Tag: 12 DP

  • PM de folga flagra assalto a ônibus e atira na cabeça de suspeito, em Taguatinga

    PM de folga flagra assalto a ônibus e atira na cabeça de suspeito, em Taguatinga

    Ocorrência foi no Pistão Sul, na noite de quinta-feira (18). Assaltante ficou inconsciente, em estado grave, e precisou ser encaminhado ao HRT

    Um suspeito de 25 anos foi baleado por um policial militar de folga, enquanto assaltava um ônibus, em Taguatinga, no Distrito Federal, na noite desta quinta-feira (18). O homem levou um tiro na cabeça e precisou ser transportado, em estado grave, para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT).

    De acordo com a Polícia Militar (PMDF), a ocorrência foi no Pistão Sul. O PM passava de carro pela QS 3 de Taguatinga, quando percebeu o crime. O militar deu ordem de parada ao suspeito, enquanto ele descia do ônibus com a arma na mão.

    Ainda segundo a PM, ao perceber a aproximação do policial, o suspeito apontou a arma para o militar e foi alvejado.

    O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi chamado para prestar socorro e atendeu o paciente. Ele teve pelo menos uma perfuração e estava inconsciente.

    Os passageiros e o policial foram levados para 12ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Centro. Os bens roubados foram recuperados, e a arma do suspeito, uma garrucha calibre .36, foi apreendida pela polícia.

    Fonte: G1

  • Jovem tem rosto desfigurado após ser agredido por seguranças em boate de Taguatinga

    Jovem tem rosto desfigurado após ser agredido por seguranças em boate de Taguatinga

    Gildomar Mateus, de 20 anos, precisou ser levado desacordado ao HRT, no domingo (14). Caso é investigado pela 12ª Delegacia de Polícia; g1 não conseguiu contato com casa noturna

    Um jovem de 20 anos ficou com o rosto desfigurado após ser agredido por seguranças em uma boate de Taguatinga Sul, no Distrito Federal, na madrugada de domingo (14). A vítima, Gildomar Mateus, teve ferimentos no rosto e precisou ser levado desacordado ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT).

    Além disso, ele alega que teve o celular roubado na confusão. O caso está sendo investigado pela 12ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga.

    Até a última atualização deste texto, a reportagem não tinha conseguido contato com a boate onde a agressão ocorreu.

    Confusão

    Gildomar afirma que chegou na casa noturna por volta das 2h da madrugada, na companhia de um amigo, e que os dois pagaram o ingresso.

    “Achamos meio estranho, porque eles não deram nenhuma pulseira ou carimbo pra comprovar que a gente entrou, mas a gente tinha pagado, estava certo, então a gente entrou”, conta.

    Ele afirma que, por volta de 5h30, resolveu ir embora. Porém, quando já estava quase saindo do local, percebeu que tinha esquecido a carteira e um casaco na mesa, e voltou para buscar.

    “Eu voltei na mesa onde eu estava, conversei com o povo que estava ali comigo. Só que quando eu estava voltando, um segurança me parou e falou que eu era penetra. Eu tentei explicar, mas ele estava muito nervoso, muito agressivo, começou a me puxar para um canto, e falando que eu era penetra, me empurrando. Nisso, meu celular caiu”, relembra o jovem.

    “Quando meu celular caiu, minha carteira também caiu. Eu abaixei para pegar a carteira, e o segurança pegou meu celular antes. Pedi para ele me devolver, e ele não quis, ficou nessa maldade. Quando de repente, ele veio e me deu um tapa, depois me deu outro, e eu fui apagando um pouco. Quando eu fui ver, tentei me defender, só que não teve como. Vieram mais três seguranças em cima de mim, e eu não lembro mais do que houve”, afirma.

    Em meio à confusão, o jovem foi socorrido e levado ao HRT. Gildomar também foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito. Ele afirma que já tentou contato com a boate várias vezes para recuperar o telefone celular, mas continua sem o aparelho.

    Fonte: G1

  • Aluna diz ter sido agredida por diretor de escola pública no DF; educador nega e alega desrespeito

    Aluna diz ter sido agredida por diretor de escola pública no DF; educador nega e alega desrespeito

    Confusão entre educador e adolescente de 16 anos ocorreu na sexta-feira (12), no CEF 8 de Taguatinga. Caso é investigado pela Polícia Civil

    Uma confusão entre uma estudante e o diretor do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 8 de Taguatinga, no Distrito Federal, virou caso de polícia. A adolescente de 16 anos alega ter sido agredida pelo educador e sofreu um corte no braço. Ele nega as acusações e diz que o ferimento foi causado pela própria jovem.

    A confusão ocorreu na sexta-feira (12) e é investigada pela 12ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga. A adolescente, que estudava em uma escola particular e foi transferida para o CEF 8 há quatro meses, afirma que tem medo de ir à escola após o caso.

    Já a direção da unidade afirma que a alegação da família da estudante não procede. E que a aluna tem histórico recorrente de desrespeito dentro do colégio.

    Em entrevista, a mãe da adolescente, a empresária Mariana Bahouth afirma que a filha comprou um picolé durante o intervalo das aulas. Quando o sinal para retorno das atividades tocou, a jovem ainda não tinha terminado de chupar o picolé e, segundo a mãe, pediu à professora para ficar do lado de fora da sala enquanto concluía.

    A mãe afirma que a professora aceitou mas, em seguida, o diretor da escola chegou ao local e ordenou que a estudante entrasse na sala. Ainda segundo a família, a adolescente então disse que ligaria para a irmã mas, em seguida, o diretor tentou tirar o celular dela.

    “Nessa situação, ele foi lá e tentou tomar o telefone da mão dela, a ponto de machucar o braço dela”, diz Mariana Bahouth.

    A empresária Mariana Bahouth e a filha, de 16 anos — Foto: Reprodução TV

    “Se hoje em dia nem dentro de casa a gente pode bater em um filho, imagina na escola, um educador vir a pegar na mão da minha filha e deixar marcas”, continua.

    Versão do diretor

    Após a confusão, o Batalhão Escolar da PM foi acionado e levou os envolvidos à 12ª DP. Em depoimento, o diretor disse que abordou a estudante para que ela jogasse o picolé fora e entrasse em sala. O educador afirma que ela “não atendeu ao comando e o desrespeitou, o tratando com deboche”.

    Ainda de acordo com o diretor, a jovem insistiu em usar o celular, mesmo após ser informada que não era permitido. No depoimento, ele afirmou que pediu para que ela deixasse o aparelho em cima de uma mesa, para a qual apontou “de forma enérgica”.

    “Nesse momento, [a adolescente] puxou bruscamente o aparelho, vindo a bater a mão na referida mesa, o que causou uma lesão na mão direita”, afirmou à polícia.

    Fonte: G1