Categoria: Cidades

  • Caravana Solidária leva brinquedos e alegria a crianças da Estrutural nesta terça-feira (8)

    Caravana Solidária leva brinquedos e alegria a crianças da Estrutural nesta terça-feira (8)

    Evento no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) faz parte da campanha Vem Brincar Comigo

    A corrente de solidariedade da campanha Vem Brincar Comigo terá mais um importante capítulo nesta terça-feira (8). Neste dia, será promovida a Caravana Solidária, com a doação de brinquedos a crianças da Cidade Estrutural, em evento marcado a partir das 10h no  Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da cidade.

    Quem quiser participar pode fazer uma doação de brinquedo até quinta-feira (10), em diferentes pontos de coleta | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Na quinta-feira (3), a Vem Brincar Comigo arrecadou 20 mil brinquedos, superando seu próprio recorde do ano anterior, quando foram reunidos 16 mil brinquedos. Todos os itens arrecadados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) serão destinados a crianças cadastradas no programa ou atendidas por instituições socioassistenciais.

    Idealizadora  da campanha coordenada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha vai comparecer ao evento de terça-feira (8) no período da tarde, assim como o governador Ibaneis Rocha.

    Doações

    As doações podem ser feitas até quinta-feira (10), em pontos de coleta espalhados por diversos órgãos do GDF e nos batalhões do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). A participação da população é fundamental, conforme ficou registrado nas quatro edições anteriores da campanha, onde foram arrecadados e distribuídos 95 mil itens.

    Podem ser doados brinquedos novos ou usados em bom estado. Os usados devem ser higienizados com álcool 70% e acondicionados em sacos transparentes. Já os novos podem ser mantidos em suas caixas originais.

    As crianças beneficiadas são atendidas por instituições do DF ou pertencem a famílias em situação de vulnerabilidade cadastradas na campanha. Além da arrecadação, a campanha Vem Brincar Comigo também proporciona momentos de lazer e diversão em grandes eventos da cidade. Este ano, as primeiras ações ocorreram durante o Festival Na Praia, reunindo mais de 1,6 mil crianças de instituições sociais.

  • Brasília recebe os Jogos Universitários Brasileiros de 2024 a partir de quarta-feira (9)

    Brasília recebe os Jogos Universitários Brasileiros de 2024 a partir de quarta-feira (9)

    Maior evento de esporte universitário da América Latina receberá mais de 6 mil atletas na disputa em 31 modalidades

    Brasília sediará a maior etapa dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) de 2024, que ocorrerá de 9 a 19 de outubro. Com o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF), a competição, organizada pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), reunirá mais de 6 mil atletas de todo o país, disputando 31 modalidades e consolidando-se como o maior evento de esporte universitário da América Latina.

    As competições incluem modalidades como atletismo, badminton, basquete, futebol eletrônico, futsal, judô, natação e vôlei, entre outras. Os locais que receberão os jogos incluem a piscina reformada do Complexo Esportivo Mané Garrincha e a nova pista de atletismo da Universidade de Brasília (UnB). O Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) abrigará a maior parte da estrutura do evento.

    O secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, ressaltou o compromisso da secretaria com o paradesporto e o esporte universitário. “A realização do JUBs em Brasília demonstra nosso empenho em promover o esporte e a inclusão por meio do paradesporto, reforçando a posição da capital como um centro de referência para grandes competições,” afirmou.

    O programa esportivo desta edição inclui quatro modalidades paradesportivas: atletismo, badminton, natação e tênis de mesa. A inclusão do paradesporto visa ampliar as oportunidades para atletas de alto nível, oferecendo uma vitrine para que sejam observados e selecionados para competições internacionais, como os Jogos Mundiais Universitários de Verão, que acontecerão em 2025.

    “O Jubs traz para nossa cidade uma oportunidade para que esses jovens conheçam a capital do país. Durante os jogos, disponibilizamos um city tour com o intuito de apresentar a cidade, além de apresentações culturais com artistas locais. O programa de qualificação fortalece a experiência dos atletas. É importante que os hotéis recebam esses atletas da melhor maneira, para despertar em cada um o sentimento de acolhimento e receptividade. Queremos que esses jovens retornem com suas famílias em um outro momento para desfrutar ainda mais da nossa capital”, afirma o secretário de Turismo do DF

    Luciano Cabral, presidente da CBDU, afirmou que o evento promete ser o maior de todos os tempos e se reafirma como o maior do desporto educacional no Brasil. “Esta edição, já histórica por sua magnitude, terá um impacto significativo na economia local, envolvendo 20 hotéis e promovendo o comércio e o turismo. O evento também contará com a presença de participantes da China, elevando a visibilidade de Brasília no cenário internacional”, disse Cabral.

  • Casamento Comunitário oficializa união de 91 casais no Pontão do Lago Sul

    Casamento Comunitário oficializa união de 91 casais no Pontão do Lago Sul

    Sacramento do matrimônio ocorreu no entardecer deste domingo (6)

    Mais de 90 casais subiram ao altar para dizer o tão esperado “sim” um ao outro. Às margens do Lago Paranoá, o Pontão do Lago Sul foi o local escolhido para proporcionar um momento especial e inesquecível aos selecionados da segunda edição do Casamento Comunitário de 2024. O sacramento do matrimônio foi oficializado no entardecer deste domingo (6) e os noivos contaram com trajes, buquês, doces, cabelo e maquiagem, transporte, além de sorteios de brindes.

    O Casamento Comunitário foi instituído pelo Decreto nº 41.971, de 7 de abril de 2021 | Foto: Joel Rodrigues/Agência BrasíliaOrganizado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o espaço foi decorado com flores e os noivos tiveram direito a música ao vivo e marcha nupcial.

    “É uma alegria estar mais uma vez na 10° edição do Casamento Comunitário. Conseguimos praticamente dobrar o número de casais e aproveitar esse cenário tão bonito e essa estrutura montada pelo GDF para o grande dia. Também aumentamos o número de parceiros, que sonham junto com todos nós”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

    Acompanhados por autoridades locais e convidados dos casais, os responsáveis por oficializar a união dos noivos foram os juízes de paz Mirtala Carvalho Delmondez, do cartório de Sobradinho; Carla Cristina Garcia Andrade, de Taguatinga; e Josicélia do Nascimento Ramos de Sousa, de Samambaia.

    Todos os contemplados ficaram isentos dos custos e tiveram acesso a vestido de noiva, terno, buquê e maquiagem concedidos pelo governo e por parcerias com a sociedade civil e a iniciativa privada, a exemplo do Sistema S – o preparo das noivas ficou a cargo do Senac, no Setor Comercial Sul.

    “O Senac é uma escola de formação profissional que prepara profissionais para o mercado de trabalho e a participação junto ao GEF aperfeiçoa o aprendizado dos alunos, preparando as noivas do ponto de vista de maquiagem, cabelo e ajuste no vestuário. São profissionais que estão entrando no mercado de trabalho realizando o sonho das pessoas de ter o casamento formal no Pontão do Lago Sul”, defendeu o diretor regional Senac-DF, Vitor Corrêa.

    Lanaya Ribeiro e Sérgio Rodrigues: “O Casamento Comunitário foi um pontapé para a gente oficializar nosso relacionamento”, disse o autônomo”, disse Sérgio

    O Casamento Comunitário foi instituído pelo Decreto nº 41.971, de 7 de abril de 2021. Desde a primeira edição, em 2020, a política pública tem como objetivo garantir os direitos civis aos noivos e estimular o convívio familiar. O programa é voltado para casais residentes no DF, hipossuficientes e que desejam a habilitação, o registro e a certidão de casamento.

    Sonho realizado

    “Eu estou maravilhada com essa oportunidade única que o GDF está dando para nós. Não é todo mundo que tem condições de realizar o sonho de se casar na beira do Lago. E além de tudo, disseram que esse vestido meu eu to sendo a primeira a vesti-lo. Estou me sentindo ainda mais especial e única”.

    O relato é da comerciante Lanaya Ribeiro, de 28 anos. Ela vai dizer o tão esperado “sim” ao seu esposo, Sérgio Rodrigues, 20. “É muito bom estar aqui para celebrar a nossa união. Isso é uma benção. O Casamento Comunitário foi um pontapé para a gente oficializar nosso relacionamento”, disse o autônomo.

    A emoção também tomou de conta da Micaele Dias, 26, e seu futuro esposo, Fernando Gabriel da Silva, 46. Grávida de seu primeiro filho, a cabeleireira revelou estar empolgada: “Eu estou me sentindo realizada. Toda mulher que estivesse no meu lugar se sentiria assim, principalmente com um casamento com tudo pago pelo governo. O meu sonho se realizou”.

    “Quando eu estava descendo as escadas da Rodoviária do Plano Piloto e recebi o panfleto do Casamento Comunitário, aquilo foi um sinal de Deus. Foi uma emoção muito grande, porque a nossa condição financeira era zero. Não temos dinheiro. As expectativas de vida a partir de agora são as melhores possíveis”, disse o esposo Fernando.

  • Com a proximidade do período chuvoso, motoristas devem redobrar os cuidados ao dirigir

    Com a proximidade do período chuvoso, motoristas devem redobrar os cuidados ao dirigir

    Reduzir a velocidade, manter a distância e fazer a revisão dos veículos são algumas das orientações para evitar acidentes durante a temporada de chuvas

    Após um longo período de seca, a temporada de chuvas está prestes a começar no Distrito Federal. A chegada dessa época requer mais atenção no trânsito devido ao asfalto molhado e à baixa visibilidade, que aumentam o risco de acidentes. Para evitar incidentes, a prevenção é a melhor estratégia.

    O período chuvoso exige cuidado redobrado no trânsito; para evitar acidentes, a prevenção é a melhor estratégia | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Reduzir a velocidade e manter uma distância segura entre os veículos são algumas das diretrizes sugeridas pela gerente de Ação Educativa do Departamento de Trânsito (Detran-DF), Magda Brandão. “O motorista precisa ficar atento com o asfalto, porque após um período muito longo de seca, o pavimento acumula poeira e resíduos que, misturados com a chuva, podem favorecer a perda do contato do pneu com o solo e o deslizamento”, explica.

    Em casos de chuva intensa, a recomendação é que os motoristas evitem dirigir, se possível. “A forma mais correta e segura é procurar um estacionamento regular para parar, no caso de chuva muito forte. O motorista não pode parar no acostamento e nem próximo à via, porque pode causar um acidente”, revela a gerente. Quando não for possível parar, Magda sugere reduzir a velocidade, aumentar a atenção e manter os vidros desembaçados, utilizando o ar-condicionado, o desembaçador ou abrindo um pouco as janelas.

    Arte: Agência Brasília

    Revisão dos veículos

    Mais importante do que estar preparado para dirigir durante as chuvas é garantir que os veículos estejam em boas condições, como forma de prevenir incidentes. Recomenda-se que os condutores façam a revisão dos carros antes da chegada das chuvas. É essencial verificar o estado dos pneus, das palhetas do limpador de para-brisa, dos faróis e dos freios.

    “A recomendação é uma revisão completa, a começar pelo estado dos pneus. A calibragem é outro ponto extremamente importante. Porque o que dá aderência e estabilidade ao veículo é o contato do pneu com o solo. Também sugerimos verificar o alinhamento da direção, os freios, os limpadores e os faróis”, afirma Magda.

    O Detran-DF conta com um programa específico para auxiliar a população a verificar a situação dos pneus, que será intensificado nas próximas semanas. Batizado de Pneu Seguro, o projeto percorrerá o Distrito Federal com ações em shoppings, estacionamentos e locais de grande circulação para ensinar o motorista a avaliar o item a partir do trabalho educativo dos agentes de trânsito.

  • Programa de adoção dá novos lares a animais de grande porte no Distrito Federal

    Programa de adoção dá novos lares a animais de grande porte no Distrito Federal

    Com uma média anual de 270 bichos resgatados em vias públicas no DF, Secretaria de Agricultura promove encontro entre bichos que sofreram maus-tratos ou abandono e seus novos tutores

    A adoção de animais de grande porte resgatados tem se tornado uma alternativa importante para dar uma nova vida a equinos e bovinos que sofreram maus-tratos ou abandono. Os adotantes podem oferecer os cuidados necessários e aliviar lotações em abrigos. Realizando um trabalho de resgate e uma ponte com quem tem interesse em adotar, o Governo do Distrito Federal (GDF) disponibiliza os bichos apreendidos por meio do projeto Adote um Animal.

    Criado em 2020, o programa da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) tem uma média anual que gira em torno de 270 resgates. Sob custódia do Estado, os animais recebem alimentação e cuidados veterinários. Eles são apreendidos em ações de fiscalização da Seagri por diversos motivos, principalmente por estarem soltos em vias públicas – o que é um risco tanto para eles, que podem ser atropelados ou vítimas de maus-tratos, quanto para quem trafega pelas vias, podendo resultar em graves acidentes de trânsito.

    Programa Adote um Animal alimenta e dá tratamento veterinários aos bichos antes de eles serem adotados | Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília

    Ao ser notificada da ocorrência, que pode ser efetuada por meio de chamados e denúncias da população, a Seagri envia equipes ao local com maquinário adequado e servidores qualificados para fazer o recolhimento dos bichos. Após a apreensão, os proprietários têm até 30 dias para reivindicar a posse dos resgatados. Caso não o façam, eles são direcionados à Gerência de Apreensão.

    Após serem resgatados, os animais passam por um processo de triagem inicial, onde são colocados em um piquete de espera. Lá, eles passam por avaliação veterinária, feita em parceria com o Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (UnB), para determinar a condição clínica – se estão debilitados ou precisam de um tratamento diferenciado. Em seguida, recebem microchip e são separados em currais onde aguardam restituição ou adoção. Nessa fase, passam por inspeções veterinárias detalhadas e por períodos de quarentena, a fim de monitorar possíveis manifestações clínicas de doenças.

    Redução de casos

    Alesson Macena: “Os carroceiros não deixam mais tantos bichos soltos nas vias porque não há mais uma impunidade. Antes, acontecia de buscarem um animal e, no outro mês, deixá-lo solto de novo na BR”

    De acordo com o chefe de núcleo operacional logístico e administrativo do curral da Seagri, Alesson Macena, a maioria dos animais chega bastante machucada e debilitada, geralmente tendo sido usada em carrocerias no passado. O gestor reforça a importância da Portaria nº 171, instituída em julho de 2024, que dispõe sobre os critérios de restituição e colabora para inibir práticas de abandono.

    “Os carroceiros não deixam mais tantos bichos soltos nas vias porque não há mais uma impunidade. Antes, acontecia de buscarem um animal e, no outro mês, deixá-lo solto de novo na BR”, detalha. Alesson destaca que houve queda de bichos soltos nas vias públicas em julho deste ano e reforça as regras implementadas pela nova portaria, como a impossibilidade de uma pessoa que já retirou um resgatado da unidade poder adotar mais um ou retirar o mesmo novamente.

    Atualmente, quatro equinos estão disponíveis para adoção na unidade, que já chegou a abrigar 70 bichos em um único mês

    Segundo o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), este ano foram registrados dois acidentes de trânsito envolvendo grandes animais, sendo um deles fatal. “Nosso objetivo é tirar esses bichos de vias e logradouros públicos. Além dos acidentes que podem causar, eles também podem acabar comendo lixo – o que não só causa poluição e bagunça nas residências, mas também pode fazer mal ao organismo do animal”, ressalta.

    Atualmente, quatro equinos estão disponíveis para adoção na unidade, que já chegou a abrigar 70 bichos em um único mês. “Tiveram muitos interessados nesses últimos meses e a maioria dos adotantes quer o animal para monta ou estimação em suas propriedades, tratando dos que sofreram maus-tratos e fazendo o bem”, observa o gestor.

    Como adotar

    Para adotar os animais de grande porte disponíveis no curral da Seagri, os interessados devem comparecer à sede da pasta, portanto comprovante de residência, carteira de identidade e cadastro de pessoa física (CPF). Também é necessário preencher formulários de responsabilidade, juntamente com informações detalhadas sobre a propriedade e finalidade da adoção. Caso o cadastro seja aprovado, a adoção é autorizada e o adotante terá direito a três visitas de veterinários da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) para garantir que o resgatado esteja recebendo os cuidados adequados em seu novo lar.

  • Mais de cem militares, 12 viaturas e aeronave atuam no combate ao incêndio no Guará

    Mais de cem militares, 12 viaturas e aeronave atuam no combate ao incêndio no Guará

    Sob suspeita de que tenha sido causado de forma criminosa, bombeiros trabalham para erradicar as chamas no Parque Ezechias Heringer

    Mais de cem militares do Corpo de Bombeiros do DF (CBMDF) trabalham no combate às chamas que atingem o Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará. Com o emprego de 12 viaturas e uma aeronave, os bombeiros atuam no local desde às 11h deste sábado (5). A suspeita é de que o incêndio tenha sido causado de forma criminosa.

    “Há indícios de que uma pessoa tenha colocado fogo na área. O incêndio estava controlado e de repente começou a surgir um novo foco. Um suspeito foi preso, em flagrante, ateando fogo na região”, relatou o comandante operacional do CBMDF, coronel Pedro Anibal.

    Segundo o militar, o local abriga pessoas que trabalham com materiais recicláveis, que servem de combustão para o alastramento das chamas. “Ali tem muito catador que armazena pneu, plástico e papelão, por exemplo, por isso a gente vê uma fumaça mais escura”, esclareceu o coronel Anibal.

    No momento, as equipes continuam trabalhando para controlar as chamas e erradicar os focos de incêndio. “É uma região mais delicada para atuarmos justamente pela quantidade de materiais recicláveis e pelo tipo de vegetação também, considerada mais alta e com muito capim exótico. Tudo isso provoca chamas muito altas”, conclui o coronel.

  • Última edição de temporada de shows no Parque da Cidade tem programação especial

    Última edição de temporada de shows no Parque da Cidade tem programação especial

    “Pôr do Sol no Parque” terá shows de artistas locais no sábado e domingo, no Estacionamento 11; evento se firmou entre as grandes atrações do calendário da cidade

    O Parque da Cidade Sarah Kubitscheck receberá, neste fim de semana, a última edição da temporada do evento “Pôr do Sol no Parque”. A programação começa no sábado (5) e se encerra no domingo (6), a partir das 16h. Iniciado em abril deste ano, o evento se consolidou como um dos mais aguardados no calendário da cidade, promovendo apresentações culturais ao ar livre.

    A programação deste fim de semana inclui shows de artistas locais, como Pagode do Béli, Nego Regis, Viano Dueto e Luno Sax, todos gratuitos e abertos ao público. O evento marca o encerramento do “pôr do sol especial” que agradou os brasilienses ao longo de seis meses.

    Segundo o secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, a ação reforça o compromisso de oferecer espaços de lazer acessíveis à população. “Estamos empenhados em garantir que o Parque da Cidade continue sendo um ponto de encontro para todos, promovendo saúde, lazer e cultura em um ambiente acolhedor”, destacou o gestor.

    A previsão é que o evento retorne em maio de 2025, dando continuidade ao sucesso desta temporada, que reuniu famílias, jovens e visitantes de todas as idades em um dos principais cartões-postais de Brasília.

    O administrador do Parque da Cidade, Todi Moreno, reforçou a importância do evento. “O pôr do sol se tornou um dos eventos mais esperados, fortalecendo a relação da população com o parque e criando memórias positivas para os frequentadores”, comentou.

    Programação

    Sábado
    – 16h10: Pagode do Béli
    – 18h10: Nego Regis

    Domingo
    – 16h10: Viano Dueto
    – 18h15: Luno Sax
    – 19h15: Nego Regis

    Local: Estacionamento 11, Parque da Cidade, Brasília, DF

  • Corredor da Rodoviária da Asa Sul recebe novo pavimento rígido em concreto

    Corredor da Rodoviária da Asa Sul recebe novo pavimento rígido em concreto

    Mais resistente e durável, o material é adequado para trechos onde há deslocamento de veículos pesados, já que produz menos ondulações e desníveis em relação ao asfalto

    As obras de construção do corredor exclusivo de ônibus que faz a ligação do Setor Policial Sul com a Rodoviária da Asa Sul chegaram à etapa final de instalação do novo pavimento da via, que passará a ser inteiramente de concreto. Mais resistente e durável, o material é adequado para trechos onde há deslocamento de veículos pesados, já que produz menos ondulações e desníveis em relação ao asfalto tradicional.

    Troca do pavimento, execução de drenagem, sinalização e paisagismo têm investimento de mais de R$ 13 milhões | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

    O investimento na troca do pavimento do corredor é de R$ 13,2 milhões. O montante também contempla a execução da drenagem, sinalização horizontal e vertical, além do paisagismo. A expectativa é garantir um deslocamento mais seguro e confortável a 45 mil pessoas todos os dias, entre motoristas e usuários de transporte público.

    “Com esse trecho concluído, restará apenas a ligação do Setor Policial com a Epig para darmos funcionalidade a todo esse novo corredor de ônibus. Ele vai diminuir bastante o tempo de deslocamento de quem utiliza ônibus, além de aliviar o trânsito para os demais condutores”, destaca o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro.

    O titular da pasta explica que o corredor é construído em paralelo às faixas existentes. “Com isso, poderemos liberar uma das faixas também para tráfego do carro de passeio. A via passará a ter três faixas para veículos menores e uma exclusiva para o transporte coletivo”.

    A troca do pavimento antecede a execução dos serviços complementares da obra. “Finalizada a concretagem, iremos para a parte de acabamento e urbanização da obra, com a instalação de meio-fio, abertura de boca de lobos e plantio de grama”, detalha o engenheiro João Vitor Ramos, executor do contrato.

    A obra, dividida em duas partes por questões de logística e segurança, teve início pelo trecho entre o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar e a estação rodoviária, onde foram construídos e entregues dois viadutos. Quando concluído, o complexo vai facilitar o percurso que leva ao Aeroporto de Brasília, Eixo L, W3, L2 e L4 Sul.

    Após a finalização da concretagem, equipes vão atuar em serviços como instalação de meios-fios, abertura de bocas de lobo e plantio de grama, segundo o executor do contrato, João Vítor Ramos

    Histórico

    A execução do corredor exclusivo estava paralisada desde abril de 2023 em virtude da rescisão do contrato com a empresa responsável e, com a chegada da estiagem, foi assinada uma nova ordem de serviço para dar continuidade aos trabalhos.

    Na ocasião, a Secretaria de Obras e Infraestrutura rescindiu contrato firmado com a empresa Concrepoxi Engenharia que celebrava a construção de dois viadutos no Setor Policial Sul, a execução de 850 metros de redes de drenagem e 2 km de pavimentação. O acordo previa o investimento de R$ 8 milhões em obras.

    Quando concluído, o complexo vai facilitar o percurso que leva ao Aeroporto de Brasília, Eixo L, W3, L2 e L4 Sul

    À época, estavam pendentes de execução serviços como a instalação de pavimento rígido em trecho que vai dos viadutos à estação de ônibus, além de sinalização vertical e horizontal e paisagismo.

    A empresa descumpriu cláusulas contratuais e promoveu atrasos injustificados no cronograma de obras estabelecido. Também paralisou a execução de serviços sem justa causa, configurada pela falta de pessoal e maquinário no canteiro de obras desde o início deste ano, e ainda deixou de executar serviços previstos em contrato, de forma total ou parcial, no valor de R$ 1,2 milhão.

  • Aprovada a reforma nas quadras 711 e 712 da W3 Norte

    Aprovada a reforma nas quadras 711 e 712 da W3 Norte

    Avenida terá mais acessibilidade, calçadas amplas e praças renovadas

    “Com as quadras 711 e 712, concluímos a etapa de aprovação de projetos para toda a W3 Norte”, afirmou o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura da Seduh-DF, Vitor Recondo. “O objetivo é reformar uma das principais avenidas de Brasília, assim como foi feito na W3 Sul, com foco na acessibilidade e na recuperação de áreas de convivência, rotas de pedestres e espaços públicos degradados, como as praças”, ressaltou.

    Na etapa 711 e 712, serão construídos 10.462,09 m² de calçadas acessíveis, com a recuperação de 2.027,97 m² de áreas verdes e o plantio de 71 árvores. Também é prevista a reorganização das áreas de estacionamento público, que atualmente prejudicam a acessibilidade. Esses espaços terão demarcação mais eficiente e serão interligados com os bolsões de estacionamento. Juntas, as quadras 711 e 712 terão 419 vagas para veículos, 62 para motos e 82 para bicicletas.

    É esperada ainda a criação de espaços compartilhados entre pedestres e ciclistas, sinalização tátil a partir das paradas de ônibus e em todos os blocos comerciais, além de praças com mais arborização e mobiliário urbano. Também é planejada a construção de calçadões ligando as paradas de ônibus da W3 às quadras residenciais, facilitando o acesso de quem passa pelo local.

    Além disso, são previstas travessias e plataformas elevadas para facilitar o percurso de pedestres e ciclistas que circulam diariamente entre as quadras, com a reconfiguração da via interna entre os blocos comerciais — conhecida como W3 e meia — como área sinalizada e compartilhada entre carros e pedestres, com velocidade máxima de 30 km/h, chamada de Zona 30. O objetivo é tornar a circulação mais segura para todos os transeuntes e veículos.

    Modelo

    A iniciativa segue as diretrizes do projeto das quadras 707 e 708 do SCLRN, aprovado em janeiro, que serviu como modelo para a reforma de toda a W3 Norte e foi replicado nas demais quadras da avenida, com adaptações às particularidades de cada área.

    Para viabilizar essa reforma, a W3 Norte foi dividida em sete trechos, cujas aprovações ocorreram separadamente. Em junho, foram das quadras 702, 703, 704, 715 e 716. Em julho, das quadras 709 e 710. Em setembro, foi a vez das quadras 713, 714, 705 e 706.

    Após a publicação da portaria, o processo será encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para a elaboração dos projetos executivos e complementares, possibilitando a execução das obras.

  • Febre maculosa: tudo que você precisa saber sobre a doença no DF

    Febre maculosa: tudo que você precisa saber sobre a doença no DF

    Secretaria de Saúde alerta sobre os cuidados que a população deve tomar para evitar contato com um carrapato infectado

    O tempo seco e quente no Distrito Federal é um aviso para tomar cuidado com a febre maculosa — doença infecciosa causada pela bactéria do gênero Rickettsia, transmitida pela picada do carrapato-estrela. É na estiagem que aumenta a reprodução e proliferação desses aracnídeos, que podem estar infectados com a doença. O tema ganhou visibilidade após a Secretaria de Saúde (SES-DF) confirmar dois pacientes do DF detectados com a febre maculosa.

    Monitoramento das capivaras no Lago Paranoá identificou que maior parte dos carrapatos não vem diretamente delas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Até o momento, no DF, este ano, houve notificação de 59 casos –  40 descartados, 17 em investigação e dois confirmados. Esses são os primeiros registros desde o início do monitoramento da doença em 2007. Embora os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) façam o acompanhamento constante dos animais considerados hospedeiros da doença, é importante que a população saiba reconhecer os sintomas para o tratamento precoce.

    Segundo a SES-DF, os possíveis pontos onde houve a contaminação da doença passarão por uma inspeção. “Faremos a coleta de carrapatos nos locais prováveis de contágio para identificar qual a bactéria que causou a doença e fechar o ciclo de investigação”, detalha o subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos.

    Artes: Fábio Nascimento/Agência Brasília

    Prevenção

    Não há vacina para prevenir a contaminação de febre maculosa. Todavia, existem cuidados que podem diminuir a ocorrência de carrapatos em um ambiente. A maneira mais eficaz de controlar a presença desses aracnídeos é manter a vegetação aparada, principalmente em períodos de altas temperaturas e umidade baixa — já que o carrapato depende de boas condições para sobreviver, e, com a roçagem, este ciclo é interrompido em até 99% dos casos.

    A principal medida para combater a contaminação é evitar transitar em locais propícios à presença de carrapatos, como ambientes próximos a corpos d’água (rios e lagos, por exemplo). Esses locais costumam ser visitados por vários outros animais, o que pode favorecer a disseminação de carrapatos na vegetação.

    Recomenda-se andar em calçadas ou em locais asfaltados. Ao frequentar parques, o visitante deve tomar alguns cuidados para se prevenir. “Evite andar na grama, priorize lugares com calçadas”, recomenda a veterinária Luísa Helena Rocha, chefe da Assessoria de Biodiversidade e Proteção Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF). “Use roupas longas de proteção. A cada duas horas é importante verificar se não pegou nenhum carrapato. É importante manter sempre em dia os cuidados com os animais domésticos, vigiando e fazendo o controle contra esses aracnídeos”.


    Sintomas

    Para levantar a suspeita de febre maculosa, o paciente deve apresentar febre, dor de cabeça e manchas pelo corpo. Esses sintomas aparecem somente após o período de incubação da doença, que pode levar até 14 dias. Para o reforço da suspeita de contaminação, os sintomas precisam estar associados a algum contexto em que o paciente tenha tido contato com carrapatos.

    A partir da notificação de um caso suspeito na unidade pública de saúde, a vigilância epidemiológica instaura um inquérito ambiental, em que se verifica os possíveis locais onde essa pessoa esteve e se a doença foi contraída no DF ou em outro estado.

    Tratamento

    Se apresentar os sintomas aliados ao histórico de contato com carrapato, o paciente deve procurar, o mais rápido possível, qualquer unidade básica de saúde (UBS) da rede. A suspeita de que esteja com febre maculosa já permite que o médico inicie o tratamento com antibiótico antes mesmo da confirmação, tendo em vista as chances de cura no estágio precoce da contaminação.

    “Assim que o médico suspeita de febre maculosa, o tratamento precisa ser iniciado imediatamente, porque é isso que vai definir uma evolução de melhora, evitando complicações”, reforça o subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos. “A simples suspeição já permite que se comece com o antibiótico, mesmo sem o diagnóstico confirmado.”

    O critério de confirmação da febre maculosa é específico: deve-se fazer o exame de sorologia em dois momentos, um imediatamente à suspeição clínica e outro a partir de 15 dias. Os resultados dos dois exames são comparados, e, se houver aumento na titulação das células de defesa, confirma-se a infecção.

    O profissional que suspeitar de febre maculosa em algum paciente deve notificar as autoridades de saúde em até 24 horas.

    Pesquisa científica

    O GDF deu mais um passo nas ações que visam ao Estudo de Monitoramento e Proposta de Manejo de Capivaras e Carrapatos no Lago Paranoá. A organização da sociedade civil (OSC) responsável por dar andamento à pesquisa já foi selecionada. O trabalho será desenvolvido em três anos, ao custo total de R$ 1,5 milhão.

    No último ano, a Sema-DF coordenou a mesma pesquisa.  Os resultados obtidos após 15 meses de análises geraram dados suficientes para estimar o número de capivaras presentes na orla, identificar os pontos de maior concentração dos animais, entender os mecanismos de reação com aproximação dos seres humanos e diagnosticar as espécies de carrapatos.

    “No último estudo, identificamos que não existe uma superpopulação de capivaras no DF e que apenas 25% do lago é ocupado por elas”, afirma o biólogo Thiago Silvestre, do Instituto Brasília Ambiental. “Além disso, a pesquisa mostrou que o local onde houve maior abundância de carrapatos em uma coleta foi em um ponto onde nenhuma capivara foi avistada, na Estação de Tratamento de Esgoto Norte, o que significa que talvez existam outros hospedeiros.”

    Agora as pesquisas terão continuidade para além do Lago Paranoá. Além de cavalos e cachorros, os animais que vivem em regiões fronteiriças com o DF também serão alvos dos pesquisadores.

    O grupo também fará um estudo da viabilidade genética para inferir sobre a proporção da variação genética devida às diferenças entre grupos e dentro de cada grupo de capivara, bem como verificar as relações de parentesco entre indivíduos. “Um dos principais focos desse segundo estudo é ver se as capivaras analisadas infectadas portam a febre maculosa grave ou mais branda”, ressalta Thiago Silvestre.