Categoria: Mundo

  • Argentina bate França nos pênaltis, conquista o tri e eterniza Messi como o gênio de uma geração

    Argentina bate França nos pênaltis, conquista o tri e eterniza Messi como o gênio de uma geração

    Craque se despede das Copas com dois gols em decisão histórica; Mbappé desperta no segundo tempo e marca três vezes

    É como se cada gol, cada assistência, cada partida assombrosa, cada jogada inacreditável (impossível, inverossímil) tivesse sido um prólogo, uma preparação de décadas, para aquilo que aconteceria neste domingo, neste histórico 18 de dezembro de 2022, na maior final da história das Copas: Lionel Messi, o craque de uma geração, finalmente é campeão do mundo. A Argentina, com vitória de 4 a 2 sobre a França nos pênaltis, após um impressionante empate por 3 a 3 na soma de tempo normal e prorrogação, conquistou a Copa pela terceira vez. Messi, com dois gols, um deles na prorrogação, comandou a façanha. Di María marcou o outro. Mbappé, também lendário, fez os três gols franceses e capitaneou a recuperação após a França estar perdendo por 2 a 0 – mas que acabou frustrada nos pênaltis.

    O jogo começou tenso, com entradas mais duras (especialmente de De Paul) e erros de passes (sobretudo da França). Os europeus ensaiaram algum domínio, mas logo foram totalmente dominados pelos argentinos, comandados por Di María, de excelente atuação. Aos quatro minutos, Mac Allister chutou de fora da área, e Llloris defendeu com segurança. Pouco depois, aos sete, De Paul mandou finalização cruzada – Varane cortou no meio do caminho. A Argentina manteve a posse, enquanto a França mostrou dificuldades para usar Mbappé (consequentemente, para atacar). Aos 16, a seleção alviceleste chegou de novo. Messi abriu para De Paul, que acionou Di María. O chute, de perna direita, saiu torto, por cima. Mas o camisa 11 logo apareceria de novo. E de forma decisiva. Aos 20, ele cortou a marcação de Dembélé e foi ao chão. A arbitragem marcou pênalti. Messi bateu com a categoria habitual e colocou a Argentina na frente: 1 a 0. A mudança no placar não resultou em nova postura da França, que seguiu perdida em campo. E a consequência foi o segundo gol, aos 35, em uma aula de contra-ataque. Mac Allister tocou para Messi, que clareou a jogada na direita para Julián Álvarez. O atacante lançou em profundidade, às costas da zaga, de volta para Mac Allister, que mandou passe precioso para Di María tocar na saída de Lloris: 2 a 0. O técnico Didier Deschamps, diante de uma equipe desnorteada, fez duas trocas ainda antes do intervalo: tirou Dembélé (muito mal na partida) e Giroud, colocou Thuram e Kolo Muani. Não adiantou: os Bleus foram para o vestiário sem reagir, em situação muito delicada, diante de uma Argentina impecável.

    Lionel Messi passando a mão na taça da Copa do Mundo – Foto: REUTERS/Hannah Mckay

    A Argentina permitiu que a França tivesse a bola na etapa final. E ela seguiu perdida – tanto que, a exemplo do período anterior, foram se acumulando chances a favor dos argentinos. De Paul finalizou, Julián Álvarez também arriscou, Messi bateu travado. E nada de a França conseguir criar uma chance. A primeira finalização foi aos 25, de Mbappé, por cima do gol. O jogo estava morto, a final parecia ganha, não havia sinais de que pudesse acontecer alguma coisa. E aí a França, do nada, renasceu. O primeiro ato foi em um pênalti. Kolo Mouani disparou para cima de Otamendi e foi derrubado. Mbappé, aos 34, bateu forte, no canto, e descontou: 2 a 1. O gol inflamou os franceses. E eles empataram aos 36. Coman desarmou Messi e acionou Rabiot, que tocou para Mbappé. O craque tabelou com Thuram e emendou de primeira para empatar em um golaço: 2 a 2. E aí o jogo virou um drama para a Argentina. A França foi para cima, pressionou e ficou em condições de virar o jogo. Mbappé, já nos acréscimos, arrancou na direção da área e mandou o chute. A bola desviou na zaga e foi por cima. Rabiot, pouco depois, pegou sobra na grande área e finalizou. Dibu Martínez defendeu. A Argentina sobrevivia – para dar a Messi mais uma chance. Aos 51, o craque ainda conseguiu concluir de fora da área, forte, no meio do gol. Llloris espalmou e levou o jogo à prorrogação.

    Os pênaltis

    Os dois craques começaram batendo. Mbappé fez para a França, Messi converteu pela Argentina. E aí começaram os erros franceses. Coman e Tchouaméni desperdiçaram, enquanto Dybala e Paredes marcaram. A Argentina abriu 3 a 1. Kolo Muani, se errasse, tiraria as chances da França. Mas ele fez. Aí ficou no pés de Montiel, um lateral-direito discreto, longe de figurar entre os astros da seleção, a missão de bater o pênalti decisivo. E ele fez – e confirmou o título argentino.

    Fonte: G1

  • Croácia vence Marrocos e fica com terceiro lugar da Copa do Mundo

    Croácia vence Marrocos e fica com terceiro lugar da Copa do Mundo

    Em provável despedida de Modric de Copas, croatas confirmam vitória com golaço de Orsic; Marrocos fica com melhor campanha de seleções africanas em Mundiais

    Na provável despedida de Modric de Copas, a Croácia venceu o Marrocos por 2 a 1 e ficou com o terceiro lugar do Mundial. É a terceira vez que conseguem o pódio em suas seis participações no torneio. O Marrocos, por sua vez, termina com a melhor campanha de uma seleção africana – e também árabe – em Copas do Mundo. Os gols foram marcados por Gvardiol pelos croatas, depois empate de Dari pelos marroquinos e por fim o peixinho de Orsic para definir a vitória.

    A Croácia dominou as finalizações com oito contra apenas três do Marrocos na primeira etapa. Não demorou para as redes balançarem – de ambos os lados. Em oito minutos de bola rolando, saíram gols de Gvardiol pela Croácia e de Dari pelo Marrocos – em uma resposta sem tempo para respirar. Os croatas mantiveram a pressão no setor ofensivo com algumas poucas investidas dos marroquinos e terminou dando resultado aos 41, quando Orsic deixou um golaço – de peixinho – para colocar o 2 a 1 no placar.

    O cansaço tornou-se evidente na segunda etapa, com atletas apresentando câimbras e abaixando para respirar – ou receber atendimento – dentro de campo. Mesmo com as mudanças, as seleções sentiram a sequência de jogos. Kramaric, por exemplo, saiu de campo chorando. A defesa do Marrocos, do outro lado, teve dificuldades sem seus zagueiros titulares – Saïss e Aguerd – e perdeu outros durante o jogo. Houve reclamações com a arbitragem e as poucas boas chances saíram com En-Nesyri – duas vezes – pelo Marrocos, aos 29 e 50 minutos. Mas não houve redes balançadas na segunda etapa.

    Modric: a despedida das Copas?

    Modric parabenizado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino – Foto: REUTERS/Paul Childs

    Modric apareceu de forma decisiva nas construções e na marcação da Croácia, naquela que pode ter sido sua última Copa do Mundo. Ele participou de quatro edições – 2006, 2014, 2018 e agora 2022 – e tem mais de 160 jogos pela seleção. “Com a bola nos pés, é um desfile o Modric em campo”, sintetizou a comentarista Renata Mendonça.

  • Brasil perde para a Croácia nos pênaltis e dá adeus à Copa do Mundo

    Brasil perde para a Croácia nos pênaltis e dá adeus à Copa do Mundo

    Desde que conquistou o penta, em 2002, seleção sempre caiu nas quartas quando enfrentou um europeu

    O Brasil perdeu nos pênaltis para a Croácia por 4 a 2 após o empate em 1 a 1 e está fora da Copa do Mundo no Catar. A Seleção abriu o placar com Neymar, no fim do primeiro tempo da prorrogação, mas Petkovic igualou na etapa final, levando para a disputa por penalidades. Rodrygo e Marquinhos erraram suas batidas, enquanto os croatas acertaram todas e assim avançaram à semifinal. Com isso, segue o tabu: desde o penta, em 2002, a seleção brasileira sempre caiu nas quartas quando enfrentou europeus. Foi assim em 2006 (França), 2010 (Holanda), 2018 (Bélgica) e agora 2022. Fim do sonho do hexa. 

    Como foram as penalidades

    Rodrygo foi o primeiro brasileiro e parou nas mãos de Livakovic – Foto: FIFA / Reprodução

    A Croácia abriu as cobranças e abriu o placar com Vlasic. Rodrygo foi o primeiro brasileiro e parou nas mãos de Livakovic. Majer, Casemiro, Modric, Pedro e Orsic acertaram suas batidas na sequência, até que veio Marquinhos. O zagueiro acertou a trave direita, definindo a eliminação brasileira para a atual vice-campeã mundial.

    Seleção repete 1986

    Esta foi a segunda vez na história do torneio que o Brasil perdeu uma disputa por cobranças de pênalti. A outra derrota foi nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986. A seleção brasileira empatou com a França em 1 a 1 também, após nenhum gol ter saído na prorrogação, foi derrotada nos pênaltis por 4 a 3.

    O Brasil em disputas de pênalti em Copas:

    • 1986 – Brasil 1×1 França – Derrota nos pênaltis por 4 a 3.
    • 1994 – Brasil 0x0 Itália – Vitória nos pênaltis por 3 a 2.
    • 1998 – Brasil 1×1 Holanda – Vitória nos pênaltis por 4 a 2.
    • 2014 – Brasil 1×1 Chile – Vitória nos pênaltis por 3 a 2.
    • 2022 – Brasil 1×1 Croácia – Derrota nos pênaltis por 4 a 2.

    Croácia pega Argentina ou Holanda

    Foto: Reprodução

    A Croácia vai saber ainda nesta sexta-feira que vai enfrentar na semifinal. O adversário sairá de quem vencer o jogo entre Holanda e Argentina, às 16h (de Brasília). A semi está marcada para a próxima terça, também às 16h, no estádio Lusail.

    Fonte: G1

  • Brasil goleia a Coreia do Sul e enfrenta a Croácia nas quartas da Copa

    Brasil goleia a Coreia do Sul e enfrenta a Croácia nas quartas da Copa

    Com show no primeiro tempo e reforçada por Neymar, seleção faz 4 a 1 em sua melhor exibição no Catar

    A seleção brasileira fez seu melhor jogo no Catar, goleou a Coreia do Sul por 4 a 1 nesta segunda-feira e avançou às quartas de final da Copa do Mundo. Os gols foram de Vini Júnior, Neymar, Richarlison e Paquetá – Paik Seung-Ho descontou. Reforçado pelas voltas de Danilo e do próprio Ney, o time brasileiro definiu a partida ainda na primeira etapa, quando fez os quatro gols e chamou a atenção pelo grande volume ofensivo no estádio 974. A busca pelo hexa agora segue contra a Croácia, que eliminou o Japão nas oitavas.

    Foi um baile! Reforçada pela volta de Neymar, a seleção brasileira fez um grande primeiro tempo e começou a abrir o caminho para a goleada em cima da Coreia do Sul aos oito minutos, quando Vini Júnior completou a jogada de Raphinha. Aos 12, Ney ampliou cobrando pênalti. O time sul-coreano até tentou incomodar, com belo chute de Hee-Chan, defendido por Alisson, mas o domínio seguia do Brasil. Em lindo lance coletivo, Richarlison recebeu de Thiago Silva, fez 3 a 0 e até Tite comemorou com a dança do Pombo! Paquetá ainda marcou o quarto, batendo de primeira, para completar o placar: 4 a 0.

    Richarlison e Neymar – Foto: Lucas Figueiredo/CBF

    Com a situação praticamente definida no primeiro tempo, o ritmo do jogo não foi o mesmo após o intervalo. A Coreia do Sul passou a incomodar mais e conseguiu fazer seu gol com Paik Seung-Ho, em um chute de fora da área. O Brasil, por sua vez, passou a tirar jogadores como Danilo e Neymar, que voltaram de lesões, e se preservou já pensando nas quartas de final.

    Quando será o próximo jogo

    Brasil e Croácia vão disputar uma vaga na semifinal na próxima sexta-feira, às 12h (de Brasília), no estádio Cidade da Educação. Quem vencer vai enfrentar na fase seguinte o ganhador do confronto entre Holanda e Argentina, que também jogam na sexta, às 16h (de Brasília), no Lusail.

    Fonte: GE

  • Brasil perde para Camarões com gol no fim, mas avança em primeiro no Grupo G

    Brasil perde para Camarões com gol no fim, mas avança em primeiro no Grupo G

    Com reservas, seleção brasileira perdeu a primeira na Copa do Mundo e agora vai enfrentar a Coreia do Sul nas oitavas de final

    A derrota desta sexta foi a primeira da seleção brasileira para uma equipe africana em 22 edições de Copa do Mundo. Além disso, para buscar o hexa, a equipe de Tite terá de quebrar uma escrita: nas cinco conquistas, levantou a taça de forma invicta.

    A seleção brasileira perdeu para Camarões nesta sexta-feira por 1 a 0, com gol de Aboubakar, aos 46 minutos do segundo tempo, mas ainda assim terminou a fase de grupos como líder da chave G na Copa do Mundo. Escalada com reservas diante da classificação antecipada às oitavas de final, a equipe comandada por Tite foi castigada por não definir o jogo apesar de ter muito mais volume durante todo o jogo no estádio Lusail. O Brasil avançou com seis pontos, assim como a Suíça, mas permanece como líder do grupo por saldo de gols (dois contra um). A Coreia do Sul será a adversária no mata-mata. 

    Os reservas da Seleção comandaram as ações no primeiro tempo no estádio Lusail. Os “perninhas rápidas” Antony, Martinelli e Rodrygo lideraram o Brasil nos melhores momentos contra Camarões, ainda que tenham surgido poucas chances claras de gol. Martinelli foi quem mais deu trabalho ao goleiro Epassy, com uma cabeçada perigosa aos 13 minutos e um bom chute aos 45, ambos defendidos por ele. Depois de passar o tempo regulamentar sem criar nenhuma oportunidade, a seleção camaronesa acertou a primeira finalização na meta brasileira em toda a Copa do Mundo: Mbeumo cabeceou aos 47, e parou em bela defesa de Ederson. A comissão técnica brasileira reclamou de faltas pesadas do time camaronês: foram três cartões amarelos aplicados para eles, contra um da Seleção, para Militão.

    Foto: Divulgação

    Depois de Camarões incomodar logo na volta do intervalo, o Brasil voltou a tomar conta do jogo logo por volta dos 10 minutos e passou a acumular chances. O goleiro Epassy começou a ganhar importância, com defesas importantes, para manter o 0 a 0 no placar. Tite começou a fazer trocas e colocou Bruno Guimarães, Everton Ribeiro e Marquinhos, este no lugar do lesionado Alex Telles. Mais tarde, Pedro também substituiu Gabriel Jesus. Apesar do alto volume, a Seleção pecou na hora de definir as jogadas e foi surpreendida com o gol de Aboubakar, já nos acréscimos. Depois disso, o Brasil ainda teve outras três oportunidades para empatar, mas finalizou mal e acabou derrotado no Lusail.

    Fez o gol… e foi expulso!

    Foto: Reprodução TV

    Aboubakar não aguentou de alegria após fazer o gol de Camarões e na comemoração tirou a camisa, exibindo a 10 para o público no estádio. O problema é que ele recebeu cartão amarelo por isso e já tinha sido advertido mais cedo. Como resultado, foi expulso depois de muita festa.

    Próximo adversário: Coreia do Sul

    A Coreia do Sul será a adversária na abertura do mata-mata para a Seleção. A equipe asiática avançou em segundo lugar no Grupo H e vai duelar com o Brasil por uma vaga nas quartas de final na próxima segunda-feira, às 16h (de Brasília), no estádio 974.

    Fonte: G1

  • Brasil vence a Suíça e garante vaga nas oitavas da Copa do Mundo

    Brasil vence a Suíça e garante vaga nas oitavas da Copa do Mundo

    Casemiro fez o gol na vitória por 1 a 0, no estádio 974, em Doha, no Catar

    Não foi fácil, mas o Brasil garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo com uma rodada de antecedência ao vencer a Suíça por 1 a 0, nesta segunda-feira, no estádio 974. Em uma partida mais amarrada do que a estreia contra a Sérvia, a Seleção teve dificuldades sem Neymar e foi marcar apenas aos 37 minutos do segundo tempo, com um belo gol de Casemiro. A equipe de Tite segue com 100% de aproveitamento após duas rodadas no Mundial do Catar.

    O primeiro tempo no estádio 974 foi amarrado, com poucas chances claras dos dois lados. Sem Neymar, o Brasil teve Paquetá jogando mais adiantado, e o camisa 7 chegou a encontrar bons passes, mas Sommer não teve tanto trabalho – a melhor oportunidade veio dos pés de Vini Júnior, que não finalizou em cheio. Foram quatro tentativas de gol do Brasil. A Suíça, com mais posse de bola em boa parte do primeiro tempo, terminou a etapa inicial com apenas uma finalização.

    Alisson, Marquinhos, Casemiro, Eder Militão e Alex Sandro durante Brasil x Suíça – Foto: Divulgação

    Tite voltou do intervalo com Rodrygo no lugar de Paquetá, mas o desempenho da Seleção não era bom. Com erros na saída de bola, a Suíça passou a rondar a área de Alisson, e as jogadas de ataque do Brasil não eram tão lúcidas. Vini Júnior até abriu o placar em um bom contra-ataque, mas a jogada foi anulada por impedimento de Richarlison na origem. Coube a Casemiro, em um lance trabalhado com Vini e Rodrygo, seus ex-companheiros de Real Madrid, acertar um belo chute e decretar a vitória brasileira no estádio 974.

    Jogadores da seleção brasileira comemoram a vitória sobre a Suíça e a vaga nas oitavas da Copa – Foto: EFE

    O Brasil é o líder do Grupo G, com seis pontos em seis possíveis. A Suíça ainda está na segunda posição, com três, seguida por Camarões e Sérvia, ambos com um ponto. Na próxima sexta-feira, os dois jogos da chave acontecem às 16h: a seleção brasileira enfrenta Camarões no estádio Lusail, enquanto Suíça e Sérvia duelam no estádio 974.

    A seleção brasileira, enfim, venceu a Suíça em uma Copa do Mundo. Nas outras duas vezes que as equipes tinham se enfrentado, ficaram no empate. No Mundial passado, na Rússia, as equipes ficaram no 1 a 1.

    Quem pode vir?

    Já nas oitavas, a Seleção agora precisa assegurar a liderança do Grupo G na próxima sexta-feira, contra Camarões. O time hoje é o primeiro colocado e, se terminar a primeira fase assim, vai encarar nas oitavas de final o segundo colocado do Grupo H.

    No momento, este adversário seria a seleção de Gana, que tem três pontos. Portugal e Uruguai se enfrentam às 16h (de Brasília) desta segunda-feira, o que pode mudar posições no grupo.

    Fonte: G1

  • Brasil vence a Sérvia na estreia da Copa com show de Richarlison, mas Neymar preocupa

    Brasil vence a Sérvia na estreia da Copa com show de Richarlison, mas Neymar preocupa

    Atacante fez os dois gols na vitória por 2 a 0, em que o camisa 10 foi substituído e chorou por dores no tornozelo

    O Brasil começou a busca pelo hexa com vitória sobre a Sérvia, por 2 a 0, no estádio Lusail, em Doha, no Catar. O grande nome da estreia da Seleção na Copa do Mundo foi Richarlison, autor dos dois gols nesta quinta-feira, sendo um deles um golaço, de voleio. O ponto de preocupação é Neymar, que saiu de campo chorando e já começou tratamento com gelo no tornozelo.

    O jogo começou com o Brasil tendo mais posse de bola, e a Sérvia marcando forte, parando a Seleção muitas vezes com faltas. Vinicius Júnior era a principal válvula de escape, mas a primeira chance de perigo veio dos pés de Neymar, cobrando escanteio fechado, para a defesa de Vanja Milinkovic-Savic. A dupla Paquetá e Raphinha ainda criou duas oportunidades promissoras, mas ambas foram mal concluídas pelo camisa 11, incluindo um chute fraco de dentro da área, livre de marcação, na melhor oportunidade de um primeiro tempo mais estudado. Defensivamente, o Brasil correu poucos riscos.

    Vini Jr e Nikola Milenkovic em Brasil x Sérvia – Foto: REUTERS/Dylan Martinez

    O Brasil começou o segundo tempo já criando chance, com Raphinha, que roubou a parou, mas no goleiro sérvio mais uma vez. Alex Sandro ainda acertou a trave antes de sair, enfim, o primeiro gol, com Richarlison. O camisa 9 aproveitou o rebote do chute de Vinicius Júnior, após jogada de Neymar. O Pombo e Vini ainda participaram da jogada do segundo gol: cruzamento do camisa 20 para o centroavante, que dominou e acertou um belíssimo voleio. Com as trocas no ataque, a Seleção se manteve no ataque e teve outras chances até para o terceiro. A Sérvia foi um pouco mais perigosa nos minutos finais, mas ainda assim não conseguiu vazar Alisson.

    O Brasil termina a primeira rodada como líder do Grupo G com três pontos, empatado com a Suíça, mas à frente no saldo de gols (2 contra 1). Camarões e Sérvia, zerados, vêm na sequência.

    A segunda rodada do Grupo G acontecerá na segunda-feira. Camarões e Sérvia se enfrentam às 7h (de Brasília), em busca dos primeiros pontos na Copa do Mundo, enquanto Brasil e Suíça fazem o jogo dos líderes da chave, às 13h (de Brasília), no estádio 974. 

    Neymar sai chorando

    Neymar sofreu lesão no tornozelo direito na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo 2022 — Foto: EFE

    Jogador mais caçado na primeira rodada, o camisa 10 saiu aos 34 minutos do segundo tempo e imediatamente iniciou tratamento com gelo no tornozelo direito. Os jogadores no banco de reservas consolaram o camisa 10 da Seleção. Após o jogo, ele foi para o vestiário mancando bastante.

    Fonte: GE

  • Covid: o que é a BQ.1? As vacinas continuam protegendo?

    Covid: o que é a BQ.1? As vacinas continuam protegendo?

    Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Europa (ECDC), não há evidência de que a BQ.1 esteja associada a uma maior gravidade da infecção do que outras variantes da ômicron

    Em circulação no país, a nova subvariante da ômicron da Covid, a BQ.1, foi encontrada em São Paulo, onde ocorreu uma morte, no Amazonas, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo, mas isso não significa que seja a sublinhagem dominante no país. Ela também já foi identificada na Europa e nos Estados Unidos.

    A primeira morte em decorrência dessa nova subvariante, confirmada pelo Ministério da Saúde na terça-feira (8), foi de uma mulher de 72 anos que tinha comorbidades e, segundo a prefeitura de Diadema (SP), não tinha tomado as quatro doses recomendadas de vacina.

    Com sintomas semelhantes às variantes anteriores, a BQ.1 não é de maior gravidade. De qualquer forma, a recomendação da Sociedade Brasileira de Infectologia, divulgada em nota nesta sexta (11), é completar o esquema de vacinas – que protegem contra essa nova subvariante – e manter medidas como o uso de máscaras e distanciamento social, principalmente pela população mais vulnerável, como idosos e imunossuprimidos.

    Leito reservado para casos de Covid-19 no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

    Veja o que se sabe sobre a nova variante de Covid e como se cuidar:

    • O que é a BQ.1?
    • Quais os sintomas?
    • As vacinas atuais continuam protegendo?
    • E as novas versões de vacinas?
    • Quais cuidados devemos tomar?
    • Covid longa preocupa

    O que é a BQ.1?

    A BQ.1 está entre as mais de 300 sublinhagens da variante ômicron que circulam pelo mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 95% dessas sublinhagens são descendentes diretas da BA.5.

    De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Europa (ECDC), não há evidência de que BQ.1 esteja associada a uma maior gravidade da infecção do que as variantes BA.4/BA.5 da ômicron.

    “O que sabemos é que ela tem alta transmissibilidade, compatível com outros subtipos da variante ômicron, mas, até o momento, pelos dados de outros países, não é de maior gravidade“, explica a epidemiologista Ethel Maciel.

    A BQ.1 parece escapar mais facilmente da proteção das vacinas (mas isso não significa que as vacinas não protegem, como explicamos mais abaixo). Ela apresenta mutações na proteína spike que dificultam o reconhecimento e a neutralização do vírus pelo sistema imunológico.

    Quais os sintomas?

    Especialistas dizem que os sintomas são semelhantes às variantes anteriores. Veja quais são eles:

    • Febre ou calafrios
    • Tosse
    • Falta de ar ou dificuldade para respirar
    • Fadiga
    • Dores musculares ou no corpo
    • Dor de cabeça
    • Perda de paladar ou olfato
    • Dor de garganta
    • Congestão ou nariz escorrendo
    • Náusea ou vômito
    • Diarreia

    “Os sintomas são basicamente os mesmos: dor de cabeça, tosse, dor de garganta, quadro febril, perda de olfato e paladar. Mas, felizmente, não temos visto pacientes com gravidade. Temos visto casos mais leves, mais brandos, sem internações”, explica a infectologista Karen Mirna Loro Morejón, diretora da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI).

    Frascos das vacinas de Oxford, CoronaVac e Pfizer — Foto: Arquivo g1/Cristine Rochol/PMPA

    As vacinas atuais continuam protegendo?

    Sim! Embora as subvariantes da ômicron “escapem mais facilmente” da proteção das vacinas atuais, elas continuam protegendo.

    “Mesmo que tenha esse escape, ainda há proteção. As pessoas devem completar seus esquemas vacinais. Quanto mais gente imunizada, maior a proteção populacional. É assim que conseguimos manter as doenças com maior controle”, diz Morejón, que também é infectologista no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

    O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo, reforça que a vacina já provou que funciona, mas é preciso completar o esquema vacinal.

    “A vacina é muito importante para reduzir esse risco de gravidade, principalmente em relação às doses de reforço. Dose de reforço é fundamental para manter essa proteção adequada das vacinas”, afirma.

    E as novas versões de vacinas?

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando dois pedidos da Pfizer referentes às vacinas chamadas bivalentes. Uma delas contém, além da cepa original, a subvariante ômicron BA.1. Já a outra versão engloba as subvariantes BA.4/BA.5.

    Segundo a Pfizer, a vacina mostrou um aumento substancial nos níveis de anticorpos neutralizantes contra as subvariantes em adultos após uma semana. A versão bivalente já foi aprovada na União Europeia e nos Estados Unidos.

    Pessoas mais vulneráveis, como idosos e imunossuprimidos, devem continuar com as medidas de prevenção não farmacológicas — Foto: Ana Marina Coutinho/SGCOM/UFRJ

    Quais cuidados devemos tomar?

    Para Morejón, além da vacinação em dia, a população deve fazer a “gestão de risco”. Ou seja, se você está num ambiente fechado, nesse cenário de aumento de casos, use máscara. “Mesmo não sendo de um grupo vulnerável, mesmo não tendo nenhuma comorbidade, você pode adoecer e pode levar a doença a outras pessoas”.

    Manter a higiene das mãos, evitar aglomerações, usar máscara em ambiente fechado e atualizar o calendário de vacinas com as doses de reforço continuam valendo nesta fase da pandemia.

    Em nota, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) reforçou que a população procure os postos de saúde para receber a dose de reforço. Além disso, lembrou que pessoas mais vulneráveis, como idosos e imunossuprimidos, devem continuar com as medidas de prevenção não farmacológicas, como o uso de máscaras e distanciamento social.

    E se você tiver algum sintoma gripal, faça o teste de Covid, se isole, evite contato com as pessoas até o resultado sair. Se fizer o teste no início dos sintomas e der negativo, a infectologista sugere repetir o exame 48 horas depois para evitar o “falso negativo”.

    Covid longa preocupa

    Não é porque estamos vendo muitos quadros leves de Covid que devemos relaxar.

      O neurocientista Miguel Nicolelis fez um alerta no Twitter: “Nova variante BQ.1 que surgiu da BA 5 escapa mais da cobertura das vacinas que temos no Brasil. É preciso investir na compra de novas vacinas, incentivar de novo o uso de máscaras e combater o crescimento de casos PORQUE ESTE É UM VÍRUS PARA NÃO SE PEGAR porque ele pode levar a sequelas crônicas!”

      Morejón concorda. “O melhor é sempre não pegar. Assim como a maioria evolui bem, há pacientes com sintomas de longo prazo. Não podemos admitir que uma pessoa morra de uma doença imunoprevenível”.

      Entre as sequelas de Covid longa (longo prazo) que a infectologista tem visto estão: cansaço, cefaleia, casos de enxaqueca, problemas renais, perda de memória, confusão mental. “Existe um impacto da Covid na vida pessoas, sim. Não é porque é leve que devemos baixar a guarda”, diz.

      Um estudo holandês publicado em agosto apontou que um em cada oito adultos infectados com o vírus Sars-CoV-2 experimenta sintomas de Covid longa, que é quando um ou mais sintomas persistem quatro semanas após a infecção.

      A pesquisa descobriu que vários sintomas eram novos ou mais graves três a cinco meses depois de a pessoa ter tido Covid-19, em comparação com os sintomas antes da infecção e grupo controle (que não positivou para o vírus).

      Fonte: G1

    • Autoridades encontram 230 baleias encalhadas na Austrália e temem a morte de metade do grupo

      Autoridades encontram 230 baleias encalhadas na Austrália e temem a morte de metade do grupo

      As causas dos encalhes em massa não são completamente compreendidas

      Quase 230 baleias-piloto foram encontradas encalhadas nesta quarta-feira na costa oeste da Tasmânia, Austrália, e apenas metade pareciam estar vivas, informaram as autoridades. “Um grupo de aproximadamente 230 baleias encalhou perto do Porto de Macquarie”, afirmou o Departamento de Recursos Naturais e Meio Ambiente do estado da Tasmânia.

      “Parece que metade dos animais estão vivos”, acrescentou.

      As imagens aéreas mostram uma cena devastadora de dezenas de cetáceos espalhados ao longo de um trecho de praia onde a água gelada encontra a areia.

      Moradores jogaram cobertores nas sobreviventes e usaram baldes de água para mantê-las com vida, enquanto outras tentavam libertar-se, sem sucesso. Na mesma área, muitas estavam mortas.

      As autoridades anunciaram que especialistas em conservação marinha e funcionários com equipamentos de resgate de baleias estavam a caminho do local.

      Dezenas de baleias encalhadas na costa da Tasmânia — Foto: Andrew Breen/Huon Aquaculture via AP

      Eles tentarão devolver à água aquelas que estão suficientemente fortes para sobreviver e, provavelmente, devem rebocar os animais mortos para o mar para evitar atrair tubarões à região.

      Há quase dois anos, a mesma região foi cenário de outro encalhe em massa, com quase 500 baleias-piloto, das quais apenas 100 sobreviveram.

      As causas dos encalhes em massa não são completamente compreendidas.

      Diversas baleias são vistas encalhadas em praia da Tasmânia — Foto: Andrew Breen/Huon Aquaculture via AP

      Cientistas sugerem que podem ser provocados por grupos que desviam de sua rota depois que se alimentam muito perto da costa.

      As baleias-piloto são muito sociáveis e costumam seguir os companheiros de grupo que entram em situações de perigo.

      Às vezes acontece quando baleias idosas, doentes ou feridas nadam até a costa e outras integrantes do grupo as seguem, em uma tentativa de responder aos sinais de socorro da baleia que ficou encalhada.

      Outras ficam confusas e acreditam estar em mar aberto quando ouvem sonares de alta frequência, quando na verdade estão em praias íngremes, como acontece no caso das baleias encalhadas na Tasmânia.

      Esta semana também foram encontrados 14 cachalotes machos jovens mortos, encalhados em uma praia remota em King Island, na costa norte da Tasmânia.

      Diversas baleias recebem ajuda de voluntários enquanto estão encalhadas na costa da Tasmânia — Foto: Australian Broadcasting Corporation via AP

      A morte dos cetáceos poder ser um caso de “desventura”, afirmou o biólogo da vida selvagem Kris Carlyon, da agência ambiental do governo, ao jornal local Mercury.

      “A causa mais comum para estes eventos é uma desventura, podem ter ido buscar comida perto da costa, podem ter encontrado alimento e possivelmente ficaram presas na maré baixa”, explicou Carlyon.

      “Esta é a teoria no momento”, acrescentou.

      A Nova Zelândia também registra encalhes com relativa frequência.

      No país, quase 300 animais são encontrados encalhados por ano em média, de acordo com os números oficiais. Não é incomum observar grupos de 20 a 50 baleias-piloto encalhadas em uma praia.

      Mas os números podem alcançar centenas, como em 2017, quando cerca de 700 baleias ficaram encalhadas.

      Fonte: G1

    • Rainha Elizabeth II, a monarca britânica mais longeva da história, morre aos 96 anos

      Rainha Elizabeth II, a monarca britânica mais longeva da história, morre aos 96 anos

      Monarca estava em sua residência de férias, o Castelo de Balmoral, na Escócia. Ela passou 70 anos no trono, atravessou crises e guerras e virou ícone pop

      Mais longeva monarca britânica da história, que passou 70 anos no trono, atravessou crises e guerras e virou ícone pop, a Rainha Elizabeth II morreu nesta quinta-feira (8) aos 96 anos no castelo de Balmoral, na Escócia. O anúncio foi feito pelos canais oficiais da família real.

      “A rainha morreu pacificamente em Balmoral esta tarde. O rei [Charles III] e a rainha consorte [Camila] permanecerão em Balmoral esta noite e retornarão a Londres amanhã”, informou a Casa Real britânica no Twitter.

      Com a morte de Elizabeth, seu filho mais velho, o agora rei Charles, assume o trono do Reino Unido e de outros 14 países que têm o monarca britânico como chefe de Estado, como Austrália e Canadá.

      A foto, de 2016, mostra a rainha Elizabeth II com os príncipes Charles, William e George, próximos na linha de sucessão ao trono britânico. — Foto: Ranald Mackechnie/Buckingham Palace via AP

      Em seu primeiro comunicado oficial como rei, Charles disse que “a morte da minha amada mãe, a Vossa Majestade a Rainha, é um momento de grande tristeza para mim e para todos os membros da minha família”.

      Os quatro filhos da rainha, Charles, Anne, Andrew e Edward, foram até a Escócia quando foi anunciado que a rainha estava sob supervisão médica. Um de seus netos, o príncipe William também foi até o castelo de Balmoral. À tarde, veio a notícia do falecimento. O reinado de 70 anos faz de Elizabeth a rainha britânica mais longeva da história.

      Problemas de saúde

      A saúde da monarca foi motivo de crescente preocupação desde outubro do ano passado, quando foi revelado que ela passou uma noite hospitalizada para ser submetida a “exames” médicos que nunca foram detalhados. Desde então, ela reduziu consideravelmente sua agenda, com aparições em público cada vez mais raras e sendo observada caminhando com dificuldade, com o auxílio de uma bengala.

      O evento preocupante mais recente foi a cerimônia de nomeação da nova primeira-ministra britânica, Liz Truss, na terça-feira (6). Na ocasião, Elizabeth II transferiu, pela primeira vez na história, a cerimônia para o Palácio de Balmoral, onde ela estava. Até então, todos os premiês anteriores haviam sido nomeados no Palácio de Buckingham, em Londres.

      Uma foto do encontro divulgada pelo Palácio de Buckingham, que mostra a rainha cumprimentando Truss, provocou inquietação porque, segundo analistas, a mão da rainha parecia muito arroxeada.

      Em maio, Elizabeth II foi substituída por Charles na abertura oficial dos trabalhos no Parlamento do Reino Unido. Também foi a primeira vez que um monarca não presidiu essa sessão.

      Rainha Elizabeth II no castelo de Balmoral, na Escócia, em 6 de setembro de 2022 — Foto: Jane Barlow/Divulgação via Reuters

      A participação da rainha foi reduzida nas festividades do Jubileu de Platina, série de eventos que celebrou os 70 anos de seu reinado, no início de junho. Além da agenda enxuta, ela cancelou participação em uma missa durante o evento por se sentir indisposta.

      Desde os primeiros problemas de saúde, no entanto, o Palácio de Buckingham falou muito pouco ou emitiu notas contidas sobre o estado de saúde da rainha, sempre se referindo aos problemas como indisposições.

      Fonte: G1