Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos, sumiu no dia 17 de abril. Homem suspeito pelo crime foi preso em Goiás
A Polícia Civil do Distrito Federal confirmou que o corpo de uma mulher encontrado, na manhã desta quinta-feira (27), em Planaltina, é de Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos. A jovem desapareceu no dia 17 de abril, quando voltava para casa, no bairro Nossa Senhora de Fátima, após deixar a escola à noite.
O suspeito pelo crime é Sérgio Alves da Silva, de 42 anos, que foi preso na noite desta quarta-feira (26), em Planaltina de Goiás. O homem foi localizado após tentar assaltar uma pessoa na região.
Segundo a Polícia Civil, o corpo estava parcialmente enterrado. Próximo ao local, os investigadores também encontraram a bolsa da jovem.
Desaparecimento
Homem de boné e máscara é principal suspeito de desaparecimento de jovem do DF, segundo Polícia — Foto: Reprodução
Os familiares de Regiane acionaram a Polícia Civil um dia após o desaparecimento dela. Segundo o depoimento dos parentes, após sair da escola, a jovem não atendia mais as ligações e não respondia as mensagens.
Imagens de Sérgio haviam sido divulgada pelos policiais após análise de câmeras de segurança. Vídeos mostram que o homem passou pela mesma região que a jovem no momento do desaparecimento.
Além disso, roupas, uma pulseira e a bicicleta de Regiane já haviam sido encontradas em uma área de mata de Planaltina. As causas da morte da jovem ainda não foram reveladas pela investigação.
Jovem de 18 anos desceu do carro quando trânsito estava parado e atingiu mulher que passava pela ciclovia. Motorista ficou no local
Uma ciclista ficou em estado grave após ser atingida pela porta de um carro, na manhã desta quinta-feira (27), em uma ciclovia de Águas Claras, no Distrito Federal. A vítima foi atendida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para um hospital da região.
De acordo com testemunhas, o passageiro tem 18 anos e estuda em um colégio próximo ao local do acidente. Ele estava apressado e decidiu descer do carro quando o trânsito parou, segundo os relatos. No momento em que o jovem abriu a porta do veículo, ele atingiu a ciclista.
O rapaz correu para o colégio após o acidente, enquanto o motorista do carro permaneceu no local para prestar socorro à vítima. Segundo a Polícia Militar, o homem é motorista de transporte por aplicativo.
Segundo informações, a mulher estava na faixa de ciclista e não teria cometido nenhum equívoco que pudesse causar o acidente.
Grupo investigado é investigado por furtar carros de luxo para trocá-los por drogas na fronteira do Brasil com Bolívia e Paraguai
A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu, na manhã desta quinta-feira (27), 2 toneladas de maconha com o grupo investigado de furtar carros de luxo para trocá-los por drogas na fronteira do Brasil com a Bolívia e o Paraguai.
Os agentes cumpriram 26 mandados de busca e apreensão. Até a última atualização desta reportagem, 15 pessoas foram presas e uma está foragida.
De acordo com as investigações, em junho do ano passado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 1,7 mil toneladas de maconha em Camapuã, em Mato Grosso do Sul. Outra ação, dessa vez no DF, apreendeu 150 kg da droga.
A partir dessas apreensões, a Polícia Civil descobriu que o grupo criminoso alvo das investigações era o financiador do transporte das cargas de maconhas apreendidas pela PRF, que seriam distribuídas no DF.
Furto de carros
Além do tráfico de drogas, o grupo também realizava roubos e furtos de veículos, com foco em caminhonetes de elevado valor de mercado, segundo as investigações.
Segundo as investigações, os carros são avaliados em cerca de R$ 350 mil e eram furtados em estacionamentos rotativos pagos. A Polícia Civil afirma que o prejuízo com o esquema chega a R$ 9 milhões. As investigações apontam que o grupo atua desde dezembro do ano passado e furtou cerca de 25 carros.
Os investigadores apontam que os donos das caminhonetes registravam boletim de ocorrência, mas não se preocupavam em reaver os veículos. O caso era resolvido pelo seguro da vítima ou pelas empresas donas dos estacionamentos.
A Polícia Civil afirma que a investigação também mostrou a ligação do grupo criminoso com uma facção criminosa acusada de cometer crimes de tráfico de drogas e homicídio na capital.
A operação é uma parceira entre a Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) e a Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), ambas da Polícia Civil.
Sérgio Alves da Silva é suspeito do desaparecimento de Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos, que foi vista pela última vez no dia 17 de abril. Homem foi encontrado em matagal
Sérgio Alves da Silva, que é suspeito pelo desaparecimento de uma jovem que sumiu após sair de uma escola no Distrito Federal, foi preso em Planaltina, em Goiás, segundo a Guarda Civil Municipal. Segundo a Polícia Civil, Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos, foi vista pela última vez no dia 17 de abril.
Segundo o prefeito de Planaltina, em Goiás, Cristiomário de Sousa, a prisão aconteceu na tarde de quarta-feira (26), no distrito de São Gabriel.
A Guarda Municipal explicou que o homem foi preso depois que uma pessoa acionou a equipe alegando estar sendo vítima de assalto. Quando os guardas foram até o local, localizaram o suspeito, que tentava se esconder em um matagal, nos arredores do povoado.
Segundo a guarda, somente durante a revista pessoal e o levantamento de dados é que a equipe percebeu que o suspeito se tratava de Sérgio, o mesmo suspeito do desaparecimento de Regiane.
Ainda de acordo com informações do prefeito, após os guardas municipais se aproximarem dele, ainda dentro do matagal, o homem teria tentado se matar. Por isso, após a prisão, a equipe levou o homem para um hospital no Distrito Federal.
Desaparecimento de Regiane
Homem de boné e máscara é principal suspeito de desaparecimento de jovem do DF, segundo Polícia — Foto: Reprodução
Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos, desapareceu em Planaltina, no Distrito Federal , ao voltar para a casa após deixar a escola à noite. A jovem sumiu no dia 17 de abril. Durante as buscas, o Corpo de Bombeiros e familiares da vítima encontraram roupas, uma pulseira e a bicicleta dela em uma área de mata da região.
A Polícia Civil divulgou imagens de uma câmera de segurança, gravadas no mesmo dia do desaparecimento. Segundo os investigadores, o homem que aparece caminhando de boné e máscara é o principal suspeito de estar com a jovem.
Local funcionava em apartamento residencial de alto padrão no Lago Norte. Segundo investigação, suspeito estudou neurociência, na Austrália, e medicina, na Argentina
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta quarta-feira (26), um homem, de 29 anos, que montou um laboratório completo para produção de cogumelos alucinógenos e substâncias derivadas, como cápsulas e extratos. A prisão ocorreu após cinco meses de investigação.
O laboratório funcionava em um apartamento residencial de alto padrão no Lago Norte. Segundo a investigação, o preso estudou neurociência, na Austrália, e medicina, na Argentina.
Segundo os policiais, o suspeito criou a estrutura online para a venda em larga escala dos produtos em um website e em uma rede social. As substâncias eram comercializadas pela internet para o Brasil e o exterior.
De acordo com os investigadores, as drogas eram anunciadas de forma “profissional”, induzindo as pessoas ao consumo. No site, o autor fornecia o serviço online de calculadora, que prescrevia a dosagem adequada da substância a ser utilizada por cada indivíduo.
A forma de exposição das drogas na internet chamou a atenção da Polícia Civil, pela “ampla comercialização dos cogumelos e derivados e por trazer perigo à saúde pública ao disseminar desinformação para aliciar compradores”.
Apreensão
Durante as buscas no laboratório, foram apreendidos milhares de cápsulas e litros de produtos ilícitos, extratos vegetais e vários quilos dos cogumelos “in natura”.
Entre os cogumelos apreendidos, estão os que possuem substância altamente viciante e que causa graves danos à saúde física e mental.Eles eram vendidos tanto na forma natural quanto processados, em comprimidos e em tintura, para serem utilizados como florais.
Os policiais encontraram equipamentos modernos próprios da indústria farmacêutica, estufa e rotina de envase e distribuição.Além disso, encontraram produtos que poderiam causar um acidente de grandes proporções.
O homem foi indiciado pelos crimes de tráfico de drogas, vender e expor à venda substância e coisas nocivas à saúde, exercício ilegal da medicina, curandeirismo e incitação ao crime. As penas desses crimes podem chegar a 33 anos de prisão.
As placas apontam onde estão as saídas de emergência em caso de incêndio ou outras situações que exijam a evacuação do local
As paredes de placas cimentícias do Túnel de Taguatinga ganharam o reforço de mais um item de segurança da obra viária. São as sinalizações das rotas de fuga. Os materiais informam sobre os sete caminhos de evacuação do espaço.
De cores verde e branco, as placas foram instaladas nos dois lados das passagens subterrâneas e mostram a distância em metros e a direção dos escapes. O objetivo é direcionar os motoristas em eventual emergência com necessidade de saída.
“As placas são importantíssimas, porque elas estão nas paredes do túnel sinalizando onde estão as rotas de fuga. Ao todo, temos sete, sendo cinco portas corta-fogo [tradicionais] e duas laterais”, conta o engenheiro civil fiscal da obra, Antônio Carlos Ribeiro da Silva.
Foto: Paulo H.Carvalho/Agência Brasília
Instaladas na grande parede que divide o fluxo de veículos no túnel, as cinco portas de correr poderão ser abertas de forma automática, em caso de incêndio, pelos técnicos que vão trabalhar na sala de comando da obra viária.
“Essas portas serão usadas exclusivamente para evacuar o ambiente em situações de emergência”, explica o engenheiro André Borges. “No dia a dia, elas deverão ser mantidas fechadas, para não prejudicar a eficiência do sistema de exaustão.”
A parede central do Túnel de Taguatinga terá, ainda, quatro portas corta-fogo giratórias, semelhantes aos modelos encontrados em prédios e salas de cinema. Essas serão instaladas de duas em duas, abrindo um vão grande o suficiente para permitir a passagem de veículos de um lado ao outro do complexo.
A sinalização se junta a outros itens de segurança do complexo viário, como as luminárias de emergência, os sensores de fumaça, os hidrantes e os ventiladores. Tudo para garantir a proteção e o conforto dos usuários do túnel.
Na chácara foram apreendidas 11 armas de fogo, incluindo 4 armas longas, muita munição e explosivos que a polícia acredita que seriam usados para detonar o cofre do pedágio. Nenhum policial se feriu
Uma ação da Polícia Militar (PM) contra suspeitos de planejarem assalto a uma praça de pedágio terminou em tiroteio, em Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Militar, sete pessoas, que seriam integrantes do grupo criminoso, morreram.
A ação aconteceu na noite de terça-feira (25). A investigação apontou que o grupo pretendia atacar e assaltar uma praça de pedágio da BR-040, em Cristalina.
Na chácara foram apreendidas 11 armas de fogo, incluindo 4 armas longas, muita munição e explosivos que a polícia acredita que seriam usados para detonar o cofre do pedágio. Além disso, a PM informou que foram apreendidos 4 veículos roubados, luvas, máscaras, entre outros itens que seriam usados no crime.
Itens apreendidos com suspeitos que planejavam ataque a pedágio em Novo Gama, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Militar
A operação reuniu policiais militares de Goiás e do Distrito Federal. O confronto ocorreu em uma chácara, na zona rural de Novo Gama, onde o grupo estava escondido.
Segundo a PM, não há informações de quantas pessoas integravam o grupo. Os policiais afirmam que, ao chegarem no local, foram recebidos com disparos de armas de fogo. Sete criminosos morreram e o restante fugiu. Nenhum policial ficou ferido durante a ação.
Segundo a PM, ninguém foi preso até às 8h desta quarta-feira (26). Policiais também realizaram buscas na mata na região e até um helicóptero da PM do DF foi utilizado.
Polícia retira explosivo de chácara em Novo Gama, Goiás — Foto: Divulgação/Polícia Militar
Segundo os policiais, o grupo tinha integrantes de Goiás, Maranhão, Piauí e do DF.
Espaço oferece exposições e oficinas gratuitas como crochê no lacre, corte e costura, teatro, macramê, gravura e xilogravura
Espaço de preservação da história de Brasília, o Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC) completa 33 anos nesta quarta-feira (26). As casas de madeira colorida, que conservam o legado deixado pelos candangos na época da construção da capital federal, são usadas atualmente como palco de aprendizado e transformação.
São oferecidas oficinas de segunda a sexta-feira, com professores voluntários, nos períodos matutino e vespertino. O leque de opções inclui cursos de crochê no lacre, corte e costura, teatro, macramê, gravura e xilogravura, bordado, costura criativa, argamassa (efeito madeira em madeirite), tecelagem e bordado em ponto russo. A disponibilidade das turmas deve ser consultada pelo telefone 3301-3590.
As exposições no Museu Vivo da Memória Candanga podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h -Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
A aposentada Auxiliadora Guenes, 70, é uma das professoras da oficina de corte e costura. Nascida em Pernambuco, veio para Brasília em 1968, acompanhando a família e, em tantos anos chamando o DF de casa, morou em diversas cidades. “Quando chegamos, era tudo mato. Existiam poucas cidades, além do Plano Piloto, mas passei por quase todas”, relembra.
A aula promovida no museu é prática e aberta a quem quiser aprender, independentemente do sexo e da idade. “A pessoa chega com uma peça de roupa que lhe serve bem, colocamos em cima do papel, modelamos como ela preferir e vamos para o tecido, cortar e costurar”, explica Auxiliadora, que, juntamente com outra professora, comanda uma turma de cerca de 20 alunos.
Legado
O MVMC abrigou a primeira unidade de saúde brasiliense, o Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira (HJKO), criado para atender a todos que ajudavam a erguer a capital federal. O complexo seguiu em funcionamento até 1974, quando foi fechado. Em 1990, o Governo do Distrito Federal (GDF) instituiu o tombamento do conjunto de casas, permitindo o processo de restauração do espaço. Em 26 de abril de 1990, o local foi reaberto e inaugurado como um símbolo histórico.
Para a gerente do espaço, Eliane Falcão, o museu carrega uma missão importante, que tem sido cumprida com sucesso em 33 anos de existência: preservar o patrimônio do DF. “Aqui guardamos a história dos pioneiros, do candango, da nova capital. Aqueles que participaram da construção e ainda estão vivos ficam muito felizes em ver que contamos a história deles”, avalia.
Composta por diferentes ambientações, a mostra ‘Poeira, Lona e Concreto’ resgata, em fotos, objetos e documentos, a época da chegada dos candangos – Foto: Divulgação/Secec
Gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), o museu oferece, além de oficinas gratuitas, exposições permanentes. Uma delas é Poeira, Lona e Concreto, que narra a história da cidade desde os sonhos, os projetos, a construção, até os dias atuais. A mostra é composta por diferentes ambientações, com fotografias, textos, móveis e objetos do início de Brasília. O espaço passou por restauração completa em 2022.
Outras mostras disponíveis são A importância da mulher na construção da nova capital, O cerrado de Pau e Pedro, A construção de Brasília: fotos de Jankiel Gonczarowska, Brasília 63 anos – a concretização de um sonho e Candangos pioneiros: Ernesto Silva e Edson Porto.
Visitas
As exposições podem ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Em horários agendados, o museu promove visitas guiadas que têm como foco a educação patrimonial e a história de Brasília. “Em média, recebemos dois mil visitantes por mês, sendo que a maioria são estudantes do DF e de todo o Brasil”, informa Falcão.
As visitas podem ser marcadas pelo projeto Territórios Culturais, fruto de parceria da Secec com a Secretaria de Educação (SEE). Para participar, instituições de ensino públicas e particulares interessadas devem preencher o formulário disponível neste site.
É possível ainda combinar uma visita guiada ao museu diretamente com a gerência. Basta enviar o nome do solicitante e da instituição de ensino, telefone e e-mail para contato, endereço da escola, data e horário da visita, quantidade de visitantes (alunos, professores, monitores, motorista), faixa etária e série escolar dos alunos para o e-mail mvmc@cultura.df.gov.br.
Serviço
Museu Vivo da Memória Candanga
→ Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 17h → Endereço: Lote D Setor Juscelino Kubitschek – Núcleo Bandeirante → Telefones: (61) 3301-3590 → Acesse a programação completa do espaço no Instagram.
Sérgio Alves da Silva é foragido do sistema prisional e tem mandado de prisão temporária em aberto. Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos, sumiu no dia 17 de abril, após sair da escola
A Polícia Civil do Distrito Federal divulgou, na noite desta terça-feira (25), a foto do suspeito pelo desaparecimento de uma jovem em Planaltina. Sérgio Alves da Silva tem 42 anos e, segundo a polícia, é foragido do sistema prisional e tem um mandado de prisão temporária em aberto.
O homem é suspeito pelo desaparecimento de Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos. A vítima foi vista pela última vez no dia 17 de abril, quando voltava para casa, no bairro Nossa Senhora de Fátima, após deixar a escola à noite (saiba mais abaixo).
A imagem do suspeito foi divulgada para que a população possa ajudar a localizar o homem. As denúncias podem ser feitas de forma anônima, por meio dos canais on-line de denúncia, no site da PCDF, ou mesmo pelo Disque-Denúncia 197, a ligação é gratuita e o sigilo absoluto.
Caso
Regiane da Silva Oliveira, de 21 anos, desapareceu após sair da escola em Planaltina, no DF — Foto: Arquivo pessoal
A Polícia Civil divulgou imagens de uma câmera de segurança, gravadas no dia 17 de abril. Segundo os investigadores, o homem que aparece caminhando de boné e máscara é o principal suspeito de estar com a jovem.
Com base no GPS do celular de Regiane, a família viu que a última localização registrada foi na ponte por onde o suspeito passou. A 16ª Delegacia de Polícia, em Planaltina, investiga o caso.
Homem foi preso em flagrante na segunda-feira (24). Segundo investigação, principais vítimas são pessoas ‘de classe média alta e de idade avançada’
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (24), um homem, de 27 anos, suspeito de envolvimento em golpes do falso sequestro. Segundo a investigação, as principais vítimas são pessoas “de classe média alta e de idade avançada”.
De acordo com a polícia, o suspeito ligava para as vítimas na madrugada e simulava ter sequestrado algum parente delas. Durante a chamada, ele exigia joias e quantias em dinheiro para “libertar” o familiar sequestrado.
Desesperadas, as vítimas atendiam o pedido. Em seguida, o homem enviava um motoboy, previamente aliciado, até o endereço da vítima, para buscar os pertences subtraídos.
O crime mais recente foi na madrugada de domingo (23) contra um idoso de 80 anos, morador da Asa Sul. O suspeito conseguiu roubar 4,5 mil dólares e diversas joias.
Segundo a Polícia Civil, o dinheiro e as joias seriam enviadas para o Rio de Janeiro, mas os policiais conseguiram impedir a ação.
De acordo com o delegado João Dimitrov Borborem, da 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul, “esse tipo de crime havia sido extinto no Distrito Federal, mas voltou a acontecer”. A polícia continua a investigação para responsabilizar outros envolvidos no crime.