promover medidas de valorização à vida e cuidado à saúde mental, a Secretaria de Saúde (SES-DF) divulga o Guia de orientações para abordagem ao luto por suicídio e posvenção. O documento oferece diretrizes sobre como abordar um tema denso, ainda envolto em tabus.

    Segundo a referência técnica distrital (RTD) em psiquiatria pela SES-DF Fernanda Benquerer, o guia pretende difundir, em linguagem acessível, informações para pessoas que porventura precisem lidar com o suicídio de alguém. “Nesse grupo se incluem profissionais de saúde, segurança pública e educação, além de gestores de instituições. Também há orientações para casos de mortes em locais públicos, assim como para pais e professores de adolescentes que venham a passar por essa perda”, afirma a especialista.

    Orientações

    O material indica formas de se comunicar uma morte por suicídio à comunidade, sendo útil para auxiliar o trabalho de autoridades e representantes da mídia em geral. Do mesmo modo, são oferecidas instruções para as pessoas impactadas enfrentarem o processo do luto e buscarem o auxílio adequado em matéria de saúde mental.

    A psiquiatra enfatiza que o luto por suicídio consiste em um processo extremamente complexo, e que a conduta frente aos enlutados exige a utilização de múltiplos recursos. “Abordar a temática de forma sensível pode ajudar a reduzir o estigma e o preconceito, além de incentivar a busca por ajuda, quando necessário. A ideia é que também os profissionais que acolhem essas pessoas estejam mais bem-preparados para oferecer o cuidado necessário e, efetivamente, exercer ações preventivas”, defende Fernanda.

    O guia de orientações foi elaborado pelo Comitê Permanente de Prevenção do Suicídio (CPPS) da SES-DF e contou com apoio da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (Abeps).

    Posvenção

    A posvenção – termo cunhado nos anos 1970 pelo psicólogo norte-americano Edwin Shneidman – consiste no cuidado prestado às pessoas afetadas pelo suicídio de alguém próximo, visando mitigar sua dor e prevenir possíveis complicações decorrentes do luto.

    A especialista da SES-DF explica que a possibilidade de realizar ações qualificadas em um momento tão sensível pode minimizar o risco de que as pessoas enlutadas também atentem contra a própria vida, sendo importante medida de prevenção. “A posvenção possibilita um espaço para processar a experiência vivenciada e para promover a mobilização de recursos de suporte social, de identificação de riscos de suicídio e de intervenção em momentos de crise”, ressalta Fernanda.

  • Especialistas alertam sobre o uso de adoçantes em dietas

    Especialistas alertam sobre o uso de adoçantes em dietas

    Recomendação é evitar o produto, optando pelo consumo dos alimentos com sabor natural; uso de frutas para adoçar vitaminas e bolos aparece como uma alternativa

    O adoçante, erroneamente visto como uma alternativa saudável ao açúcar, não deve ser usado em dietas para emagrecimento. A orientação é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que publicou, em 2023, uma nova diretriz sugerindo que o produto não seja consumido com a finalidade de controle de peso e/ou redução do risco de doenças crônicas, como o diabetes.

    Para a referência técnica distrital (RTD) de endocrinologia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Flávia Franca, a recomendação da entidade busca evitar o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e processados, que possuem alto índice de adoçantes, como acesulfame, aspartame, ciclamatos, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados, entre outros.

    Ela reforça que o ideal é consumir os alimentos com seu sabor natural e utilizar frutas como uma forma de adoçar vitaminas, sucos e bolos. “Essa recomendação veio para reforçar a importância de uma vida mais saudável. De acordo com a nova diretriz, para evitar a obesidade e o diabetes, não se devem consumir alimentos processados ou ultraprocessados, mas na sua forma natural – o que não quer dizer que a pessoa deva substituir o adoçante por açúcar, que, em excesso, realmente traz riscos à saúde”, destaca a endocrinologista.

    Risco de câncer

    Outra questão também abordada pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem) e a Associação Brasileira do Estudo da Obesidade (Abeso), foi a relação de alguns tipos de adoçante com o risco de câncer.

    “Alguns estudos em animais apontam que o aspartame teve relação com o aumento do risco de câncer. Isso mostra que esses produtos não trazem benefício nutricional nenhum à saúde. A recomendação é que se evite o consumo”, reforça França. Apesar de existir uma recomendação segura aceitável, a médica da SES-DF observa que, com o uso regular dessas substâncias, há prejuízo de respostas glicêmicas, maior risco de doenças metabólicas e aumento do ganho de peso.

    A recomendação da OMS, no entanto, não abrange as pessoas com diabetes pré-existente, que se beneficiam do uso de adoçantes porque a ingestão de açúcar pode levar ao aumento da glicose no sangue.

    Um estudo publicado no ano passado na revista científica Plos Medicine associou o constante consumo de aspartame, um dos adoçantes artificiais mais comuns e utilizados em bebidas zero ou diet, principalmente refrigerantes, ao aumento de 15% do risco de todos os tipos de cânceres. Outro prejuízo à saúde avaliado foi a maior incidência de tumores relacionados à obesidade.

    Valor nutricional

    Nutricionista da SES-DF e consultora na área de rotulagem de alimentos, Tatiane Cortes lembra que os adoçantes dietéticos são substâncias utilizadas para conferir sabor doce. Porém, ainda que sejam considerados seguros quando consumidos dentro dos limites estabelecidos, um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com o Instituto de Saúde (IS) de São Paulo sugere que o uso excessivo desses produtos pode gerar efeitos negativos à saúde.

    “Essas substâncias são formuladas para pessoas que têm alguma restrição ao consumo de açúcar, como no caso de quem tem diabetes mellitus. Atualmente, existem adoçantes artificiais e naturais, e os últimos são vistos como menos nocivos por serem extraídos da natureza, como estévia e xilitol”, aponta a especialista.

    No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável por regulamentar e autorizar a utilização dos adoçantes. Hoje existem alguns tipos liberados, como sorbitol, manitol isomaltitol, maltitol, sacarina, ciclamato, aspartame, estévia, acessulfame K, sucralose, neotame, taumatina, lactitol, xilitol e eritritol.

    Cortes ressalta que, no país, o crescimento da oferta de adoçantes, produtos diet e light com os rótulos “zero caloria” e “zero açúcar” se deve à busca por opções de alimentos ditos “mais saudáveis”. Essa procura é motivada pelo aumento da população com sobrepeso, obesidade e diabetes, bem como pela conscientização sobre os efeitos negativos do consumo excessivo de açúcar.

    Entretanto, algumas publicações internacionais citam potenciais malefícios associados ao consumo excessivo de adoçantes, como desregulação do apetite, alterações na microbiota intestinal, ganho de peso, intolerância gastrointestinal, desenvolvimento de preferência por sabores doces e possíveis efeitos na saúde metabólica.

    “Esses produtos podem afetar negativamente a composição e a função de nossa microbiota intestinal, causando um quadro de disbiose que pode trazer diarreia, prisão de ventre, distensão abdominal, náuseas e azia”, elenca a nutricionista.

    Uma alternativa, segundo a especialista, é a substituição dos adoçantes por mel, açúcar de coco, açúcar mascavo e melado de cana, desde que sejam consumidos em pequenas quantidades e sob orientação profissional.

    “O melhor caminho para perder peso é a reeducação do paladar. Precisamos aprender a saborear o alimento sem precisar adoçá-lo. Comece devagar, diminuindo aos poucos o consumo dos adoçantes e alimentos com essas substâncias. Dê ao seu corpo substratos naturais, frutas, desembalando menos e descascando mais”, recomenda.

    Mudança de hábitos

    O servidor público Renato Santos conta que, durante exames de rotina, em outubro de 2023, foi diagnosticado com um quadro de pré-diabetes. Com a notícia, resolveu optar por uma alimentação mais saudável, cortando açúcar e adoçantes.

    “Fiquei bastante preocupado com o diagnóstico, então resolvi não comer mais açúcar e diminuir significativamente o consumo de alimentos derivados do trigo. No começo foi difícil, pois em minha rotina comia chocolate e doces diariamente, após o almoço”, relata. “Para tentar equilibrar, comecei a consumir muitos produtos industrializados com adoçantes, mas não me adaptei. Sentia que a comida ficava amargando e que, apesar de não comer mais açúcar, continuava ingerindo bastante produtos industrializados, com alto teor calórico.”

    Com o corte dos adoçantes, os novos hábitos alimentares já surgiram efeito. Ele pesava 137 kg, e agora está com 123 kg. “Resolvi adoçar os alimentos que consumo com frutas. Hoje, produzo os bolos e doces usando frutas como banana e tâmara para adoçar. Foi necessário adaptar meu paladar para uma nova rotina. Em três meses, perdi mais de 10 kg de gordura, e minhas taxas melhoraram”, conclui.

  • Hospital Regional do Gama completa 57 anos nesta terça (12)

    Hospital Regional do Gama completa 57 anos nesta terça (12)

    Para comemorar a data, o hospital preparou programação especial, com entrega de certificados em homenagem às equipes mais elogiadas pelos usuários

    O Hospital Regional do Gama (HRG) completa 57 anos nesta terça-feira (12). Para comemorar a data, a unidade preparou uma programação especial, que inclui entrega de certificados de honra ao mérito para os servidores e as equipes mais elogiadas pelos usuários por meio da ouvidoria da instituição.

    Das 9 às 12h, na área externa da biblioteca do HRG, a festa contará com a presença de Thiago Martins e Luciano Agrizzi, representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), e de Francisco Pinheiro, médico aposentado da rede pública de saúde que esteve à frente das obras de construção da unidade e de outros hospitais da rede.

    O HRG é referência em cirurgias ortopédicas e ginecológicas, cardiologia e tisiologia – parte da pneumologia focada principalmente em tuberculose. Em 2023, a unidade realizou 136.455 atendimentos nas áreas de cardiologia, cirurgia geral, clínica médica, ginecologia, obstetrícia, odontologia e traumato-ortopedia. Além disso, foram feitas 4.751 cirurgias, entre eletivas e de urgência.

    O diretor do HRG, Ruber Paulo de Oliveira, destaca o serviço de qualidade prestado pela equipe e a excelência na formação profissional de médicos. “Além de atender a população, o HRG é formador de médicos especialistas e residência de multiprofissionais para enfermagem, farmácia, nutrição, fisioterapia e psicologia”, destaca.

    Mais conforto

    Para oferecer maior comodidade aos pacientes, o hospital passou por reformas em 2023. O centro de radiologia, por exemplo, conta com novos guichês de atendimento, sala de recepção e de espera. O pronto-socorro passou por reparos nas salas de acolhimento e de classificação de risco, bem como na sala da gerência de emergência e de prescrição médica. Os banheiros do setor, por sua vez, ganharam novos vasos sanitários e pias.

    Nos prontos-socorros adulto e cirúrgico, foram feitas a substituição da iluminação e das louças dos banheiros, pintura de paredes, tetos e cadeiras da recepção, além de impermeabilização do piso e reparos em vidraçaria.

    Além disso, a Policlínica do Gama, que hoje funciona dentro do HRG, irá para um local próprio. A unidade vai ocupar o antigo prédio do fórum do Gama, com estrutura otimizada e possibilidade de ofertar novos serviços. O espaço também abrigará o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) e o Centro de Especialidades em Hipertensão e Diabetes (CEHD).

    ‌Ala de custódia

    ‌Desde 2023, o HRG conta com ala de custódia para atendimento de internas da Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), também conhecida como Colmeia. O local é o único do DF a oferecer assistência hospitalar exclusiva para mulheres que estão cumprindo pena.

  • Veja a rota do fumacê nesta segunda (11)

    Veja a rota do fumacê nesta segunda (11)

    Recomendação da Vigilância Ambiental é que as pessoas abram portas e janelas de suas residências quando passar o veículo do inseticida de ultrabaixo volume (UBV), para maior eficácia do produto; aplicações serão feitas das 4h às 6h e das 17h às 19h

    Arte: Agência Brasília
  • Crianças e adolescentes ficarão em observação após vacina contra a dengue

    Crianças e adolescentes ficarão em observação após vacina contra a dengue

    Secretaria de Saúde reforça procedimentos de segurança e imunizados terão que permanecer de 15 a 30 minutos nas unidades de saúde. Medida segue orientação do Ministério da Saúde

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) reforçou os procedimentos de segurança para a aplicação de vacinas contra a dengue. Agora, as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos devem passar 15 minutos em observação na unidade de saúde após o recebimento da dose. Quem tem histórico de reações alérgicas graves terá que aguardar 30 minutos até a liberação.

    A medida foi tomada por recomendação do Ministério da Saúde (MS), após serem notificados seis casos de reações alérgicas graves supostamente relacionados à vacinação, sendo dois deles no DF. “A situação é rara, foram dois casos em 47 mil doses aplicadas. Ainda assim, nossa vigilância está atenta e reforçamos os procedimentos”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

    A gestora lembra ainda que a incidência de dengue na capital federal é de 3870,2 casos para cada grupo de 100 mil pessoas – número bem superior ao registrado de reações graves ao imunizante. “A vacinação é segura e convidamos as famílias de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos para garantir essa proteção”, acrescenta.

    Nas salas de vacina, além do tempo de espera após a aplicação das doses, antes da imunização, os servidores irão reforçar as orientações a respeito do histórico de alergias. Há, ainda, a capacidade para atender rapidamente a eventuais reações alérgicas. Por fim, haverá um intervalo mínimo de 24 horas para que o grupo prioritário receba qualquer dose do esquema vacinal contra outras doenças.

    As medidas ajudam a garantir uma resposta rápida e efetiva no caso de reação pós-vacinação, minimizando o risco às pessoas imunizadas e auxiliando na segurança da vacinação em geral.

    Todas essas orientações adicionais foram aprovadas pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi), formado por servidores de diversos setores da SES-DF, como vigilância epidemiológica, infectologia e pediatria, além de representantes da Sociedade Brasileira de Imunizações no DF e da Sociedade de Infectologia do DF.

    Segundo a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, as novas medidas são consideradas como precauções. “O Brasil foi o primeiro país a introduzir a vacinação em massa contra a dengue e, diante da introdução de uma nova vacina, eventos adversos inesperados podem ser identificados a partir da farmacovigilância efetiva,” diz. Por isso, foi reforçado o cuidado para a correta identificação de reações graves. “Se ocorrer algo, a equipe de saúde está preparada para reconhecer e atender aos usuários”, lembra.

    Vale ressaltar que todas as demais vacinas disponíveis, incluindo as doses contra a covid-19, continuam à disposição normalmente, conforme preconizado pelo MS.

  • Veja a rota do fumacê neste sábado (9)

    Veja a rota do fumacê neste sábado (9)

    Recomendação da Vigilância Ambiental é que as pessoas abram portas e janelas de suas residências quando passar o veículo do inseticida de ultrabaixo volume (UBV), para maior eficácia do produto; aplicações serão feitas das 4h às 6h e das 17h às 19h

    Arte: Agência Brasília
  • Vacinação contra dengue para crianças e adolescentes em 18 locais neste sábado (9)

    Vacinação contra dengue para crianças e adolescentes em 18 locais neste sábado (9)

    Pessoas de faixas etárias diferentes de 10 a 14 anos também terão atendimento para os imunizantes indicados, conforme o calendário de vacinação

    Sábado (9) é dia de vacinação no Distrito Federal. Haverá 18 locais de atendimento em São Sebastião, Gama, Riacho Fundo I e II, Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Estrutural, Guará, Candangolândia, Plano Piloto, Sobradinho II e Planaltina. A lista completa dos endereços e horários de atendimento está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF).

    Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos poderão se vacinar contra a dengue. Além disso, estarão disponíveis as doses previstas no calendário de rotina para todas as faixas etárias, com exceção da BCG. A orientação é levar documento e a caderneta de vacinação. Será possível, ainda, tomar mais de um imunizante no mesmo dia, de acordo com a avaliação das equipes

    Não haverá vacinação no domingo (10). Na segunda-feira (11), a rede de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) reabre com mais de 100 salas de imunização disponíveis.