Categoria: Cultura

  • DF Raízes do Sertão celebra a cultura nordestina

    DF Raízes do Sertão celebra a cultura nordestina

    Música, teatro, performances e literatura estão entre as atrações da iniciativa, que promove encontros gratuitos em 11 cidades do DF nos próximos fins de semana durante três meses

    Uma viagem ao coração do Nordeste está prestes a começar no Distrito Federal. O projeto DF Raízes do Sertão levará, entre este sábado (25) e 13 de abril, uma vasta programação cultural gratuita para 11 cidades do DF e do Entorno. Com palcos temáticos que homenageiam estados nordestinos, o evento tem entrada gratuita à comunidade e oferece um mergulho nas manifestações tradicionais, como música, literatura de cordel, teatro, danças e homenagens a mestres da cultura popular.

    A primeira parada, batizada de Nordeste nas Cidades, será neste fim de semana (25 e 26), em Ceilândia. Com teatro infantil, contação de histórias, cordelistas, quadrilha caipira e shows musicais, famílias e entusiastas da cultura nordestina poderão se divertir e festejar.

    O projeto é fruto de um chamamento público promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com a organização da sociedade civil (OSC) Brasil Sapiens, e busca, além de entreter, promover o diálogo entre a comunidade local e as raízes culturais do Nordeste. Para participar, basta acessar o site oficial do evento, que será realizado sempre aos sábados e domingos, e garantir ingressos gratuitos.

    Programação

    “Brasília é a capital mais nordestina do nosso país, e nada mais justo do que não só homenagearmos, mas valorizarmos a cultura nordestina por meio dos nossos artistas, mestres e mestras da cultura popular”, afirma o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes.

    Em Ceilândia, a programação de sábado começa às 17h, com encenação do grupo teatral Mamulengo Fuzuê, e segue com Bumba meu boi Jatobá Cia Articum (18h20), show com Som de Classe (20h) e show com Rapadura XC (21h30). Já no domingo, a festa abre às 16h, com os Mamulengos Sem Fronteira, seguido por uma apresentação de Reisado (17h10), performance dos Meninos de Ceilândia – frevo e bonecos gigantes (20h30) e grupo Taleta de Bambu (20h30).

    Veja, abaixo, o cronograma das apresentações.

    Santa Maria – Maranhão
    ⇒ 1º e 2 de fevereiro

    Planaltina de Goiás – Conexão Nordeste
    ⇒ 8 e 9 de fevereiro

    Gama – Rio Grande do Norte
    ⇒ 15 e 16 de fevereiro

    Guará – Pernambuco
    ⇒ 
    22 e 23 de fevereiro

    Sobradinho – Alagoas
    ⇒ 
    8 e 9 de março

    São Sebastião – Bahia
    ⇒ 15 e 16 de março

    Samambaia – Sergipe
    ⇒ 22 e 23 de março

    Recanto das Emas – Ceará
    ⇒ 29 e 30 de março

    Planaltina – Paraíba
    ⇒ 5 e 6 de abril.

    Plano Piloto – Mestre Teodoro Freire
    ⇒ 12 e 13 de abril.

    Mais informações: @raizesdosertaodf e www.sympla.com.br/evento/raizes-do-sertao-conexao-nordeste/2773244

  • Planetário de Brasília será palco do Festival Internacional de Mídias Imersivas e Fulldome

    Planetário de Brasília será palco do Festival Internacional de Mídias Imersivas e Fulldome

    Com apoio do GDF, evento pioneiro no Brasil e na América Latina estimula a experiência sensorial multidimensional

    Interessados em arte, ciência e educação por meio de mídias imersivas terão uma boa oportunidade para se aprofundar nos temas com a terceira edição do Immer – Festival Internacional de Mídias Imersivas e Fulldome. Entre quinta-feira (5) e domingo (8), o Planetário de Brasília receberá o evento com painéis, sessões e oficinas na programação.

    O projeto tem apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), com o fomento de R$ 200 mil do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Pioneiro no Brasil e na América Latina, o festival estimula a vivência sensorial multidimensional, que permite aos visitantes apreciarem obras de arte de uma forma totalmente nova e conectada ao ambiente.

    “O FAC é um apoio fundamental para viabilizar as ações do festival, sobretudo porque toda e qualquer ação que seja ligada à arte e à tecnologia tem um custo muito grande”, explica Francisco Barretto, diretor do festival. “A ideia do festival surgiu da intenção de explorar tecnologias imersivas com um viés de circulação e fomento das obras nacionais e internacionais.”

    Novas tecnologias

    Entre as tecnologias apresentadas no Immer, está o fulldome, técnica de projeção em superfícies côncavas em 180º que proporciona uma experiência visual e sonora imersiva.

    A programação será sempre das 9h às 23h, com oficinas e painéis pela manhã, sessões da mostra competitiva à tarde e à noite e performances que misturam arte e tecnologia sempre às 21h. DJs e VJs que projetam conteúdo imersivo ao vivo também se apresentarão na programação noturna.

    Tesselumen, uma das obras exibidas

    Todo o festival é gratuito, com exceção das oficinas, que exploram temas como síntese de vídeo, design interativo, produção de conteúdo para fulldome e realidade virtual. Ao todo, serão oferecidos sete cursos, sendo cinco no Planetário de Brasília e dois no complexo cultural 123box, no Gama. Todas as informações sobre preços e horários podem ser acessadas aqui.

    Para os painéis, a entrada será gratuita, mas é necessário que o ingresso seja retirado no Sympla. Haverá palestras sobre fulldome e mídias imersivas, além de interação e imersão e processos criativos em mídias imersivas.

    Exibição de filmes e interações

    Entre as atrações, destaca-se uma mostra competitiva com 18 filmes que usam telas semiesféricas, incluindo narrativas experimentais, poéticas e imersivas e o potencial visual e sonoro em projeções em cúpulas. As mostras que concorrem à premiação são de cineastas da França, Alemanha, Ilhas Maurício, Brasil, Taiwan e EUA. O ganhador da categoria Melhor Filme receberá prêmio em dinheiro, de R$ 5 mil.

    O Immer também exibirá seis obras inéditas durante a programação para que o público experimente criações exclusivas. Veja, abaixo, alguns destaques.

    ⇒ A Terra é Azul (Via, Brasil): performance que combina pintura e tecnologia para criar efeitos visuais únicos ao vivo

    ⇒ Meditação Interplanetária (Alexandre Rangel, Brasil): uma viagem audiovisual por mundos intergalácticos e interiores

    ⇒ DARK MATTER /The Space in Between (Hernan Roperto, Argentina): exploração das conexões entre o visível e o invisível, utilizando áudio transformado em imagens

    ⇒ Tesselumen (Vini Fabretti e Luciano Sallun, Brasil): performance sensorial que mistura efeitos visuais e sonoridades para criar um universo único

    ⇒ El Macroscopio (Proyecto Aurora, Colômbia): obra interativa em que os visitantes usam um capacete com uma câmera que detecta os movimentos que afetam os visuais projetados no domo

    ⇒ SPELL (thecode, Brasil): obra interativa em que visitantes utilizam os movimentos das mãos para manipular os visuais no domo.

  • Com reforma do Teatro Nacional, Sala Martins Pena estará entre as mais modernas do país

    Com reforma do Teatro Nacional, Sala Martins Pena estará entre as mais modernas do país

    O projeto de restauração do espaço previu qualificações como conforto sonoro, acessibilidade e equipamentos de ponta

    Equipamentos mais tecnológicos, adequação acústica e acessibilidade são alguns dos elementos que trazem a Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro inaugurada em 1966 para o século atual. A modernização do ambiente está sendo feita junto à restauração do equipamento público, promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com investimento de R$ 70 milhões.

    Antes do fechamento, toda a parte cênica da sala era manual. Agora, foi feita uma qualificação para que o ambiente possa contar com varas motorizadas de iluminação cênica. Os equipamentos permitem a instalação de luzes e efeitos para serem utilizados em diferentes tipos de montagens, desde espetáculos a shows musicais.

    “Já é uma praxe de mercado. Todos os grandes e bons teatros do Brasil trabalham com as varas de iluminação motorizadas”, explica Antonela Solé, diretora-executiva da Solé Associados, empresa responsável pelo novo projeto do Teatro Nacional Claudio Santoro.

    Outra atualização foi feita no sentido de garantir melhor conforto sonoro para artistas e público. Para isso, foram feitas pequenas adequações acústicas no espaço.

    “A Orquestra Sinfônica queria uma sala mais absorvente. Conseguimos deixá-la mais viva, com um tempo de reverberação melhor, que é a resposta acústica da sala. Quando o som sai do palco de forma amplificada ou natural, ele tem que chegar aos ouvidos do público ao mesmo tempo sem dar eco ou se perder. Com uma pequena qualificação, teremos o mesmo patamar de outras salas brasileiras”, revela a diretora-executiva.

    A implantação da acessibilidade também é outro aspecto de modernização da sala. A plateia foi adaptada com uma angulação que permite a visualização dos espetáculos no palco de qualquer lugar. Isso foi feito para atender a parte superior, onde foram reservados espaços para cadeirantes e pessoas com deficiência visual, que poderão estar acompanhadas de cão-guia. Também foram instalados assentos específicos para pessoas obesas e com dificuldade de mobilidade.

    “Trouxemos toda essa questão de acessibilidade, tecnologia e conforto sonora para a sala com o objetivo de que as pessoas consigam trabalhar de forma rápida e veloz. Queremos que o artista possa fazer uma entrega de mais qualidade para o espectador. A Sala Martins Pena estará no cenário cultural nacional representando Brasília magnificamente. Sem dúvidas, será a melhor sala da cidade e estará entre as mais qualificadas do Brasil”, destaca Antonela Solé.

  • Divulgado resultado final de edital para premiação de agentes culturais com recursos do FAC

    Divulgado resultado final de edital para premiação de agentes culturais com recursos do FAC

    São 200 premiações, entre artistas e coletivos culturais, contemplados em três categorias: Mestre Zezito, Dulcina de Moraes e DJ Jamaika

    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) divulgou nesta quinta-feira (28), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o resultado final do Edital nº 31/2024 FAC II Premiações.

    A seleção irá premiar, ao todo, 200 agentes culturais, entre artistas e coletivos, utilizando recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Com valor total de R$ 3,5 milhões, as premiações têm o objetivo de reconhecer e valorizar mestres e mestras das culturas populares e tradicionais, artistas do movimento hip-hop e mulheres que se destacam nas artes e na cultura cultural no Distrito Federal e/ou da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF).

    Os artistas ou coletivos premiados seguem para a fase de habilitação e terão 20 dias corridos para apresentarem a documentação, conforme previsto em edital, por meio do formulário de habilitação, sob pena de perda do prêmio.

    Categorias

    O edital abrangeu três categorias: Mestre Zezito, com 45 premiados; DJ Jamaika, com 79 premiados; e Dulcina de Moraes, com 76 premiados. Esta é primeira vez que mestres e mestras da cultura do saber receberão o reconhecimento.

    Mestre Zezito deu nome à categoria que vai premiar mestres e mestras da cultura popular e tradicional | Foto: Bené França

    O Prêmio Mestre Zezito visa reconhecer e valorizar mestres e mestras da cultura popular e tradicional, assim como coletivos e entidades que preservam saberes ancestrais e expressões culturais das comunidades tradicionais do Distrito Federal.

    “O prêmio Mestre Zezito é um reconhecimento fundamental a todos os mestres e mestras da nossa cultura popular e tradicional que transferem o saber e a riqueza da nossa cultura de geração à geração. Nada mais justo do que reconhecer suas histórias e o seu legado”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes.

    Já o Prêmio DJ Jamaika tem o objetivo de premiar artistas e praticantes dos cinco elementos do hip-hop no Distrito Federal, abrangendo DJs, danças urbanas, grafite, rap, conhecimento, além de agentes culturais ligados às batalhas de rima. Nesta premiação, também serão contemplados coletivos e entidades que promovem e desenvolvem essas práticas culturais, incentivando a expressão e inovação no cenário do hip-hop.

    O Prêmio Dulcina de Moraes, por sua vez, visa premiar mulheres e coletivos ou entidades que se destacam na promoção da cultura do DF, reconhecendo suas contribuições nas áreas artísticas e culturais.

    “O FAC oferece apoio financeiro a agentes culturais, e seus projetos são selecionados por editais públicos, viabilizando inúmeras circulações artísticas em todo o DF. Por meio desse edital, temos a possibilidade de reconhecer aqueles que mantêm vivas as tradições e promovem a continuidade das práticas culturais locais”, concluiu Claudio Abrantes.

    Entrega de troféus

    Todas as premiações contarão com celebrações especiais e cerimônias de entrega de troféus, com detalhes a serem divulgados em breve. As solenidades serão realizadas em locais emblemáticos da cultura do Distrito Federal, destacando a relevância de cada categoria:

    → Prêmio Mestre Zezito: A cerimônia acontecerá no Espaço Cultural Renato Russo, em data a ser confirmada.
    → Prêmio DJ Jamaika: A celebração será realizada no Complexo Cultural de Samambaia, destacando o movimento hip-hop.
    → Prêmio Dulcina de Moraes: A entrega dos troféus ocorrerá no Cine Brasília, reconhecendo mulheres e coletivos que promovem a cultura no DF.

    Todos os premiados serão notificados com antecedência pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) para comparecerem às cerimônias, previstas para a primeira quinzena de dezembro. Esses eventos visam não apenas formalizar o reconhecimento, mas também celebrar a contribuição dos agentes culturais para a riqueza e a diversidade cultural do Distrito Federal.

    O resultado final do edital e o formulário de habilitação estão disponíveis na seção Chamamento Público na aba Editais, no site da Secec-DF. Esclarecimentos também podem ser solicitados através do e-mail premiosfac@cultura.df.gov.br e do telefone 3325-6267.

  • Festival de Cinema e programação musical marcam a agenda cultural do fim de semana

    Festival de Cinema e programação musical marcam a agenda cultural do fim de semana

    Com atrações que contam com o fomento das secretarias de Turismo e de Cultura e Economia Criativa, eventos temáticos são destaque

    Neste fim de semana, os brasilienses terão variadas opções gratuitas e pagas para aproveitar a capital federal. De cinema a eventos ao ar livre, a programação contempla todos os tipos de gostos. Destaca-se o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, com eventos no Cine Brasília e espalhados por Taguatinga, Planaltina e Gama. A capital federal também conta com programação musical e feira colaborativa de arte impressa. Confira, abaixo, as principais atrações.

    Cinema

    No Cine Brasília, quase 80 filmes brasileiros serão apresentados durante o tradicional festival, que este ano está na 57ª edição | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Em sua 57ª edição, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro exibe, de sábado (30) a 7 de dezembro, mais de 79 filmes brasileiros, em mostras competitivas e paralelas que ocorrem no Cine Brasília e em sessões descentralizadas em Planaltina, Ceilândia e Gama. O mais longevo festival do gênero no país inaugura nova gestão compartilhada entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e o Instituto Alvorada Brasil.

    Os ingressos para as sessões da Mostra Competitiva Nacional no Cine Brasília custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), e estarão à venda sempre a partir de duas horas antes do início da sessão, exclusivamente na bilheteria do cinema. Todas as demais mostras e atividades do festival são gratuitas. Apenas para a Mostra Brasília há distribuição gratuita de ingressos, também a partir de duas horas antes da sessão. O ingresso é o único meio que habilita a votação do júri popular. Mais informações no site.

    Já o projeto Cineclube Vale do Amanhecer chega à 14ª edição para a comunidade de Planaltina com debates e muita cidadania.  A programação abrange desde clássicos do cinema nacional até produções independentes e locais. As sessões gratuitas serão oferecidas no CEF Mestre Darmas (Salão Ypuena), nesta sexta (29) e em 6 e 13 de dezembro, às 19h.

    O projeto tem como missão democratizar o acesso ao cinema e fomentar o diálogo crítico e reflexivo sobre pautas relevantes à sociedade. Para este ano, as obras exibidas abordam temas como assédio moral e sexual contra mulheres, feminicídio, racismo, igualdade, inclusão, pessoas com deficiência (PcDs), cultura indígena, transexualidade e bullying. O projeto é viabilizado pela Lei Paulo Gustavo, com o apoio da Secec-DF.

    Programação musical

    O 57º Festival de Brasília no Cine Brasília também terá música, com um tema especial a cada noite. A programação musical, gratuita, será apresentada no Cine Brasília e em sessões em Planaltina, Gama e Taguatinga. Os shows começam sempre às 20h, de sábado (30) a 7 de dezembro. Veja abaixo as apresentações.

    Cine Brasília

    ⇒ Sábado (30) – Festa de abertura – Sistema Criolina com DJ Pezão, DJ Barata e DJ Ops
    ⇒ Domingo (1º/12) – DJ Pequi , DJ Carol Costa e o Samba da Passarinha
    ⇒ 2/12 – Discoteca árabe, com El Roquer e DJ Savana
    ⇒ 3/12 – Vinil com DJ Mak, DJ PSK e DJ Ogunda-O
    ⇒ 4/12 – Bebe Blues, Come Jazz com Coletivo Superjazz, Her Jazz e Brazilian Blues Band
    ⇒ 5/12 – Toranja com DJ Spot, DJ Buzzi, DJ Ivan Bicudo e DJ Gas
    ⇒ 6/12 – Ondas Tropicais com DJ Son Andrade, DJ Fernando Rosa e participação especial de Chico Correa (live)
    7/12 – Festa de encerramento – Contraplano com DJ Mica, DJ Tamenpi e DJ Dolores

    Planaltina

    ⇒ Sábado (30) – DJ Mica e Grupo Real Samba
    ⇒ Domingo (1º/12) – DJ Ana Ximenes e DJ Maoli
    ⇒ 2/12 – DJ Jannu e DJ Rud
    ⇒ 3/12 – DJ Fagner Souza e DJ Alan Def
    ⇒ 4/12 – DJ Disson e DJ Nilma Naiz
    ⇒ 5/12 – DJ Odara Kadiegi e DJ Sapo
    ⇒ 6/12 – DJ New Nay e Grupo Omó Ayó

    * Os eventos ocorrem no Complexo Cultural Planaltina (Av. Uberdan Cardoso, Setor Administrativo, Lote 2)

    Taguatinga

    ⇒ Sábado (30) – Coletivo Isso Aqui é DF com Savana, Janna e ITNDBRSL
    ⇒ Domingo (1º/12) – Samba na Comunidade e Sarau-Vá
    ⇒ 2/12 – DJ Janna e DJ Ketlen
    ⇒ 3/12 – Disco n’ Funk com DJ Jean C e Lethal Breakz
    ⇒ 4/12 – DJ J4K3 e Margaridas
    ⇒ 5/12 – Boom Clap com Di Afreeka e Negra Eve
    ⇒ 6/12 – Pratanes e DJ Wells + Jay Lee

    * Apresentações no Centro Universitário Estácio (CSG 9, Setor G Sul, Q CS 11, Pistão Sul), com entrada gratuita

    Gama

    ⇒ Sábado (30) – DJ Bruna Val e Coco de Quebrada
    ⇒ Domingo (1º/12) – DJ Brotha e DJ J4K3
    ⇒ 2/12 – DJ Boquinha, MC Dub e DJ Fraktal
    ⇒ 3/12 – DJ Rubens, MC No Beat e DJ Valbert Neném
    ⇒ 4/12 – DJ New Nay e DJ Doda
    ⇒ 5/12 -DJ Altervir e DJ Willian Vinil
    ⇒ 6/12 – DJ Silvana e Banda Lúpulo e Cereais Não Maltados

    * Local: Cia Lábios da Lua (Quadra 4, Lote 16, lojas C e D. Comercial Setor Sul)

    Clube do Choro

    Clube do Choro tem shows nesta sexta e no sábado | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Na sexta-feira, o Clube do Choro apresenta Augusto Silva & Frevo Novo no show Simbiose, uma noite dedicada à fusão de ritmos e ao frevo. O evento será às 20h30, com entrada gratuita. No sábado, Diego Amador e José María Bandera são destaque no espetáculo Paqueando, uma noite de música flamenca. Os ingressos, a partir de R$ 30, podem ser adquiridos por este link.

    Festival Ferrock

    No sábado, o tradicional festival Ferrock, em parceria com o Movimento Salve Arie JK/Rio Melchior, apresenta uma edição especial com rock e debates sobre o meio ambiente e da sustentabilidade: o Ferrock Ecologia, das 8h às 18h no Campus da Universidade de Brasília (UnB) em Ceilândia (Centro Metropolitano, Conjunto A, lote 1, Ceilândia Sul).

    A programação plantio de mudas de árvores nativas do Cerrado, ônibus expositor da Caesb, bate-papos sobre o tema com autoridades convidadas e com o público, apresentação musical da artista Cristyle com o DJ Kliff e shows, a partir das 13h, com as bandas Tritio, Zuada, Sala de Gritos, Cerrado Hostil, Arqvírus, Vasto Infinito, Diferencial Zero, Terrorcídio, Cálida Essência e Podrera. A entrada é franca. Mais informações no Instagram do evento.

    Periferia em Movimento

    Atitude Feminina é atração do festival Periferia em Movimento, no Sol Nascente | Foto: Divulgação

    O fim de semana no Sol Nascente vai ser marcado pela cultura urbana e pelo festival Periferia em Movimento, na Escola Classe 66  (Avenida Córrego das Corujas). Com entrada gratuita, a programação musical começa no sábado, às 14h30, com o DJ DuduMano, e segue com Nildão Combatente MCs, Markão Aborígene e Amaro e Martinha do Coco, que convida Markão Aborígene para o seu palco.

    No domingo, a música começa mais cedo, ao meio-dia, com DJ Flávia Aguiar, Mestre Sivuquinha, DJ Jay Lee, Bsb Girls, DJ Jay Lee e Atitude Feminina.

    O Periferia em Movimento é também um espaço intergeracional, de encontro e partilha. Em dois dias, haverá oficinas gratuitas a partir das 9h, com temas voltados para a confecção de bonecos de mamulengo, rap, grafite e break, entre outros temas.  Além das oficinas, o festival recebe o Seminário Conexão Cultura – Formação e compartilhamento.

    Feira

    No sábado e no domingo, o Museu Nacional da República recebe mais de 200 expositores no Motim-Feira colaborativa de arte impressa. A 15ª edição do evento, com acesso livre ao público, apresenta artes impressas de todas as formas e variedades. Mais informações pelo Instagram (www.instagram/edicoesmotim) .

  • Começa a pintura das fachadas do Teatro Nacional Claudio Santoro

    Começa a pintura das fachadas do Teatro Nacional Claudio Santoro

    Os trabalhos estão sendo feitos na parte que dá acesso ao foyer da Sala Martins Pena e nas duas empenas do equipamento público

    As equipes que atuam na reforma do Teatro Nacional Claudio Santoro iniciaram o trabalho de recuperação das fachadas do equipamento público. Há frentes de trabalho nas empenas laterais e na parte que dá acesso ao foyer da Sala Martins Pena. O serviço consiste na limpeza e na pintura do concreto.

    Minucioso, o trabalho é dividido em etapas de execução; primeiro é feita a limpeza; depois, a pintura | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    A aplicação da tinta começou pelo painel criado por Athos Bulcão em 1966, formado por blocos de concreto na lateral do prédio, virado para a Esplanada dos Ministérios. Por lá, os profissionais utilizam uma plataforma elevatória para fazer a pintura. Pouco a pouco, a parede ganha uma coloração em branco mais vibrante. Na sequência, os trabalhadores irão para o outro lado da empena para fazer o mesmo serviço.

    Paralelamente, ocorre a recuperação da fachada localizada na frente do foyer da Sala Martins Pena. Foi feito o tratamento das infiltrações na parte interna, bem como a implantação da nova pintura. Do lado de fora, os operários testam um equipamento içado por cabos de aço para que seja feita a limpeza e, depois, a pintura.

    Todos os trabalhos foram feitos de maneira a preservar as cores originais previstas no projeto de Oscar Niemeyer e no painel concebido por Athos Bulcão.

    As obras de restauração do Teatro Nacional Claudio Santoro tiveram início em dezembro de 2022. O GDF, por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), investe R$ 70 milhões na primeira etapa das intervenções, que se concentra na construção do sistema de combate a incêndio, da implementação de acessibilidade e restauro do foyer e da Sala Martins Pena. A reforma ainda terá mais três etapas, que incluem a Sala Villa-Lobos, o Espaço Dercy Gonçalves, a Sala Alberto Nepomuceno e o anexo.

     

  • Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional celebra aniversário de 45 anos com concerto especial

    Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional celebra aniversário de 45 anos com concerto especial

    Além da história da orquestra, a celebração homenageia o impacto duradouro de Claudio Santoro na música erudita brasileira

    Nesta quinta-feira (21), às 20h, o Teatro Plínio Marcos será o palco de um concerto especial em celebração aos 45 anos da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS). Fundada em 1978 pelo maestro Claudio Santoro, a orquestra rapidamente se tornou um dos principais pilares da música clássica no Brasil, promovendo a cultura e a educação musical. Santoro, que também foi um renomado compositor e maestro, teve um papel crucial na formação da orquestra, que leva seu nome e perpetua seu legado artístico.

    Durante o concerto de aniversário, o público poderá apreciar obras significativas como Brasiliana, uma composição que reflete a rica diversidade cultural do Brasil. O programa também incluirá o Concerto para Piano em F, de George Gershwin, com o renomado solista Enrique Graff, e a Sinfonia nº 6, de Claudio Santoro, uma de suas últimas obras, que revela profunda conexão com as raízes brasileiras e a modernidade da música clássica.

    A regência será do maestro Claudio Cohen, que tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da OSTNCS, continuando o trabalho de seu fundador. Esta celebração não só homenageia a história da orquestra, mas também o impacto duradouro de Claudio Santoro na música erudita brasileira.

    Serviço
    Aniversário Claudio Santoro/OSTNCS 45 Anos
    ⇒ Data: quinta-feira (21)
    ⇒ Horário: 20h
    ⇒ Local: Teatro Plínio Marcos.

  • Festival em celebração ao Dia da Consciência Negra começa nesta segunda-feira (18)

    Festival em celebração ao Dia da Consciência Negra começa nesta segunda-feira (18)

    Com entrada gratuita mediante retirada de ingresso no Sympla, festa terá palestras e eventos de moda e gastronomia, além de curtir shows com Ellen Oléria, Seu Jorge, Raça Negra, Olodum, entre outros

    O primeiro festival de exaltação à cultura afro-brasileira do Distrito Federal começa nesta segunda-feira (18), a partir das 9h, e segue até quarta-feira (20), quando é celebrado o Dia da Consciência Negra. A programação inclui palestras, gastronomia, moda e muita música, tudo com entrada gratuita. A estrutura será montada em frente à Torre de TV e, para participar, basta retirar o ingresso antecipadamente na plataforma Sympla.

    O Consciência Negra 2024 é promovido pelas secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), com apoio da Associação de Educação, Cultura e Economia Criativa (Aecec), do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Ministério do Turismo. O investimento total será de R$ 6 milhões.

    O primeiro dia do festival terá como atrações principais nomes como Ellen Oléria, Marcelo Falcão e Nação Zumbi. Na terça (19), será a vez, entre outros, de Dhi Ribeiro, Seu Jorge e Raça Negra. Já na quarta (20) terá apresentações de Olodum, Vanessa da Mata e Tribo da Periferia.

    Também haverá palestras com personalidades nacionais, como o rapper MV Bill; venda de pratos assinados pelo chef Edilson Oliveira e de doces e sucos feitos por comunidades quilombolas; e uma feira, a Afro Brasília, onde serão vendidos peças de moda afro e produtos feitos por artesãos e empreendedores afro-brasileiros.

    Para as crianças, terá peças teatrais, contação de histórias, atividades pedagógicas e brinquedos infláveis. Estudantes da rede pública participarão de ações como aulas de dança, capoeira e hip-hop. Na segunda e na terça-feira, as atividades começam às 9h. Já na quarta, a programação tem início às 10h.

    Feriado nacional pela primeira vez, o Dia da Consciência Negra foi instituído em 2011, em homenagem a Zumbi dos Palmares, importante líder quilombola, assassinado em 20 de novembro de 1695. No DF — onde 57,3% da população se autodeclara negra, segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) —, a data vem sendo considerada ponto facultativo desde 2019.

    Confira a programação completa

    18 de novembro (segunda-feira)

    • 9h: Abertura do evento com autoridades
    • 10h: Palestra com Toni Garrido
    • 11h30: Palestra da Sejus com a professora Renata Nogueira
    • 13h: DJ HOOL Ramos
    • 14h: Palestra da Secretaria de Justiça e Cidadania com a professora Renata Nogueira
    • 14h40: Visita guiada das exposições Trança no Mapa e Brasília Negra; oficina de rap; e oficina de capoeira com o Mestre Mancha
    • 15h30: Brincadeiras afro-brasileiras, com o Instituto Mãe África
    • 16h: Teatro infantil com o Grupo Formigueiro
    • 17h: Afoxé Ogum pá
    • 18h: Filhos de Dona Maria
    • 19h: Patakori + Folha Seca
    • 20h: Ellen Oléria
    • 21h30: Marcelo Falcão
    • 23h: Nação Zumbi

    19 de novembro (terça-feira)

    • 9h: Abertura do evento + palestra “Construindo Pontes: a importância da empatia e da escuta ativa no atendimento a adolescentes negros”, com Magali Dantas
    • 9h40: Visita guiada às exposições Tranças no Mapa e Brasília Negra, no Espaço Quilombo; oficina de dança urbana; brincadeiras afro-brasileiras, com o Instituto Mãe África; e oficina de capoeira com Mestre Mancha
    • 14h: Palestra “Construindo Pontes: a importância da empatia e da escuta ativa no atendimento a adolescentes negros”, com Magali Dantas
    • 14h40: Visita guiada às exposições Tranças no Mapa e Brasília Negra, no Espaço Quilombo, e oficina de dança urbana
    • 16h: Atividade lúdica com o Grupo Formigueiro
    • 16h40: Brincadeiras afro-brasileiras, com o Instituto Mãe África
    • 17h: Nego Dé
    • 19h: Senhora B
    • 20h: Júlia Moreno
    • 21h30: Dhi Ribeiro
    • 23h: Seu Jorge
    • 23h45: Raça Negra

    20 de novembro (quarta-feira – Dia da Consciência Negra)

    • 9h: Abertura do evento + atividade lúdica com o Grupo Formigueiro
    • 10h: Batalha de rima e de breaking kids; live paint + graffiti
    • 13h: Batalha de breaking com B. Boys e B. Girls
    • 14h: Chikin Pessanha
    • 15h: Samba de roda e Tropa de Elite
    • 16h: Workshop de breaking e roda de capoeira
    • 17h: Marvyn
    • 18h: Olodum
    • 19h30: Vanessa da Mata
    • 21h: Tribo da Periferia

  • Evento promove a valorização da cultura afro-brasileira

    Evento promove a valorização da cultura afro-brasileira

    Sexta edição do FYAH Cultura Black é gratuita e contará com grandes atrações do reggae, rap e outros ritmos

    O Parque da Cidade Sarah Kubitschek será palco da 6ª edição do FYAH Cultura Black, entre 19 e 20 de novembro, evento que ocorre com o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. O festival promove a valorização da cultura afro-brasileira e será no Estacionamento 1 do Parque, ao lado do Pavilhão. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingressos no portal Sympla.

    A data do Dia da Consciência Negra foi estabelecida em 2011 em homenagem a Zumbi dos Palmares, líder quilombola assassinado em 20 de novembro de 1695. Em 2023, ela foi oficializada como feriado nacional. No Distrito Federal, onde 57,3% da população se declara negra, de acordo com a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD), o 20 de novembro é ponto facultativo desde 2019.

    A banda Jah Live é uma das atrações do festival | Foto: Divulgação

    “Este evento é um momento especial para refletirmos sobre nossa história e reforçarmos a importância da cultura negra em todos os seus aspectos”, afirma Tony Guardieiro, idealizador do evento.

    Diversidade musical

    Para marcar a importância do feriado, a 6ª edição do festival contará com grandes nomes da música nacional e internacional. Um dos destaques é o Steel Pulse, uma das bandas mais renomadas do reggae mundial, diretamente da Inglaterra. “Este evento é de grande importância para o Brasil e para a diáspora. Estou ansioso para realizar todos os nossos sucessos e espero que Brasília nos receba com a mesma energia que temos em Salvador”, afirma David Hinds, membro fundador da banda.

    ‌Além do Steel Pulse, a programação inclui nomes como o rapper Rapadura, que mistura rap com ritmos nordestinos, e as bandas Câmbio Negro, Jah Live, Vibração do Cerrado e Puro Suco, entre outras. “A importância deste festival, que acontece na semana da Consciência Negra, é gigantesca. Estamos ansiosos para tocar e levar a energia do Câmbio Negro ao público”, pontua X, vocalista da banda.

    A diversidade de ritmos é um dos pontos fortes do evento, que também terá apresentações de DJ Ocimar, ícone da cena hip-hop de Ceilândia, e da talentosa Odara Kadiegi, com sua mistura de música brasileira, africana e latina.

    Seis anos de sucesso e resistência

    O FYAH Cultura Black surgiu em 2018 para celebrar e divulgar a cultura negra por meio da música e outras manifestações artísticas. Ao longo das edições, o festival já contou com a presença de artistas como Groundation (EUA), Mato Seco (SP), Djonga (MG), Negra Li (SP) e MC Marechal (RJ). “Sinto um orgulho imenso ao ver o quanto nosso projeto cresceu desde a primeira edição”, destaca Tony Guardieiro. “Com o objetivo de engrandecer a cultura negra, buscamos não apenas fortalecer a presença de seus ritmos, mas também proporcionar um espaço onde suas raízes e mensagens sejam celebradas e amplificadas”, completa.

    Programação completa

    19/11 – Terça-feira (Véspera de Feriado)

    Abertura dos Portões: 19h

    Atrações:

    DJ Ocimar
    Câmbio Negro
    Rapadura
    Puro Suco
    Roig

    20/11 – Quarta-feira (Feriado)

    Abertura dos Portões: 15h

    Atrações:

    Odara Kadiegi
    Steel Pulse (Inglaterra)
    Jah Live
    Vibração do Cerrado

    A entrada para o festival é gratuita, com a sugestão de doação de 1kg de alimento não perecível e 1kg de ração animal. Para garantir acesso, basta retirar os ingressos pelo Sympla.

  • Crianças visitam Museu da Limpeza Urbana e unem aprendizado e diversão

    Crianças visitam Museu da Limpeza Urbana e unem aprendizado e diversão

    Cultura e educação ambiental encantam e ensinam sobre sustentabilidade e história

    Na tarde desta quarta-feira (13), crianças foram ao Museu da Limpeza Urbana (MLU) para uma visita educativa e cheia de descobertas. Com o objetivo de proporcionar experiências culturais para os pequenos, o grupo explorou objetos inusitados encontrados no lixo, cada um contando uma história sobre o passado.

    Fernanda Guimarães Rosa, mãe de dois filhos e uma das organizadoras do grupo, comentou sobre a importância da visita: “Nós sempre nos reunimos para atividades culturais com as crianças. Uma amiga conheceu o museu e nos sugeriu vir. Estou encantada”, afirmou.

    Educação ambiental

    Guiados pela servidora do SLU, Elizete Baltazar, e pelo colaborador Gabriel Chaib, o grupo conheceu a linha do tempo de objetos históricos, incluindo telefones antigos, televisores de tubo e até um orelhão com ficha telefônica. Elizete explicou como esses itens, tão comuns no passado, hoje despertam a curiosidade das crianças: “Antigamente, as pessoas faziam fila para usar o orelhão, que funcionava com ficha telefônica. Hoje, cada um tem seu celular e fala por mensagem”, disse.

    A visita também incluiu uma lição sobre a história do antigo lixão da Estrutural, abordando como o descarte inadequado de resíduos evoluiu para a atual destinação no Aterro Sanitário de Brasília, onde os catadores agora trabalham em galpões de triagem. “A separação de resíduos começa em casa. É um passo importante para um ambiente mais limpo e sustentável”, explicou Elizete, reforçando a importância da responsabilidade ambiental.

    As crianças também conheceram o minhocário do museu, que demonstra como funciona uma composteira caseira. Curiosas, elas aprenderam como resíduos orgânicos podem ser transformados em adubo natural.

    O Museu da Limpeza Urbana conta com o acervo de 600 peças

    Ao final da visita, as crianças receberam kits educativos e participaram de uma conversa com os pais. Fernanda Guimarães usou o momento para inspirar os pequenos: “Um dia, esse meu celular poderá estar ali, como um objeto obsoleto. As coisas mais importantes são as pessoas e os momentos que compartilhamos. Vamos dividir o que temos, isso é o que importa.”

    O Museu da Limpeza Urbana

    Fundado em 1996, o Museu da Limpeza Urbana conta com um acervo de mais de 600 peças encontradas no lixo e algumas doadas. Originalmente localizado na Usina de Tratamento Mecânico Biológico de Ceilândia, o MLU foi transferido em 2021 para o térreo do Venâncio Shopping e, desde então, já recebeu mais de 17 mil visitantes.

    O MLU se consolida como um importante espaço de educação ambiental e cultural, oferecendo aos visitantes uma experiência única sobre o valor da sustentabilidade e a história do descarte de resíduos no Distrito Federal.