Tag: PMDF

  • Sargento do Exército é preso por dar tiros após festa no Plano Piloto

    Sargento do Exército é preso por dar tiros após festa no Plano Piloto

    Homem estava em evento no Conic, na madrugada deste domingo (15). Segundo Polícia Militar, segurança do evento afirmou que militar deu dois tiros, mas que disparos não atingiram ninguém

    Um sargento do Exército foi preso, na madrugada deste domingo (15), após dar tiros em uma área pública do Conic, no Plano Piloto, em Brasília. De acordo com relatos, o homem estava em uma festa no local.

    Segundo a Polícia Militar, o segurança do evento afirmou que o homem atirou duas vezes, mas que os disparos não atingiram ninguém. 

    O Exército informou que o sargento já passou por audiência de custódia e vai responder pelo crime em liberdade.

    A Polícia Militar não soube informar se o homem deu tiros para o alto ou na direção de alguém. A corporação disse ainda que o sargento tem porte de arma.

    Fonte: G1

  • Beneficiado de saidão entra em shopping armado e vai preso

    Beneficiado de saidão entra em shopping armado e vai preso

    O homem circulava pelos corredores do shopping com um revólver na cintura. Funcionários viram o artefato e chamaram a PMDF

    A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) evitou que um homem de 29 anos assaltasse lojas do Taguatinga Shopping, na tarde desta sexta-feira (12/8).

    Ele circulava pelos corredores com um revólver na cintura, um dia depois de ser beneficiado pelo saidão do Dia dos Pais.

    Quando o homem entrou no banheiro, um funcionário da limpeza viu a arma de fogo e avisou os seguranças. Ele estava acompanhado de três mulheres.

    Os policiais do 17º Batalhão o detiveram dentro de uma loja de artigos esportivos. Ele alegou que andava armado porque está jurado de morte.

    Foto: PMDF / Divulgação

    A PM o conduziu até a 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul). Ele já tinha passagem por homicídio, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e outros crimes.

    Fonte: Metrópoles

  • Guará: Mulher tem pedaço da perna arrancada durante briga em pagode

    Guará: Mulher tem pedaço da perna arrancada durante briga em pagode

    Caso aconteceu na madrugada de domingo (7/8), em um pagode com várias atrações no Clube da Saúde. Ambas as mulheres envolvidas na briga registraram boletim de ocorrência

    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga um caso de lesão corporal, injúria e ameaça que ocorreu dentro do banheiro feminino de um pagode, na madrugada de domingo (7/8), no Clube da Saúde, no Guará. Uma comissária de voo, de 40 anos, alega que foi mordida por outra mulher, de 39 anos, e que teve o pedaço da perna arrancada na discussão. Ambas registraram boletins de ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).

    De acordo com a comissária, ela e a acusada já se conheciam há oito meses e, no dia do evento, ela encontrou a “conhecida” dentro do banheiro feminino do pagode, que tinha várias atrações. “Quando a vi dentro do banheiro, disse: ‘te achei!’. Nesse momento, ela me xingou e, como sou muito escandalosa, xinguei de volta”, contou.

    A comissária contou que a discussão tomou tons maiores, e começou-se a briga, com puxões de cabelos e luta corporal. Ela alega que, em determinado momento, o marido da mulher com quem brigava e seguranças da organização do evento entraram no banheiro e a seguraram para que a antagonista pudesse a golpear com chutes, socos e com uma mordida, que arrancou um pedaço da perna. Ela também alega ter sido vítima de racismo.

    “Começamos uma briga, e ela chamou a amiga dela para me bater. Depois, entraram quatro seguranças, mais o marido dela, e me seguraram para ela bater. Ela quis me matar”, afirmou, dizendo que foi retirada do evento à força pelos seguranças.

    O boletim de ocorrência, ao qual a reportagem teve acesso, detalha que a mulher que brigou com a comissária foi à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) e disse ao delegado que foi xingada de “vagabunda”. Ela acusou a comissária de “ter acabado com a vida dela na internet”. No registro, detalhou que, caídas no chão durante a briga, a comissária teria puxado os cabelo dela, e a única opção para que pudesse ser solta e cessasse a agressão foi morder a perna.

    O registro policial ainda diz que a desavença das duas deu-se porque a comissária queria entrar em um projeto social, mas, por querer “fazer política” dentro do programa, não foi aceita. A versão, contudo, foi negada pela mulher que teve a perna mordida em outro boletim de ocorrência.

    A outra parte

    Tentamos contato com a mulher que mordeu a perna da comissária por meio de ligações, mas ela preferiu não se pronunciar no momento. A reportagem entrou em contato com a empresa que cuidou da segurança do evento, que não quis se manifestar. Também tentamos contato com a organização do evento, que não atendeu aos nossos chamados. O espaço segue em aberto para esclarecimentos.

    Fonte: CB

  • Corpo é encontrado às margens do lago Paranoá, próximo à ponte JK

    Corpo é encontrado às margens do lago Paranoá, próximo à ponte JK

    Homem tinha 35 anos e, segundo o Corpo de Bombeiros Militar do DF, não apresentava sinais de violência. A Polícia Civil do DF realiza perícia no local

    O corpo de um homem de 35 anos foi encontrado, nesta sexta-feira (12/8), às margens do lago Paranoá, próximo à ponte JK. Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), a vítima não apresentava sinais de violência.

    A corporação informou, por meio de nota, que o corpo foi levado até a rampa de acesso do lago e deixado aos cuidados da Polícia Civil, que realiza perícia no local. O caso é investigado pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).

    Os Bombeiros atenderam a ocorrência às 6h50, com duas viaturas e seis militares.

    Fonte: CB

  • Funcionária morre após ser atropelada na garagem de empresa de ônibus, em São Sebastião

    Funcionária morre após ser atropelada na garagem de empresa de ônibus, em São Sebastião

    Acidente ocorreu na segunda-feira (8). Vítima, de 38 anos, foi levada pelo Corpo de Bombeiros para Hospital de Base, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu nesta quinta-feira (11)

    Uma mulher de 38 anos morreu depois de ser atropelada por um ônibus escolar, dentro da garagem da empresa dos veículos, em São Sebastião, no Distrito Federal. De acordo com informações obtidas pela reportagem, a vítima se chamava Maria Lúcia e era funcionária da companhia.

    O acidente ocorreu na segunda-feira (8) e, segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher ficou prensada entre os dois veículos. Ela chegou a ser socorrida pelos militares, apresentando traumatismo cranioencefálico grave, e foi levada ao Hospital de Base do DF.

    No entanto, na quinta-feira (11), não resistiu aos ferimentos. Até a última atualização deste texto, a reportagem não tinha conseguido contato com a empresa responsável pelo veículo.

    Fonte: G1

  • Suspeito de atear fogo em morador de rua é preso na Asa Sul

    Suspeito de atear fogo em morador de rua é preso na Asa Sul

    De acordo com a polícia, o suspeito, conhecido como Jamaica, confessou o crime durante o interrogatório. O delito é tratado como homicídio qualificado, sem possibilidade de reação da vítima, que estava dormindo

    Cerca de oito horas após um homem ter sido morto e carbonizado próximo à Rua das Farmácias, na 302 Sul, policiais da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) prenderam um suspeito de cometer o homicídio.

    Conhecido como Jamaica, 34 anos, o suspeito confessou o crime, que teria sido motivado por ameaças feitas pela vítima, identificada como Joelson Rego, 29. “Ambos eram viciados em crack, e Joelson, segundo o autor, o obrigava a conseguir drogas para ele. Quando Jamaica não conseguia, a vítima o ameaçava, dizendo que ia matá-lo e atear fogo no corpo”, relata Jonatas Silva, delgado-chefe da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), que investiga o caso.

    Nesta quinta-feira (11/8), por volta das 3h, Jamaica diz ter sido ameaçado novamente antes de esfaquear a vítima quatro vezes no pescoço. Em seguida, ele arrastou o cadáver até a área verde do local, cobriu o corpo com cobertores e ateou fogo.

    Na delegacia, o suspeito foi interrogado e demonstrou frieza ao falar sobre o ocorrido. “Ele se mostrou bastante calmo, contou todo o crime, dizendo também que agiu sozinho. Somente perguntou quantos anos ficaria preso”, conta o delegado Isac Azevedo, que participou do interrogatório.

    O crime é tratado como homicídio qualificado, sem possibilidade de reação da vítima, que estava dormindo. O autor também pode ser indiciado por ocultação de cadáver. A pena prevista para o crime é de 20 a 30 anos de prisão.

    Fonte: CB

  • Feminicídio: DF registra duas mortes por estrangulamento em um dia

    Feminicídio: DF registra duas mortes por estrangulamento em um dia

    Segundo polícia, Luciana Gomes, de 35 anos, foi morta pelo namorado, no Sol Nascente. Já o corpo de Adriana dos Santos Leite, de 49 anos, foi encontrado perto da Epia, com sinais de violência sexual

    Duas mulheres foram encontradas mortas, por estrangulamento, nesta quarta-feira (10), no Distrito Federal. Um dos crimes foi em um prédio da quadra 700 do Sol Nascente, por volta das 7h. Uma hora depois, o corpo de uma outra mulher foi encontrado com indícios de violência sexual na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).

    No primeiro caso, a vítima foi identificada como Luciana Gomes, de 35 anos. Segundo a Polícia Civil, ela foi morta pelo namorado, Eduardo Regis da Cruz, de 38 anos, preso em flagrante.

    Segundo os vizinhos, o corpo de Luciana já estava enrijecido, por isso, eles suspeitam que o crime tenha ocorrido na noite de terça-feira (9). Ela era mãe de gêmeos, de dois anos de idade, que conforme as testemunhas “estavam com sinais de que passaram a noite com frio e com fome”.

    Luciana Gomes, 35 anos, vítima de feminicídio no Sol Nascente, no DF — Foto: Arquivo pessoal

    A família de Luciana disse que ela conheceu Eduardo pela internet, e que os dois estavam juntos há três meses. A manicure Flávia Brito foi a primeira a entrar no apartamento, após Eduardo pedir socorro.

    “Quando deu sete horas da manhã, ele saiu do apartamento da Luciana gritando, pedindo socorro e dizendo que tinha entrado alguém lá dentro e feito alguma coisa com ela”, contou Flávia.

    A manicure disse ainda que Eduardo demonstrou desespero com a morte da namorada. “Ele se jogou no chão, chorando muito. Fui adentrando na casa dela, procurando onde estava a Luciana e, quando cheguei no quarto dela, ela estava deitada no chão, entre a parede e a cama, e com um pano no rosto”.

    Quando os bombeiros chegaram, viram que ela tinha sido estrangulada e Eduardo foi detido. O delegado-chefe da 23ª DP (PSul), Gustavo Farias, conta que o homem já tinha ficha criminal.

    “Ele já tinha histórico de passagens por violência doméstica com outras companheiras, tinha também histórico de posse de arma de fogo e demonstrava ser uma pessoa violenta”, diz o delegado. “

    Ainda conforme o delegado, parentes de Luciana contaram que o homem era possessivo e que sentia muito ciúmes da vítima. Por esse motivo, ela teria tentado romper o relacionamento.

    Crime na Epia

    Adriana dos Santos Leite, de 49 anos, foi encontrada morta perto da Epia e do Shopping Popular, no DF — Foto: Reprodução TV

    Um pouco mais tarde, também na manhã desta quarta-feira, o corpo de uma mulher estrangulada, e com sinais de violência sexual foi encontrado embaixo das árvores em uma área verde, perto da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) e do Shopping Popular.

    A mulher foi identificada como Adriana dos Santos Leite, de 49 anos. A suspeita dos investigadores é de que ela também foi vítima de feminicídio.

    Adriana dos Santos Leite, mais conhecida Como Naná, foi encontrada morta na Epia, sentido Estrutural – Foto: Reprodução

    Adriana tinha sido vista pela última vez na sexta-feira (5), em um bar, com amigos. No local do crime, a polícia encontrou colchões, restos de um sofá, comida e roupas masculinas.

    Um tapete e uma camiseta, aparentemente sujos de sangue, foram periciados. A mulher morava com uma irmã, na região do Cruzeiro. Segundo os investigadores, a família não estranhou o desaparecimento, porque ela costumava passar dias fora de casa, sem avisar.

    Fonte: G1

  • Corpo é encontrado carbonizado em canteiro na 302 Sul

    Corpo é encontrado carbonizado em canteiro na 302 Sul

    Cadáver não tinha sido identificado até manhã desta quinta-feira (11). Local fica próximo ao Setor Comercial Sul, onde costumam viver pessoas sem-teto

    Um corpo foi encontrado carbonizado, na madrugada desta quinta-feira (11), na quadra 302 da Asa Sul, em Brasília. Até o início da manhã, o cadáver não tinha sido identificado e estava em avançado estado de degradação.

    O corpo foi encontrado em um canteiro, na Rua das Farmácias. O local fica ao lado do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e do Setor Comercial Sul (SCS), onde costumam viver pessoas sem-teto.

    Peritos da Polícia Civil estiveram no local para analisar a cena do crime. O local ficou totalmente isolado para a realização da perícia.

    Fonte: G1

  • Aluna de escola militarizada na Estrutural, xinga policial e é levada para delegacia

    Aluna de escola militarizada na Estrutural, xinga policial e é levada para delegacia

    Caso aconteceu na quarta-feira (10); PM afirma que adolescente estava envolvida em briga e agiu ‘de forma violenta’ com policiais. Testemunhas alegam que aluna não participou da confusão

    Uma aluna do Centro Educacional (CED) 1 da Estrutural, no Distrito Federal, foi levada para a delegacia, nesta quarta-feira (10), após xingar e agredir um policial militar, segundo a corporação.

    Em nota, a PM informou que a adolescente estava envolvida em uma confusão. Já Testemunhas dizem que ela não estava na briga. Segundo a Polícia Militar, a jovem foi levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), porque “agiu de forma violenta, com xingamentos, chutes e tentativas de mordidas, contra os policiais”.

    Os militares algemaram a adolescente e outros estudantes protestaram, pedindo que os militares a soltassem. A corporação diz que vários alunos e pessoas da comunidade tentaram jogar pedras nos policiais, na tentativa de libertar a adolescente.

    De acordo com relatos dos alunos, duas meninas começaram a brigar em frente à escola, quando o Batalhão Escolar da Polícia Militar passou e tentou separá-las. No entanto, segundo os estudantes, a aluna que aparece nas imagens não estava participando da briga.

    Fonte: G1

  • Mãe de quatro filhos é encontrada morta em apartamento, polícia investiga

    Mãe de quatro filhos é encontrada morta em apartamento, polícia investiga

    Inicialmente, os agentes foram acionados para atendimento de uma morte natural, mas após atendimento inicial, foi constatado que características se assemelham a homicídio

    Uma mãe de quatro filhos foi encontrada morta, na manhã desta quarta-feira (10/8), no apartamento em que vivia há cerca de um ano, na quadra 700 do Sol Nascente. Segundo informações da Polícia Civil do Distrito Federal, o caso será apurado pela 23ª Delegacia de Polícia, como suspeita de homicídio.

    Inicialmente, a informação que chegou à polícia era de uma morte por causas naturais, mas, quando os Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) foi atender à ocorrência, percebeu características que indicavam um possível assassinato. A mulher, mãe de quatro filhos — 13, 10 e gêmeos com 2 anos —, foi identificada como Luciana Gomes da Costa, 35 anos. Sua morte comoveu os moradores do bloco do apartamento em que morava.

    A mãe da vítima conversou com a reportagem, e, ainda muito abalada com a situação, se emocionou ao detalhar a dor de perder a filha. Com as mãos trêmulas e sentada em uma cadeira devido ao mal estar, ela informou que descobriu sobre a morte de Luciana pela manhã. “Meu filho chegou hoje cedo lá em casa, contando o que tinha acontecido, e me trouxe para cá”, afirma.

    Os filhos de Luciana ainda estavam no apartamento quando as vizinhas localizaram o corpo. Uma das moradoras explicou que arrumou os gêmeos e os levou para a creche. “Eles são muito apegados com a mãe e uma hora iriam procurar por ela. Estavam todos na casa. Eles sabem o que aconteceu, mas ainda não entendem o que isso significa”, pontua.

    Fonte: CB