Tag: Vírus

  • Varíola dos macacos: Saúde confirma mais 9 casos no DF

    Varíola dos macacos: Saúde confirma mais 9 casos no DF

    Ao todo, Brasília soma 225 pessoas infectadas, sendo 8 mulheres. Exames laboratoriais descartaram outros 418 casos em investigação

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou mais 9 casos de varíola dos macacos (monkeypox), nesta quinta-feira (8). Ao todo, Brasília soma 225 pessoas infectadas.

    Do total, 217 pacientes são homens e 8 são mulheres. Segundo a secretaria, os exames laboratoriais descartaram 418 casos que estavam em investigação, outros 177 ainda são suspeitos.

    A maioria dos pacientes está na faixa etária entre 20 e 39 anos. O Plano Piloto e Águas Claras são os locais com mais casos confirmados, no entanto, há diagnósticos em quase todas as regiões do DF.

    Veja o número de casos por região do DF:

    • Plano Piloto: 43
    • Águas Claras: 30
    • Samambaia: 22
    • Ceilândia: 17
    • Guará: 17
    • Recanto das Emas: 10
    • Taguatinga: 10
    • Planaltina: 9
    • Sudoeste: 9
    • Cruzeiro: 6
    • Vicente Pires: 5
    • Gama: 5
    • Riacho Fundo I: 5
    • Santa Maria: 4
    • Park Way: 4
    • Sobradinho I: 4
    • Riacho Fundo II: 3
    • Cadangolândia: 3
    • Núcleo Bandeirante: 2
    • Itapoã: 2
    • Paranoá: 1
    • Lago Norte: 1
    • Varjão: 1
    • Sobradinho II: 1
    • SCIA: 1
    • São Sebastião: 1
    • Jardim Botânico: 1
    • Sol Nascente/Pôr do Sol: 1

    Veja o número de casos por faixa etária no DF:

    • 0 a 10 anos: 0
    • 11 a 19 anos: 4
    • 20 a 29 anos: 81
    • 30 a 39 anos: 99
    • 40 a 49 anos: 30
    • 50 a 59 anos: 9
    • 60 anos ou mais: 2

    O que é a varíola dos macacos?

    Erupções cutâneas são típicas nos casos de varíola dos macacos — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1

  • DF tem mais de 200 casos de varíola dos macacos; Plano Piloto e Águas Claras concentram maior número de infectados

    DF tem mais de 200 casos de varíola dos macacos; Plano Piloto e Águas Claras concentram maior número de infectados

    Entre segunda (29) e esta quinta-feira (1º), Secretaria de Saúde confirmou mais 13 pacientes com doença. Exames descartaram 367 casos em investigação; outros 159 ainda são suspeitos

    O Distrito Federal ultrapassou os 200 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox), nesta quinta-feira (1º). De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Brasília tem 210 pacientes com a doença — 13 a mais que o informativo divulgado na segunda (29).

    Do total, 202 doentes são homens e 8 são mulheres. Segundo a pasta, os exames laboratoriais descartaram 367 casos que estavam em investigação, e outros 159 ainda são suspeitos.

    A maioria dos pacientes tem etária entre 20 e 39 anos. O Plano Piloto e Águas Claras são os locais com mais casos confirmados, no entanto, há diagnósticos em quase todas as regiões do DF.

    Veja o número de casos por região do DF:

    • Plano Piloto: 41
    • Águas Claras: 29
    • Samambaia: 18
    • Ceilândia: 15
    • Guará: 15
    • Recanto das Emas: 10
    • Planaltina: 9
    • Sudoeste: 9
    • Taguatinga: 7
    • Cruzeiro: 6
    • Vicente Pires: 5
    • Gama: 4
    • Santa Maria: 4
    • Riacho Fundo I: 4
    • Park Way: 4
    • Sobradinho I: 4
    • Riacho Fundo II: 3
    • Cadangolândia: 3
    • Núcleo Bandeirante: 2
    • Itapoã: 2
    • Paranoá: 1
    • Lago Norte: 1
    • Varjão: 1
    • Sobradinho II: 1
    • SCIA: 1
    • São Sebastião: 1
    • Jardim Botânico: 1
    • Sol Nascente/Pôr do Sol: 1

    Veja o número de casos por faixa etária no DF:

    • 0 a 10 anos: 0
    • 11 a 19 anos: 3
    • 20 a 29 anos: 79
    • 30 a 39 anos: 91
    • 40 a 49 anos: 25
    • 50 a 59 anos: 10
    • 60 anos ou mais: 2
    Erupções cutâneas são típicas nos casos de varíola dos macacos — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    O que é a varíola dos macacos?

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1

  • Varíola dos macacos: DF registra primeiros casos em adolescentes

    Varíola dos macacos: DF registra primeiros casos em adolescentes

    Jovens de 16 e 17 anos foram diagnosticados com doença. Brasília tem 170 infectados

    O Distrito Federal confirmou, nesta quinta-feira (25), que dois adolescentes, de 16 e 17 anos, foram diagnosticados com a varíola dos macacos (monkeypox). Esses foram os primeiros registros em pessoas com menos de 18 anos em Brasília.

    De acordo com a Secretaria de Saúde, o DF tem 170 casos confirmados da doença. Desses, são 163 homens e sete mulheres.

    Ainda há 187 casos em investigação. Outros 282 eram investigados, entanto, foram descartados, segundo boletim desta quinta-feira.

    Na segunda (22), a secretaria informou que a capital federal tinha 158 casos confirmados. Ou seja, em quatro dias, foram 12 novos diagnósticos.

    O Plano Piloto e Águas Claras continuam sendo os locais com mais casos confirmados. Entretanto, há registro de diagnósticos em quase todas as regiões do DF (veja números abaixo).

    Veja o número de casos por região do DF:

    • Plano Piloto: 32
    • Águas Claras: 25
    • Samambaia: 16
    • Ceilândia: 14
    • Guará: 13
    • Planaltina: 7
    • Taguatinga: 6
    • Cruzeiro: 5
    • Sudoeste: 5
    • Gama: 4
    • Santa Maria: 4
    • Riacho Fundo I: 4
    • Park Way: 4
    • Vicente Pires: 4
    • Riacho Fundo II: 3
    • Sobradinho I: 3
    • Itapoã: 2
    • Cadangolândia: 1
    • Sobradinho II: 1
    • SCIA: 1
    • Varjão: 1
    • Núcleo Bandeirante: 1
    • São Sebastião: 1
    • Jardim Botânico: 1

    Veja o número de casos por faixa etária no DF:

    • 0 a 10 anos: 0
    • 11 a 19 anos: 3
    • 20 a 29 anos: 61
    • 30 a 39 anos: 79
    • 40 a 49 anos: 20
    • 50 a 59 anos: 7
    • 60 anos ou mais: 0
    Varíola dos macacos é semelhante à varíola que já foi erradicada, mas menos severa e menos infecciosa — Foto: SCIENCE PHOTO LIBRARY/BBC

    O que é a varíola dos macacos?

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1

  • Varíola dos macacos: em 4 dias, Saúde confirma mais 25 casos no DF

    Varíola dos macacos: em 4 dias, Saúde confirma mais 25 casos no DF

    Ao todo, Brasília soma 143 pessoas infectadas, sendo 5 mulheres. Exames laboratoriais descartaram outros 215 casos em investigação

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou mais 25 casos de varíola dos macacos (monkeypox), nesta quinta-feira (18). Ao todo, Brasília soma 143 pessoas infectadas.

    Entre os infectados, 138 são homens — sendo 2 casos prováveis — e 5 mulheres. Os exames laboratoriais descartaram 215 casos que estavam em investigação, outros 126 ainda são suspeitos.

    Plano Piloto e Águas Claras têm o maior número de infectados

    Plano Piloto e Águas Claras continuam sendo as regiões com mais casos confirmados. De acordo com a secretaria de Saúde, todos os pacientes diagnosticados com monkeypox têm mais de 18 anos e menos de 60 anos.

    Veja o número de casos por região do DF:

    • Plano Piloto: 26
    • Águas Claras: 18
    • Samambaia: 14
    • Ceilândia: 12
    • Guará: 12

    Veja o número de casos por faixa etária no DF:

    • 0 a 10 anos: 0
    • 11 a 19 anos: 2
    • 20 a 29 anos: 54
    • 30 a 39 anos: 67
    • 40 a 49 anos: 13
    • 50 a 59 anos: 7
    • 60 a 69 anos: 0

    O que é a varíola dos macacos?

    Imagem de microscópio mostra vírus causador da varíola do macaco — Foto: Cynthia S. Goldsmith, Russell Regner/CDC via AP

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1

  • Varíola dos macacos: em 5 dias, Saúde confirma mais 16 casos no DF

    Varíola dos macacos: em 5 dias, Saúde confirma mais 16 casos no DF

    Ao todo, Brasília soma 118 pessoas infectadas, sendo 5 mulheres. Exames laboratoriais descartaram outros 154 casos em investigação

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou mais 16 casos de varíola dos macacos (monkeypox), nesta segunda-feira (15). Ao todo, Brasília soma 118 pessoas infectadas.

    Exames laboratoriais descartaram 154 casos em investigação, outros 127 ainda são suspeitos. Entre os infectados, 113 são homens — sendo 2 casos prováveis — e 5 mulheres.

    O Plano Piloto e Águas Claras continuam sendo as regiões com mais casos confirmados. De acordo com a secretaria, todos os pacientes diagnosticados com monkeypox estão acima dos 18 anos e abaixo dos 60 anos (saiba mais abaixo).

    Regiões com maior número de ocorrências:

    • Plano Piloto: 19
    • Águas Claras: 14
    • Ceilândia: 12
    • Samambaia: 9
    • Guará: 8

    Casos por faixa etária

    • 0 a 10 anos: 0
    • 11 a 19 anos: 1
    • 20 a 29 anos: 42
    • 30 a 39 anos: 57
    • 40 a 49 anos: 12
    • 50 a 59 anos: 6
    • 60 a 69 anos: 0

    O que é a varíola dos macacos?

    Foto: Divulgação

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1

  • Varíola dos macacos: em 4 dias, Saúde confirma mais 9 casos no DF

    Varíola dos macacos: em 4 dias, Saúde confirma mais 9 casos no DF

    Até esta quinta-feira (11), Brasília soma 102 pessoas infectadas. Exames laboratoriais descartaram outros 116 casos em investigação

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou mais 9 casos de varíola dos macacos (monkeypox), nesta quinta-feira (11). Com eles, Brasília soma 102 pessoas infectadas.

    Do total de infectados, 98 são homens e 4 são mulheres. Segundo a pasta, os exames laboratoriais descartaram outros 116 casos que estavam em investigação.

    “Todos pacientes diagnosticados com monkeypox até agora, no DF, estão acima dos 18 anos”, diz a Secretaria de Saúde.

    O que é a varíola dos macacos?

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer da seguinte forma:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis.
    • Da mãe para o feto através da placenta.
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele.
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1

  • UnB suspende aulas presenciais em duas turmas após suspeita de varíola dos macacos

    UnB suspende aulas presenciais em duas turmas após suspeita de varíola dos macacos

    Segundo coordenadora da Faculdade de Comunicação, dois estudantes podem estar com doença. Instituição recomendou reforço nas medidas de prevenção, como uso de máscara e higienização das mãos no campus

    A Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) suspendeu, nesta quinta-feira (4), as aulas presenciais em turmas de duas disciplinas. De acordo com um e-mail assinado pela coordenadora da Faculdade de Comunicação, Dione Oliveira Moura, dois alunos do curso, que estiveram nas salas, podem estar com a varíola dos macacos (monkeypox).

    Conforme o comunicado, os estudantes estão em isolamento. A orientação da coordenadora do curso é para que as turmas que tiveram aulas com os dois alunos adotem o ensino a distância.

    Segundo o e-mail, a contaminação dos dois jovens está sendo investigada e eles são monitorados pelo setor de vigilância epidemiológica da UnB. Além disso, para as demais turmas, a coordenação do curso reforçou medidas de prevenção, como uso de máscara, higienização das mãos e dos objetos pessoais e recomendou que os ambientes fiquem arejados, com portas e janelas abertas.

    No início da noite de quinta, a UnB chegou a negar a implementação de medidas restritivas devido aos casos suspeitos.

    No entanto, horas depois, a Faculdade de Comunicação emitiu um comunicado afirmando que as duas turmas permanecerão em “exercícios domiciliares”, “até que o setor de vigilância em saúde da UnB se pronuncie quanto aos contatos externos de varíola dos macacos” (veja abaixo).

    Comunicado da Faculdade de Comunicação da UnB sobre casos suspeitos de varíola de macacos — Foto: Fac-UnB/Reprodução

    Casos no DF

    Até segunda-feira (1º), quando foi emitido o último boletim da Secretaria de Saúde, o Distrito Federal tinha 38 casos confirmados de varíola dos macacos. Havia ainda outros 97 casos suspeitos e 12 tinham sido descartados.

    As regiões com maior número de ocorrências são o Plano Piloto, o Guará e Águas Claras. A transmissão comunitária também foi confirmada no DF, ou seja, não é possível rastrear a origem da infecção e o vírus já circula entre as pessoas, independentemente de viagem para o exterior.

    Imagem de pessoa infectada pela varíola dos macacos — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    O que diz a UnB

    “A Universidade de Brasília (UnB) informa que segue as orientações da Secretaria de Vigilância em Saúde do Distrito Federal e ressalta que todas as unidades de saúde estão disponíveis para acolher pessoas com suspeita de contaminação pelo vírus da varíola símia (monkeypox).

    Casos suspeitos devem permanecer afastados de suas atividades e seguir rigorosamente as orientações dadas pela equipe de saúde. A orientação para as pessoas da comunidade que estiveram em contato próximo com alguém que possa ter a doença é ficarem atentas ao aparecimento de sintomas como febre, mal estar ou qualquer lesão dermatológica. Na ausência de sintomas, as atividades continuam de forma ordinária.

    Apesar da baixa letalidade da doença, medidas de prevenção devem ser observadas, tais como: evitar contato próximo, pele a pele, com pessoas que tenham algum tipo de erupção cutânea; evitar o contato com objetos e materiais de pessoa com suspeita ou doença diagnosticada; lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou usar álcool 70%; e utilizar máscara. Reforçamos que essas condutas são esperadas também para efeitos de prevenção da Covid-19.”

    Fonte: G1

  • Covid-19: pesquisadores alertam para possibilidade de nova onda até fim do ano no Brasil

    Covid-19: pesquisadores alertam para possibilidade de nova onda até fim do ano no Brasil

    Documento assinado por universidades públicas recomenda medidas de restrição e vacinação, principalmente para crianças. Desde início da pandemia, país registrou 674.166 mortes e 33.005.278 casos conhecidos do novo coronavírus

    Uma nota técnica feita por pesquisadores de universidades públicas do país alerta para “uma clara possibilidade” de uma nova onda de Covid-19 até o fim do ano no Brasil. O documento recomenda que, para evitar o quadro, medidas de restrição e a vacinação, principalmente entre as crianças, devem ser intensificadas.

    Dados do consórcio de veículos de imprensa mostram que, desde o início da pandemia, o Brasil registrou 674.166 mortes e 33.005.278 casos conhecidos de Covid-19. Atualmente, o país enfrenta a quarta onda da pandemia que, em junho, registrou alta de 78,3% nos registros da doença.

    A análise dos pesquisadores, divulgada na terça-feira (12), destaca os seguintes pontos como motivos para o aumento das infecções:

    • Isolamento social cada vez menos utilizado como uma estratégia de contenção da pandemia
    • Utilização de máscaras outras medidas de higiene deixam de ser uma atitude para a maioria da população
    • Inexistência de campanhas de conscientização e de orientação

    A nota é assinada por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), entre outras. O documento alerta ainda para a possibilidade do surgimento de novas variantes.

    “Salientamos, mais uma vez, que a pandemia está longe de ser encerrada, com o vírus circulando fortemente no Brasil e no mundo, com a possibilidade de surgirem novas variantes, que podem ser menos perigosas, ou mais mortíferas [8, 9], uma loteria que não deveríamos estar jogando”, dizem os pesquisadores.

    Vacinação e mortes

    Vacinação contra Covid-19 no DF — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde do DF

    Os pesquisadores afirmam que os número de mortes provocado pela Covid-19 poderia ter “atingido patamares muito maiores” se não houvesse a vacinação. No entanto, segundo os especialistas, o Brasil ainda tem “parcelas significativas da população sem o esquema vacinal completo”.

    A nota técnica diz que “as muitas mortes por Covid-19 registradas diariamente, uma média de 240, são reflexo da parte da população que deixou de se imunizar”. Além disso, os pesquisadores alertam que, devido à onda atual da doença, a tendência é de que o total de óbitos aumente.

    O documento explica que, como as mortes costumam ocorrer 18 dias após os primeiros sintomas, a média de óbitos registrados no país pode ficar elevado pelos próximos dois meses.

    “Tal quadro ainda é preocupante, agravado pela ausência de campanhas de informação, que reforcem o papel central da vacinação para o controle da pandemia, e informando as consequências de contrair o vírus”, diz o documento.

    Pandemia no DF

    Desde início da pandemia, até esta quarta-feira (13) 821.763 pessoas foram infectadas pela Covid-19 no Distrito Federal. Dessas, 11.799 perderam a vida para a doença, segundo boletim da Secretaria de Saúde.

    A taxa de transmissão passou de 0,83 na segunda-feira (11), para 0,78. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 78, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Quando o índice está abaixo de 1, significa que a propagação do vírus está em desaceleração.

    Fonte: G1