Categoria: Cidades

  • Suspeito de atear fogo em morador de rua é preso na Asa Sul

    Suspeito de atear fogo em morador de rua é preso na Asa Sul

    De acordo com a polícia, o suspeito, conhecido como Jamaica, confessou o crime durante o interrogatório. O delito é tratado como homicídio qualificado, sem possibilidade de reação da vítima, que estava dormindo

    Cerca de oito horas após um homem ter sido morto e carbonizado próximo à Rua das Farmácias, na 302 Sul, policiais da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) prenderam um suspeito de cometer o homicídio.

    Conhecido como Jamaica, 34 anos, o suspeito confessou o crime, que teria sido motivado por ameaças feitas pela vítima, identificada como Joelson Rego, 29. “Ambos eram viciados em crack, e Joelson, segundo o autor, o obrigava a conseguir drogas para ele. Quando Jamaica não conseguia, a vítima o ameaçava, dizendo que ia matá-lo e atear fogo no corpo”, relata Jonatas Silva, delgado-chefe da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), que investiga o caso.

    Nesta quinta-feira (11/8), por volta das 3h, Jamaica diz ter sido ameaçado novamente antes de esfaquear a vítima quatro vezes no pescoço. Em seguida, ele arrastou o cadáver até a área verde do local, cobriu o corpo com cobertores e ateou fogo.

    Na delegacia, o suspeito foi interrogado e demonstrou frieza ao falar sobre o ocorrido. “Ele se mostrou bastante calmo, contou todo o crime, dizendo também que agiu sozinho. Somente perguntou quantos anos ficaria preso”, conta o delegado Isac Azevedo, que participou do interrogatório.

    O crime é tratado como homicídio qualificado, sem possibilidade de reação da vítima, que estava dormindo. O autor também pode ser indiciado por ocultação de cadáver. A pena prevista para o crime é de 20 a 30 anos de prisão.

    Fonte: CB

  • Saidão do Dia dos Pais libera 1.988 presos no DF nesta quinta (11/8)

    Saidão do Dia dos Pais libera 1.988 presos no DF nesta quinta (11/8)

    As saídas são garantidas pela Justiça e são definidas pela Vara de Execuções Penais (VEP) do DF em um calendário anual. Em 2022, a instância instituiu nove saidões com a duração de 35 dias ao todo

    Nesta quinta-feira (11/8), 1.988 presos em regime semiaberto ou com autorização de trabalho externo foram liberados para a saída temporária do Dia dos Pais. Sessenta e cinco mulheres estão entre os beneficiados. O quinto saidão do ano tem duração de quatro dias e os detentos deverão retornar aos centros prisionais até as 10h da segunda-feira (15/8).

    As saídas são garantidas pela Justiça e são definidas pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal em um calendário anual. Em 2022, a instância instituiu nove saidões com a duração de 35 dias ao todo.

    As datas das saídas acompanham celebrações de cunho social e familiar, como Dia das Mães, Dia das Crianças, Natal e Páscoa — além do Dia dos Pais, que é o caso desse quinto saidão.

    Antes de cada saída, a VEP verifica se os presos elegíveis ao benefício estão em cumprimento com os requisitos definidos em lei, como a apresentação de comprovante de residência do local no qual passará a saída, acompanhado do nome e do vínculo com o dono da moradia.

    Além disso, antes de cada saidão, os presos não podem estar com inquérito disciplinar por falta grave ativo, nem mesmo estar em cumprimento de qualquer sanção disciplinar. Do lado de fora dos centros de detenção, cada beneficiário se compromete a cumprir uma série de condições para não perder os próximos benefícios e sofrer sanções extras.

    Entre elas, está a proibição de cometer crimes, a obrigatoriedade de estar no endereço indicado até às 18h de cada dia, não ingerir bebida alcoólica e nem usar drogas, não ter contato com outros internos e não sair do Distrito Federal.

    A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape/DF) informa que os detentos que não retornarem na segunda-feira (15/8) serão considerados foragidos e poderão perder o direito ao regime semiaberto. O órgão também pede para que a população denuncie qualquer ação irregular dos presos por meio do telefone (61) 99666-6000.

    Fonte: CB

  • Feminicídio: DF registra duas mortes por estrangulamento em um dia

    Feminicídio: DF registra duas mortes por estrangulamento em um dia

    Segundo polícia, Luciana Gomes, de 35 anos, foi morta pelo namorado, no Sol Nascente. Já o corpo de Adriana dos Santos Leite, de 49 anos, foi encontrado perto da Epia, com sinais de violência sexual

    Duas mulheres foram encontradas mortas, por estrangulamento, nesta quarta-feira (10), no Distrito Federal. Um dos crimes foi em um prédio da quadra 700 do Sol Nascente, por volta das 7h. Uma hora depois, o corpo de uma outra mulher foi encontrado com indícios de violência sexual na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).

    No primeiro caso, a vítima foi identificada como Luciana Gomes, de 35 anos. Segundo a Polícia Civil, ela foi morta pelo namorado, Eduardo Regis da Cruz, de 38 anos, preso em flagrante.

    Segundo os vizinhos, o corpo de Luciana já estava enrijecido, por isso, eles suspeitam que o crime tenha ocorrido na noite de terça-feira (9). Ela era mãe de gêmeos, de dois anos de idade, que conforme as testemunhas “estavam com sinais de que passaram a noite com frio e com fome”.

    Luciana Gomes, 35 anos, vítima de feminicídio no Sol Nascente, no DF — Foto: Arquivo pessoal

    A família de Luciana disse que ela conheceu Eduardo pela internet, e que os dois estavam juntos há três meses. A manicure Flávia Brito foi a primeira a entrar no apartamento, após Eduardo pedir socorro.

    “Quando deu sete horas da manhã, ele saiu do apartamento da Luciana gritando, pedindo socorro e dizendo que tinha entrado alguém lá dentro e feito alguma coisa com ela”, contou Flávia.

    A manicure disse ainda que Eduardo demonstrou desespero com a morte da namorada. “Ele se jogou no chão, chorando muito. Fui adentrando na casa dela, procurando onde estava a Luciana e, quando cheguei no quarto dela, ela estava deitada no chão, entre a parede e a cama, e com um pano no rosto”.

    Quando os bombeiros chegaram, viram que ela tinha sido estrangulada e Eduardo foi detido. O delegado-chefe da 23ª DP (PSul), Gustavo Farias, conta que o homem já tinha ficha criminal.

    “Ele já tinha histórico de passagens por violência doméstica com outras companheiras, tinha também histórico de posse de arma de fogo e demonstrava ser uma pessoa violenta”, diz o delegado. “

    Ainda conforme o delegado, parentes de Luciana contaram que o homem era possessivo e que sentia muito ciúmes da vítima. Por esse motivo, ela teria tentado romper o relacionamento.

    Crime na Epia

    Adriana dos Santos Leite, de 49 anos, foi encontrada morta perto da Epia e do Shopping Popular, no DF — Foto: Reprodução TV

    Um pouco mais tarde, também na manhã desta quarta-feira, o corpo de uma mulher estrangulada, e com sinais de violência sexual foi encontrado embaixo das árvores em uma área verde, perto da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) e do Shopping Popular.

    A mulher foi identificada como Adriana dos Santos Leite, de 49 anos. A suspeita dos investigadores é de que ela também foi vítima de feminicídio.

    Adriana dos Santos Leite, mais conhecida Como Naná, foi encontrada morta na Epia, sentido Estrutural – Foto: Reprodução

    Adriana tinha sido vista pela última vez na sexta-feira (5), em um bar, com amigos. No local do crime, a polícia encontrou colchões, restos de um sofá, comida e roupas masculinas.

    Um tapete e uma camiseta, aparentemente sujos de sangue, foram periciados. A mulher morava com uma irmã, na região do Cruzeiro. Segundo os investigadores, a família não estranhou o desaparecimento, porque ela costumava passar dias fora de casa, sem avisar.

    Fonte: G1

  • Corpo é encontrado carbonizado em canteiro na 302 Sul

    Corpo é encontrado carbonizado em canteiro na 302 Sul

    Cadáver não tinha sido identificado até manhã desta quinta-feira (11). Local fica próximo ao Setor Comercial Sul, onde costumam viver pessoas sem-teto

    Um corpo foi encontrado carbonizado, na madrugada desta quinta-feira (11), na quadra 302 da Asa Sul, em Brasília. Até o início da manhã, o cadáver não tinha sido identificado e estava em avançado estado de degradação.

    O corpo foi encontrado em um canteiro, na Rua das Farmácias. O local fica ao lado do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e do Setor Comercial Sul (SCS), onde costumam viver pessoas sem-teto.

    Peritos da Polícia Civil estiveram no local para analisar a cena do crime. O local ficou totalmente isolado para a realização da perícia.

    Fonte: G1

  • Aluna de escola militarizada na Estrutural, xinga policial e é levada para delegacia

    Aluna de escola militarizada na Estrutural, xinga policial e é levada para delegacia

    Caso aconteceu na quarta-feira (10); PM afirma que adolescente estava envolvida em briga e agiu ‘de forma violenta’ com policiais. Testemunhas alegam que aluna não participou da confusão

    Uma aluna do Centro Educacional (CED) 1 da Estrutural, no Distrito Federal, foi levada para a delegacia, nesta quarta-feira (10), após xingar e agredir um policial militar, segundo a corporação.

    Em nota, a PM informou que a adolescente estava envolvida em uma confusão. Já Testemunhas dizem que ela não estava na briga. Segundo a Polícia Militar, a jovem foi levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), porque “agiu de forma violenta, com xingamentos, chutes e tentativas de mordidas, contra os policiais”.

    Os militares algemaram a adolescente e outros estudantes protestaram, pedindo que os militares a soltassem. A corporação diz que vários alunos e pessoas da comunidade tentaram jogar pedras nos policiais, na tentativa de libertar a adolescente.

    De acordo com relatos dos alunos, duas meninas começaram a brigar em frente à escola, quando o Batalhão Escolar da Polícia Militar passou e tentou separá-las. No entanto, segundo os estudantes, a aluna que aparece nas imagens não estava participando da briga.

    Fonte: G1

  • Fiscalização notifica postos e interdita bombas de combustível por irregularidades

    Fiscalização notifica postos e interdita bombas de combustível por irregularidades

    Operação Petróleo Real, do Ministério da Justiça, começou na quarta-feira (10) e vai até sexta (12). Fiscais avaliaram 31 estabelecimentos na capital e Entorno, no primeiro dia

    A Operação Petróleo Real, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), notificou cinco postos e interditou três bombas de combustível, nesta quarta-feira (10), no Distrito Federal, por disponibilizarem o produto abaixo do limite da margem de erro estipulado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

    A ação, que começou na quarta e vai até sexta-feira (12), fiscalizou 31 postos de combustíveis no DF e Entorno no primeiro dia. Os servidores analisaram 180 bombas e 223 bicos. Ao todo, segundo a pasta, houve 30 autuações e foram feitos 722 testes de qualidade.

    As equipes de fiscalização também conversaram com 208 trabalhadores, para apurar possíveis violações aos direitos dos funcionários, pelos empregadores. A expectativa é que, até sexta, mais 60 postos sejam abordados.

    Os fiscais vão avaliar desde a qualidade dos combustíveis e a transparência na divulgação dos preços ao consumidor, até questões de licenciamento ambiental e crimes contra a ordem econômica.

    As informações colhidas serão disponibilizadas para a Polícia Federal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para a apuração de possíveis crimes. Esta é a segunda fase da Operação Petróleo Real, que segundo o MJSP, será expandida para demais estados do país.

    Operação Petróleo Real

    A iniciativa da operação é da Secretaria de Operações Integradas (Seopi/MJSP) em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJSP), e com a participação de nove instituições:

    • Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)
    • Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro)
    • Instituto de Defesa do Consumidor (Procon/DF)
    • Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal (auditores fiscais da Receita do DF)
    • Subsecretaria de Inspeção do Trabalho da Secretaria de Trabalho/MTP (auditores fiscais do trabalho)
    • Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF)
    • Instituto Brasília Ambiental (IBRAM)
    • Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)
    • Polícia Federal

    Fonte: G1

  • Mãe de quatro filhos é encontrada morta em apartamento, polícia investiga

    Mãe de quatro filhos é encontrada morta em apartamento, polícia investiga

    Inicialmente, os agentes foram acionados para atendimento de uma morte natural, mas após atendimento inicial, foi constatado que características se assemelham a homicídio

    Uma mãe de quatro filhos foi encontrada morta, na manhã desta quarta-feira (10/8), no apartamento em que vivia há cerca de um ano, na quadra 700 do Sol Nascente. Segundo informações da Polícia Civil do Distrito Federal, o caso será apurado pela 23ª Delegacia de Polícia, como suspeita de homicídio.

    Inicialmente, a informação que chegou à polícia era de uma morte por causas naturais, mas, quando os Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) foi atender à ocorrência, percebeu características que indicavam um possível assassinato. A mulher, mãe de quatro filhos — 13, 10 e gêmeos com 2 anos —, foi identificada como Luciana Gomes da Costa, 35 anos. Sua morte comoveu os moradores do bloco do apartamento em que morava.

    A mãe da vítima conversou com a reportagem, e, ainda muito abalada com a situação, se emocionou ao detalhar a dor de perder a filha. Com as mãos trêmulas e sentada em uma cadeira devido ao mal estar, ela informou que descobriu sobre a morte de Luciana pela manhã. “Meu filho chegou hoje cedo lá em casa, contando o que tinha acontecido, e me trouxe para cá”, afirma.

    Os filhos de Luciana ainda estavam no apartamento quando as vizinhas localizaram o corpo. Uma das moradoras explicou que arrumou os gêmeos e os levou para a creche. “Eles são muito apegados com a mãe e uma hora iriam procurar por ela. Estavam todos na casa. Eles sabem o que aconteceu, mas ainda não entendem o que isso significa”, pontua.

    Fonte: CB

  • Corpo de mulher é encontrado com ‘indícios de violência sexual’, na Epia

    Corpo de mulher é encontrado com ‘indícios de violência sexual’, na Epia

    Testemunha viu corpo na manhã desta quarta-feira (10), entre a Feira Popular e a Rodoferroviária. Segundo Polícia Civil, vítima estava com ‘vestes íntimas deslocadas’

    Um cadáver feminino foi encontrado na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), perto da Feira Popular e da Rodoferroviária, no Distrito Federal, na manhã desta quarta-feira (10). Um homem que passava pelo local viu o corpo e acionou a Polícia Militar (PMDF), por volta das 8h.

    Segundo a ocorrência registrada na 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro, o corpo já apresentava certo grau de “putrefação e indícios de violência sexual, com vestes íntimas deslocadas”.

    Uma equipe do Corpo de Bombeiros (CBMDF) também atendeu a ocorrência e confirmou o óbito. Até a última atualização desta reportagem, a vítima não tinha sido identificada.

    Fonte: G1

  • Homem que matou colega de trabalho após discussão por esbarrão é preso no DF

    Homem que matou colega de trabalho após discussão por esbarrão é preso no DF

    Thales Costa do Amaral, de 25 anos, foi detido nesta terça-feira (9), seis dias após assassinato de Diogo Reis Pereira, de 35 anos. Homicídio ocorreu em depósito de loja de materiais de construção, em Taguatinga

    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta terça-feira (9), o homem que matou um colega de trabalho após uma discussão por um esbarrão, no dia 3 de agosto. Thales Costa do Amaral, de 25 anos, atirou várias vezes contra Diogo Reis Pereira, de 35 anos, no depósito de uma loja de materiais de construção, em Taguatinga Norte.

    O suspeito foi detido após a expedição de um mandado de prisão preventiva, por tempo indeterminado. Thales Costa do Amaral estava foragido e tem antecedentes criminais pela prática de crimes violentos. Ele não entregou a arma usada no crime e permaneceu calado, por orientação do advogado.

    A investigação foi realizada pela 17ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga. Diogo e Thales trabalhavam descarregando caminhões que chegavam ao depósito. Segundo testemunhas, a discussão entre eles começou porque a vítima teria esbarrado no agressor com uma barra de ferro.

    Mesmo depois de encerrada a discussão, Thales voltou e matou o colega.

    ‘Não mata o meu filho’

    Diogo Reis Ferreira, de 35 anos, foi morto por colega de trabalho no DF — Foto: Reprodução

    A vítima foi atingida nas costas e na perna. Diogo chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O pai dele, que também trabalha no depósito, viu toda a ação.

    “Eu pedi para ele. Ele passou perto de mim com a arma, e eu falei: ‘Cara, não faz isso, não. Não mata o meu filho. Pelo amor de deus’. E ele simplesmente não deu ouvidos. Alvejou meu filho, meu filho correu e ele atirando pelas costas”, disse o homem, que não quis se identificar.

    O pai da vítima pede justiça. “Ele não acabou só com a vida do meu filho, ele acabou com minha vida. Ele estragou uma família. Eu acho que não é justo acontecer um negócio desses. Eu quero uma resposta da polícia. Não pode ficar assim”, diz.

    Fonte: G1

  • Policial é agredido por adolescente em escola de gestão compartilhada com a PM na Estrutural

    Policial é agredido por adolescente em escola de gestão compartilhada com a PM na Estrutural

    De acordo com gestora de projeto de escolas cívico-militares na corporação, militar levou cotovelada, na terça-feira (9). Jovens envolvidos em confusão já tinham sido transferidos do colégio por indisciplina

    Um policial militar foi agredido, na tarde desta terça-feira (9), no Centro Educacional (CED) 1 da Estrutural, no Distrito Federal. Segundo a major Isabela Almeida, gestora do projeto das escolas cívico-militares na PMDF, o militar levou uma cotovelada de um aluno durante uma confusão.

    De acordo com a Secretaria de Educação, quatro adolescentes, sendo três que já tinham sido transferidos da unidade por indisciplina, entraram no colégio. Dois deles se envolveram no episódio de agressão ao policial militar.

    A pasta afirma que os jovens entraram pelo portão do estacionamento. Eles foram vistos por professores e, em seguida, policiais pediram que deixassem o colégio. Nesse momento, houve uma confusão.

    “Durante a situação, dois desses estudantes foram até o banheiro, onde quebraram um vaso sanitário e depois agrediram um policial militar”, diz a Secretaria de Educação, em nota.

    Os jovens foram levados para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA I), na Asa Norte, para registro da ocorrência. Segundo a polícia, eles têm passagens na corporação por crimes análogos a depredação de patrimônio público e agressão.

    Já a direção do CED 1 informou que os pais e responsáveis pelos estudantes envolvidos já foram comunicados do ocorrido e que tomará as providências cabíveis.

    Fonte: G1