Categoria: Esportes

  • Brasil vira sobre o Japão em jogo épico e vai à semi do Mundial

    Brasil vira sobre o Japão em jogo épico e vai à semi do Mundial

    Seleção começa muito mal, mas reage na marra, vence no tie-break e vai enfrentar a Itália em busca de um lugar na decisão do Mundial. Equipes se enfrentam na próxima quinta

    De início, o roteiro pareceu se repetir. As lembranças da única queda até aqui surgiam a cada ponto do Japão. Mas, aos poucos, o Brasil soube se reconstruir. Na falta de inspiração, sobrou luta. E, na marra, a seleção se reergueu diante de um adeus iminente. Em uma virada heroica, o time de José Roberto Guimarães renasceu e garantiu o lugar na semifinal do Mundial de vôlei: 3 sets a 2, parciais 18/25, 18/25, 25/22, 27/25 e 15/13. Na tensão do sonho de um título inédito, o Brasil se manteve vivo em Apeldoorn.

    Com a virada épica, o Brasil segue firme na briga por um título inédito. A seleção, agora, volta a ter a Itália pelo caminho. As duas seleções se enfrentam na semifinal na próxima quinta-feira, às 15h (horário de Brasília). O sportv2 transmite a partida ao vivo.

    Ao explorar dois bloqueios brasileiros em sequência, o Japão largou na frente. O Brasil saiu do zero em um ataque de Gabi. Mas, como esperado, as japonesas pareciam se multiplicar na defesa. A pontaria também demorou a calibrar. Ao não se impor, a seleção viu o rival abrir. No ace de Ishikawa, 9/5 no placar e pedido de tempo de Zé Roberto.

    Não foi um bom início. Com a diferença no placar, Zé quis mudar. Rosamaria entrou no lugar de Pri Daroit, que ainda não parecia 100%. Mas foi pelas mãos de Tainara, em dois aces seguidos, que o Brasil voltou ao jogo. A diferença caiu para 13/10, e foi a vez de o Japão pedir tempo. As rivais se desgrudaram, e o Brasil voltou a buscar. Só que a reação, mais uma vez, foi passageira. Zé desfez a troca entre Pri e Rosamaria e mandou Nyeme no lugar de Natinha, mas não funcionou. No ataque de Hayashi, fim de set: 25/18.

    Japão festeja ponto contra o Brasil — Foto: Divulgação/FIVB

    Na volta à quadra, nada mudou. O Brasil, tenso, parecia um time diferente daquele que terminou a segunda fase. Aos poucos, conseguiu reagir pelas mãos de Gabi e Tainara. Num ace da oposta, a seleção empatou o placar em 5/5. Só que o Japão voltou a abrir depois de três erros seguidos. Zé pediu tempo e tentou arrumar a casa. Mas as rivais seguiram firmes.

    O Brasil até tentava reagir. Carol, ao fechar a porta junto à rede, tentou trazer o time de volta ao jogo. Mas um ataque de Rosamaria para muito longe da quadra fez as rivais marcarem 15/9. Pouco depois, em 16/10, Zé voltou a pedir tempo. O Japão, porém, abriu ainda mais. Rosamaria ainda fez o Brasil respirar depois de virar três bolas em sequência. Mas os erros seguiram. Em um bloqueio sobre Rosamaria, fim de papo: 25/18.

    Tainara se esforça para buscar a bola na partida contra o Japão — Foto: Divulgação/FIVB

    Um saque de Rosamaria para fora abriu a conta no terceiro set. Zé Roberto tentou mudar e mandou Roberta e Lorenne para a quadra nos lugares de Macris e Tainara. A reação precisava ser imediata. A seleção até virou, ficando à frente no placar pela primeira vez na partida. Abriu 8/5 depois de um toque na rede das japonesas. A sorte pareceu mudar um pouco de lado. Um ataque de Rosamaria saiu torto, mas bateu na rede e caiu na quadra rival. Com 12/8 na conta pouco depois, o Brasil pareceu crescer àquela altura.

    Só que o Japão voltou a quebrar o ritmo brasileiro. Em dois pontos seguidos, obrigou Zé Roberto a pedir tempo. O Brasil até abriu mais uma vez, mas não era um jogo fácil. Ainda que tivesse crescido, a seleção tinha problemas. Gabi era o diferencial. Em um ponto dela, 21/17 e pedido de tempo das rivais. A vantagem vinha na marra, como na largadinha de Carol depois do melhor rali do jogo. O suspiro veio em um ataque de Carol Gattaz: 25/22.

    Para forçar o tie-break, era preciso ir além. O Japão largou na frente. Um ataque de Rosamaria, porém, fez a seleção deixar tudo igual em 5/5. Mais uma vez, a seleção viu as rivais marcarem três pontos em sequência. Com 8/5, Zé Roberto parou o jogo. O Brasil buscou. Em uma pancada de Gabi, 9/9 no placar. A virada também foi através da capitã logo depois.

    Gabi festeja ponto do Brasil — Foto: Divulgação/FIVB

    Mas o jogo seguiu tenso. E o Japão voltou à frente depois de um ataque de Inoue, em 16/15. Só que o Brasil também tinha seus momentos. Lorenne, com uma tranquilidade improvável àquela altura, só empurrou a bola para o outro lado, no fundo da quadra, para marcar 18/17. A seleção até abriu dois pontos, mas deixou o Japão passar mais uma vez em um ataque de Ishikawa. Zé Roberto parou o jogo. Na tensão de um adeus que batia à porta, o Brasil voltou a virar. E, mais uma vez, com Gabi: 24/23. O Japão salvou dois set points, mas não evitou o terceiro. No bloqueio de Carol Gattaz, 27/25.

    No tie-break, o Japão abriu 4/2. Mas era preciso dizer: a reação brasileira passava pelas mãos de Lorenne. Foi a oposta quem recolocou a seleção no jogo ao marcar 4/4. A seleção se mostrou forte ao retomar a dianteira. Na pancada de Rosamaria, abriu 8/6. Mas o Japão, incansável, voltou a buscar. Zé Roberto, então, parou o jogo.

    A partir dali, foi na emoção. No erro de ataque das rivais, o Brasil abriu 12/10. O Japão pediu tempo, mas Carol mais uma vez fechou a rede para ampliar. O Japão ainda evitou dois match points. Mas não evitou o terceiro: 15/13 e vaga na semifinal.

    Fonte: GE

  • Brasil se impõe, elimina Holanda e fica perto da vaga no Mundial

    Brasil se impõe, elimina Holanda e fica perto da vaga no Mundial

    Seleção põe as mãos na classificação para as quartas de final da competição ao vencer donas da casa por 3 a 0 e emendar quarta vitória seguida. Equipe volta à quadra neste sábado, contra Bélgica

    Para manter o sonho de ir às quartas do Mundial de vôlei, a Holanda precisava vencer. Só que do outro lado estava o Brasil. Mesmo em uma noite em uma rotação abaixo, a seleção sobrou na Ahoy Arena, em Roterdã. Diante das donas da casa, o time de José Roberto Guimarães emendou a quarta vitória seguida: 3 sets a 0, parciais 25/19, 25/19 e 25/20.

    A vitória deixa o Brasil com as mãos na vaga nas quartas. A tabela, porém, impede a garantia dos números. A Bélgica, quinta colocada, ainda tem dois jogos pela frente. Assim, tem condições de desbancar a seleção de um dos quatro primeiros lugares.

    A seleção volta à quadra justamente contra as belgas. Neste sábado, o Brasil encara as rivais às 12h, no horário de Brasília. Uma vitória garante a seleção na próxima fase sem depender de qualquer outro resultado. O sportv2 transmite a partida ao vivo.

    Uma pancada de Pri Daroit abriu a conta. Mas, na necessidade de vencer para se manter viva, a Holanda pressionou. Até atacou firme naquele início. O Brasil até chegou a abrir. No erro de Lohuis, 6/4 no placar para o time de Zé Roberto. Só que as donas da casa foram buscar. Em um ace da própria Lohuis, tudo igual pouco depois. Na pressão da torcida, as holandesas passaram à frente com dois bloqueios em sequência, marcando 10/9. Mas a vantagem foi passageira. Logo depois, o Brasil disparou. No ataque de Carol, 15/10 na contagem.

    A Holanda tentou voltar ao jogo. Na inversão, Dijkema e Plak foram à quadra. E o time melhorou. Depois de um ace da levantadora holandesa, a vantagem caiu para apenas dois pontos, e Zé Roberto parou o jogo. A diferença virou mínima logo depois. Não era o melhor jogo do Brasil, mas, ainda assim, a seleção voltou a abrir. No ataque para fora de Anne, 20/17 no placar. Ao reassumir o controle do set, o Brasil largou na frente depois de um bloqueio de Carol: 25/19.

    A Holanda quis voltar ao jogo. O Brasil até saiu na frente, mas as donas da casa tomaram a dianteira no placar. No ataque de Lohuis, abriram 9/7 e fizeram Zé Roberto pedir tempo. Mas não demorou para que o Brasil se recuperasse. Logo na volta, a seleção passou à frente. Quando Gabi marcou 13/10, foi a vez do outro lado pedir tempo. Mas o Brasil ampliou.

    Ainda que perdesse o ritmo em alguns momentos, o Brasil mantinha o controle. A Holanda até tentava reagir, mas pouco conseguia fazer. No bloqueio de Kisy, a seleção abriu 20/16. A partir dali, foi só esperar. Em mais um bloqueio de Carol, fim de papo: 25/19.

    A seleção acelerou na volta à quadra. Com tranquilidade, abriu 8/3. Mas a Holanda queria brigar por um último suspiro. Na marra, tirou boa parte da diferença e fez o placar marcar 8/7. O empate foi pouco depois, em um ataque de Daalderop pelo meio. Não foi tão fácil, mas o Brasil voltou a abrir. Ao recuperar o controle do jogo, chegou a 13/10 na conta.

    A Holanda parou o jogo mais uma vez. Mas, ainda que o Brasil não fizesse seu melhor jogo, nada mudou. As donas da casa até ameaçavam tirar a diferença, mas nunca com tanta força assim. No fim, a seleção manteve o ritmo até fechar em 25/20, depois de ataque de Carol.

    Fonte: GE

  • Brasil passeia contra Porto Rico e vence mais uma no Mundial

    Brasil passeia contra Porto Rico e vence mais uma no Mundial

    Seleção joga sério, domina rivais com tranquilidade e emenda terceira vitória seguida na competição. Equipe volta à quadra nesta sexta-feira, contra a Holanda

    Era o rival mais simples, é verdade. Mas, ainda assim, era preciso fazer o trabalho. Ao levar a partida contra Porto Rico a sério desde o início, o Brasil abriu o caminho para uma vitória tranquila no Mundial de vôlei. Nesta quinta-feira, a seleção acelerou e não teve trabalho para bater as rivais em Roterdã. Em 3 sets a 0, parciais 25/11, 25/13 e 25/15, em apenas 58 minutos de jogo, o time de José Roberto Guimarães emendou a terceira vitória seguida na competição.

    O triunfo deixa o Brasil perto de uma vaga nas quartas de final. Com 17 pontos no grupo E, o Brasil sobre momentaneamente para a segunda posição – ainda pode ser ultrapassado nesta quinta pela China. No Mundial, os quatro primeiros avançam às quadras.

    A seleção volta à quadra nesta sexta-feira. Às 15h15, no horário de Brasília, a equipe enfrenta a Holanda, com transmissão do sportv2 e cobertura em tempo real do ge. No sábado, o time encerra a segunda fase contra a Bélgica, às 12h.

    Macris se esticou toda para salvar uma bola fora de quadra, logo no segundo lance da partida. Ainda que Porto Rico não impusesse tantos perigos, o jogo era à vera. No início, as rivais até tentaram fazer frente. Não precisou de muito, porém, para que o Brasil abrisse. Com um ataque de Pri Daroit, o Brasil marcou 11/7. Foi a senha para que a seleção disparasse.

    Em uma sequência de Macris no saque, com direito a um ace, o Brasil marcou 15/8. Porto Rico parou o jogo. Nada mudou. Macris marcou mais um no saque e ampliou logo na volta. Estava fácil – bem mais do que o previsto. Mas a seleção se manteve firme, sem subir no salto. O fim foi rápido. Em um erro de saque das rivais, 25/11 no placar.

    Brasil comemora vitória sobre Porto Rico — Foto: Divulgação FIVB

    Porto Rico até largou na frente, mas nada que causasse medo. O Brasil, assim como no primeiro set, logo acelerou. Carol, tão firme junto à rede, logo chegou a sete pontos de bloqueio no jogo. O saque também ia bem. No começo da parcial, já eram cinco aces na conta. Com facilidade, depois de ataque de Tainara, o Brasil abriu 12/3. Porto Rico, então, parou o jogo.

    Nada mudou, porém. Zé Roberto, aos poucos, começou a mudar o time. Roberta foi à quadra em uma substituição simples, para ganhar ritmo. Pouco depois foi a vez de Rosamaria entrar no lugar de Gabi. O placar seguiu tão elástico quanto no primeiro. No ataque de Carol, 21/8. Ainda deu tempo de Lorenne e Nyeme entrarem em quadra antes do fim. No erro de ataque de Reyes, fim de set: 25/13.

    Zé Roberto voltou à quadra com as titulares. Ainda faltava um set para fechar, e o técnico queria definir logo a vitória. Porto Rico até tentou dar mais trabalho, mas não tinha forças para fazer frente. Depois de um bloqueio de Lorena, o Brasil abriu 16/8.

    Em um certo momento, o Brasil tinha quase o time reserva inteiro em quadra – apenas Pri Daroit seguiu. O jogo continuou tranquilo. No fim, a vitória chegou em um erro de ataque das rivais: 25/15.

    Fonte: GE

  • Brasil se impõe pelas mãos de Gabi e derruba Itália no Mundial

    Brasil se impõe pelas mãos de Gabi e derruba Itália no Mundial

    Capitã marca 30 pontos, lidera vitória heroica no tie-break, e seleção começa segunda fase com vitória gigante sobre favoritas ao título. Equipe volta à quadra contra Porto Rico, na quinta

    O caminho não era fácil. Do outro lado, Paola Egonu exigia um jogo no limite. Mas, ao encarar a maior favorita ao título, o Brasil não se assustou. Em um duelo tenso do início ao fim, a seleção se impôs na marra e pelas mãos de Gabi em Roterdã. Em 3 sets a 2, parciais 25/20, 22/25, 22/25, 25/21 e 17/15, a capitã marcou 30 pontos e liderou o time de José Roberto Guimarães a uma vitória de peso sobre a Itália, invicta até esta terça-feira.

    A seleção volta à quadra nesta quarta-feira. O Brasil enfrenta Porto Rico, seu segundo rival nesta segunda fase, às 11h. O sportv2 transmite a partida ao vivo, e o ge acompanha tudo em tempo real.

    A Itália abriu frente logo de cara. Em dois ataques seguidos de Tainara para fora, as rivais abriram 2/0. Aumentaram logo depois com um ataque de Pietrini. Só que o Brasil foi buscar na mesma velocidade. Foi a própria Tainara quem colocou a seleção à frente pela primeira vez, em 4/3. Foi um bom início. Egonu, tão temida, mandou para fora seu primeiro ataque, fazendo o Brasil abrir 8/5. Mas era cedo para festejar. O ponto de empate foi da oposta italiana, em 8/8.

    O Brasil não se assustou. Com Gabi, marcou 10/8. No melhor rali do jogo, o time de Zé Roberto mostrou força. Uma pancada de Pri Daroit, que já havia feito bela defesa, abriu 13/10 no placar e obrigou o pedido de tempo do outro lado. A seleção manteve o ritmo. Em dois bloqueios seguidos de Carol, a seleção disparou em 21/17. Mais um pedido de tempo italiano, mas nada mudou. Gabi voou para ampliar na sequência. Quando a Itália ameaçou reagir, Zé Roberto parou. Funcionou. Pouco depois, Gabi voou para fechar a conta em 25/20.

    Macris levanta durante partida contra a Itália — Foto: Divulgação/FIVB

    Pietrini abriu a conta no segundo set. Mas o Brasil passou logo em seguida, com um saque para fora das rivais e um belo bloqueio de Carol. A Itália, porém, voltou melhor. Não demorou a retomar a dianteira e a abrir 6/3 no placar depois de ataque de Egonu. Quando as rivais ampliaram na sequência em uma falha de posicionamento das brasileiras, Zé Roberto parou o jogo para arrumar a casa. Mas a Itália disparou e abriu 9/3 depois de uma bola para fora de Tainara.

    Mas o Brasil voltou a crescer. Em dois bloqueios seguidos de Carol sobre Egonu, a diferença caiu para 11/9. Só que a Itália voltou a se impor. Ao desperdiçar ataques em sequência, a seleção voltou a estagnar no placar. No ponto de Pietrini, as italianas marcaram 17/11, e Zé Roberto parou mais uma vez. O Brasil melhorou. Lorenne engatou uma boa série no saque e fez a diferença cair para 22/19. A Itália parou mais uma vez. O Brasil até se manteve na briga, mas a Itália melhorou com a entrada de Sylla e fechou o set com Egonu após belo rali: 25/22.

    Natinha defende bola na partida entre Brasil e Itália — Foto: Divulgação/FIVB

    Tainara explorou o bloqueio e abriu a contagem no terceiro set. Dois ataques seguidos da Itália para fora, com Pietrini e Egonu, fizeram o Brasil marcar 3/0. Na sequência, Gabi voou para marcar 4/0 no placar e obrigar o pedido de tempo do outro lado. A Itália ameaçou reagir, mas um bloqueio de Carol Gattaz fez o Brasil abrir 7/2. Aos poucos, porém, as italianas acertaram a mão para buscar. Um ace de Danesi deixou tudo igual em 9/9. A virada veio depois de um erro de Pri Daroit.

    A partida, porém, seguiu equilibrada. A Itália conseguiu abrir dois pontos na reta final com Sylla, marcando 19/17. Em um saque de Egonu, Natinha e Pri Daroit bateram cabeça, e a Itália marcou 21/18. Zé Roberto parou o jogo mais uma vez. A seleção até conseguiu adiar o fim, mas não por muito tempo. A Itália acelerou e fechou o set mais uma vez com Egonu: 25/22.

    Na volta à quadra, o Brasil tentou voltar ao jogo. A Itália até saiu na frente. Mas Gabi deixou tudo igual ao afundar a bola na quadra rival. Tainara, na sequência, colocou o Brasil à frente em 7/6. A oposta, instável até ali, pareceu crescer. Marcou mais um em uma pancada pouco depois. Do outro lado, Egonu carregava as ações. Ao furar o bloqueio de Gabi e Carol Gattaz, fez 12/11. Mas o Brasil estava no jogo. E com Gabi em quadra. Foi pelas mãos da capitã que a seleção disparou: 16/13.

    Gabi ataca na partida entre Brasil e Itália — Foto: Divulgação/FIVB

    A Itália pediu tempo para arrumar a casa. Mas o Brasil se manteve firme. Ao abrir quatro pontos no placar, a seleção pareceu reencontrar seu melhor momento. Quando as rivais fizeram a diferença cair para dois pontos, foi a vez de Zé Roberto parar o jogo. Deu certo. Depois de uma largadinha de Lorenne, o técnico brasileiro pediu o desafio no meio do ponto. Tinha a certeza de que a bola havia tocado no chão – e tinha razão. O Brasil ampliou na sequência com um ataque para fora de Egonu. Com 22/19 no placar, a seleção mostrou força e encaminhou o tie-break. No saque para fora de Egonu, tudo igual: 25/21.

    No nervosismo do tie-break, tudo era possível. As duas seleções voltaram firmes, impedindo que a rival abrisse. Mas, no ponto de Carol Gattaz, o Brasil chegou a 8/6 na virada de quadra. Era preciso ir ao limite – e o Brasil entendeu isso. Ainda assim, a Itália chegou ao empate em 12/12. Zé Roberto parou o jogo. Na reta final, o jogo cresceu ainda mais em tensão. O Brasil chegou ao match point, mas o saque de Carol Gattaz foi para fora. Na segunda chance, o ataque de Egonu tocou no bloqueio e deixou tudo igual. Na terceira, porém, a vitória. Em bloqueio de Carol, 17/15 e vitória gigante sobre a Itália.

    Fonte: G1

  • Brasil faz pior jogo contra Japão e perde primeira no Mundial de vôlei

    Brasil faz pior jogo contra Japão e perde primeira no Mundial de vôlei

    Seleção ensaia uma reação, mas vê japonesas dominarem partida e vencerem por 3 sets a 1

    O rival indicava um caminho duro. Mas, ao se perder em falhas, o Brasil abriu o caminho para a queda. Em seu pior jogo no Mundial de vôlei, a seleção feminina até ensaiou uma reação e flertou com o sonho da virada. O Japão, porém, soube esperar o momento para desbancar o time de José Roberto Guimarães em Arnhem, na Holanda. Em 3 sets a 1, parciais 25/22, 25/19, 17/25 e 25/20, o Brasil conheceu sua primeira derrota na competição. Com a derrota, o Brasil também fica longe da liderança do grupo D.

    O Brasil vai ter pouco tempo para reagir. A seleção volta à quadra já neste sábado, contra a China, às 9h. O sportv2 transmite a partida ao vivo. Para fechar a primeira fase na ponta da chave, vai precisar vender a China por 3 sets a 0.

    O Japão largou na frente. Ao forçar o saque, conseguiu quebrar o passe brasileiro e abriu 3/0. Kisy, em um bom ataque, deu início à contagem para o Brasil. O começo não foi dos melhores. Aos poucos, porém, a seleção conseguiu se encontrar. No ataque de Kisy, passou à frente pela primeira vez, com 8/7. Logo o placar disparou. No ataque de Pri Daroit, 14/10 e pedido de tempo do lado japonês.

    Só que o Japão tinha seus perigos. O time asiático voltou para o jogo à medida que acertou seu saque. Em um ace de Ishikawa, as rivais retomaram a dianteira em 19/18. À beira da quadra, Zé Roberto se irritava a cada erro brasileiro. Faltava potência. Naquele momento, Pri Daroit e Gabi tentavam arrumar a casa. Não funcionou. No ataque de Yamada, o Japão fechou em 25/22.

    O panorama não mudou muito na volta à quadra. A seleção parecia sem reação. Em um bloqueio de Yamada sobre Gabi, o Japão abriu 5/3. Ampliou logo na sequência com um ace de Hayashi. Zé Roberto pediu tempo. O Brasil até conseguia evitar que o time japonês disparasse, mas era pouco. Sem ameaçar em qualquer momento, a seleção parecia sem reação.

    Zé Roberto, insatisfeito com o jogo de Kisy, já havia tentado Lorenne. Não funcionou. Quando o Japão começou a abrir vantagem no placar, mandou Rosamaria à quadra como oposta. O técnico também tentou Roberta e Lorena. Em um momento, a seleção até ameaçou uma reação, mas ficou na promessa. No ponto de Inoue, o Japão fechou em 25/19.

    Gabi encara bloqueio do Japão no Mundial — Foto: Divulgação/FIVB

    Já não havia mais espaço para erros. Na tentativa de voltar ao jogo, Zé Roberto mudou o time. A seleção voltou à quadra com Roberta, Lorena e Tainara. E o início deu razão ao técnico. Não era perfeito, é verdade, mas o time melhorou. No bloqueio de Lorena, o Brasil abriu 7/4, e o Japão pediu tempo. O momento, porém, era das brasileiras.

    Mais firmes no ataque e mais eficientes no bloqueio, as brasileiras logo dispararam. Ao ver o placar marcar 17/11, o técnico Masayoshi Manabe parou mais uma vez. Mas o Brasil seguiu melhor. Em um erro de ataque das rivais, a seleção marcou 20/12. Zé Roberto tentou chamar Macris e Kisy de volta ao jogo. Mas o Japão reagiu e diminuiu a diferença. O técnico, então, desfez a inversão e voltou com Roberta e Tainara à quadra. Deu certo. Em uma largadinha da levantadora, 25/17 no placar e sobrevida para o Brasil no jogo.

    O Brasil ganhou ritmo e potência. Na volta à quadra, a seleção se manteve firme. Foi Pri Daroit quem fez o placar marcar 4/0. Japão logo pediu tempo e tentou arrumar a casa. Não funcionou. Em mais dois ataques seguidos de Pri Daroit, a seleção abriu 8/2. Manabe parou mais uma vez e esgotou seus pedidos de tempo na parcial. Pouco adiantou.

    Tainara, àquela altura, era o nome do jogo. Versátil, a jogadora deu mais força ao ataque brasileiro. Um erro de saque de Carol Gattaz, porém, abriu espaço para que o Japão tentasse reagir. As rivais marcaram três pontos em sequência, e Zé achou melhor parar o jogo. O time japonês manteve o ritmo e voltou a causar problemas para o lado brasileiro.

    O Japão voltou à frente. Ao se perder em erros mais uma vez, a seleção viu as rivais abrirem 18/14. Zé, então, tentou mais uma vez. Primeiro, mandou Rosamaria. Depois, Kisy e Macris. O Brasil reagiu e fez a diferença cair para apenas um ponto (18/17). O empate veio em um ataque para fora das japonesas. Mas foi só. O Japão voltou a abrir 22/19, e Zé chamou Roberta e Tainara mais uma vez. Já não havia espaço para reação. Em um bloqueio de Lorena para fora, 25/20 para as japonesas.

    Fonte: GE

  • Brasil goleia Tunísia no último amistoso antes da Copa do Mundo

    Brasil goleia Tunísia no último amistoso antes da Copa do Mundo

    Raphinha, duas vezes, Richarlison, Neymar e Pedro marcam os gols de vitória tranquila em Paris. Talbi faz para os tunisianos, que jogam mais de um tempo com um homem a menos

    No último compromisso antes da Copa do Mundo do Catar, o Brasil não tomou conhecimento da Tunísia e goleou a seleção africana nesta terça-feira por 5 a 1 no Parque dos Príncipes, em Paris. Com a maioria dos gols no primeiro tempo, Raphinha, duas vezes, Richarlison, Neymar e Pedro fizeram os da seleção comandada por Tite. Talbi marcou o de honra para os tunisianos, que jogaram mais de um tempo com um jogador a menos.

    58 dias: Esse é o tempo que falta para a estreia da seleção brasileira, no dia 24 de novembro, contra a Sérvia, pelo Grupo G da Copa do Mundo, que ainda conta com Suíça e Camarões. Tite divulgará a lista dos 26 convocados no dia 7 do mesmo mês. A Tunísia está no Grupo D, com França, Dinamarca e Austrália.

    Raphinha comemora gol, em Brasil x Tunísia – Foto: Anne-Christine POUJOULAT / AFP

    O Brasil teve facilidade no primeiro tempo e abriu o placar logo aos 10 minutos, quando Raphinha recebeu ótimo lançamento longo de Casemiro e encobriu o goleiro adversário com um toque de cabeça dentro da área. A Tunísia buscou o empate aos 17 com Talbi, também de cabeça após cobrança de falta na área, mas o susto durou pouco. Richarlison, no minuto seguinte, botou a Seleção em vantagem novamente, com assistência de Raphinha.

    Richarlison comemora gol, após marcar em Brasil x Tunísia – Foto: Anne-Christine POUJOULAT / AFP

    Aos 26, Casemiro foi puxado dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Neymar cobrou no seu melhor estilo e fez o terceiro. Antes do intervalo, ainda houve tempo para Raphinha fazer mais um, com Richarlison retribuindo a assistência, e Bronn, zagueiro tunisiano, ser expulso após falta dura sobre o camisa 10 brasileiro.

    Neymar faz comemoração característica em Brasil x Tunísia – Foto: Anne-Christine POUJOULAT / AFP

    Na volta para o segundo tempo, Tite sacou Lucas Paquetá e Richarlison para as entradas de Vini Jr e Pedro. O Brasil seguiu no ataque, mas encontrou um rival muito fechado e teve poucas chances claras. Aos 28, o centroavante do Flamengo aproveitou sobra na área e marcou o quinto – seu primeiro com a camisa amarelinha. Antony, Renan Lodi, Rodrygo e Ibañez também entraram, nas vagas de Raphinha, Alex Telles, Fred e Marquinhos, mas pouco fizeram.

    Pedro vibra após marcar em Brasil x Tunísia – Foto: FRANCK FIFE / AFP

    O Brasil engatou a sétima vitória consecutiva (Paraguai, Chile e Bolívia pelas eliminatórias, Coreia do Sul, Japão, Gana e Tunísia em amistosos) e completou seu 15º jogo de invencibilidade. A última derrota – uma das cinco de Tite em 75 jogos – aconteceu na final da Copa América do ano passado, contra a Argentina.

    Para quem é supersticioso, a seleção brasileira venceu o último compromisso antes de cada Copa do Mundo que conquistou: 3 a 1 sobre a Bulgária em 1958, 3 a 1 sobre País de Gales em 1962, 1 a 0 sobre a Áustria em 1970, 4 a 0 sobre El Salvador em 1994 e 4 a 0 sobre a Malásia em 2002.

    Fonte: GE

  • Flamengo e Corinthians decidem título da Copa do Brasil no Maracanã

    Flamengo e Corinthians decidem título da Copa do Brasil no Maracanã

    Finais do torneio nacional acontecerão nos dias 12 e 19 de outubro

    A CBF sorteou nesta terça-feira a ordem dos mandos de campo das finais da Copa do Brasil, entre Flamengo e Corinthians, nos dias 12 e 19 de outubro. O Flamengo terá a vantagem de decidir o torneio em casa, no Maracanã.

    • 12/10 – Corinthians x Flamengo – Neo Química Arena
    • 19/10 – Flamengo x Corinthians – Maracanã

    O campeão leva R$ 60 milhões nesta final, enquanto o vice fica com R$ 25 milhões. Os dois já acumularam R$ 16,8 milhões por terem avançado nas fases anteriores.

    O sorteio contou com a presença do técnico Dorival Júnior e do meia Diego Ribas pelo lado flamenguista. Pelo Corinthians, estiveram presentes o técnico Vítor Pereira e o goleiro Cássio.

    Nesta edição, os dois rivais entraram só na terceira fase, assim como os outros times que disputaram a Copa Libertadores. O Timão passou por Portuguesa-RJ, Santos, Atlético-GO e Fluminense. Já o Rubro-Negro eliminou Altos-PI, Atlético-MG, Athletico-PR e São Paulo.

    Tanto Corinthians quanto Flamengo buscam o quarto título do torneio. O Timão venceu em 1995, 2002 e 2009, e o Rubro-Negro levantou a taça em 1991, 2006 e 2013.

    A inédita final de Copa do Brasil também marcará a temporada em que Corinthians e Flamengo se encontrarão em mais duelos: seis. Três deles já ocorreram, com duas vitórias do Fla (ambas pelas quartas de final da Libertadores) e uma do Timão (pelo primeiro turno do Brasileiro). Além das duas finais, ainda haverá um jogo válido pela 35ª rodada do Brasileirão, no Maracanã.

    Fonte: GE

  • Pedro e Everton Ribeiro são convocados para a Seleção: veja lista de Tite

    Pedro e Everton Ribeiro são convocados para a Seleção: veja lista de Tite

    Pedro, Everton Ribeiro e Firmino voltam; Gabriel Jesus e Philippe Coutinho ficam fora. Cinco zagueiros são chamados e só um lateral-direito. Jogos são dias 23 e 27

    Nesta sexta-feira, a 72 dias para o pontapé inicial no Mundial do Catar, o técnico Tite anunciou a convocação de 26 jogadores da seleção brasileira. É a última lista antes da definitiva para tentar o hexacampeonato no fim do ano.

    Pedro e Everton Ribeiro voltaram a ser chamados, assim como Roberto Firmino. Philippe Coutinho e Gabriel Jesus ficaram fora. Na zaga, Tite chamou cinco jogadores, dando sinais de que Ibañez e Bremer podem brigar pela quarta vaga no setor. Na lateral direita, apenas Danilo foi convocado.

    – Que fique uma mensagem clara a todos: façam os seus melhores. Estejam nos seus mais altos níveis em seus clubes. Dessa forma teremos o melhor senso de justiça na convocação final – disse Tite.

    Confira os convocados:

    Goleiros

    • Alisson – Liverpool
    • Ederson – Manchester City
    • Weverton – Palmeiras

    Zagueiros

    • Bremer – Juventus
    • Militão – Real Madrid
    • Marquinhos – PSG
    • Ibañez – Roma
    • Thiago Silva – Chelsea

    Laterais

    • Danilo – Juventus
    • Alex Sandro – Juventus
    • Alex Telles – Sevilla

    Meias

    • Bruno Guimarães – Newcastle
    • Casemiro – Manchester United
    • Everton Ribeiro – Flamengo
    • Fabinho – Liverpool
    • Fred – Manchester United
    • Paquetá – West Ham

    Atacantes

    • Antony – Manchester United
    • Firmino – Liverpool
    • Matheus Cunha – Atlético de Madrid
    • Neymar – PSG
    • Pedro – Flamengo
    • Raphinha – Barcelona
    • Richarlison – Tottenham
    • Rodrygo – Real Madrid
    • Vinicius Júnior – Real Madrid
    Tite convoca a seleção brasileira para amistosos contra Gana e Tunísia — Foto: Bruno Cassucci / ge

    Pedro foi chamado pela terceira vez no ciclo. Na primeira, em 2018, quando defendia o Fluminense, foi cortado por lesão grave no joelho. Depois, na segunda oportunidade atuou apenas por 22 minutos.

    – O Pedro já fez parte e já jogou. Inclusive estava convocado antes do Richarlison e não veio. A gente está sempre comentando para estarem no mais alto nível. Compete a nós mostrar o atleta que o que tem que fazer é estar no seu melhor. Depois é escolha, depois é o nosso papel. Pedro especificamente é um “9” de área terminal. Jogador da última bola, jogador da conclusão. É o Fred atual. Tem grande capacidade de construção. Contra uma equipe que joga muito atrás, fechada, precisa de jogadas de lado que te permitam um gol de cabeça. O gol contra o Vélez mostra isso.

    A seleção brasileira masculina fará dois amistosos na França. Primeiro, enfrenta Gana, dia 23 de setembro, em Le Havre, no estádio Oceane. Depois, no dia 27, pega a Tunísia, no Parque dos Príncipes, estádio do PSG, em Paris. São os últimos amistosos antes da estreia contra a Sérvia na Copa, dia 24 de novembro – confira abaixo toda a programação.

    Em razão da data Fifa, o Brasileirão vai parar no fim de semana de 24 e 25 de setembro. No entanto, o último amistoso da Seleção será no dia 27, véspera dos jogos de Flamengo e Palmeiras (clubes brasileiros com jogadores convocados) pela 28ª rodada.

    A Seleção enfrenta a Tunísia às 15h30 (de Brasília), em Paris. No dia 28, o Flamengo visita o Fortaleza, às 19h, e o Palmeiras enfrenta o Atlético-MG, em Belo Horizonte, às 21h45.

    Fonte: GE

  • Brasil bate Argentina no ritmo de Leal e vai à semi do Mundial

    Brasil bate Argentina no ritmo de Leal e vai à semi do Mundial

    Ponteiro, em seu melhor jogo pela seleção, se impõe contra rivais e guia seleção rumo à próxima fase. Equipe chega à sétima semifinal seguida da competição e segue firme em busca do tetra

    Não valia medalha, é verdade. Mas, em busca da semifinal do Mundial, o Brasil viu chance de dar o troco contra um velho rival. E não desperdiçou. Pouco mais de um ano depois de perder a disputa pelo bronze nas Olimpíadas de Tóquio, a seleção dominou o clássico e bateu a Argentina em Gliwice, na Polônia. Em 3 sets a 1, parciais 25/16, 23/25, 25/22 e 25/21, a equipe se garantiu entre as quatro melhores da competição, em busca de seu quarto título.

    É a sétima semifinal de Mundial seguida do Brasil – a seleção chega entre os quatro primeiros desde a edição de 1998. Agora, o time de Renan Dal Zotto espera o rival que sairá entre o duelo entre Polônia e Estados Unidos. A semifinal está marcada para o próximo sábado.

    Como foi o jogo

    Foi um Brasil firme e forte diante de um de seus maiores rivais. Com Lucarelli de volta, recuperado das dores na panturrilha, e bem desde o início, a seleção se impôs e se manteve na briga mesmo no set perdido. Mas, com a vaga para a semifinal em mãos, é importante ressaltar o brilhantismo de Leal. O ponteiro, que já faz sua melhor competição com a camisa do Brasil, fez, também, seu melhor jogo pela equipe. Saiu de quadra com 25 pontos, deixando sua marca em todos os fundamentos.

    Cachopa e Flavio no bloqueio contra Palacios — Foto: Divulgação/FIVB

    1° set – Leal dita o ritmo, e Brasil larga na frente

    O início foi dos melhores. Com Wallace no saque, a seleção abriu distância no placar. Os 5 a 1 na conta até indicaram um caminho tranquilo. Mas, contra a Argentina, é bem difícil que seja assim. Os Hermanos encostaram e passaram a pressionar mais o passe brasileiro. Mas a seleção se mostrava firme e voltou a abrir. Leal encheu o braço e fez o Brasil marcar 14/9.

    Leal era o dono do jogo àquela altura. Quando Marcelo Mendez pediu seu segundo tempo, com o placar em 21/14, o ponteiro já tinha oito pontos no set. Ainda deu tempo de marcar mais dois. Não demorou para que o Brasil fechasse a parcial. O dilúvio que caía do lado de fora do ginásio de Gliwice fez cair o sinal oficial da transmissão.

    2° set – Argentina equilibra e deixa tudo igual

    A Argentina, enfim, equilibrou as ações na volta à quadra. Naquele início, os rivais se mantiveram à frente no placar. O Brasil, porém, não deixou que a diferença disparasse. Durante todo o tempo, ainda que tivesse mais dificuldades que no início, a seleção conseguiu estar sempre a no máximo dois pontos atrás. Mas um ace de Lucão fez o Brasil empatar em 12/12.

    Os hermanos até voltaram a abrir dois pontos, mas o Brasil soube esperar. Com um bloqueio de Wallace, a seleção voltou à frente em 19/18. Marcelo Mendez pediu tempo. O técnico argentino conseguiu arrumar a casa e recolocar seu time em vantagem. Nada era muito certo àquele momento. Na reta final do set, os dois times se alternaram na dianteira. Mas a Argentina chegou ao empate depois de ponto de Bruno Lima: 25/23.

    3° set – Brasil domina e volta à frente

    Leal abriu a conta no terceiro set. O equilíbrio se manteve, mas, aos poucos, o Brasil abriu. No bloqueio de Flávio, a seleção abriu 6/3. Já era um jogo mais parecido com o do início. Leal, de volta à melhor forma, fez a seleção chegar a 10/6 ao explorar o bloqueio rival pelo meio. A seleção mais uma vez tinha o controle da partida. Com tranquilidade, abriu 17/12.

    Já não havia muito espaço para mudanças de rumo. No bloqueio de Lucarelli, seu primeiro no jogo, o placar saltou para 19/13. A Argentina, é verdade, tentou buscar e diminuiu a diferença no placar. Mas não demorou para que o Brasil fechasse a conta em 25/22, voltando à frente na contagem geral.

    Brasil festeja ponto contra a Argentina — Foto: Divulgação/FIVB

    4° set – Brasil se impõe e garante semifinal

    O jogo, mais uma vez, mudou. O Brasil chegou a ter 7/5 no placar, mas logo sofreu a virada. Em seu melhor momento na partida, a Argentina emendou dois bloqueios em sequência e abriu 14/10. Renan, então, chamou Bruninho para uma troca simples com Cachopa. A mudança funcionou. O capitão entrou bem e levantou duas boas bolas seguidas para Leal.

    Mas era mesmo Leal quem sobressaía. Pelas mãos do ponteiro, em um saque potente, o Brasil chegou ao empate em 16/16. A virada veio pouco depois, em 20/19, depois de um bloqueio de Lucarelli. Era a senha para buscar de vez a classificação. Um ace de Lucão fez a seleção abrir 22/20. Em uma última tentativa, Marcelo Mendez parou o jogo. Não funcionou. Em 25/21, o Brasil agarrou a vaga e se manteve firme na busca pelo tetra.

    Fonte: GE

  • Brasil se impõe, bate Catar e vai invicto às oitavas do Mundial

    Brasil se impõe, bate Catar e vai invicto às oitavas do Mundial

    Seleção acelera no início, sofre bem mais nos sets seguintes, mas garante primeiro lugar do grupo B com três vitórias até aqui. Rival nas oitavas da competição ainda será definido

    Ainda que o rival pouco assustasse, era preciso cumprir o papel de favorito. E, alguns erros à parte, o Brasil se impôs. Conta o Catar, adversário mais fraco do grupo B, a seleção de Renan Dal Zotto fez valer a superioridade para garantir a invencibilidade na primeira fase do Mundial masculino de vôlei, em Liubliana, na Eslovênia. Em 3 sets a 0, parciais 25/13, 25/23 e 26/24, a seleção tomou a liderança para si rumo às oitavas de final.

    O Brasil ainda espera por seu rival na sequência. Com três vitórias e oito pontos, a equipe de Renan Dal Zotto aguarda os resultados das outras chaves para saber sua classificação geral. Só aí, então, saberá quem vai enfrentar na primeira fase dos playoffs.

    Tricampeão, o Brasil vai em busca de seu quarto título do Mundial. A seleção ainda tenta manter uma rotina que já dura vinte anos. Desde 2002, quando conquistou seu primeiro troféu, a equipe vai ao menos à final da competição.

    Como foi o jogo?

    O início indicou um caminho tranquilo. Mas, apesar do 3 a 0 no placar, a seleção se permitiu sofrer um tanto contra o Catar. Nas duas parciais finais, sofreu com as viradas de bola dos rivais e precisou acertar o rumo dentro de quadra. Mas, ao se impor na marra, o Brasil garantiu a liderança do grupo e a classificação de forma invicta às oitavas.

    1° set – Brasil acelera e larga na frente

    Logo de início, o Brasil acelerou. Diante do frágil Catar, a seleção não demorou a tomar a frente. Pelas mãos de Wallace e Lucarelli, o time de Renan Dal Zotto não tomou conhecimento da equipe asiática. No ataque do oposto, o placar já marcava 15/7 na conta.

    Àquela altura, Renan aproveitou a vantagem para mandar Bruninho e Felipe Roque à quadra na inversão. O Catar até conseguiu diminuir a diferença por um momento, mas nada que preocupasse. Numa largada de Leal, a vitória no primeiro set: 25/13.

    Leal saca na vitória do Brasil sobre o Catar — Foto: Divulgação

    2° set – Brasil se complica, mas vence set

    O Catar melhorou. Ainda que tenha tomado a vantagem no início, já não era tão fácil. O Qatar, melhor nas viradas de bola, principalmente com Belal, chegou a ficar atrás por apenas um ponto (8/7). Mas nada que assustasse tanto. Logo o Brasil voltou a acelerar. Em um ataque pelo meio, Leal fez o placar chegar a 14/9.

    Só que o Catar voltou ao jogo. Ao se aproveitar de falhas em sequência do rival, o time asiático chegou ao empate em 14/14. Renan Dal Zotto chegou a parar o jogo para acertar a casa e frear a reação do lado de lá. Não funcionou. Em um ataque de Leal para fora, o Catar ficou à frente pela primeira vez na partida, com 20/19 no placar. Não que tudo tenha se resolvido de uma hora para a outra. Mas o Brasil fez valer a superioridade para fechar em 25/23.

    3° set – Brasil volta a sofrer, mas garante vitória

    O Brasil voltou à quadra com Darlan no lugar de Wallace – Leandro Aracaju foi para a vaga de Lucão pouco depois. A seleção tentou se mostrar mais atenta, mas o Catar voltou a se aproveitar de alguns erros dos brasileiros. Com Youssef, deixou o placar em 4/4. Ainda que o jogo se mostrasse sob controle, a facilidade do primeiro set ficara para trás. O time catari se manteve na cola no placar. Com Ibrahim pelo meio, apenas um ponto de vantagem para o Brasil: 14/13.

    A seleção desgrudou no placar, mas viu o Catar voltar à briga. Adriano foi à quadra no lugar de Leal com o placar em 18/17 para os brasileiros. Quando tudo voltou a indicar a vitória do Brasil, Belal parou Flávio no bloqueio para marcar 23/23. Mais na disposição do que na inspiração, porém, o Brasil se impôs rumo à vitória. No fim, 26/24, invencibilidade e liderança do grupo rumo às oitavas.

    Fonte: GE