Categoria: Cidades

  • Brasília terá voos diretos para Cancún e Bogotá até o fim do ano

    Brasília terá voos diretos para Cancún e Bogotá até o fim do ano

    Aumento de voos internacionais conta com participação direta do GDF, que também tem negociado a inclusão de voos sem conexão saindo do DF com destino a Itália, Espanha, Cuba e República Dominicana

    Para os viajantes que passam pelo Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek, embarcar para Bogotá, na Colômbia, e para Cancún, no México, sem escalas, passará a ser uma realidade. Os destinos sairão do Distrito Federal a partir de outubro e dezembro, respectivamente.

    Quando forem inaugurados, os trechos serão somados aos outros sete destinos que já saem de Brasília sem conexões: Lisboa (Portugal), Cidade do Panamá (Panamá), Miami e Orlando (Estados Unidos), Buenos Aires (Argentina), Lima (Peru) e Santiago (Chile). E novos destinos podem estar no horizonte. O GDF está negociando mais voos internacionais direto de Brasília com algumas companhias aéreas estrangeiras.

    “Estamos negociando voos diretos de Brasília para Roma, na Itália; para a Espanha; para Cuba; e para a República Dominicana. Ou seja, estamos em permanentes conversas para conquistarmos essas novas rotas para a cidade”, destaca o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto.

    O aumento de voos internacionais conta com a participação direta do Governo do Distrito Federal (GDF), que tem como compromisso fomentar o turismo da capital, movimentando a economia, impulsionando o comércio e diversos outros segmentos de Brasília.

    No ano passado, 14.860.880 passageiros circularam pelo aeroporto de Brasília, que alcança a marca do terceiro mais movimentado do país, atrás apenas dos dois aeroportos paulistas – Congonhas e Guarulhos. Além disso, o DF possui o maior fluxo internacional fora do eixo Rio-São Paulo.

    Desde o início de sua gestão, o governador Ibaneis Rocha tem demonstrado total dedicação em tornar o DF mais atraente para o turismo. “Essa tem sido a minha missão: atrair, cada vez mais, visitantes para nossa capital”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.

    Segundo a Secretaria de Relações Internacionais, a oferta de novos voos diretos saindo de Brasília é fruto de negociações com as embaixadas internacionais instaladas na capital. A ideia é fortalecer o intercâmbio cultural e também comercial entre esses países e Brasília.

    “Temos um aeroporto de excelência e reconhecido internacionalmente. Brasília é a capital do país, um hub que, além de tudo, é o único lugar do país que liga a todas as demais capitais brasileiras. Atrair novas rotas para Brasília melhora o intercâmbio cultural, o comercial, o turismo e as arrecadações”, diz o secretário Paco Britto.

    A ampliação da oferta de voos é considerada essencial para Kiara Coelho, sócia de uma agência de viagens de Brasília, que vê na diversificação dos destinos uma oportunidade de trazer mais negócios e fechar mais contratos com outras regiões do país.

    “O aeroporto de Brasília é excelente, e temos uma ótima localização, bem central. Essas rotas internacionais diretas são essenciais. A gente atende clientes no Brasil todo, mas ter essas opções saindo do DF valoriza também o nosso trabalho. Ter essas rotas com certeza facilita muito no nosso argumento de venda”, observa.

  • Placas de Brasília são reconhecidas internacionalmente. Você sabe diferenciá-las?

    Placas de Brasília são reconhecidas internacionalmente. Você sabe diferenciá-las?

    Sistema de endereçamento da capital federal conta com uma produção meticulosa e um investimento anual de R$ 4,2 milhões; entenda o que significam as cores azul, verde e marrom que adornam as ruas da capital

    Em meio ao concreto das superquadras e aos grandes monumentos que cercam a capital do país, há um elemento discreto, porém essencial para quem deseja se localizar em Brasília: as placas de endereço. E não se trata apenas de uma sinalização comum. Cada cor e formato tem um significado calculado para facilitar a orientação na cidade projetada por Lucio Costa e Oscar Niemeyer.

    As placas marrons, como a da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, indicam pontos turísticos e foram feitas para a Copa do Mundo de 2014 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Presentes no Eixo Rodoviário, nas entrequadras e em diversos pontos do Plano Piloto, as instalações obedecem ao manual de sinalização interamericano. As placas verdes são as mais vistas, alinhadas ao lado das vias principais. Elas apontam o caminho a seguir, sempre acompanhadas por setas que indicam direções. Já as placas azuis ficam estrategicamente localizadas nas superquadras, indicando o local onde se está. As placas marrons indicam pontos turísticos e foram feitas para a Copa do Mundo de 2014.

    Criado no final dos anos 1970 pelo arquiteto e designer Danilo Barbosa, esse sistema de cores não só facilita a vida dos brasilienses, mas também é um marco reconhecido internacionalmente. Em 2012, o projeto foi incluído no acervo permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa), reconhecimento do design que combina funcionalidade e estética. Um totem azul que identifica a direção das superquadras modelo (107/307, 108/308 Sul) foi escolhido para compor um dos maiores e mais importantes museus do mundo.

    Danilo lembra que foram dois anos de estudo até que a produção saísse do papel, em 1977. A preocupação com questões visuais urbanas, porém, surgiu anos antes, em 1968, quando ele saiu de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, aos 18 anos, para estudar arquitetura e urbanismo na Universidade de Brasília (UnB). O arquiteto destaca a importância de um design que se integra harmoniosamente à arquitetura única da capital federal.

    As placas verdes são as mais vistas, alinhadas ao lado das vias principais. Elas apontam o caminho a seguir, sempre acompanhadas por setas que indicam direções | Foto: Divulgação

    “Conseguimos informar sem comprometer a paisagem panorâmica de Brasília. As placas foram integradas à capital. Eu digo que essas placas brotaram como árvores, porque fizeram parte da vida de quem cresceu na cidade”, relata.

    Por trás da produção meticulosa dessas placas está o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Com uma linha de montagem manual, oito funcionários são responsáveis por garantir que cada placa seja fabricada com precisão, mantendo a tradição de qualidade que acompanha a cidade desde sua fundação. O Governo do Distrito Federal (GDF) investe, anualmente, R$ 4,2 milhões na produção e manutenção de quase 4 mil placas.

    As placas azuis estão estrategicamente localizadas nas superquadras, indicando o local onde se está | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

    “O DER coordena todo esse processo de produção que, no fim, consiste num trabalho para sinalizar, orientar e até salvar vidas. É importante a população ter noção e preservar esse patrimônio. Muitas vezes a gente lida com vandalismo e pichação. É dinheiro público”, destaca o superintendente de Operações do DER, Murilo Santos.

    Assim, entre curvas sinuosas e monumentos imponentes, as placas de Brasília não são apenas sinais de trânsito, mas peças de um mosaico urbano que celebra a arte e a funcionalidade em cada esquina da cidade.

    Padrões

    Além das cores, o trabalho desenvolvido por Danilo Barbosa e sua equipe envolveu a escolha da fonte e, até mesmo, o alinhamento das placas, a altura em que deveriam ser afixadas e a quantidade de informações nelas contidas.

    O alfabeto adotado é da família helvética, nas versões medium, light itálica e bold. Essas fontes são utilizadas no Plano Diretor de Sinalização do DF por suas características de desenho que proporcionam excelente legibilidade.

    Anos depois da criação do sistema, o arquiteto e sua equipe descobriram que a fonte foi desenvolvida em 1957, mesmo ano em que Lucio Costa elaborou o plano urbanístico do Plano Piloto.

    “Foi uma coincidência ou providência. Não sei explicar, mas houve essa feliz simbiose”, lembra Danilo.

  • Terceira maior gibiteca do país fica em Brasília e é opção para todas as idades

    Terceira maior gibiteca do país fica em Brasília e é opção para todas as idades

    Com acervo de mais de 14 mil exemplares de revistas em quadrinhos, o local encanta os visitantes do Espaço Cultural Renato Russo com obras de diferentes partes do mundo

    Se você mora ou está de passagem por Brasília e é fã de histórias em quadrinhos. uma boa opção é se aventurar na gibiteca do Espaço Cultural Renato Russo. Batizada com o nome do jornalista e ativista cultural TT Catalão, a gibiteca é considerada a terceira maior do país e um verdadeiro paraíso para os amantes da nona arte, abrigando mais de 14 mil exemplares que vão desde as coleções Marvel e DC até mangás e obras internacionais para todas as faixas etárias.

    Com o compromisso de difundir cada vez mais a cultura na capital, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 80 mil para renovar o espaço.

    “A Secec [Secretaria de Cultura e Economia Criativa] tem trabalhado de forma incansável para garantir que espaços como a gibiteca do nosso Espaço Renato Russo sejam uma referência em se tratando de cultura, educação, lazer e entretenimento”, ressalta o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes.

    E se engana quem acha que o espaço se resume apenas a uma vasta coleção. A gibiteca é também um ponto de encontro para crianças e adolescentes durante as férias no Quadradinho. É no Espaço Kids que a imaginação do estudante Alexandre Brandão, de 12 anos, ganha cor e voa solta entre as páginas em preto e branco dos livros de anime.

    “Eu gosto bastante de visitar espaços como esse. É bom porque eu acabo tendo um consumo consciente; já que não posso comprar todos os livros que quero, aproveito a gibiteca para ler e conhecer histórias”, relata.

    Mãe de Alexandre, Andrea Brandão, de 42 anos, é mineira e sempre gostou de gibis quando criança. Andrea conta que ela, o marido e o filho estão de férias em Brasília e que ficaram sabendo, durante a viagem, da existência da gibiteca.

    Felipe de Jesus Silva, bibliotecário e um dos coordenadores da gibiteca: “TT Catalão foi um dos grandes incentivadores desse espaço. Ele era um frequentador assíduo daqui. Graças a isso, temos um catálogo maravilhoso. É bacana ver que tudo começou de uma forma bastante despretensiosa, e hoje estamos entre as três maiores gibitecas do Brasil”

    “A gente sempre incentivou o Alexandre a ler desde pequeno, e ele sempre teve muita curiosidade com quadrinhos. Agora ele está na fase de anime, e o trouxemos para conhecer. Eu acho que é muito interessante ter esse tipo de espaço, porque hoje em dia, as crianças, se a gente deixar, ficam só no telefone, no computador”, afirma.

    Na mesma linha, Thelma Mendes, 42 anos, define o espaço como um “escape das telas”, sobretudo em um momento geracional cada vez mais conectado. Moradora do DF há um ano, ela conheceu a gibiteca recentemente. Ela levou os dois filhos, Flora, 8, e Eduardo, 10, para conhecer o local.

    “Gibi fez parte da infância de toda a minha geração e de outras gerações também. As crianças gostam muito de gibi. Quando soube da gibiteca, achei ótimo para passear com meus filhos. Tenho procurado eventos e espaços para a gente conhecer e curtir mais a cidade”, diz.

    Também fã de mangá e anime, o estudante Eduardo Mendes avalia que, apesar de ser a primeira vez visitando a gibiteca, o espaço já ocupa o topo no ranking de melhores ambientes de leituras. “Já fui a várias gibitecas, mas aqui é a melhor. Vou voltar para ler mais mangás”, conta.

    Eduardo Mendes: “Já fui a várias gibitecas, mas aqui é a melhor. Vou voltar para ler mais mangás”

    Legado cultural

    O nome TT Catalão é uma homenagem a Vanderlei dos Santos Catalão, jornalista, poeta e ativista cultural que fundou o espaço, conforme explica Felipe de Jesus Silva, bibliotecário e um dos coordenadores da gibiteca. Falecido em 2020, o artista deixou sua coleção pessoal de quadrinhos como legado para a gibiteca, garantindo que sua paixão pelas HQs vivesse para sempre.

    “TT Catalão foi um dos grandes incentivadores desse espaço. Ele era um frequentador assíduo daqui. Graças a isso, temos um catálogo maravilhoso. É bacana ver que tudo começou de uma forma bastante despretensiosa e hoje estamos entre as três maiores gibitecas do Brasil”, observa Felipe.

    Recentemente renovada, a gibiteca conta com 20 quadros pintados pelo ilustrador e quadrinista pernambucano Jô Oliveira, uma referência no mundo dos quadrinhos brasileiros.

    Na entrada do espaço, também há um mural assinado por Raimundo Lima Neto, ilustrador, quadrinista, doutor em comunicação social e professor universitário, que testemunha a importância da gibiteca como ponto de encontro dos aficionados por HQ.

    Além de ser um local para mergulhar em mundos fantásticos, a gibiteca permite que seus visitantes levem suas aventuras para casa. Os exemplares podem ser emprestados por até sete dias, mediante cadastro, garantindo que a diversão não acabe quando a visita termina.

     

  • Metrô-DF terá seu horário ampliado em função da Parada LGBT

    Metrô-DF terá seu horário ampliado em função da Parada LGBT

    Veja como será o funcionamento neste domingo (28)

    No próximo domingo (28/07), em função da Parada LGBT, o Metrô-DF terá seu horário ampliado. Das 7h às 19h, haverá embarque e desembarque em todas as estações. Das 19h às 22h30, haverá embarque somente na Estação Central e desembarque em todas as estações.

  • Técnica de pavimento asfáltico garante mais segurança a motoristas no Pistão Norte

    Técnica de pavimento asfáltico garante mais segurança a motoristas no Pistão Norte

    GDF investiu cerca de R$ 2,5 milhões em microrrevestimento das pistas da região; serviços estão sendo feitos das 21h às 4h, para minimizar impactos no trânsito

    Em breve, os 65 mil motoristas que trafegam diariamente pelo Pistão Norte terão mais segurança ao percorrer os 10 quilômetros de uma das vias mais movimentadas de Taguatinga. Com investimento de R$ 2,5 milhões, o Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou, nesta semana, o serviço de microrrevestimento asfáltico em toda a avenida, que vai ganhar uma tecnologia moderna, econômica e mais duradoura.

    Além de mais barato, o microrrevestimento asfáltico diferencia-se do modelo tradicional no que diz respeito à aderência da pista, inclusive em épocas de chuva. A técnica também prolonga a vida útil do asfalto. Enquanto o modelo tradicional tem durabilidade de aproximadamente seis anos, o material utilizado no Pistão Norte pode atingir dez anos de duração.

    “O microrrevestimento deixa o asfalto mais rugoso e áspero, trazendo mais aderência do pneu à pista, e traz mais segurança ao motorista, sobretudo em períodos chuvosos”, explica o engenheiro civil do Departamento de Estradas e Rodagem do Distrito Federal (DER) Mozer de Castro, responsável pela obra. “A técnica possui um tipo de borracha em sua composição. No processo natural de deformação do asfalto, o microrrevestimento permite uma recuperação mais rápida, o que prolonga a vida útil do pavimento.”

    Aderência melhora

    Vanessa Costa elogia o serviço que está sendo feito: “Para mim, que sou motociclista, vai ser ótimo, porque vai prevenir a queda”

    Esse material utilizado na obra é composto por uma mistura de brita, cal e emulsão especial. Diariamente, são 9 mil metros quadrados de camada dupla de microrrevestimento asfáltico aplicados no Pistão Norte.

    Quem passa todos os dias pela avenida ainda não sente a diferença ao dirigir, mas a perceberá em breve, como antevê o militar Marcelo Silva, 60: “Vai melhorar a aderência do pneu no asfalto. Tudo o que for para melhorar e nos ajudar, como motoristas, é positivo”.

    A aderência maior dos pneus à pista é comemorada também por quem conduz motos. É o caso da educadora física Vanessa Costa, 36. “Vai ser positivo, vai reduzir os acidentes, principalmente durante o período das chuvas. Para mim, que sou motociclista, vai ser ótimo, porque vai prevenir a queda”.

    Para minimizar os impactos no trânsito do Pistão Norte, os serviços estão sendo executados das 21h às 4h. Na etapa atual, os trabalhos têm sido feitos no sentido Estrutural-Taguatinga. Posteriormente, as obras seguirão no sentido contrário.

    De acordo com o DER, novas obras de microrrevestimento asfáltico estão previstas para execução em pontos do Lago Sul e da via L4, no Plano Piloto, ainda este ano.

  • Trânsito muda neste domingo (28), para a Corrida do Fogo

    Trânsito muda neste domingo (28), para a Corrida do Fogo

    Agentes do Detran-DF farão o controle do tráfego durante o evento esportivo, que terá largada e chegada na Esplanada dos Ministérios, na altura do Museu da República

     Neste domingo (28), em função da 33ª Corrida do Fogo, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) fará alterações nas vias do Eixo Monumental. O evento, promovido pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), terá percursos de 5 km e 10 km, pelas vias S1, Palácio Presidencial e N1. A largada e a chegada dos participantes ocorrerão na Esplanada dos Ministérios, na altura do Museu da República.

    Área da corrida, com a demarcação dos pontos onde haverá intervenção | Arte: Divulgação/Detran

    No sábado (27), a partir das 17h, as equipes do Detran farão o fechamento da via de ligação S1/N1, em frente ao Museu da República, para a montagem da estrutura física do evento. No domingo, durante a largada, às 8h, os agentes fecharão totalmente a via S1. Depois que os atletas acessarem a Avenida José Sarney, na altura do Ministério da Saúde, duas faixas da S1 serão liberadas para o tráfego de veículos. Na altura do Supremo Tribunal Federal (STF), o fluxo será desviado para a via S2.

    Na via N1, o bloqueio ocorrerá do quartel do CBMDF até a altura da L2 Norte. Os acessos à N1 pela via Palácio Presidencial e pela L4 Norte ficarão fechados. Na N1, a faixa mais à direita, a partir do Ministério da Justiça, será destinada à saída de veículos originários dos ministérios.

    As demais faixas serão utilizadas pelos participantes do evento. As equipes do Detran também farão a interdição de duas faixas na via Palácio Presidencial até na altura do Palácio do Jaburu. A previsão é que as interdições no trânsito ocorram até o meio-dia.

  • Rodoviária do Plano Piloto passa por desratização

    Rodoviária do Plano Piloto passa por desratização

    Foco do trabalho de equipes da Vigilância Ambiental é proteger a saúde das mais de 650 mil pessoas que circulam diariamente no local

    A Rodoviária do Plano Piloto passou, nesta quinta-feira (25), por desratização realizada por equipes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O objetivo é proteger a saúde das 650 mil pessoas, tanto de Brasília quanto do Entorno, que diariamente circulam pelo espaço.

    Uma equipe com dez servidores aplicou blocos extrusados (tipo de raticida) e pó de contato em espaços como bocas de lobo, acessos a redes de água, energia e esgoto, galerias subterrâneas e área de gramado. Esses métodos são certificados para eliminação de roedores como ratazanas, mais comuns no local, ratos e camundongos. Esses animais podem transmitir doenças como leptospirose, além de serem vetores de intoxicações alimentares.

    A chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental Norte, Ozenilde Miranda, destaca que, antes da ação, são identificados prováveis locais de concentração dos roedores, por meio de tocas, trilhas e marcas deixadas pelos animais. Durante a aplicação dos raticidas, os profissionais de saúde evitam qualquer contaminação. “A equipe tem muito cuidado para evitar problemas com humanos ou com outros animais”, detalha.

    O serviço foi bem recebido por quem frequenta a rodoviária. O comerciante Stefânio Vasconcelos, 39 anos, elogia a ação. “Dentro da loja a gente cuida. Mas é importante que o poder público também faça sua parte”, diz. Cerca de três mil clientes são atendidos na lanchonete dele diariamente e, seguindo orientações da Vigilância Sanitária, são tomados cuidados com os alimentos e com os resíduos.

    Comerciante Stêfanio Vasconcelos: “Dentro da loja a gente cuida. Mas é importante que o poder público também faça sua parte”

    O administrador da Rodoviária do Plano Piloto, Josué Martins de Oliveira, destaca o impacto positivo da ação. “É um apoio importantíssimo que beneficia a população, os usuários e os trabalhadores aqui da rodoviária”, finaliza.

  • Ceilândia sedia a grande final do Circuito de Festejos Juninos neste fim de semana

    Ceilândia sedia a grande final do Circuito de Festejos Juninos neste fim de semana

    Evento contará com a participação de dez grupos finalistas disputando o troféu de campeão de Brasília

    A Praça do Trabalhador, em Ceilândia, será o palco da final do Circuito de Festejos Juninos, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e pelo Instituto Acolher. Sábado (27) e domingo (28), dez quadrilhas finalistas competirão pelo título de campeã de Brasília pela Federação das Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (FequajuDFE).

    Nas classificatórias, as quadrilhas Sabugo de Milho, de Taguatinga, e Si Bobiá a Gente Pimba, de Samambaia, se destacaram. A competição está acirrada. Com a pontuação zerada para a final, todas as quadrilhas têm a mesma chance de levar o troféu. Além das duas favoritas, as quadrilhas Sanfona Lascada, Elite do Cerrado, Paixão Cangaço, Aquarela Nordestina, Êta Lasquêra, Pula Fogueira, Segue o Fogo e Triscou Queimou também estão na disputa.

    O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, ressalta a expectativa para a grande final. “Estamos na reta final do Circuito de Festejos Juninos, que vem alegrando a população do DF e do Entorno por seis finais de semana seguidos. Neste último final de semana, temos a grande final”, afirma.

    Os grupos serão avaliados em critérios como coreografia, figurino, marcação, animação dos brincantes, casal de noivos e repertório musical. “Embora tenhamos uma previsão baseada nas etapas anteriores, a final é sempre uma surpresa. Cada grupo tem a chance de brilhar e conquistar os jurados”, comenta Gilson Cezzar, coordenador da banca avaliadora.

    Rivalidade

    A Sabugo de Milho encantou o público com a apresentação O Amor É Filme. “Preparamos um espetáculo grandioso, um verdadeiro filme de amor para o público. Queremos que todos tragam seu balde de pipoca e se emocionem com nossa apresentação”, destaca Juão Alex, presidente da quadrilha.

    A quadrilha Si Bobiá a Gente Pimba representa Samambaia na disputa pelo campeonato

    Bruno Martins, brincante da Si Bobiá a Gente Pimba, espera uma arena cheia. “Ceilândia sempre tem um público caloroso. Esperamos que todos venham prestigiar o trabalho que fizemos com tanto amor”, afirmou.

    O presidente da FequajuDFE, Robson Vilela, está confiante de que a final será um grande sucesso e atrairá um público significativo: “Foi uma temporada de muito sucesso e queremos encerrar em grande estilo.”

    Além das apresentações das quadrilhas, o evento contará com uma série de apresentações musicais para animar o público.

    Confira a programação completa

    Sexta-feira (26)

    18h – Banda Max e Oliver
    19h – Trio Tome Xote
    20h – Flor do Mamulengo
    20h45 – Oxente Vixe
    21h30 – Vira e Mexe
    22h15 – Trio Arretado
    22h30 – Filhos do Sertão
    23h15 – Saca Rolha
    0h – Lucas Mello

    Sábado (27)
    18h – Trio Raimundo
    19h – Banda Pileke
    20h – Triscou Queimou
    20h45 – Segue o Fogo
    21h30 – Pula Fogueira
    22h30 – Elite do Cerrado
    23h15 – Êta Lasquêra

    Domingo (28)
    17h – Trio Bacana
    17h30 – Trio 3 Candangos
    19h – Aquarela Nordestina
    19h45 – Sanfona Lascada
    20h30 – Si Bobiá A Gente Pimba
    21h15 – Trio Cheiro de Congote
    21h30: Sabugo de Milho
    22h15: Paixão Cangaço
    23h: Banda Freexote

  • Escola de Música de Brasília recebe 3º Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste

    Escola de Música de Brasília recebe 3º Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste

    Encontro reúne mestres da bateria e da percussão para uma imersão musical gratuita

    A capital brasileira se prepara para receber mais uma edição do Síncope – Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste. Este ano, o evento celebra sua terceira edição, que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de julho de 2024, na Escola de Música de Brasília (CEP/EMB, 602 Sul), que também completa seus 60 anos de existência. As inscrições estão abertas e são gratuitas, com vagas limitadas. Os interessados devem se inscrever pelo Sympla – Síncope 2024.

    Durante os três dias de evento, os participantes poderão desfrutar de uma imersão musical com 15 workshops, 2 masterclasses, uma mesa-redonda e 6 apresentações musicais. Além disso, haverá exposição de livros e stands de equipamentos e instrumentos musicais.

    O evento contará com a presença de renomados professores e profissionais da área, incluindo Prof. Francisco Domene (SP), Prof. Cuca Teixeira (SP), Prof. Edinho Silva (DF), Prof. Fred Magalhães (DF), Profa. Nathalia Marques (DF), Profa. Vera Figueiredo (SP), Prof.Prof. Wellington Vidal (DF), Prof. Alfredo Maranha (MA/GO), Prof. Ricardinho Art (DF), Prof. Ton Mallets (PB), Prof. Me. Ticho Lavenère (DF), Profa. Lirys Catharina (DF), Prof. Dr. Augusto Moralez (DF/AL), Prof. Augusto Silva (PE), Prof. Me. Gabriel Carneiro (DF), e Prof. Dr. Eduardo Tullio (MG).

    As apresentações musicais serão um destaque à parte, contando com performances de Marcão Britto e MC Jazz (DF), Bloco do Patubatê (DF), Abreu, Caires e Vidal Trio, Duo Dessoles Moralez, Drumline Master, e Pedro Henrique Borges (DF).

    O público-alvo do Síncope 2024 inclui bateristas, percussionistas eruditos e populares, profissionais e amadores, professores de bateria e de percussão, estudantes de bateria e de percussão de todos os níveis, outros instrumentistas, profissionais ligados à cadeia produtiva da música e da cultura, bem como demais interessados. Todos os participantes que atenderem aos três dias do evento, com um mínimo de 75% de presença, receberão certificados.

    A classificação etária é livre para todas as idades, embora menores de 16 anos devam estar acompanhados de seus responsáveis. O Síncope 2024 é uma realização do Coletivo Contratempo, composto por Marcão Britto, Ticho Lavenère, Daniel Oliveira e Sill Letícia, com produção executiva de Sill Letícia e curadoria de Prof. Marcão Britto, Prof. Me. Ticho Lavenère, Prof. Me. Francisco Abreu, Prof. Daniel Oliveira e Prof. Edinho Silva.

    Desde sua primeira edição, o Síncope tem sido um espaço de encontro para músicos e musicistas, promovendo debates e trocas de ideias, experiências, práticas, conhecimentos e tecnologias relacionadas ao universo da bateria e da percussão. Em 2022, o evento contou com 170 inscrições, 32 horas de atividades, 11 palestrantes, 16 professores, 2 mesas-redondas, 18 workshops, 7 lançamentos de livros de bateria, 1 lançamento de disco e 9 apresentações musicais. Em 2023, o simpósio teve um crescimento significativo, com 830 inscrições, 30 horas de atividades, 15 professores, 13 workshops, 2 masterclasses, uma mesa-redonda e 6 apresentações musicais.

    Saiba mais sobre alguns dos artistas brasilienses desta edição:

    Edinho Silva é percussionista, arranjador, pesquisador e professor de percussão brasileira, com décadas de experiência. Ele já tocou com grandes nomes como Buika, João Donato, Alexandre Pires, Nelson Sargento, Pepeu Gomes e Carlinhos Brown. Participou de bandas como Atitude Feminina, Patubatê e Tijolada Reggae! Soma em sua trajetória experiências em shows internacionais e nacionais, como as Olimpíadas de 2016 no Brasil e performances na Embaixada de São Tomé e Príncipe. Atuou como professor na Universidade Aberta do Brasil (UNB) e no Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília (CIVEBRA).

    Foto: Divulgação
     
    Marcos Britto é músico e baterista profissional desde 1987. Ex-professor de bateria da Escola de Música de Brasília, fundador da Drummer Academia de Bateria e autor do livro “Brazilian Drummer – Aprofundamento Técnico e Rítmico para Bateristas” (2021). Idealizador do Síncope – Simpósio de Bateristas e Percussionistas de Brasília e Região Centro-Oeste. Tocou com diversos artistas no Brasil e exterior, incluindo Cassia Eller e João Donato, e trabalhou em festivais de jazz na Europa. Fundador e diretor da Banda Satisfaction, atuante há mais de 23 anos em Brasília, e co-criador do projeto MC Jazz.

    Ticho Lavenère começou a tocar bateria aos dez anos em 1978, com estudos aprofundados na Escola de Música de Brasília. Mestre e Licenciado em Música pela UnB, atuou com artistas como Zizi Possi e Guilherme Arantes, e com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional. Integrante fundador do quarteto Marakamundi, apresentou-se e fez workshops em vários países. Autor de um livro de bateria, é professor há mais de 30 anos e co-organizador do Síncope.

    Daniel Oliveira tocou com artistas como Ivan Lins e Jorge Versilo, e estudou na Berklee College Of Music. Apresentou-se em universidades dos EUA e coordenou o programa de bateria no Instituto de Bateria Vera Figueiredo. Colunista da revista “Batera e Percussão”, autor de 7 livros de bateria, é professor e proprietário do Instituto Daniel Oliveira de Bateria, e co-organizador do Síncope.

    Lirys Catharina é multi-artista, compositora, cantora, percussionista popular e produtora musical de Brasília. Regente de maracatu e puxadora de samba de coco, reflete as raízes culturais de Brasília e do Brasil em sua música. Tocou com nomes como Rapper Rapadura e gravou com artistas nacionais. Criadora do 1/4 estúdio, trabalha em projetos como o próximo CD de Martinha do Coco.

    Gabriel Carneiro é músico, pesquisador e professor, especializado em pandeiro. Atuou com grupos como Choro pra Cinco e Tiago Tunes Quinteto. Licenciado e Mestre em Música e História pela UnB, é professor na Escola de Choro Raphael Rabello e na Secretaria de Educação do DF, ministrando cursos sobre História, Música e Sociedade do Brasil.

    Nathália Marques é percussionista orquestral e popular, arranjadora e professora, formada pela Escola de Música de Brasília. Atua tanto na Orquestra Filarmônica de Brasília quanto com grupos populares como Samba da Malandra e Regional Segura Elas. Graduada em Música em 2021, participa de diversos projetos musicais na cidade.

    Serviço: 3º Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste
    Quando: 24, 25 e 26 de julho de 2024, na Escola de Música de Brasília (CEP/EMB, 602 Sul),
    Programação e inscrições (link): Sympla – Sincope 2024
    Instagram (link): @sincope.bateria.e.percussao

  • Núcleo Bandeirante terá Avenida Central reformada e com mais acessibilidade

    Núcleo Bandeirante terá Avenida Central reformada e com mais acessibilidade

    Primeira etapa do projeto da Seduh prevê novas calçadas, rampas e rotas acessíveis

    A Avenida Central do Núcleo Bandeirante será reformada, levando à população calçadas com mais acessibilidade e estacionamentos reorganizados. A primeira etapa do projeto de sistema viário para o local foi aprovada pela portaria n° 61, elaborada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh) e publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (24).

    Na projeção, via principal da cidade terá quatro trechos renovados, em mais de 2 km de extensão | Arte: Divulgação/Seduh

    A via é a principal da região administrativa, com 2,26 km de extensão e vários comércios ao longo da pista. Para ser elaborado de forma mais prática e viável, o projeto da Seduh para a avenida foi dividido em quatro trechos. O primeiro servirá de modelo para os demais, tendo início na ponta da Vila Divinéia e indo até o primeiro balão na altura do posto de combustíveis San Remi.

    Acessibilidade em foco

    O projeto prevê a ampliação das calçadas, com algumas próximas às residências chegando até 2 metros de largura, privilegiando a passagem de pedestres e cadeirantes. Ao longo desse primeiro trecho, serão construídos 2.112 metros de novas calçadas acessíveis, além de rampas, rotas acessíveis em ambos os lados da pista e espaços compartilhados para circulação de pedestres e bicicletas.

    Antes de iniciar o projeto, a equipe técnica da Seduh fez um levantamento da situação atual e constatou problemas de acessibilidade, dificuldade de travessia de pedestres, calçadas estreitas e desniveladas e piso irregular, entre outros problemas.

    “A proposta para a Avenida Central prioriza as demandas encaminhadas pela comunidade local e estabelece como principal diretriz a acessibilidade nas calçadas ao longo da avenida, principalmente perto das paradas de ônibus e dos pontos de travessia, já que a circulação de pedestres é muito presente nesses locais”, avalia o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura da Seduh, Vitor Recondo.

    Sistema viário

    O projeto também prevê a recuperação de 1.260 m² de áreas verdes e a readequação dos estacionamentos públicos próximos ao canteiro central e dos edifícios comerciais. Dessa forma, atenderá à demanda local com 352 vagas de estacionamento para carros, motos, paraciclos, idosos e pessoas com deficiências (PcDs).

    “A revitalização da Avenida Central já era aguardada com grande expectativa pelos comerciantes, pois trará mais conforto não só para os moradores da região, mas também para todos os que frequentam o comércio local”, afirma o administrador do Núcleo bandeirante, Claudio Márcio de Oliveira. “A acessibilidade será aprimorada e a questão do estacionamento será resolvida, tornando tudo mais tranquilo.”

    Após a publicação da portaria nº 61, a primeira etapa do projeto de sistema viário será enviada à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para elaboração dos projetos executivos e complementares, que possibilitarão a execução das obras. Enquanto isso, as demais etapas que contemplam o restante da avenida continuam em análise na Seduh.