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  • Adolescente imita macaco após ser advertido por porteiro no Sudoeste

    Adolescente imita macaco após ser advertido por porteiro no Sudoeste

    Menino andava de bicicleta no pilotis do prédio, e situação é proibida segundo regimento interno do condomínio. Caso foi registrado como injúria racial na 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro

    O porteiro de um prédio do Sudoeste, no Distrito Federal, foi vítima de injúria racial, na noite da última sexta-feira (19), por um morador da região. Segundo o relato da vítima, Gláucio João da Silva, de 48 anos, um adolescente imitou e reproduziu sons de um macaco, depois de ter sido repreendido por estar andando de bicicleta no pilotis do prédio.

    O caso foi registrado na 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro. Em seu depoimento, Gláucio contou que, por volta das 21h, chamou a atenção de dois adolescentes que andavam de bicicleta no local, porque a “situação é proibida segundo o regimento interno do prédio”.

    Um dos meninos parou, mas o outro continuou a se movimentar com a bicicleta no pilotis, ignorando a advertência. Neste momento, o adolescente começou a zombar de Gláucio, passando perto da portaria fazendo som de macaco. Segundo a vítima, o jovem não xingou, mas reproduziu sons e gestos imitando o animal, se referindo a ele.

    De acordo com o delegado responsável pelo caso, Douglas Fernandes, a Polícia Civil já identificou o adolescente de 13 anos, e o caso seguirá para a Delegacia da Criança e do Adolescente.

    Injúria racial

    De acordo com a legislação brasileira, o crime de racismo é aplicado quando a ofensa discriminatória é contra um grupo ou coletividade. Por exemplo, impedir que negros tenham acesso a estabelecimento comercial privado.

    Já com base no Código Penal, injúria racial se refere a ofensa à dignidade ou decoro, utilizando palavra depreciativa referente a raça e cor com a intenção de ofender a honra da vítima.

    Fonte: G1

  • Homem condenado por estuprar a filha em 2013 é preso na Asa Sul

    Homem condenado por estuprar a filha em 2013 é preso na Asa Sul

    À época, a menina tinha 3 anos. Com o andamento das investigações e com o resultado do laudo do Instituto de Medicina Legal (IML), comprovou-se que o sangue encontrado na calcinha da menina continha material biológico compatível com o DNA do pai

    Um servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), 55 anos, foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na manhã de terça-feira (16), acusado de estuprar a própria filha. O crime ocorreu em 2013 e, à época, a menina tinha 3 anos.

    A ocorrência foi registrada em abril de 2013 na 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro), porém encaminhada à 1ª DP (Asa Sul) — área onde ocorreram os fatos. As diligências contaram com o apoio dos investigadores da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que foram responsáveis por colher o depoimento da criança.

    Com o andamento das investigações e com o resultado do laudo do Instituto de Medicina Legal (IML), comprovou-se que o sangue encontrado na calcinha da menina continha material biológico compatível com o DNA do pai. A Justiça condenou o servidor a uma pena de 12 anos.

    A reportagem apurou que o homem morava em outro estado, mas, nesta terça-feira (16/8), ele acabou preso dentro de um restaurante, no Setor de Autarquias Sul. Ele foi encaminhado à carceragem da PCDF e deve responder por estupro de vulnerável.

    Fonte: CB

  • Corpo de mulher é encontrado com ‘indícios de violência sexual’, na Epia

    Corpo de mulher é encontrado com ‘indícios de violência sexual’, na Epia

    Testemunha viu corpo na manhã desta quarta-feira (10), entre a Feira Popular e a Rodoferroviária. Segundo Polícia Civil, vítima estava com ‘vestes íntimas deslocadas’

    Um cadáver feminino foi encontrado na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), perto da Feira Popular e da Rodoferroviária, no Distrito Federal, na manhã desta quarta-feira (10). Um homem que passava pelo local viu o corpo e acionou a Polícia Militar (PMDF), por volta das 8h.

    Segundo a ocorrência registrada na 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro, o corpo já apresentava certo grau de “putrefação e indícios de violência sexual, com vestes íntimas deslocadas”.

    Uma equipe do Corpo de Bombeiros (CBMDF) também atendeu a ocorrência e confirmou o óbito. Até a última atualização desta reportagem, a vítima não tinha sido identificada.

    Fonte: G1