Categoria: Saúde

  • Vacinas contra covid-19 e gripe podem ser aplicadas no mesmo dia

    Vacinas contra covid-19 e gripe podem ser aplicadas no mesmo dia

    Dupla proteção, indicada para quem tem mais de 12 anos, está garantida em 80 unidades de saúde do Distrito Federal; confira os locais

    A população do Distrito Federal com mais de 12 anos pode procurar 80 unidades de saúde para receber uma dupla proteção: as vacinas contra covid-19 e contra a gripe (influenza) estão liberadas para aplicação no mesmo momento. A regra vale tanto para quem vai tomar a primeira dose quanto para quem vai tomar a segunda ou qualquer um dos reforços contra a covid-19.

    A enfermeira Fernanda Ledes, da área técnica de imunização da Secretaria de Saúde, diz que a aplicação das duas vacinas não amplia a possibilidade de reações. “Você pode aproveitar a mesma oportunidade e tomar a de influenza junto, não tem problema”, tranquiliza.

    A chefe da assessoria de mobilização das ações de combate às endemias, Cristina Soares, lembra que a aplicação das duas doses em um só dia não era possível no início da campanha de vacinação contra covid-19, porém novos estudos mostraram a viabilidade. “Mudou a orientação, com base no Plano Nacional de Operacionalização da Campanha Covid-19, do Ministério da Saúde”, esclarece.

    Apenas para crianças de 5 a 11 anos permanece a necessidade de intervalo entre a vacina covid-19 e as demais vacinas. Vale lembrar que as crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses não recebem a vacina contra a covid-19, mas podem receber o imunizante da gripe.

    Quem tem mais de 12 anos pode procurar 80 unidades de saúde para receber a dupla proteção – Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF

    Para quem tem pelo menos 12 anos, a orientação é não se vacinar caso apresente qualquer quadro de febre ou outras doenças. Quem teve covid-19 e apresentou sintomas, as vacinas podem ser aplicadas 30 dias após a melhora. Já os assintomáticos precisam esperar 30 dias do teste que comprovou a infecção.

    Três vacinas em um dia

    Se necessário, o usuário pode até receber três ou mais vacinas em um dia. É o caso de um adulto que nunca tenha tomado, por exemplo, vacinas contra febre amarela ou tétano. A equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) deve verificar o cartão de vacina para atestar algum atraso e avaliar quais vacinas deverão ser aplicadas.

    Quem não tem cartão de vacinas também pode ser atendido. Neste caso, a equipe emite um novo cartão e, se não houver registro de nenhuma vacina, são aplicados os imunizantes previstos para cada faixa etária, conforme o calendário de vacinação.

    No site da Secretaria de Saúde é possível conferir o Calendário de Vacinação, a lista de unidades com aplicação de vacinação contra a covid-19 e a lista de unidades com aplicação de vacinação contra a influenza.

    Confira as unidades de saúde que aplicam vacina contra covid-19 e influenza:

    UBS 1 Lago Norte
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 16h30 – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QI 3 Área Especial

    UBS 1 Varjão
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 16h30 – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Vila Varjão, Quadra 5, Conjunto A, Lote 17

    UBS 1 Asa Norte
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: SGAN 905

    UBS 2 Asa Norte
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQN 114/115

    UBS 3 Vila Planalto
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Rua Piauí Área Especial 2 – Acampamento Pacheco

    UBS 1 Cruzeiro
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: SHCES Quadra 601 Lote 1 – Cruzeiro Novo

    UBS 2 Cruzeiro
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Setor Escolar Lote 4 – Cruzeiro Velho

    UBS 1 Gama
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQ 6/12 Áreas Especiais 6/12

    UBS 2 Gama
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Quadra 11 Área Especial 11 Setor Sul

    UBS 3 Gama
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Entrequadra 3/5 – Setor Leste

    UBS 4 Gama
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Praça 3 – Área Especial 2

    UBS 5 Gama
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Quadra 38 Área Especial Leste

    UBS 6 Gama
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Quadra 12/16

    UBS 1 Santa Maria
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QR 207/307, Conjunto T

    UBS 2 Santa Maria
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQ 217/317 Lote E

    UBS 6 Santa Maria
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 16h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QR 202/302 Lote 2

    UBS 1 Guará
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QI 6 Área Especial Lote A

    UBS 2 Guará
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QE 23 Área Especial

    UBS 3 Guará
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QE 38 – Área Especial

    UBS 1 Estrutural
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Avenida Central – Centro de Saúde

    UBS 1 Núcleo Bandeirante
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: 3ª Avenida, Área Especial nº 3

    UBS 1 Candangolândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQ 5/7 Área Especial, Candangolândia

    UBS 1 Riacho Fundo
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QN 7 Área Especial 9

    UBS 1 Riacho Fundo II
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QC 6 Conjunto 16 Lote 1 Área Especial 1

    UBS 2 Riacho Fundo II
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 16h30 – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QC Área Especial 1

    UBS 5 Riacho Fundo II
    Horário de vacinação: das 8h às 16h30 – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QS 9 Conjunto 1 Lote 1

    UBS 1 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQNP 7/11 Setor P Norte

    UBS 2 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QNN 15 Lote F

    UBS 3 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QNM 15 Lote D Área Especial 1

    UBS 5 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QNM 16 Lote F Área Especial 16

    UBS 6 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQNP 10/14 Lotes E, F, G e H

    UBS 7 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 22h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QNO 10 Área Especial 10

    UBS 8 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQNP 13/18 Lotes A, B, C, D – P Norte

    UBS 9 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQNP 28/32 Lotes A, B, C e D

    UBS 10 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QNN 12 Área Especial 1

    UBS 11 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQNO 17/18

    UBS 12 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQNQ 3/4

    UBS 15 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: QNR 2, Área Especial 12

    UBS 16 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Quadra 500 AE S/N Trecho 1 – Sol Nascente

    UBS 17 Ceilândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: EQNP 16/20 Área Especial E, F

    UBS 1 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Entrequadra 6/8, Área Especial 3, Setor Norte

    UBS 2 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta (dias úteis)
    Endereço: Quadra 45 – Área Especial  Vila São José

    UBS 4 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Somente às quartas-feiras
    Endereço: Área Especial 1, Setor Veredas II

    UBS 5 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Somente às segundas-feiras
    Endereço: Reserva A, DF 240 DF 008 DF 445 KM 4

    UBS 6 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Somente às sextas-feiras
    Endereço: DF 180/DF 205 – Km 5 – Fazenda Almécegas

    UBS 8 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Somente às quintas-feiras
    Endereço: Radiobras Chácara Santa Helena – Capela Rural Oeste

    UBS 9 Brazlândia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Somente às terças-feiras
    Endereço: Incra 8 CAAG Q 15

    UBS 1 Paranoá
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 21 Conjunto 15 Área Especial

    UBS 3 Paranoá
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 2, Conjunto 6, Área Especial 4

    UBS 1 Itapoã
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 378 Área Especial

    UBS 3 Itapoã
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 16h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 378 Conjunto A Del Lago

    UBS 1 Jardins Mangueiral
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e 13h às 16h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Praça de Atividades 2 – Lote 1

    UBS 1 São Sebastião
    Horário de vacinação: das 8h às 11h30 e das 13h às 16h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Centro de múltiplas atividades

    UBS 2 São Sebastião
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e 13h às 16h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 101 Conjunto 2 Lote 1

    UBS 9 São Sebastião
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e 13h às 16h – Às segundas, terças e quintas-feiras (dias úteis)
    Endereço: Rua da Escola, 540

    UBS 1 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QNG AE 18 /19

    UBS 2 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Praça do Bicalho

    UBS 3 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QNL 1 AE 2

    UBS 5 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Setor D Sul AE 23

    UBS 6 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Setor C SUL AE 1 – Taguatinga Sul

    UBS 7 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QNM 36 Área Especial N

    UBS 8 Taguatinga
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: EQNL 24 Área Especial

    UBS 2 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QS 611 Área Especial

    UBS 3 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QN 429 Conjunto F

    UBS 4 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QN 512 Conjunto 2

    UBS 5 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QN 523 Área Especial

    UBS 7 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 302 Conjunto 5N

    UBS 12 Samambaia
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QR 210 Conjunto 22

    UBS 2 Recanto das Emas
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 102, Área Especial

    UBS 3 Recanto das Emas
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QD 104/105 Área Especial S/N Lote 25

    UBS 4 Recanto das Emas
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 308 Área Especial

    UBS 5 Recanto das Emas
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Quadra 804 Conjunto 20B Lote 01

    UBS 8 Recanto das Emas
    Horário de vacinação: das 8h às 12h – Terças e quintas-feiras (dias úteis)
    Endereço: DF 280 KM 3 QD 4 – Setor Habitacional Água Quente

    UBS 1 Vicente Pires
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: Rua 4C Chácara 12 – Colônia Agrícola Samambaia

    UBS 1 Águas Claras (Areal)
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Segunda a sexta-feira (dias úteis)
    Endereço: QS 5 Lote 24, Av. Areal

    UBS 1 Sobradinho II
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Somente às terças e quartas-feiras (dias úteis)
    Endereço: AR 13 Conjunto 07 Lote 01, Área Especial

    UBS 3 Sobradinho – Nova Colina
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Somente às segundas e quintas-feiras (dias úteis)
    Endereço: Área Especial – Novo Setor de Mansões Nova Colina

    UBS 2 Sobradinho II
    Horário de vacinação: das 8h às 12h e das 13h às 17h – Somente às segundas e sextas-feiras (dias úteis))
    Endereço: Rodovia DF 420, Complexo de Saúde, Setor de Mansões, ao lado da UPA Sobradinho

    UBS 1 Fercal
    Horário de vacinação: das 8h às 17h – Somente às terças e quintas-feiras (dias úteis)
    Endereço: DF 150 Km 12 Quadra 10 Casa 14 Engenho Velho – Fercal

    UBS 12 Planaltina
    Horário de vacinação: das 8h às 12h – Somente às terças-feiras (dias úteis)
    Endereço: Rodovia DF-128, Km 21, Campus IFB, Planaltina

  • Veja onde se vacinar contra gripe e Covid de segunda (11) a sexta-feira (15)

    Veja onde se vacinar contra gripe e Covid de segunda (11) a sexta-feira (15)

    Maioria dos postos atende das 8h às 17h. Pessoas com 35 anos ou mais podem tomar quarta dose contra Covid na capital; imunização contra gripe está aberta ao público em geral

    A vacinação contra Covid-19 e gripe continua nesta semana no Distrito Federal. Até sexta-feira (15), os endereços dos postos onde é possível receber os imunizantes permanecem os mesmos (veja locais mais abaixo).

    A maioria das unidades atende das 8h às 17h. No entanto, 17 postos contam com a vacinação noturna contra Covid-19, das 19h até as 22h.

    A vacina contra a gripe está disponível para a população em geral. Já quem tem 35 anos ou mais já pode tomar a quarta dose da vacina contra o coronavírus. A segunda dose de reforço também está disponível para profissionais de saúde.

    Adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar o primeiro reforço. Para as crianças de 5 a 11 anos, estão disponíveis vacinas para primeira e segunda dose.

    Desde início da imunização, em janeiro de 2021, 6.758.836 vacinas foram aplicadas em Brasília:

    • 2.525.724 pessoas tomaram a primeira dose
    • 2.368.963 pessoas tomaram a segunda dose
    • 60.795 pessoas tomaram a dose única
    • 1.367.796 pessoas tomaram a dose de reforço
    • 422.779 tomaram segunda dose de reforço
    • 12.779 pessoas tomaram a dose adicional (imunossuprimidos)

    Onde se vacinar contra Covid de segunda-feira (11) a sexta-feira (15)

    Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:

    Onde se vacinar contra gripe no DF

    Para saber os endereços e horários, clique no link abaixo:

    Vacinação de rotina

    Veja onde receber a vacinação de rotina do calendário vacinal (Sarampo, Meningocócica C, Pneumocócica, Tríplice Viral, Penta, etc, com exceção da BCG).

    Fonte: G1

  • Tire suas dúvidas sobre a monkeypox

    Tire suas dúvidas sobre a monkeypox

    Conheça as principais características, os sintomas e o tratamento de pacientes infectados

    A monkeypox, também conhecida como varíola dos macacos, ganhou ainda mais destaque na saúde pública do DF após a confirmação de uma pessoa infectada com o vírus. A equipe da Vigilância Epidemiológica monitora o caso e outros quatro suspeitos. Todos em isolamento domiciliar.

    A doença não tem, na maioria dos casos, consequências graves. No entanto, o melhor caminho é o esclarecimento e a prevenção. Para tirar dúvidas, a Agência Brasília preparou uma série de perguntas e respostas, confira:

    O que é a monkeypox?

    É uma zoonose, isto é, uma doença de origem animal transmitida para humanos. Trata-se de um vírus infectocontagioso.

    Por que a doença é chamada de varíola dos macacos?

    O nome deriva da espécie em que a doença foi inicialmente descrita em 1958, quando pesquisadores investigavam surto infeccioso em macacos africanos que estavam sendo estudados na Dinamarca, segundo informações do Instituto Oswaldo Cruz.

    Como é transmitida?

    A transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama. A transmissão de pessoa para pessoa está ocorrendo entre pessoas em contato físico próximo com casos sintomáticos.

    A infecção ainda se dá a partir do contato com superfície ou objetos recentemente contaminados. O vírus da monkeypox sobrevive por até 90 horas em superfícies.

    Para se prevenir, é fundamental evitar o contato com pessoas com diagnóstico positivo e higienizar bem as mãos – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Por quanto tempo uma pessoa pode transmitir a doença?

    O período de incubação do vírus é em média de 5 a 21 dias, com a transmissibilidade sendo do início dos sintomas até o desaparecimento das lesões na pele.

    Como se prevenir?

    É recomendado evitar contato com pessoas com diagnóstico positivo e higienizar bem as mãos.

    Não compartilhar alimentos, objetos de uso pessoal, talheres, pratos, copos, toalhas ou roupas de cama. Entretanto, esses itens poderão ser reutilizados após higienização com detergente comum.

    Quais são os sintomas?

    Os principais sintomas são erupções na pele e alteração da temperatura corporal acima de 37,5º Celsius. A pessoa também pode ter dor no corpo, na cabeça e na garganta. O período febril tem duração de cerca de cinco dias. Conforme a febre reduz, as lesões na pele começam a aparecer.

    Inicialmente, é uma lesão avermelhada, que se eleva e vira uma bolha com presença de líquido incolor, que com o passar dos dias fica com o tom mais amarelado e evolui para um processo de cicatrização, virando uma crosta, que depois se rompe da pele.

    Qual é o tempo dos sintomas?

    As lesões na pele duram de duas a quatro semanas. Casos graves ocorrem com mais frequência entre crianças e pessoas imunossuprimidas e estão relacionados ao estado de saúde do paciente e à natureza das complicações.

    Qual a aparências das lesões?

    As lesões na pele são bem características, podem parecer com as manchas de catapora e de sífilis. O diagnóstico deve ser laboratorial. O diretor da Vigilância Epidemiológica, Fabiano dos Anjos, destaca que apenas a presença da lesão não permite um diagnóstico definitivo, tanto para descarte quanto para confirmação do caso.

    As lesões ficam para sempre?

    Cicatrizes ou áreas de hipocromia ou hipercromia podem permanecer após a queda das crostas. Uma vez que todas as crostas caíram, a pessoa com monkeypox não é mais contagiosa.

    As lesões provocam dor?

    As erupções são inflamações na pele, sendo possível sentir dores localizadas nas lesões. Além disso, a doença pode provocar inicialmente dor muscular, de cabeça e de garganta.

    Quais são os locais mais comuns de aparecimento das lesões?

    É uma doença de lesões com característica centrífuga. Isso significa que as erupções não se localizam no centro no corpo, mas nas extremidades. É comum que apareçam na face, nos membros inferiores e superiores e nas regiões genitais.

    Também é possível tê-las dentro da boca e até mesmo serem confundidas com aftas.

    Como é feito o tratamento?

    Não há tratamento específico para a monkeypox. O manejo clínico deve incluir o tratamento sintomático e de suporte, manejo de complicações e prevenção de sequelas a longo prazo.

    Os pacientes devem receber líquidos e alimentos para manter o estado nutricional adequado e devem ser orientados a manter as lesões cutâneas limpas e secas. É importante que a pessoa não tente furar nem cutucar a bolha.

    Além das unidades de atenção básica (UBSs), as unidades de pronto atendimento (UPAs) estão prontas para receber pacientes com suspeita de monkeypox – Foto: Renato Alves/Agência Brasília

    Qual é o grau de letalidade da doença?

    Os óbitos são eventos raros nessa doença. De acordo com o epidemiologista Fabiano dos Anjos, os estudos hoje disponíveis apontam casos registrados em países africanos.

    Como é feita a comprovação de infecção por monkeypox?

    Atualmente, há apenas um laboratório em todo o Brasil habilitado para fazer o diagnóstico da doença. Até o momento, não há teste específico nem na rede pública nem privada. Quando uma pessoa apresenta os sintomas, os serviços de saúde precisam comunicar imediatamente a Vigilância Epidemiológica. Amostras de material biológico das lesões são coletadas para encaminhamento ao laboratório de referência.

    Há algum perfil de maior risco?

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, a monkeypox não tem associação a nenhum grupo específico e pode atingir qualquer pessoa. Porém o público principal que apresenta maior risco de contaminação é formado por profissionais de saúde. Pessoas que, em viagem internacional, tiveram algum tipo de contato íntimo com habitantes de países que registraram surto também podem estar mais suscetíveis à contaminação.

    Caso uma pessoa apresente os sintomas, é necessário procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação de um profissional da área.

    Qual a situação do monkeypox no DF?

    Até o momento, a Secretaria de Saúde notificou o Ministério da Saúde sobre quatro casos suspeitos e um confirmado de infecção por monkeypox no Distrito Federal.

    Todos são do sexo masculino, três têm idade entre 20 e 39 anos e um é adolescente. Eles permanecem isolados e aguardam resultados laboratoriais para confirmação ou descarte do caso.

    Onde ir em caso de suspeita?

    Além das unidades de atenção básica (UBSs), as unidades de pronto atendimento (UPAs) estão prontas para receber pacientes com suspeita de monkeypox. A rede está uniformizada quanto ao alerta para novos casos.

    Antes mesmo da confirmação da doença, a Secretaria de Saúde preparou nota técnica orientado os profissionais a como prosseguir em possível caso de monkeypox. O documento pode ser lido na íntegra neste link.

    A secretaria também monitora os casos suspeitos. Saiba como é feito esse acompanhamento neste link.

  • Seis unidades básicas de saúde vacinam contra covid neste sábado (9)

    Seis unidades básicas de saúde vacinam contra covid neste sábado (9)

    Além do atendimento nas UBSs, haverá vacinação itinerante em Planaltina e no CEPI Jatobá

    Neste sábado (9), haverá vacinação contra a covid-19 em seis unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal. O horário de funcionamento de todas elas é das 9h às 17h e estarão disponíveis a primeira e a segunda doses, além das doses de reforço.

    Os pontos de vacinação são: UBS 5 de Taguatinga, UBS 12 de Samambaia, UBS 2 de Ceilândia, UBS 3 do Paranoá, UBS 1 da Asa Sul e a UBS 5 do Gama.

    Além da vacinação nas unidades básicas de saúde, o imunizante também será aplicado no Cepi Jatobá (Arapoanga/Planaltina) e o carro da vacina vai percorrer a região de Nossa Senhora de Fátima, no Arapoanga.

    Já foram aplicadas 6.737.066 doses de imunizantes na população do Distrito Federal, até o dia 7 de julho.

  • Secretaria de Saúde do DF confirma um caso de raiva humana; é primeira notificação desde 1978

    Secretaria de Saúde do DF confirma um caso de raiva humana; é primeira notificação desde 1978

    Segundo pasta, até então, notificação anterior tinha sido a única registrada na capital. Campanha de vacinação antirrábica foi antecipada para esta quarta-feira (6)

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou, nesta terça-feira (5), um caso de raiva humana. Segundo dados da pasta, até então, a última e única notificação na capital tinha sido em 1978.

    A SES-DF afirma que, por conta do caso, antecipou o início da vacinação antirrábica para esta quarta-feira (6). No entanto, não tinha divulgado mais detalhes sobre a iniciativa até o início da tarde. Mais informações devem ser repassadas em entrevista coletiva nesta tarde.

    Segundo a Secretaria de Saúde, “a raiva é uma doença infecciosa viral aguda, que acomete mamíferos e pode ser transmitida aos humanos (antropozoonose) pela mordedura, lambedura e arranhadura de animais infectados com o vírus da raiva”.

    O distúrbio é caracterizado por sintomas neurológicos e, de acordo com a pasta, “é uma doença quase sempre fatal (praticamente 100% dos casos evoluem para óbito), para a qual a melhor medida de prevenção é a vacinação pré ou pós-exposição”.

    O vírus é transmitido pela saliva dos animais. A SES-DF afirma que “o último caso diagnosticado de raiva em cães foi em 2000 e, em gatos, no ano de 2001”.

    Entre maio e junho deste ano, pelo menos quatro crianças e adolescentes morreram por raiva em Minas Gerais.

    Fonte: G1

  • Campanha de Vacinação Antirrábica é antecipada a partir desta quarta (6)

    Campanha de Vacinação Antirrábica é antecipada a partir desta quarta (6)

    Nesta terça (5), às 16h, servidores da Subsecretaria de Vigilância à Saúde vão explicar que a ação foi necessária em função da confirmação de um caso de raiva humana no DF e quais as atividades de reforço estão sendo desenvolvidas

    A Secretaria de Saúde antecipou a Campanha de Vacinação Antirrábica a partir desta quarta-feira (6). A medida preventiva foi necessária em função da confirmação de um caso de raiva humana no Distrito Federal.

    Às 16h, desta terça-feira (5), servidores da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) vão realizar uma apresentação sobre a situação epidemiológica e ambiental da raiva no DF, assim como as ações preventivas e de reforço que estão sendo desenvolvidas neste momento. Os dados serão apresentados no auditório da SVS, na 912/712 Sul, Bloco D, prédio do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).

  • Julho Amarelo debate as hepatites virais

    Julho Amarelo debate as hepatites virais

    As doenças são responsáveis por milhares de mortes e problemas crônicos no fígado

    O Julho Amarelo é o mês da luta contra as hepatites virais, doenças infecciosas que atacam principalmente o fígado. Embora nem sempre apresentem sinais e sintomas, quando não diagnosticadas, podem acarretar complicações das formas agudas e crônicas, muitas vezes levando à cirrose ou ao câncer de fígado.

    “As hepatites virais podem ser controladas com diagnóstico precoce, tratamento e medidas de prevenção, incluindo vacinas para alguns tipos do vírus. No entanto, o desconhecimento sobre a doença faz com que muitas pessoas só sejam diagnosticadas quando apresentam complicações, como cirrose e câncer de fígado”, explica Beatriz Maciel, gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Saúde.

    Para debater sobre as hepatites virais, a Secretaria de Saúde organizou o “Seminário sobre atenção integral às pessoas com hepatites virais no Distrito Federal: informar para sensibilizar”, que será realizado no próximo dia 19, das 8h30 às 17h, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs).

    O principal objetivo é aprimorar as atividades de prevenção, vigilância, diagnóstico e tratamento das hepatites virais no DF. O seminário é destinado a profissionais de saúde das redes pública e privada, além de estudantes da área. As inscrições podem ser feitas neste link.

    Dados da doença

    No Distrito Federal, de 2017 a 2021, foram registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) 1.331 casos novos de hepatites virais, sendo 515 (38,7%) de hepatite B, 812 (61,0%) de hepatite C, e quatro (0,3%) de hepatite D. Em relação à hepatite A, no ano de 2021 foram notificados 301 casos no Sinan, sendo dois casos confirmados.

    De 2017 a 2021, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ocorreram no DF 109 óbitos que tiveram como causa básica as hepatites virais, sendo 76 por hepatite C e 19 por hepatite B.

    No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos comum no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.

    Transmissão

    A via primária de transmissão das hepatites virais B, C e D é a parenteral, por contato com sangue e hemoderivados, podendo também ser transmitidas por contato sexual e de mãe infectada para o recém-nascido (durante o parto ou no período perinatal). Usuários de drogas injetáveis, pessoas em hemodiálise ou com múltiplos parceiros apresentam maior risco de infecção pelos vírus.

    A transmissão pode ocorrer ainda pelo compartilhamento de objetos contaminados, como lâminas de barbear ou depilar, escovas de dente, alicates e acessórios de manicure e pedicure, materiais para colocação de piercing e para confecção de tatuagens, instrumentos para uso de substâncias injetáveis, inaláveis (cocaína) e fumadas (crack).

    Pode ocorrer também em acidentes com exposição a material biológico, procedimentos cirúrgicos, odontológicos, endoscopia, entre outros, quando as normas de biossegurança não são respeitadas.

    Prevenção

    Todas as hepatites virais podem ser evitadas com alguns cuidados. Para a do tipo A o recomendado é lavar as mãos com água e sabão após ir ao banheiro, trocar fraldas e antes de cozinhar ou comer, além do uso de água tratada, saneamento básico e higienização adequada dos alimentos.

    Segundo Beatriz, as vacinas são as principais estratégias de prevenção contra as hepatites A e B, e estão inseridas no Calendário Nacional de Vacinação pelo SUS. “Além da imunização, há outras formas muito importantes de prevenção e que não têm segredo: usar preservativo nas relações sexuais, o não compartilhamento de objetos de uso pessoal, como lâminas, alicates de unhas e seringas, e higienização correta dos alimentos”, destaca. A hepatite C não possui vacina.

    Diagnóstico e tratamento

    A rede pública de saúde do DF disponibiliza os meios para se diagnosticar as hepatites virais, sejam exames de sangue e testes rápidos ou laboratoriais, em qualquer unidade básica de saúde (UBS) e no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), localizado no mezanino da Rodoviária do Plano Piloto. Os testes rápidos para a detecção da infecção pelos vírus B ou C estão disponíveis para toda a população na rede do SUS no DF.

    O tratamento da hepatite A se resume a repouso e cuidados com a dieta do paciente. Já em caso de hepatite C, a intervenção terapêutica é feita com os chamados antivirais de ação direta (DAA), que apresentam taxas de cura de mais de 95% e são realizados, geralmente, por 8 ou 12 semanas.

    A hepatite B não possui cura, mas seu tratamento com medicamentos específicos (alfapeginterferona, tenofovir e entecavir) tem por objetivo reduzir o risco de progressão da doença e suas complicações, especialmente a cirrose e o câncer de fígado. Tanto o tratamento para a hepatite B quanto para hepatite C está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

    “Todas as pessoas com infecção pelo vírus da hepatite B ou C podem receber o tratamento gratuito pelo SUS. O médico, tanto da rede pública quanto suplementar, poderá prescrever o tratamento seguindo as orientações dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C e B (PCDT Hepatite C e PCDT Hepatite B) do Ministério da Saúde”, esclarece Beatriz.

  • Covid-19: DF registra 3.064 novos casos e mais 5 mortes

    Covid-19: DF registra 3.064 novos casos e mais 5 mortes

    Números são referentes a registros conhecidos entre sábado (2) e segunda-feira (4). Taxa de transmissão caiu e está em 0,96

    O Distrito Federal registrou 3.064 novos casos conhecidos de Covid-19 e mais 5 mortes pela doença, nesta segunda-feira (4). Os números são referentes ao acumulado entre sábado (2) e segunda, uma vez que, nos fins de semana e nos feriados a Secretaria de Saúde não divulga boletins.

    A taxa de transmissão passou de 1,02 na sexta-feira (1º), para 0,96. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 96, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Desde o início da pandemia, 11.771 pessoas perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10.751 moravam na capital federal e 1.020 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.

    Ao todo, 810.769 pessoas foram infectadas. De acordo com a SES-DF, 95,2% dos pacientes estão recuperados.

    Taxa de transmissão da Covid-19 em junho e julho, no DF:

    • 1º de junho: 1,47
    • 2 de junho: 1,46
    • 3 de junho: 1,43
    • 6 de junho: 1,47
    • 7 de junho: 1,53
    • 8 de junho: 1,63
    • 9 de junho: 1,72
    • 10 de junho: 1,80
    • 13 de junho: 1,84
    • 14 de junho: 1,83
    • 15 de junho: 1,78
    • 17 de junho: 1,72
    • 20 de junho: 1,62
    • 21 de junho: 1, 58
    • 22 de junho: 1,54
    • 23 de junho: 1,49
    • 24 de junho: 1,44
    • 27 de junho: 1,25
    • 28 de junho: 1,18
    • 29 de junho: 1,12
    • 30 de junho: 1,07
    • 1º de julho: 1,02
    • 4 de julho: 0,96

    Perfil das vítimas

    Data dos óbitos

    • 30 de junho de 2022: 1
    • 02 de julho de 2022: 3
    • 03 de julho de 2022: 1

    Residência

    • Gama: 2
    • Recanto das Emas: 2
    • Taguatinga: 1

    Faixa etária

    • 50 a 59 anos: 2
    • 70 a 79 anos: 2
    • 80 anos ou mais: 1

    Leitos de UTI

    Leito de UTI Covid — Foto: Reprodução TV

    Até as 16h25 desta segunda-feira (4), a taxa de ocupação dos leitos de UTI nos hospitais públicos estava em 79,49%. Do total de 46 leitos, 31 estavam ocupados, disponíveis e 7 bloqueados.

    Na rede privada, às 11h55, 62,93% das vagas reservadas para infectados estavam ocupadas. Do total de 142 leitos, 74 eram usados, 44 estavam vagos e 24 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta segunda-feira, 98.662 pessoas testaram positivo e 863 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 75.872 contaminações e 1.771 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Conheça a monkeypox (varíola dos macacos) e previna-se

    Conheça a monkeypox (varíola dos macacos) e previna-se

    Doença é viral e contaminação pode ser por transmissão respiratória, fluidos corporais, contato próximo ou prolongado

    O primeiro caso de monkeypox, popularmente conhecida como varíola dos macacos, foi confirmado no Distrito Federal. Trata-se de uma doença viral em que a transmissão pode ocorrer por meio do contato com o animal ou com o humano infectado.

    Apesar do nome, é importante destacar que os macacos não são reservatórios do vírus da varíola. Isto é, os animais são tão contaminados quanto os humanos, não sendo os responsáveis pelo vírus. Conheça os cuidados necessários para se proteger da monkeypox.

    A transmissão entre humanos pode ocorrer com o contato direto com secreções respiratória, lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada. A infecção também se dá a partir do contato com superfície e/ou objetos recentemente contaminados.

    “O vírus entra no organismo por meio principalmente do contato com as lesões. Independentemente do tipo de lesão, pois todas as formas são potencialmente transmissíveis”, explica o diretor de Vigilância Epidemiológica, Fabiano dos Anjos Martins.

    Ele reforça que a transmissão também pode ser por fluidos corporais. “Por exemplo, secreção respiratória de uma pessoa infectada, transmissão respiratória, no caso por gotículas. Pode acontecer a partir de contato próximo e prolongado ou mucosas, como dos olhos, nariz ou boca”, detalha.

    Segundo o epidemiologista, o vírus da monkeypox sobrevive por até 90 horas em superfícies. Portanto, é recomendado que as pessoas tomem alguns cuidados, como evitar contato com pessoas com diagnóstico positivo e higienizar as mãos.

    Fabiano Martins destaca que a rede pública de saúde do DF está preparada para cuidar da doença e segue acompanhando casos suspeitos. “A Secretaria de Saúde faz o monitoramento de possíveis contatos para acompanhar a situação epidemiológica”, alerta.

    A higienização frequente das mãos é uma importante aliada na prevenção: vírus sobrevive por até 90 horas em superfícies – Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

    Sintomas
    Os principais sintomas são febre e erupção cutânea, mas as pessoas também podem apresentar calafrios e linfadenopatia – inchaço em pequenas glândulas, especialmente em regiões perto do pescoço.

    No caso desses sintomas, a pessoa deve procurar unidades ambulatoriais e de pronto atendimento. “As unidades estão preparadas para receber e conduzir todos os casos clínicos e suspeitos inicialmente. Então, todos os serviços vão receber as pessoas”, afirma Martins. O epidemiologista indica que a retaguarda hospitalar será apenas para os casos que efetivamente evoluírem para maior gravidade.

    Segundo Martins, o período de incubação da monkeypox varia de seis a 13 dias. “Esse é o tempo que leva para aparecerem os primeiros sintomas”. Ele ressalta que os sintomas do vírus podem durar de duas a quatro semanas.

    Isolamento
    A pessoa suspeita deve ficar em isolamento com boa ventilação natural. É recomendado que ambientes comuns, como banheiro e cozinha, fiquem com janelas abertas. Caso circule na casa com outros moradores, deve-se usar a máscara cirúrgica bem ajustada e protegendo a boca e o nariz.

    É importante que o paciente lave as mãos várias vezes ao dia, preferencialmente com água e sabonete líquido. Se possível, usar toalhas de papel descartável para secá-las.

    Não compartilhar alimentos, objetos de uso pessoal, talheres, pratos, copos, toalhas ou roupas de cama. Entretanto, estes itens poderão ser reutilizados após higienização com detergente comum.

    No DF
    No último sábado (2), o Ministério da Saúde confirmou a infecção por monkeypox no DF. Trata-se de um homem, de 30 a 39 anos, com histórico de viagem internacional recente. Ele está em isolamento domiciliar e segue sendo monitorado pelas equipes de vigilância epidemiológica.

    O Centro de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde (Cievs) também monitora um segundo caso ainda suspeito da doença. Essa pessoa está em isolamento domiciliar esperando o resultado do exame que vai confirmar ou descartar a contaminação pela doença. O serviço de vigilância faz o acompanhamento diário do estado de saúde dos pacientes. Ambos passam bem e estão em isolamento domiciliar.

    No Brasil
    O Ministério da Saúde confirmou, em 9 de junho de 2022, o primeiro caso de monkeypox no Brasil, em um morador de São Paulo.

    Ainda assim, a orientação é que pessoas de qualquer idade que, a partir de 15 de março de 2022, tenham apresentado início de erupção cutânea, única ou múltipla, de monkeypox, em qualquer parte do corpo ou febre sejam avaliadas como casos suspeitos.

  • Veja onde se vacinar contra gripe, Covid e sarampo de segunda (4) até sexta-feira (8)

    Veja onde se vacinar contra gripe, Covid e sarampo de segunda (4) até sexta-feira (8)

    Maioria dos postos atende das 8h às 17h. Pessoas com 35 anos ou mais podem tomar quarta dose contra Covid na capital; imunização contra gripe está aberta ao público em geral

    A vacinação contra Covid-19, gripe e sarampo continua nesta semana no Distrito Federal. Até sexta-feira (8), os endereços dos postos onde é possível receber os imunizantes permanecem os mesmos (veja locais mais abaixo).

    A maioria das unidades atende das 8h às 17h. No entanto, 17 postos contam com a vacinação noturna contra Covid-19, das 19h até as 22h. A vacina contra a gripe está disponível para a população em geral.

    Já quem tem 35 anos ou mais já pode tomar a quarta dose da vacina contra Covid. A segunda dose de reforço também está disponível para profissionais de saúde e gestantes.

    Adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar o primeiro reforço. Para as crianças de 5 a 11 anos, estão disponíveis vacinas para primeira e segunda dose.

    Desde início da imunização, em janeiro de 2021, 6.691.066 vacinas foram aplicadas em Brasília:

    • 2.523.988 pessoas tomaram a primeira dose
    • 2.365.281 pessoas tomaram a segunda dose
    • 60.762 pessoas tomaram a dose única
    • 1.349.980 pessoas tomaram a dose de reforço
    • 378.316 tomaram segunda dose de reforço
    • 12.739 pessoas tomaram a dose adicional (imunossuprimidos)

    Onde se vacinar contra Covid de segunda-feira (4) a sexta-feira (8) no DF

    Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:

    Onde se vacinar contra gripe no DF

    Para saber os endereços e horários, clique no link abaixo:

    Sarampo e vacinação de rotina

    Todas as crianças de seis meses até menos de 5 anos devem ser vacinadas contra o sarampo. O público-alvo no Distrito Federal é de aproximadamente 182 mil meninas e meninos e a meta da secretaria de Saúde é vacinar 95% deles.

    Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:

    Fonte: G1