Tag: Posto de Combustível

  • Após anúncio da Petrobras, gasolina pode ficar R$ 0,13 mais barata no DF, diz sindicato

    Após anúncio da Petrobras, gasolina pode ficar R$ 0,13 mais barata no DF, diz sindicato

    Estatal divulgou redução de 4,8% no preço do combustível repassado às distribuidoras, nesta segunda-feira (15). Segundo postos de combustíveis, consumidor será beneficiado “se as distribuidoras repassarem isso aos revendedores”

    O preço da gasolina pode ficar R$ 0,13 mais barato nos postos do Distrito Federal, já a partir desta terça-feira (16), segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Distrito Federal. A queda é esperada por conta da redução de 4,8% no preço do combustível vendido às distribuidoras, anunciada pela Petrobras, na tarde de segunda-feira (15).

    De acordo com a estatal, o preço do litro repassado às distribuidoras passará de R$ 3,71 para R$ 3,53, uma redução de R$ 0,18. Mas os comerciantes afirmam que, como a gasolina vendida no DF é misturada a etanol anidro, o reajuste é proporcional à quantidade do combustível na mistura.

    “Se as distribuidoras repassarem isso aos revendedores, após a baixa do estoque, muito provavelmente chegará ao consumidor essa redução [de R$ 0,13]”, diz o presidente do Sindicombustíveis, Paulo Tavares.

    Reajustes

    Segundo a Petrobras, “a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

    O litro da gasolina é vendido às distribuidoras a R$ 3,71 desde a última redução, em 29 de julho. No ano, o combustível ainda acumula alta de 14,24%.

    Em julho, a gasolina ficou em média 15,48% mais barata nas bombas, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). A queda de preços no mês foi puxada principalmente pela imposição de um limite para as alíquotas do ICMS, imposto estadual que incide sobre o combustível.

    O levantamento semanal de preços feito pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), no entanto, não é divulgado há duas semanas, após uma tentativa de ataque aos sistemas da agência.

    Fonte: G1

  • Fiscalização notifica postos e interdita bombas de combustível por irregularidades

    Fiscalização notifica postos e interdita bombas de combustível por irregularidades

    Operação Petróleo Real, do Ministério da Justiça, começou na quarta-feira (10) e vai até sexta (12). Fiscais avaliaram 31 estabelecimentos na capital e Entorno, no primeiro dia

    A Operação Petróleo Real, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), notificou cinco postos e interditou três bombas de combustível, nesta quarta-feira (10), no Distrito Federal, por disponibilizarem o produto abaixo do limite da margem de erro estipulado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

    A ação, que começou na quarta e vai até sexta-feira (12), fiscalizou 31 postos de combustíveis no DF e Entorno no primeiro dia. Os servidores analisaram 180 bombas e 223 bicos. Ao todo, segundo a pasta, houve 30 autuações e foram feitos 722 testes de qualidade.

    As equipes de fiscalização também conversaram com 208 trabalhadores, para apurar possíveis violações aos direitos dos funcionários, pelos empregadores. A expectativa é que, até sexta, mais 60 postos sejam abordados.

    Os fiscais vão avaliar desde a qualidade dos combustíveis e a transparência na divulgação dos preços ao consumidor, até questões de licenciamento ambiental e crimes contra a ordem econômica.

    As informações colhidas serão disponibilizadas para a Polícia Federal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para a apuração de possíveis crimes. Esta é a segunda fase da Operação Petróleo Real, que segundo o MJSP, será expandida para demais estados do país.

    Operação Petróleo Real

    A iniciativa da operação é da Secretaria de Operações Integradas (Seopi/MJSP) em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJSP), e com a participação de nove instituições:

    • Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)
    • Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro)
    • Instituto de Defesa do Consumidor (Procon/DF)
    • Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal (auditores fiscais da Receita do DF)
    • Subsecretaria de Inspeção do Trabalho da Secretaria de Trabalho/MTP (auditores fiscais do trabalho)
    • Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF)
    • Instituto Brasília Ambiental (IBRAM)
    • Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)
    • Polícia Federal

    Fonte: G1