Categoria: Cidades

  • Corpo de psicóloga que estava desaparecida é encontrado no Lago Paranoá

    Corpo de psicóloga que estava desaparecida é encontrado no Lago Paranoá

    Carro foi retirado do lago por volta das 16h30 deste sábado. Polícia Civil investiga caso

    O corpo da psicóloga Ivana Leda de Carvalho, que estava desaparecida desde terça-feira (15), foi encontrado na tarde deste sábado (19) no Lago Paranoá. A psicóloga, de 50 anos, não foi mais vista desde que saiu da casa de uma amiga, no Lago Norte, por volta das 22h45, em direção à própria casa, na Asa Sul, na terça-feira.

    O veículo foi encontrado por um nadador no lago, na altura do Setor de Mansões do Lago Norte (SMLN), na MI 4. O carro foi retirado do Lago Paranoá por volta das 16h30, deste sábado (19), pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

    Os agentes chegaram na região por volta das 12h deste sábado. Os vizinhos informaram que um nadador se machucou na placa de um carro submerso no lago. Depois de cruzarem as informações, a PCDF identificou que era o carro da psicóloga.

    Uma equipe de mergulhadores dos bombeiros atuou no resgate do corpo. A casa da amiga da psicóloga fica a 7km de distância do local onde o carro foi encontrado. Segundo a 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte), que investiga o caso, não há “sinais de morte violenta”.

    Último registro do carro

    O último registro do carro da psicóloga Ivana Leda de Carvalho foi feito às 23h15 de terça-feira (15) por um radar no quilômetro 4,1 da DF-005 (Estrada Parque Paranoá – EPPR). A informação foi passada ao g1 por uma pessoa da família, na quinta-feira (17).

    A imagem do veículo, um Onix, da cor laranja, com placa PBO-0558 foi registrada por uma radar no sentido Barragem do Lago Paranoá.

    Fonte: G1

  • Restaurante Comunitário do Sol Nascente serve 20 mil refeições em sete dias

    Restaurante Comunitário do Sol Nascente serve 20 mil refeições em sete dias

    Unidade abriu as portas pela primeira vez em um domingo e oferece três refeições ao custo diário de R$ 2

    Inaugurado pelo governador Ibaneis Rocha há sete dias, o Restaurante Comunitário do Sol Nascente já serviu 20 mil refeições entre café da manhã, almoço e jantar nesse período. A unidade, que abriu as portas em um domingo pela primeira vez neste fim de semana, atraiu um bom público da região.

    O Restaurante Comunitário do Sol Nascente já serviu 2.035 cafés da manhã, 11.965 almoços e 6 mil jantares – Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    O almoço ofereceu estrogonofe de carne, batata doce refogada, beterraba, tomate, arroz branco e feijão, além de doce de banana de sobremesa e suco. Menu aprovado pela família Gomes que esteve no restaurante neste domingo (20).

    O pintor Raimundo Nonato comprou quatro marmitas para a família e elogiou a qualidade da refeição

    “Se colocar na ponta do lápis quanto custaria fazer um almoço para seis pessoas é possível economizar bastante almoçando aqui. A comida é o que mais excede, porque é um gasto diário. Com uma economia dessas, a pessoa pode até pensar em comprar uma moto para trabalhar ou outro investimento”, afirma a aposentada Iracema Gomes.

    O agricultor Egnaldo Rosa de Lima almoçava no local pela quinta vez na semana. Ele elogiou a comida e o tratamento dos funcionários. “Esse valor com certeza ajuda. Hoje em dia você não sabe o que faz com R$ 0,50 ou com R$ 1. Aqui nós fazemos uma refeição completa”, destacou.

    Diariamente, a população pode consumir café da manhã e jantar a R$ 0,50, cada, e almoço a R$ 1, totalizando três refeições diárias por apenas R$ 2. A expectativa é que o restaurante sirva anualmente 1,3 milhões de refeições, sendo até 3,6 mil por dia. Nessa unidade, o pagamento em Pix é aceito, assim como o de cartão e dinheiro.

    “Hoje em dia você não sabe o que faz com R$ 0,50 ou com R$ 1. Aqui nós fazemos uma refeição completa”, comentou o agricultor Egnaldo Rosa de Lima

    Morador do Sol Nascente há dez anos, o pintor Raimundo Nonato Ferreira Costa comprou quatro marmitas para a família. Ele também saiu satisfeito com as refeições. “Aqui a comida é boa, de qualidade, e não encontramos por esse valor lá fora”, pontuou.

    Iracema, Egnaldo e Raimundo se somam a tantas outras pessoas que frequentam o restaurante recém-inaugurado. A boa média de refeições servidas era esperada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pelos restaurantes comunitários.

    Inaugurado há uma semana, o Restaurante Comunitário do Sol Nascente oferece três refeições diárias e funciona todos os dias da semana

    “Em sete dias de funcionamento, foram 2.035 cafés da manhã, 11.965 almoços e 6 mil jantares servidos. Está dentro das nossas expectativas, com boa aceitação do público. Nosso contrato é para servir 3,6 mil refeições por dia e essa marca deve ser atingida em breve”, afirma a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderlea Fatima Cremonini.

    Aos frequentadores é válido lembrar o horário de funcionamento do restaurante. Ele abre as portas no café da manhã das 7h às 9h, no almoço das 11h às 14h e no jantar das 17h às 19h.

    Recém-inaugurado

    O novo Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol fica localizado na Quadra 105, Trecho 2. A cidade é a primeira do DF a dispor de dois restaurantes, sendo que o primeiro fica na QNR 01 Área Especial nº 2. Com uma distância de 6,5 km entre eles, a estimativa é que as duas unidades ofereçam 5,6 mil refeições diárias.

    Executada pela Novacap, a estrutura conta com salão equipado com mesas e cadeiras, cozinha industrial, área de preparo de sucos, sobremesas, carnes e saladas, armazenamento de alimentos, câmara de resfriamento e congelamento, administração, sala de nutrição, depósito de materiais de limpeza, banheiros públicos, vestiários, caldeira, central de GLP, Casa de Bomba, lixeira, depósitos e bicicletário.

  • Teatro conscientiza estudantes do Gama sobre acessibilidade e inclusão

    Teatro conscientiza estudantes do Gama sobre acessibilidade e inclusão

    Projeto é apoiado por recursos do FAC e traz uma reinvenção do conto ‘Festa no Céu’

    O projeto Acessibilidade no Parque chegou, nesta semana, ao final da terceira edição ensinando, de maneira lúdica e interativa, os estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal sobre a importância da promoção de políticas de inclusão e respeito às pessoas com deficiência (PcD). Voltada para o público infantil, a iniciativa foi concebida com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).

    Por meio de apresentações teatrais, os artistas que integram o projeto contam aos estudantes uma versão reinventada do tradicional do conto Festa no Céu, usando da linguagem infantil para conscientizar sobre a temática da acessibilidade. A ideia partiu da atriz Jarlene Maria, intérprete da palhaça Alegria, que foi diagnosticada, ainda na infância, com paralisia cerebral diplégica espástica.

    A atriz Jarlene Maria, intérprete da palhaça Alegria, diz: “Quando a criança aprende o que é acessibilidade, se torna um adulto inclusivo” – Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Jarlene e os demais atores da peça usam música, contação de histórias e teatro de fantoches para alertar os pequenos sobre a importância do assunto. “O fato de ser uma cadeirante não me limita em nada para brincar, dançar, sair na rua e mostrar para todos que pessoas com deficiência não precisam ficar em casa trancadas”, enfatiza.

    “A criança é a luz do mundo. Quando ela aprende o que é acessibilidade, se torna um adulto inclusivo. Daí surgiu a ideia da gente adaptar esse conto que, na versão original, exclui a tartaruga da festa. Aqui não, aqui a palhaça Alegria inclui a tartaruga, apesar de suas diferenças em relação às outras personagens”, prossegue a atriz.

    Além dos elementos cênicos, o Acessibilidade no Parque também oferece, nas apresentações, intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e de audiodescrição. Ao final da peça, as crianças recebem materiais didáticos sobre inclusão e acessibilidade.

    Diretor artístico do projeto, Marco Augusto de Rezende: “É uma forma leve e divertida de lidar com um tema difícil”

    Ao todo, foram cinco apresentações realizadas ao longo desta edição do projeto, sediado no Parque do Castelinho, no Setor Oeste do Gama. O Acessibilidade no Parque foi oferecido de maneira gratuita às escolas da rede pública da região, que também tiveram apoio com transporte para o deslocamento dos estudantes.

    “Estamos na terceira edição deste projeto, que foi feito muito em função do trabalho da Jarlene, que sempre quis ter um espetáculo tratando dessa temática da acessibilidade. É uma atração que se comunica bem com as crianças. Tem sido muito positivo, já nos apresentamos para 200 alunos. É uma forma leve e divertida de lidar com um tema difícil”, ressalta o diretor artístico do projeto, Marco Augusto de Rezende.

    Escritora Arlene Muniz: “Essas iniciativas são muito importantes para que as crianças com alguma deficiência se identifiquem, se sintam incluídas”

    Moradora do Gama, a escritora Arlene Muniz, 67 anos, prestigiou a última apresentação desta edição do projeto. “Eu sou autora de obras voltadas para o tema retratado no Acessibilidade no Parque e essas iniciativas são muito importantes para que as crianças com alguma deficiência se identifiquem, se sintam incluídas”, afirma.

  • Viveiro autossustentável do Parque Riacho Fundo é referência no DF

    Viveiro autossustentável do Parque Riacho Fundo é referência no DF

    Canteiro, mantido pelo Brasília Ambiental, foi criado a partir da utilização de materiais de reciclagem e reaproveitamento de sucata

    Você sabia que o Parque Ecológico Riacho Fundo conta com um atrativo que o diferencia de qualquer outro daqui do Distrito Federal? Pois é, essa Unidade de Conservação (UC) do Instituto Brasília Ambiental, localizada na região administrativa de mesmo nome, é o único a possuir um viveiro autossustentável, criado a partir da utilização de materiais provenientes da reciclagem e reaproveitamento de sucata, entre eles, os plásticos de polietileno tereftalato (PET), embalagens tetra pak, de isopor e de produtos de limpeza.

    O viveiro, criado no ano de 2014 pelos agentes de Unidade de Conservação Celso Costa e José Reis, do analista de Políticas Pública e Gestão Governamental Antônio Ângelo e pela voluntária Clara Ueno, nasceu da ideia de arborizar a área de vivência do parque, restaurar e recuperar as nascentes ali existentes. Contando com a parceria do Serviço de Aprendizagem Rural (Senar), foi realizada a capacitação dos servidores e comunidade local com os cursos de viveirista, plantas medicinais e de Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs).

    Desde então, o local passou a produzir mudas de plantas nativas do Cerrado, medicinais, condimentares e alimentícias não convencionais (a exemplo do ora-pro-nóbis e da taioba). “O nosso canteiro, denominamos de Viver a Quase Custo Zero, por ter sido construído com sobras de cercas, adubos feitos por meio da decomposição da poda de árvores da unidade, que são trituradas, e minhocário para a fabricação de húmus. Hoje tem cerca de 120 espécies, entre elas, do nosso bioma, como o pequi, o baru e ipês; e de outros, a exemplo do pau-brasil (Mata Atlântica) e do pajeú (Caatinga)”, esclarece Celso Costa, um dos idealizadores do projeto.

    Costa acrescenta ainda que existem outras 50 espécies entre ervas medicinais – boldo e arnica estão entre elas – e aromáticas, como o alecrim e a alfazema. E destaca que toda essa variedade é resultado de um esforço, em conjunto, de voluntários da comunidade com os agentes da unidade de conservação, brigadistas florestais, professores e alunos do projeto Parque Educador, e de reeducandos do sistema prisional, que contribuem na manutenção, roçagem, limpeza e até na doação de embalagens que seriam descartadas.

    O agente Celso Costa, com uma muda de pequi, se orgulha de contar com cerca de 120 espécies de biomas variados no viveiro

    Nesse local, até mesmo a água da chuva não fica de fora, pois existe um sistema de captação, com capacidade para 16 mil litros, suficientes para realizar a irrigação até o mês de setembro, quando recomeça o período de precipitações. E tudo o que ali dá frutos vai para consumo dos próprios frequentadores do parque e para outras unidades de conservação do DF administradas pelo Brasília Ambiental.

    Reconhecimento

    O viveiro do Parque Riacho Fundo – além de ser uma referência devido à sustentabilidade – também coleciona fatos curiosos quanto à sua diversidade: além dos ipês tradicionalmente admirados pelos brasilienses, como o amarelo e branco, também possui muda de ipê verde, o mais raro e o último a florescer. E a mirra, planta milenar original da África, bastante presente no contexto bíblico e que foi plantada na Unidade de Conservação por uma judia em homenagem a Israel.

    Todo esse esforço coletivo alcançou até reconhecimento internacional: a Embaixada da República da África do Sul em Brasília, no ano de 2018, elegeu o Parque Ecológico Riacho Fundo para sediar as comemorações do Dia Internacional Nelson Mandela (Mandela Day), na data em que ele completaria 100 anos, se naquela ocasião estivesse vivo, com uma ação de plantios de mudas para a proteção das nascentes locais.

    E, no espírito dessa ação, que era o de incentivar o trabalho voluntariado, membros da missão sul-africana passaram a enviar embalagens vazias de tetra pak e de PET como forma de contribuir para o canteiro sustentável.

    Para quem tiver curiosidade de conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido no viveiro autossustentável, ele está localizado no Parque Ecológico Riacho Fundo, acesso pela QS 8, Conjunto 1 C – Riacho Fundo. A unidade funciona todos os dias da semana, das 6h às 18h.

  • Militares do DF fazem curso avançado de combate a incêndios em edificações

    Militares do DF fazem curso avançado de combate a incêndios em edificações

    Capacitação tem a duração de 14 dias e é ministrada por um comandante australiano reconhecido mundialmente por seu trabalho na área

    Pela primeira vez na história, o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) promove o Curso Avançado para Instrutores de Combate a Incêndio com o duty commander (em tradução livre: comandante de área operacional) John McDonough, do New South Wales Fire and Rescue (equivalente ao Corpo de Bombeiros) da Austrália. McDonough é referência mundial no assunto.

    Dezesseis alunos da corporação foram contemplados com a capacitação, que começou no dia 14 deste mês e vai até o dia 28, no quartel do comando-geral da corporação. “John McDonough já formou mais de 500 instrutores no mundo todo sobre o comportamento do fogo em incêndios. Essa é uma pós-graduação para aqueles militares que já passaram pelo curso de formação ofertado pelo CBMDF”, afirmou o tenente-coronel Leal.

    Curso está sendo ministrado por um dos criadores da doutrina no combate ao incêndio – Foto: Divulgação/CBMDF

    O militar australiano foi um dos criadores da doutrina no combate ao incêndio e é uma referência internacional no assunto. O curso é dividido em aulas práticas e teóricas que estudam o comportamento do fogo em incêndios em edificações.

    “Ele tem uma técnica mais apurada de como lidar em caso de incêndios. Ele tem 36 anos de serviço, pegou muitas ocorrências na vida, tem medalha de mérito no combate ao incêndio na Austrália. Por isso, queremos explorar bastante a vinda dele. Na parte prática, vamos utilizar simuladores para reproduzir o comportamento do fogo aliado à abordagem diferente e original que ele tem ao ministrar sobre o tema”, afirmou Leal.

  • Taguaparque recebe a 6ª edição do Pedal Cidadão neste domingo (20)

    Taguaparque recebe a 6ª edição do Pedal Cidadão neste domingo (20)

    Aberto à comunidade, passeio ciclístico ocorre a partir das 8h, com percurso leve e para toda a família

    O Taguaparque, em Taguatinga, recebe neste domingo (20) a 6ª edição do Pedal Cidadão. O passeio ciclístico começa na administração do parque a partir das 8h e segue até o Centro Pop da região, na Área Especial 2 da QNF 24. A atividade é aberta a toda a comunidade do Distrito Federal. Idealizado pela equipe do Centro Pop de Taguatinga, o projeto tem o objetivo de reinserir socialmente e profissionalmente pessoas em situação de rua.

    O Pedal Cidadão existe há mais de cinco anos, já certificou dezenas de pessoas em mecânica profissional de bicicleta e reformou mais de 300 bikes. “Ao longo do ano, fazemos oficinas de mecânica de bicicleta com os frequentadores da nossa unidade. A ideia é capacitá-los para uma profissão para que eles possam voltar ao mercado de trabalho”, comenta o agente social Wendel Viana, idealizador do evento.

    O Pedal Cidadão existe há mais de cinco anos e já certificou dezenas de pessoas em mecânica profissional de bicicleta – Foto: Divulgação/Sedes

    Neste ano, mais de 40 bikes foram revitalizadas pelos oficineiros, que vão receber certificado de manutenção em bicicletas no domingo. Na chegada do evento, a banda Vozes da Rua, um projeto que reintegra pessoas em situação de rua por meio da música, comanda a festa.

    A data do Pedal Cidadão não foi escolhida à toa. Em 19 de agosto é lembrado o Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua. “No ano passado, ocorreu em dezembro, mas agora, volta ao período certo”, lembra Wendel Viana.

    Centros pop

    O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) é uma unidade pública para atendimento a pessoas em situação de rua. Neste local são ofertados atendimentos individuais e coletivos, oficinas, atividades de convívio e socialização, além de ações que incentivem o protagonismo e a participação social. É um espaço de referência para o convívio social e o desenvolvimento de relações de solidariedade, afetividade e respeito. Eles funcionam diariamente a partir das 7h, inclusive em fins de semana e feriados. Neste ano, as unidades fizeram mais de 6 mil atendimentos até o fim do mês passado.

    O GDF conta com duas unidades desse tipo. Além dessa em Taguatinga, há outra na 904 da Asa Sul. Não se trata de um abrigo. “É um ponto de apoio socioassistencial para pessoas nessa condição. Além de todo amparo em busca de seu protagonismo, é um local para guarda de pertences, higiene pessoal, alimentação e provisão de documentação”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

    Serviço
    Pedal Cidadão 2023
    → Data: domingo (20)
    → Local: Saída do Taguaparque e chegada no Centro Pop de Taguatinga
    → Concentração a partir das 7h30
    → Início às 8h
    → Gratuito.

  • Brazlândia: Criança de 2 anos morre afogada em piscina

    Brazlândia: Criança de 2 anos morre afogada em piscina

    Segundo família, menino sumiu por cerca de 20 minutos e foi encontrado boiando na piscina de um vizinho, com peito virado para baixo. Bombeiros e Samu fizeram manobras de reanimação, mas vítima não resistiu

    Uma criança, de 2 anos, morreu afogada no Incra 09, em Brazlândia, no Distrito Federal, nesta quinta-feira (17). Segundo a família, o menino sumiu por cerca de 20 minutos e foi encontrado boiando em uma piscina da vizinhança, com o peito virado para baixo.

    O Corpo de Bombeiros foi acionado e encontrou a vítima nos braços de um homem às margens da DF-180. Os militares viram que a criança não apresentava movimentos respiratórios e iniciaram o protocolo de reanimação cardiopulmonar.

    Depois, chegou uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que realizou a instalação do Desfibrilador Externo Automático (DEA) e suporte de oxigênio. As duas esquipes se revezaram nas manobras de ressuscitação por cerca de 40 minutos.

    A criança foi levada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), ainda passando pelos procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar, mas não resistiu. O óbito foi declarado pela equipe médica.

    Fonte: G1

  • Guará recebe Circuito Centro-Oeste de Bicicross neste domingo (20)

    Guará recebe Circuito Centro-Oeste de Bicicross neste domingo (20)

    Pista da modalidade foi reformada pelo GDF, em uma parceria entre administração regional e Novacap, para receber os mais de 120 atletas que disputam as 33 categorias do torneio. Investimento foi de cerca de R$ 200 mil

    Manobras que desafiam a gravidade são marcas registradas do bicicross, esporte em que é preciso ultrapassar, no menor tempo possível, uma série de obstáculos. Neste domingo (20), o Guará recebe o Circuito Centro-Oeste de Bicicross, etapa regional do campeonato nacional. A disputa começa às 9h e será realizada na pista especial para a modalidade localizada no Centro Administrativo Vivencial e Esporte (Cave). A partir das 17h, haverá shows das bandas Jah Live e Os Cabelo Duro. Para participar do evento, o público deve levar 1kg de alimento não perecível.

    O circuito precede o campeonato nacional e é válido para pontuação dos atletas no ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), além da premiação em dinheiro. Mais de 120 atletas participarão em 33 categorias. No sábado (19), o evento começa com os treinos oficiais na pista.

    O Circuito Centro-Oeste de Bicicross precede o campeonato nacional e é válido para pontuação dos atletas no ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) – Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília

    ‌Única pista de bicicross no Distrito Federal apta para o treinamento conforme os padrões internacionais, o espaço foi reformado pelo Governo do Distrito Federal em uma parceria entre a Administração Regional do Guará e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Foram investidos cerca de R$ 200 mil para o recapeamento asfáltico das pistas, com uso de 250 toneladas de material, além da pintura dos alambrados, limpeza, capina, entre outros serviços.

    “Hoje, com a reforma que fizemos, a primeira desde 1990, temos a melhor pista de bicicross do Centro-Oeste”, avalia o administrador regional do Guará, Artur Nogueira. “O espaço está preparado para receber campeonatos mais importantes e para fornecer o melhor treinamento possível para os nossos atletas”, completa.

    O multicampeão Wellington Fernandes quer “colocar Brasília de novo no circuito nacional e essa etapa é o pontapé para esse objetivo”

    ‌Dezesseis vezes campeão brasileiro, o atleta Wellington Fernandes é um dos organizadores do torneio. Ele afirma que existem outras duas pistas no DF: uma em Santa Maria e outra em Sobradinho. Nenhuma, porém, tão boa quanto a do Guará. “Essa é a melhor da capital. É uma pista de 360 metros quadrados, com obstáculos de técnica e pulo”, observa. “Queremos colocar Brasília de novo no circuito nacional e essa etapa é o pontapé para esse objetivo”, almeja.

    Martin Barreiro, integrante da Associação Brasiliense de BMX do Distrito Federal, celebra a entrega da pista e a promoção do circuito regional. Ele é pai de Ravi, 5 anos, um dos competidores deste final de semana. “Estamos muito confiantes. Se ele não levar o primeiro lugar, com certeza estará o pódio. Essa pista ficou ótima. Vai nos ajudar muito em treinamentos para o futuro”, afirma.

    Expansão da modalidade

    Semanalmente, um grupo de atletas se dedica a formar novos talentos com aulas gratuitas no complexo esportivo do Guará. As atividades ocorrem às segundas, quartas e sextas-feiras, das 19h30 às 21h30. Para participar, basta ter uma bicicleta do tipo BMX e comparecer nas datas divulgadas.

    Serviço
    Circuito Centro-Oeste de Bicicross
    Data: domingo (20)
    Horário: a partir das 9h
    Endereço: Pista de bicicross do Guará, no Centro Administrativo e Vivência (Cave)
    Entrada: 1kg de alimento não perecível

  • Planaltina comemora 164 anos e quase R$ 60 milhões em investimentos

    Planaltina comemora 164 anos e quase R$ 60 milhões em investimentos

    Desde 2019, população foi beneficiada com obras em educação, saúde e mobilidade; comemoração está marcada para este sábado (19)

    Ainda que seja a região administrativa de número seis, Planaltina é considerada a cidade mãe do Distrito Federal, a mais antiga. Comemorando 164 anos neste sábado (19), a RA festeja anos de história, tradição, cultura, religiosidade e desenvolvimento. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) já investiu quase R$ 60 milhões em infraestrutura para os cerca de 200 mil moradores.

    E os investimentos foram em várias áreas: saúde, educação, segurança e mobilidade. Na educação, a cidade ganhou a primeira creche rural pública do DF. A creche do Pipiripau II recebeu investimento de R$ 463.400 mil, e promove educação infantil para 30 crianças de até 2 e 3 anos de idade.

    “Temos também a nova creche do Buritis IV que vai atender mais 180 crianças do setor, é um avanço enorme para Planaltina. E ainda na área rural tivemos a pavimentação do Núcleo Rural da Estância do Pipiripau, que vai atender mais de 5 mil famílias que moram na região, inclusive os alunos e os produtores”, destaca o administrador regional, Wesley Fonseca.

    Desde 2019, o GDF já investiu quase R$ 60 milhões em infraestrutura para os cerca de 200 mil moradores – Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    E nesse foco de aliar a mobilidade com a educação, o GDF recuperou 400 metros de asfalto e a pavimentação de mais 400 metros na VC-165. A obra, com investimento de R$ 900 mil, teve como motivação melhorar a qualidade de vida dos 360 alunos e dos 47 funcionários do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Rio Preto, localizado no núcleo rural que leva o mesmo nome e às margens da vicinal.

    Já na DF-128 até a pedra fundamental – ponto turístico que marca o centro do país – a Companhia Energética de Brasília (CEB Ipes) iniciou as obras para implantação de iluminação pública em mais um trecho da cidade. Serão instalados 57 novos pontos em LED e investidos R$ 420 mil. O planejamento é que nos próximos três anos todas as 10 mil luminárias convencionais da cidade sejam modernizadas.

    Outra demanda antiga e aguardada há décadas pela população é a passarela que está sendo instalada no km 21,5, da BR-020, ao lado do Itiquira Shopping. A nova estrutura metálica garantirá a segurança de 20 mil pedestres, moradores e trabalhadores da região dos condomínios Mestre D’Armas, Itiquira e Nova Esperança. Para a obra, foi empenhado o valor de R$ 3,5 milhões para executar o serviço. “Estamos trabalhando para atender da melhor maneira possível a população e nada se compara aos benefícios diretos à população com essa passarela, que poderá circular sobre a rodovia com segurança, assim que a estrutura estiver concluída”, ressalta o administrador regional.

    Saúde também é prioridade

    O Hospital Regional de Planaltina (HRP) está sendo ampliado para atender melhor a comunidade e oferecer mais especialidades no atendimento médico. Um bloco auxiliar está sendo construído e serão disponibilizados mais 30 leitos de enfermaria adulta, 13 de internação pediátrica e nove leitos de UTI, além de nove cadeiras para diálise. Com aporte de R$ 18,3 milhões, o espaço contará também com um centro cirúrgico, postos de enfermagem, sanitários, quartos de isolamento, sala de serviços, sala de equipamentos, sala de curativos, áreas de prescrição médica, rouparia e expurgo.

    E bem ao lado do HRP, uma nova subestação está sendo implantada para substituir a existente, o que ampliará em 50% a capacidade de abastecimento elétrico da unidade de saúde, o que dará fim a problemas de queda de energia e curtos-circuitos já registrados no local. O investimento é de R$ 1.391.802,57.

    “Já temos uma parte dessa obra do hospital concluída, a estrutura traz para a população serviços que não tínhamos antes como os leitos para pediatria, laboratório, hemodiálise é uma grande ampliação do quadro atual. Somos uma cidade grande, mas ainda não tínhamos UTI para atendimento aos casos mais graves”, enfatiza o administrador regional.

    Além dessa ampliação, a cidade recebeu também a reforma de oito salas de odontologia da UBS 5, no Arapoanga, e da UBS 4, na Estância, a recuperação da UBS 7, no Jardim Roriz, e a adequação da atual UBS 8, no Vale do Amanhecer. Somados os investimentos ultrapassam o valor de R$ 5 milhões.

    Ares interioranos

    Vera Lamounier: “Fazemos questão que as tradições sejam preservados, que nossos filhos e netos participem das novenas, da Via Sacra, da Folia de Reis, dos desfiles”

    Planaltina já era uma cidade com um século antes de a nova capital começar a ser desenhada, e mesmo com uma ampla população, a região mantém os ares de cidade do interior. A ex-professora e ex-conselheira tutelar Vera Lamounier, 66 anos, acredita que a preservação das tradições culturais pelos moradores influenciam para essa visão. “A cidade é aconchegante, conhecemos uns aos outros e a população, apesar de ter crescido não perdeu suas características. Fazemos questão que as tradições sejam preservados, que nossos filhos e netos participem das novenas, da Via Sacra, da Folia de Reis, dos desfiles. Essas tradições são uma herança para as famílias. Planaltina é minha cidade, é patrimônio, é amor”, conta a professora.

    Geraldo Melo: ” Planaltina é uma mãe que cria seus filhos sem precisar mudar a forma da cidade”

    O pioneiro da cidade, o aposentado Geraldo Melo, 82 anos, acompanhou todo o desenvolvimento da RA. “A cidade cresceu, se desenvolveu e melhorou muito com uma grande movimentação financeira. Planaltina é uma mãe que cria seus filhos sem precisar mudar a forma da cidade. Me lembro que acompanhei a festa do centenário, as pessoas que vieram construir Brasília moravam aqui. E agora temos grandes comércios e a grande parte rural que movimenta muito a região”, completa.

    Programação de aniversário

    A Administração Regional de Planaltina preparou uma programação especial para o aniversário da cidade que durará todo o mês. As festividades contam com a participação do GDF Mais Perto do Cidadão, que leva os serviços dos órgãos públicos para atender a população ao lado da administração regional da cidade, no Setor Recreativo, Estacionamento do Ginásio de Múltiplas Funções.

    O tradicional corte do bolo será realizado no local, logo após o desfile cívico e militar, que tem previsão de encerramento até as 12h.

  • Jogos Universitários do DF começam no sábado (19)

    Jogos Universitários do DF começam no sábado (19)

    Com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer, evento terá a participação de mais de 600 atletas e servirá de etapa classificatória para os JUBs 2023 e JUBs Praia 2024

    Brasília se prepara para sediar edição dos Jogos Universitários do Distrito Federal (JUDF). As competições começam neste sábado (19) e vão até 19 de setembro, com o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL). São esperados mais de 600 atletas para o evento.

    Destacando-se como encontro esportivo universitário nacional, o JUDF servirá como etapa classificatória para selecionar os representantes do DF para os Jogos Universitários Brasileiros 2023 e Jogos Universitários Brasileiros Praia 2024. Para a realização do evento, a SEL está investindo R$ 816 mil, recursos descentralizados do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE).

    As disputas serão realizadas em diversos locais, incluindo o clube esportivo da Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Apcef), o ginásio de esportes da Associação dos Empregados da CEB (Asceb), o Centro Integrado de Educação Física (Cief) e a Arena Guaraense.

    O secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro, enfatiza a importância em promover mais um evento voltado ao fortalecimento do esporte universitário. “É mais uma oportunidade para os atletas universitários mostrarem seu talento e dedicação. A Secretaria de Esporte e Lazer está comprometida em apoiar e fomentar o esporte, não apenas como uma atividade física, mas também como uma ferramenta de educação e integração social”, destaca.

    A competição conta com um total de 23 modalidades, incluindo basquetebol, breaking, futsal, handebol, jiu-jitsu, judô, karatê, tênis, tênis de mesa, tênis de mesa paradesportivo, voleibol, wrestling e xadrez. Na categoria Praia, serão contempladas modalidades como basquete 3×3, beach hand, beach soccer, beach tennis, futevôlei, futmesa, skate, vôlei de praia e vôlei 4×4 misto.

    Após a conclusão das seletivas, a edição 2023 dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) está agendada para acontecer em Joinville (SC), com o início marcado para 14 de outubro. Enquanto isso, o JUBs Praia 2024 está previsto para o primeiro trimestre do próximo ano, com o local a ser definido pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU).