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  • DF não registra mortes por Covid há 23 dias

    DF não registra mortes por Covid há 23 dias

    Taxa de transmissão se mantém em 0,74. Desde início da pandemia,11.825 perderam a vida em Brasília, de acordo com Secretaria de Saúde

    O Distrito Federal registrou 134 novos casos conhecidos de Covid-19 e nenhuma morte, nesta sexta-feira (2), completando 23 dias sem registro de óbitos. O dado, no entanto, não significa que não ocorreram mortes, mas, sim, que nenhuma foi registrada pela Secretaria de Saúde.

    Desde o início da pandemia, 837.618 pessoas foram infectadas e 11.825 perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10, 8 mil moravam na capital federal e 1.025 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno do DF.

    Taxa de transmissão da Covid-19 no DF

    Em agosto, a taxa de transmissão da Covid, em Brasília, começou em 0,64, e subiu ao longo do mês, atingindo pico de 0,85 no dia 22. Em seguida, o índice começou a cair, e terminou em 0,75 na quarta-feira (31).

    Na quinta (1º) a taxa caiu para 0,74 e se mantém assim, pelo segundo dia consecutivo. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 74, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Quando o índice está abaixo de 1, significa que a propagação do vírus está em desaceleração.

    Taxa de transmissão em setembro

    • 1º de setembro: 0,74
    • 2 de setembro: 0,74

    Leitos de UTI

    UTI em imagem de arquivo — Foto: Reprodução TV

    Até as 18h25 desta sexta-feira (2), a taxa de ocupação nas unidades de terapia intensiva (UTIs) da rede pública, para tratar pacientes com Covid, estava em 36,36%. Do total de 26 leitos, eram ocupados, disponíveis e 15 bloqueados.

    Até as 11h55, a ocupação nos leitos de UTI na rede privada de saúde estava em 58,04%. Do total de 136 leitos, 66 estavam ocupados, 48 vagos e 22 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta sexta-feira, 103.622 pessoas testaram positivo e 873 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 77.359 contaminações e 1.772 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Covid-19: pesquisadores alertam para possibilidade de nova onda até fim do ano no Brasil

    Covid-19: pesquisadores alertam para possibilidade de nova onda até fim do ano no Brasil

    Documento assinado por universidades públicas recomenda medidas de restrição e vacinação, principalmente para crianças. Desde início da pandemia, país registrou 674.166 mortes e 33.005.278 casos conhecidos do novo coronavírus

    Uma nota técnica feita por pesquisadores de universidades públicas do país alerta para “uma clara possibilidade” de uma nova onda de Covid-19 até o fim do ano no Brasil. O documento recomenda que, para evitar o quadro, medidas de restrição e a vacinação, principalmente entre as crianças, devem ser intensificadas.

    Dados do consórcio de veículos de imprensa mostram que, desde o início da pandemia, o Brasil registrou 674.166 mortes e 33.005.278 casos conhecidos de Covid-19. Atualmente, o país enfrenta a quarta onda da pandemia que, em junho, registrou alta de 78,3% nos registros da doença.

    A análise dos pesquisadores, divulgada na terça-feira (12), destaca os seguintes pontos como motivos para o aumento das infecções:

    • Isolamento social cada vez menos utilizado como uma estratégia de contenção da pandemia
    • Utilização de máscaras outras medidas de higiene deixam de ser uma atitude para a maioria da população
    • Inexistência de campanhas de conscientização e de orientação

    A nota é assinada por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), entre outras. O documento alerta ainda para a possibilidade do surgimento de novas variantes.

    “Salientamos, mais uma vez, que a pandemia está longe de ser encerrada, com o vírus circulando fortemente no Brasil e no mundo, com a possibilidade de surgirem novas variantes, que podem ser menos perigosas, ou mais mortíferas [8, 9], uma loteria que não deveríamos estar jogando”, dizem os pesquisadores.

    Vacinação e mortes

    Vacinação contra Covid-19 no DF — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde do DF

    Os pesquisadores afirmam que os número de mortes provocado pela Covid-19 poderia ter “atingido patamares muito maiores” se não houvesse a vacinação. No entanto, segundo os especialistas, o Brasil ainda tem “parcelas significativas da população sem o esquema vacinal completo”.

    A nota técnica diz que “as muitas mortes por Covid-19 registradas diariamente, uma média de 240, são reflexo da parte da população que deixou de se imunizar”. Além disso, os pesquisadores alertam que, devido à onda atual da doença, a tendência é de que o total de óbitos aumente.

    O documento explica que, como as mortes costumam ocorrer 18 dias após os primeiros sintomas, a média de óbitos registrados no país pode ficar elevado pelos próximos dois meses.

    “Tal quadro ainda é preocupante, agravado pela ausência de campanhas de informação, que reforcem o papel central da vacinação para o controle da pandemia, e informando as consequências de contrair o vírus”, diz o documento.

    Pandemia no DF

    Desde início da pandemia, até esta quarta-feira (13) 821.763 pessoas foram infectadas pela Covid-19 no Distrito Federal. Dessas, 11.799 perderam a vida para a doença, segundo boletim da Secretaria de Saúde.

    A taxa de transmissão passou de 0,83 na segunda-feira (11), para 0,78. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 78, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Quando o índice está abaixo de 1, significa que a propagação do vírus está em desaceleração.

    Fonte: G1