Categoria: Cidades

  • Arniqueira em obras

    Arniqueira em obras

              Pode até usar o antigo jargão: antes tarde do que nunca! Mas que é motivo para bater palmas, não há dúvidas! Por onde se olha em Arniqueira, há obras… e muitas!

    Começando pela construção da Escola de Ensino Fundamental e Médio, que já está bem avançada e vai abrigar mais de mil alunos.

    Uau! Basta dar uma olhada em qualquer canto de Arniqueira para ver operários e máquinas trabalhando sob o sol escaldante de Brasília. A recompensa de tanto esforço vem quando a beleza indescritível daquele pôr do sol laranja-multicor começa a tocar o horizonte. Só não vê quem é pirata com as tapa-olhos… nos dois olhos!

             Na Avenida Principal da cidade, a fresadeira de asfalto tem se desdobrado! Em apenas dez dias desde o lançamento do “pacote bondoso” de obras do Governo do Distrito Federal, já são quase 500 metros de asfalto novinho em folha. E ainda tem muito mais por vir: mais de três quilômetros de troca de asfalto, até a EPVC (DF079).

    Telma Rufino (Administradora Regional de Arniqueira)

              As máquinas da Novacap estão com tudo, enfrentando o desafio de substituir um asfalto antigo e cheio de remendos, que há tempos atormentava a vida dos motoristas. Operação tapa-buracos? Isso ficou no passado! Nem as corcovas dos dromedários seriam páreo para tantas ondulações!

              A própria administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, faz a sua mea-culpa. Não porque deixou de cobrar, mas porque conquistar tantas obras para a cidade demandou tempo. Para a ex-deputada distrital, o momento é, sim, de comemoração – mas com cautela, pois ainda há projetos mais audaciosos a caminho, montados no cavalo do Zorro! Ou seja, quando menos se espera, o espadachim mascarado aparece com a espada em punho!

                             “Quando a gente menos espera, Deus vem e coloca a mão. Basta acreditar e ter fé. Esta cidade só tem quatro anos como região administrativa. Há pouco tempo, éramos um bairro de Águas Claras sem nenhum poder. Viramos uma região administrativa; estamos passando por um processo de regularização fundiária complexo e com muitos desafios. Ganhamos um restaurante comunitário com muita luta. E agora, estamos com dezenas de obras espalhadas pela cidade. Primeiramente, agradeço a Deus pelas conquistas. Em segundo lugar, quero agradecer ao governador Ibaneis Rocha, que sempre me apoiou nessa jornada. E, claro, não posso deixar de mencionar o secretário de governo, José Humberto, que reconheceu o quanto Arniqueira precisava dessas melhorias”

    Telma Rufino (Administradora Regional de Arniqueira)

              Além das dezenas de obras em andamento na cidade, Arniqueira ainda vai se beneficiar com a inauguração, até outubro, do viaduto do Riacho Fundo. Este gigantesco agregado viário fica logo na entrada da Área de Desenvolvimento Econômico de Arniqueira (ADE), que também está ganhando quase 4 km de calçadas e mais 3 km de recapeamento na via principal – uma verdadeira malha viária para os pedestres e motoristas!

    E, por falar em calçadas, toda a cidade está recebendo mais de seis quilômetros delas. O suficiente para ir do centro de Arniqueira ao centro do Guará I, a pé!

    Obras, obras, obras… Esse é o substantivo da vez na boca dos moradores de Arniqueira, especialmente para aqueles do SHA conjunto 5/6, que acabam de ser contemplados com a construção de uma tão aguardada galeria de águas pluviais. Um local que costumava causar grandes transtornos durante as temporadas de chuva, agora ganhou uma maravilhosa obra para resolver o problema.

    E não para por aí… Na descida do famoso Mirante, também será construído um ponto de drenagem pluvial para amenizar os transtornos causados pelas intensas chuvas de fim de ano.

    Acabou? Não! Tem também a construção da caixa de drenagem na Avenida Vereda da Cruz, outro ponto crítico em temporadas de chuva. Aí, o cético pergunta: “Quero ver melhorar o trânsito na Avenida Vereda da Cruz!” Vem a Telma e mostra o projeto do trecho denominado Binário, que vai alongar a avenida até o Areal, no sentido Pistão Sul. O trecho viário vai margear o famoso linhão de Furnas, até a Avenida Águas Claras, com uma extensão de 1,2 km. Essa nova via é a melhor alternativa para os milhares de motoristas que saem da Vereda da Cruz e Águas Claras no sentido Areal, Taguatinga Sul.

             E aí vem o pirata de dois tapa-olhos, tentando, em sua imaginação, desfazer o que está sendo feito. Mas, como diria o filósofo Georg Wilhelm Friedrich Hegel: contra os fatos, não há discussão!

  • Mega Drift na Granja do Torto terá 40 pilotos de nove estados neste fim de semana

    Mega Drift na Granja do Torto terá 40 pilotos de nove estados neste fim de semana

    Competição de corridas e manobras radicais a partir desta quinta-feira (12) recebe o apoio da Setur-DF e busca fomentar o turismo esportivo do Distrito Federal

    A Granja do Torto recebe, dos dias 12 a 15 de setembro, o Mega Drift, evento voltado para a prática de manobras radicais, corridas e competições automobilísticas entre 40 pilotos de nove estados diferentes.

    Imagem: Divulgação

    Uma das atrações do evento, que recebe apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, é o Experience Drift Day. Com abertura dos portões às 10h, os visitantes do evento terão a oportunidade de conhecer os boxes, conversar com os pilotos e ainda assistir ao treino do dia. O restante do final de semana será recheado com corridas e manobras qualificatórias, batalhas e carona radical,

    “Brasília está se consolidando como a capital dos grandes eventos, inclusive os esportivos. E o automobilismo já faz parte desse desenvolvimento. O Mega Drift percorreu algumas regiões administrativas, aproximando a população e os visitantes dessa experiência. Acreditamos no esporte como um aliado no crescimento turístico”, avalia o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.

    O Mega Drift tem o intuito de fomentar o turismo esportivo no Distrito Federal, com a expectativa de atrair cerca de 10 mil pessoas durante os quatro dias de realização do evento.

     

    Programação
    – Quinta-feira (12)
    9h: Treino Livre
    18h: Final do treino Livre

    – Sexta-feira (13)
    Experience Drift Day
    9h: Vistoria técnica dos carros
    10h: Abertura dos portões
    12h: Visitação aos boxes
    14h: Treino Livre

    – Sábado (14)
    9h às 11h: Treino Livre
    10h: Abertura dos Portões
    11h às 13h: Qualifying
    12h às14h: Almoço
    14h às 17h30: Batalhas
    17h30 às 18h: Pódio
    18h às 18h30: Carona Radical

    – Domingo (15) final
    9h às 11h: Treino Livre
    10h: Abertura dos Portões
    11h às 13h: Qualifying
    12h às 14h: Almoço
    14h às 17h30: Batalhas
    17h30 às 18h: Pódio e Premiação

  • Empresários cobram estacionamento em Arniqueira

    Empresários cobram estacionamento em Arniqueira

             Administradora Regional de Arniqueira, Telma Rufino, com empresários da ADE (Foto: Bertolucci)

             Um grupo de empresários do setor de desenvolvimento econômico de Arniqueira (ADE), liderado por Perceu Luata, da empresa Japan Security, reuniu-se, na terça-feira (10), com a administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, para solicitar mudanças no projeto de construção das calçadas em andamento na região.

              Os empresários explicaram a Telma Rufino que, da forma como o projeto está sendo executado pela construtora, os comerciantes do ADE conjunto 18 ficarão sem estacionamento para os seus clientes, o que representaria um grande prejuízo para eles.

             Para Perceu, a solução ideal seria estreitar o canteiro central, criando um projeto que incluísse um corredor de estacionamento ao longo da via. Segundo o empresário, um novo modelo poderia criar dezenas de vagas de estacionamento em 45 graus ou paralelas ao centro da via. Isso permitiria que os empresários do setor mantivessem a clientela com mais conforto e praticidade para acessar seus estabelecimentos.

    Calçamento na ADE Conjunto 19 em construção, com recuo para estacionamento (Foto: Bertolucci)

             Telma Rufino afirmou que o pedido será analisado pelo setor de engenharia da administração, buscando uma solução que atenda aos empresários da ADE. “Vamos analisar o pedido com muita disposição e tentar encontrar uma forma de resolver este problema. Os empresários precisam de estacionamento para receber seus clientes. O pedido deles é justo, e vamos trabalhar para encontrar uma solução”, ressaltou Telma.

              O empresário Vitor Pereira, da Onco Transporte, sugeriu que o novo projeto inclua o rebaixamento dos meios-fios em alguns pontos da avenida, facilitando a manobra de caminhões que precisam entrar em seus pátios. “É importante considerar que há muitas empresas de transporte aqui na ADE, e os caminhões precisam de espaço para manobra ao entrar no pátio da empresa. Houve um erro grotesco na concepção do projeto da ADE de Arniqueira. Agora, é ver o que a administração pode fazer”, declarou Vitor.

              A empresária Camila Resende, da empresa La Bamba Sorvetes, ressaltou que vagas de estacionamento são essenciais para a sobrevivência dos comerciantes na região.

             Acompanhada de sua equipe de assessores e engenheiros da administração regional, Telma Rufino destacou que as demandas dos empresários merecem atenção e que as providências necessárias serão tomadas.

  • Arniqueira recebe pacote de obras

    Arniqueira recebe pacote de obras

            A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, acompanhada do secretário de Obras, Valter Casimiro, deu início a um pacote de obras que abrange toda a região administrativa. As intervenções começaram pela substituição do asfalto da Avenida Principal, que se estenderá por aproximadamente quatro quilômetros.

     Administradora Regional de Arniqueira, Telma Rufino, acompanhado do assessor Norberto (Foto: Bertolucci)

               Além da recuperação asfáltica da avenida, que corta a cidade de leste a oeste, o pacote inclui a construção de galerias de águas pluviais em três pontos críticos de Arniqueira e a implantação de um trecho viário adicional na pista principal da Vereda da Cruz, denominado “Binário”. Esse novo trecho facilitará o acesso ao Areal e ao Pistão Sul de Taguatinga.  O binário, com cerca de 1,2 km, vai margear o conhecido Linhão de Furnas, que separa as regiões administrativas de Águas Claras e Arniqueira, até a Avenida Águas Claras (que corta o Areal, até Águas Claras).

               O investimento inicial para essas obras é de R$ 30 milhões, sendo que outros R$ 60 milhões estão em processo licitatório pela Secretaria de Obras, totalizando um investimento de R$ 90 milhões.

    Pavimentação Avenida Principal (foto: Bertolucci)

              A administradora Telma Rufino destacou a relevância das intervenções iniciais na cidade, reforçando que elas complementam outras melhorias que já estão sendo realizadas na RA33. “Essas obras foram planejadas e determinadas pelo governador Ibaneis Rocha para começar antes do início do período de chuvas. Agradeço ao governador e ao secretário de Obras, que entenderam a importância dessas intervenções e criaram este pacote de obras para Arniqueira. Destaco que essas obras complementam outras importantes obras que estão sendo executadas na cidade. Como por exemplo, a construção do Centro Educacional de Ensino médio e fundamental, o calçamento na Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) e no Setor Habitacional de Arniqueira (SHA)  que já chega a mais de 6 km de novas calçadas, e o recapaemanto na Avenida Principal da ADE”, ressaltou Telma.

    Mais de 6 quilômetros em calçadas (foto: Bertolucci)

    Novo asfalto

             O recapeamento do asfalto na Avenida Principal começou na altura do antigo Supermercado Floresta e se estenderá até o balão de entrada de Arniqueira pelo Park Way (DF-079), cobrindo um percurso de 3,7 km. A previsão é de que a obra seja concluída antes do período das chuvas.

             Conforme Erinaldo Pereira Sales, Secretario Executivo de Obras da Novacap, responsável pela execução dos serviços, as obras terão celeridade, pois, na medida em que o asfalto é retirado, a pavimentação será executada de imediato, impactando de forma menos prolongada no fluxo do trânsito na região. Mesmo assim, Erinaldo pontuou que não será possível evitar transtornos no trânsito, pois será necessário realizar o fechamento de algumas das faixas, para utilização de maquinário pesado, como fresadoras de asfalto. Segundo ele, a obra seguirá em ritmo acelerado, com a previsão de conclusão até o final de setembro. 

    Substituição do asfalto Avenida Arniqueira (Foto: Bertolucci)

              Conforme Erinaldo Pereira Sales, Secretario Executivo de Obras da Novacap, responsável pela execução dos serviços, as obras terão mais celeridade, pois, na medida em que o asfalto é retirado, a pavimentação será executada de imediato, impactando de forma menos prolongada no fluxo do trânsito na região. Mesmo assim, Erinaldo pontuou que não será possível evitar transtornos no trânsito, pois será necessário realizar o fechamento de algumas das faixas, para utilização de maquinário pesado, como fresadoras de asfalto. Segundo ele, a obra seguirá em ritmo acelerado, com a previsão de conclusão até o final de setembro.

    Galerias de águas pluviais

              Inicialmente, três pontos críticos de Arniqueira receberão intervenções para a construção de redes de drenagem pluvial. As obras, que iniciaram na segunda-feira (01/09), com a presença  do secretário de Obras, Valter Casimiro,  está em andamento no Setor Habitacional de Arniqueira, conjunto 5, com a construção de um ramal da rede pluvial (Rua da Mansão Imperial), um local que sofre com alagamentos severos durante o período de chuvas, afetando o trânsito e gerando problemas para os moradores devido às fortes correntezas que invadem os condomínios. No local, será construída uma pequena galeria que lançará toda a água das chuvas em um canal já existente nas proximidades. Este manilhamento direcionará a água das chuvas para o córrego Vereda da Cruz.

    Três pontos críticos recebem galerias de águas pluviais em Arniqueira (Foto: Bertolucci)

              A administradora regional de Arniqueira esteve no local para acompanhar o início das obras e explicou que os três pontos que receberão essas primeiras intervenções na rede pluvial evitarão os constantes alagamentos durante o período das chuvas. A obra principal de construção das galerias em todo o SHA será iniciada assim que o processo licitatório for concluído pela Secretaria de Obras. “Identificamos alguns pontos críticos que são bastante prejudicados no período de chuvas. Com essas intervenções, será possível amenizar o impacto causado pelas chuvas, mas a obra principal, que demanda muito tempo, será realizada aos poucos, conforme evoluir o processo de regularização da cidade e, principalmente, com os editais de licitação concluídos”, afirmou Telma.

    Outro ponto definido como prioritário está localizado na descida do Mirante, na parte superior do SHA 5, próximo ao Parque Ecológico de Arniqueira. A região, por ter um declive acentuado, frequentemente sofre com a erosão do asfalto devido à força das águas das chuvas. A nova drenagem incluirá o desvio de uma nascente existente no local. O terceiro ponto crítico a ser atendido com a rede de águas pluviais está às margens da Avenida Vereda da Cruz, onde também será construída uma caixa de contenção para a água. Essas galerias são partes integrantes do macroprojeto de implantação da rede pluvial em toda a Região Administrativa de Arniqueira.

    Projeto Viário na Vereda da Cruz

    Local conhecido como linhão de Funas receberá trecho viário na Avenida Vereda da Cruz (Imagem DER)

              A Avenida Vereda da Cruz, que separa a RA Águas Claras da RA de Arniqueira, receberá uma obra significativa em meados de setembro. O projeto denominado Binário dará continuidade à avenida, acompanhando o traçado do Linhão de Furnas até o balão da Avenida Águas Claras. Com este novo trecho, motoristas que trafegam pela Vereda da Cruz ou por Águas Claras, em direção ao Areal ou ao Pistão Sul em Taguatinga não precisarão mais percorrer pelo SHA, evitando congestionamentos causados por veículos pesados em carga e descarga nos comércios locais.
  • Detran-DF lança processo digital de emissão da credencial de estacionamento para autista

    Detran-DF lança processo digital de emissão da credencial de estacionamento para autista

    Cerimônia será na manhã desta quinta-feira (12), no auditório do Detran-sede, e contará com a participação de representantes de diversas instituições

    O Departamento de Trânsito do Distrito Federal lança, na manhã desta quinta-feira (12), o processo digital de emissão da credencial de estacionamento para pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA). A cerimônia de lançamento será aberta à imprensa, sem necessidade de credenciamento prévio, às 9h30, no auditório do Detran-sede.

    Imagem: Detran-DF

    A credencial de estacionamento para autista começou a ser emitida pelo Detran-DF em 2019, mas contava com etapas que exigiam a presença do autista à autarquia. A partir de agora, a pessoa com transtorno do espectro autista poderá fazer a emissão da credencial de estacionamento sem precisar sair de casa.

    “Essa é mais uma facilidade que o Detran-DF está implementando a fim de garantir aos autistas o exercício de um direito com mais conforto e praticidade”, destaca a diretora de Controle de Veículos e Condutores, Bruna Pacheco.

    A solenidade contará com a presença de autoridades, representantes de entidades ligadas aos autistas e 300 crianças do Centro de Ensino Fundamental 4 de Ceilândia, sendo 30 delas especiais. Durante o evento, também haverá emissão da credencial para quem tem a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea).

    Serviço
    Lançamento da emissão digital da credencial de estacionamento para autista
    ⇒ Quinta-feira (12), às 9h30
    ⇒ No Auditório do Detran-sede

  • Garis têm horário de trabalho alterado e recebem kit de proteção durante período de seca

    Garis têm horário de trabalho alterado e recebem kit de proteção durante período de seca

    Mais de 4.500 funcionários do SLU passaram a entrar e sair do expediente uma hora mais cedo; profissionais têm recebido protetor solar e labial, soro fisiológico, garrafinha d’água e outros itens para se protegerem durante o trabalho em meio à estiagem recorde que assola o DF

    No momento em que o Brasil vive a seca mais severa da história e Brasília registra baixos índices de umidade do ar, o Governo do Distrito Federal (GDF) alterou o horário de trabalho dos mais de 4.500 funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) que trabalham nas 35 regiões administrativas da capital.

    Desde agosto, os garis, que garantem a manutenção da saúde pública e da qualidade de vida nas cidades, passaram a entrar e sair do expediente uma hora mais cedo, cumprindo o horário das 6h às 14h20. Semanalmente, os profissionais de limpeza também recebem protetor solar com ação repelente, protetor labial, soro fisiológico, além de garrafinha de água, toalha de pano e óculos de proteção. Para auxiliar na proteção contra as altas temperaturas, eles ainda receberam uniformes de manga longa, bonés com touca árabe e orientações sobre como se proteger.

    “Esse esquema de proteção e de carga horária vai seguir até que se inicie o período de chuvas e a temperatura fique mais amena. O SLU já tem um protocolo de medidas de proteção para esses períodos de calor extremo. Então é algo que o SLU se antecipa para beneficiar e cuidar dos trabalhadores. Eles cuidam das cidades e é preciso cuidar deles também”, ressalta Everaldo Araújo, subdiretor de Gestão e Limpeza Urbana do SLU.

    As mudanças fizeram diferença no dia a dia de Ilza Santos da Silva, 36, e Manoel José Duarte, 54, funcionários do SLU, que fazem as limpezas das cidades há 11 e três anos, respectivamente. Agora, além da vassoura e do carrinho de lixo, eles também ganharam novos itens de trabalho – tão essenciais quanto todo o equipamento de limpeza neste período de seca.

    Semanalmente, os profissionais de limpeza também recebem protetor solar com ação repelente, protetor labial, soro fisiológico, além de garrafinha de água, toalha de pano e óculos de proteção | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília

    “Na época de seca a gente se cansa mais; tem mais dificuldade de respirar. Então a gente usa o soro fisiológico para hidratar as regiões das vias respiratórias, temos garrafinhas para beber água, protetor solar e labial para a pele não ficar ressecada. A gente faz esse trabalho de limpeza das cidades com muito orgulho. Nesse trabalho é essencial ter esse cuidado. E a gente se sente cuidado”, relata Ilza.

    Já Manoel diz que a mudança no horário tem feito com que ele se sinta mais produtivo no trabalho e fora dele. “Cumprir esse horário faz com que eu me sinta mais disposto, com mais ânimo dentro e fora do trabalho, com vontade de fazer mais coisas relacionadas à minha vida pessoal, como ir na academia, correr, etc. Tem sido muito bom”, pontua.

    Ilza Santos da Silva: “Na época de seca a gente se cansa mais; tem mais dificuldade de respirar. Então a gente usa o soro fisiológico para hidratar as regiões das vias respiratórias, temos garrafinhas para beber água, protetor solar e labial para a pele não ficar ressecada. A gente faz esse trabalho de limpeza das cidades com muito orgulho. Nesse trabalho é essencial ter esse cuidado. E a gente se sente cuidado”

    Seca histórica

    O Distrito Federal enfrenta a pior seca dos últimos anos. Na última semana, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho por conta da baixa umidade do ar, que chegou a ficar abaixo de 12%. O ideal recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 60%.

    Brasília está há mais de 130 dias sem chuvas. Ainda não se tem previsão de quando a estiagem vai acabar. A expectativa é de chuva entre a segunda quinzena de setembro e o início de outubro, mas os registros tendem a ser mais isolados. Chuvas mais fortes são esperadas por meteorologistas apenas em outubro.

     

  • Obra com investimento de R$ 9,7 milhões aumenta abastecimento de água de Brazlândia

    Obra com investimento de R$ 9,7 milhões aumenta abastecimento de água de Brazlândia

    Captação no córrego Olaria passará para 165 litros por segundo, melhorando abastecimento na região mesmo no período da seca

    A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) prevê concluir ainda em outubro as obras de captação de água do córrego Olaria, em Brazlândia. Com isso, a oferta de água potável para os 60 mil habitantes da região aumentará dos atuais 102 litros por segundo para 165 litros por segundo, melhorando o abastecimento que vem sendo prejudicado pela seca. Na obra, a Caesb investiu R$ 9,7 milhões.

    O presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, explicou nesta segunda-feira (9) que o sistema de captação do Olaria foi projetado para garantir o pleno abastecimento de água potável de Brazlândia durante o ano todo, inclusive em períodos críticos de estiagem, como ocorre no momento em todo o Distrito Federal.

    Mas Reis adverte: “Mesmo com o reforço na captação e distribuição, é fundamental que os moradores, tanto da zona urbana quanto da área rural, utilizem a água de forma consciente, evitando desperdícios”. Entre os cuidados, a Caesb recomenda não usar água potável para lavar carro, regar jardim ou limpar estábulos.

    Seca prejudica abastecimento

    Durante a seca, o abastecimento de algumas regiões administrativas do DF é mais prejudicado porque são abastecidas por sistemas que dependem da água proveniente de pequenas e médias fontes fornecedoras, como córregos e poços. É o caso de Brazlândia, Sobradinho, Planaltina, Jardim Botânico e São Sebastião. Todo ano, entre agosto e novembro, o nível dessas fontes cai substancialmente, reduzindo a oferta de água naquelas cidades.

    Outros fatores contribuem, em diferentes graus, para afetar o abastecimento de água nessas cidades, segundo o gerente dos Sistemas Produtores de Água Descoberto e Brazlândia, Wellington Ribeiro de Freitas.

    O Sistema Brazlândia conta com um Reservatório Elevado, medindo 30 metros de altura com capacidade para armazenar até 110 mil litros

    Entre eles, Freitas destaca as características hidrográficas do DF (rios e córregos com baixa vazão), a intensa ocupação urbana, o crescimento das atividades agropecuárias e as mudanças climáticas observadas em todos os continentes.

    O sistema Brazlândia

    Brazlândia, por ser uma região com vocação agrícola, é uma das cidades que mais sofrem durante a estiagem, quando a oferta de água diminui e o consumo aumenta entre 7% e 10%. A Caesb atende à população por meio de dois sistemas de captação de água: o Barrocão e o Capão da Onça. Cada sistema dispõe de dois poços tubulares profundos, que são acionados quando o abastecimento precisa ser reforçado. Esses sistemas, porém, não estão interligados às demais unidades de captação do DF. Por isso, são chamados de “sistemas isolados”.

    O abastecimento da cidade ganhará o reforço do sistema do córrego Olaria, composto por uma elevatória de água bruta e uma adutora, com capacidade para transportar 40 litros por segundo. A água captada do córrego será levada até a Estação de Tratamento Brazlândia por meio de uma rede com 7.304 metros de tubos. A rede começa na elevatória de água bruta do Olaria, segue pelas margens da BR-080 até a DF-430, de onde prossegue pela Avenida São José e chega até a ETA Brazlândia. Ali, a água bruta captada será tratada para se tornar potável.

    Mesmo com a inauguração do sistema, é preciso que a população tenha consciência no uso da água

    O tratamento ocorre após a água bruta passar por uma estação de tratamento de ciclo completo, com capacidade de vazão de 165 litros por segundo. Depois de tratada, a água é armazenada nas três câmaras do Reservatório Apoiado (RAP) Brazlândia, com capacidade de armazenamento de 3 milhões de litros de água potável.

    Para chegar aos locais mais altos da região, o Sistema Brazlândia conta com um Reservatório Elevado, medindo 30 metros de altura (o equivalente a um prédio de dez andares) e com capacidade para armazenar até 110 mil litros. De lá, a água é distribuída por meio de uma estação de bombeamento, com capacidade para transferir até 35 litros por segundo.

    Com a chegada das chuvas, prevista para o final de outubro, o abastecimento será normalizado. Mas poupar água e usá-la de forma consciente é a “lição de casa” a ser feita o ano todo tanto pelos moradores da cidade quanto os que vivem no campo. No caso dos produtores rurais, a companhia recomenda não usar a água da Caesb para irrigar plantação, lavar máquinas ou hidratar animais. Orienta também os produtores a procurar ajuda técnica da Emater-DF para usar da melhor forma a água captada das barragens construídas pelo Governo do Distrito Federal.

  • Feira pet integra ação do Detran-DF em adesão ao Setembro Amarelo

    Feira pet integra ação do Detran-DF em adesão ao Setembro Amarelo

    Iniciativa destaca a importância da convivência com animais, que pode auxiliar na redução de sintomas de depressão, ansiedade e estresse; evento será nesta terça (10), das 9h às 17h, com vacinação disponível para os pets

    Nesta terça-feira (10), o Departamento de Trânsito (Detran-DF) realizará um evento especial em adesão à campanha do Setembro Amarelo, dedicada à prevenção do suicídio. A ação acontece no estacionamento em frente à sede do Detran-DF (SAM Lote A Bl. B), das 9h às 17h, e contará com uma programação diversificada voltada para a conscientização e promoção da saúde mental.

    Entre as atividades previstas estão a distribuição de kits com brindes e materiais informativos sobre o tema, dicas de bem-estar mental, além de uma aula de alongamento focada em yoga. O espaço também contará com um totem para fotos e uma Feira Pet, em parceria com a Secretaria de Saúde (SES-DF), onde os participantes poderão vacinar seus animais de estimação e realizar testes de leishmaniose.

  • Ciclovia do Pistão Sul de Taguatinga recebe sinalização

    Ciclovia do Pistão Sul de Taguatinga recebe sinalização

    Com investimento de R$ 43 milhões na reforma da via e da passagem de ciclistas, avenida já ganha sinalização horizontal e beneficiará mais de 60 mil pessoas

    Após reconstruir o pavimento asfáltico do Pistão Sul, em Taguatinga, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio das equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), trabalha no acabamento e sinalização da avenida, que integra a Estrada Parque Contorno (EPCT/DF-001) e dá acesso ao centro de Taguatinga, à Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e à Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB).

    A sinalização abrange também a ciclovia, que conecta à ciclofaixa da EPTG, próxima ao viaduto de Taguatinga. Na ciclovia foram investidos R$ 1,7 milhão e, ao todo, o GDF investiu R$ 43 milhões na reforma do Pistão Sul, que tem 5,2 km em cada um dos sentidos. Mais de 60 mil pessoas serão beneficiadas diretamente com a obra sinalizada.

    Caminhando ao longo do trecho, o servidor aposentado Ilton Sacerdote, 68, mora há 45 anos em Taguatinga e aprova o serviço feito no local. “Essa via ficou fantástica, a gente estava carente de um calçadão desse com ciclovia para as caminhadas e bikes. Veio em bom momento e já estou aqui aproveitando”.

    Para a estudante Luana Tomaz, 19, que passa pelo local diariamente, o serviço de sinalização é de extrema importância pela alta movimentação na região. “Sempre tem muitas pessoas idosas fazendo caminhada por aqui, então é bem importante ter um caminho mais seguro e mais rápido também. Acredito que todo mundo gostou bastante”.

    De acordo com o engenheiro civil do DER, Mozer de Castro, cerca de 20 pessoas trabalham no trecho com dois caminhões de sinalização, tanto vertical quanto horizontal. Ele afirma que também há trechos com proteção de guard rails. “A sinalização traz segurança viária e harmoniza o trânsito, além de evitar acidentes e colisões”, observa.

    Ilton Sacerdote, servidor aposentado: “Essa via ficou fantástica, a gente estava carente de um calçadão desse com ciclovia para as caminhadas e bikes. Veio em bom momento e já estou aqui aproveitando”

    A dona de casa Jociene Dormelas, 42, também passa pela ciclovia quase todos os dias para levar almoço para o marido, que trabalha em uma instituição de ensino na região. Ela reforça que a passagem com travessias sinalizadas facilita muito o trajeto. “É bom porque a gente não corre o risco de estar andando na beira da pista, que é muito perigoso. E nesse calor acaba tendo uma sombra, por causa das árvores, realmente gostei muito”.

    Acessibilidade no DF

    O Quadradinho conta com 687,12 km de malha cicloviária, a segunda maior do país, atrás somente de São Paulo, com 722 km. O GDF também investe em obras de acessibilidade pela cidade, como a readequação viária do Pistão Sul, entre o km 76,5 e km 77 da Estrada Parque do Contorno (EPCT), que está em andamento na avenida.

    O objetivo do serviço é melhorar a acessibilidade para as pessoas que circulam no trecho, rodeado de faculdades, templos religiosos, centros comerciais e concessionárias. O investimento é de mais de R$ 880 mil e conta com implantação de calçadas, abrigos de passageiros, baias de concreto, rampas e piso podotátil (um modelo de piso tátil construído com concreto), plantio de grama e sinalização.

  • Monitoramento constante garante qualidade da água no Distrito Federal

    Monitoramento constante garante qualidade da água no Distrito Federal

    Responsável pelo tratamento, Caesb atualiza técnicas e equipamentos como frequência; Adasa cuida dos mananciais e mantém plataforma para acompanhamento de índices on-line

    O caminho que a água percorre dos mananciais até a casa dos brasilienses é extenso. Em todas as muitas etapas, a preocupação com a qualidade é primordial. Por isso, órgãos como a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) aprimoram constantemente suas técnicas de monitoramento.

    A qualidade dos mananciais também é aferida pela Adasa. Todas as informações sobre esse monitoramento estão disponíveis em uma plataforma online | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    A Caesb é a responsável por tratar a água para que ela chegue aos clientes pronta para consumo. Segundo a gerente de Monitoramento da Qualidade da Água, Alessandra Momesso, a companhia “tem que tomar conta do ciclo completo. A gente capta água nos rios, nas barragens, nas represas… Essa água captada é transportada por meio de bombeamento até a Estação de Tratamento de Água. Dentro da estação, ela passa por vários processos de tratamento. Depois de tratada, essa água é reservada e distribuída. O pessoal consome a água, depois ela volta como efluente para as estações de tratamento de esgoto. O efluente é tratado nas estações e volta no corpo hídrico. E a gente do monitoramento de qualidade avalia todas essas etapas da água”, explica.

    Cláudia Simões, gerente do Sistema Produtor de Água Centro: “Cada tipo de água exige um tipo diferente de tratamento e a Caesb tem vários tipos de tratamento, cada um adequado para a água bruta, a água que vai chegar para a gente tratar”

    As estações de tratamento de água citadas são “altamente tecnológicas e com muita automação”, como define a gerente do Sistema Produtor de Água Centro, Cláudia Simões. “A Caesb é uma empresa inovadora, tanto na parte de análise nos laboratórios quanto na parte de tratamento. Cada tipo de água exige um tipo diferente de tratamento e a Caesb tem vários tipos de tratamento, cada um adequado para a água bruta, a água que vai chegar para a gente tratar”, afirma. “Todos os nossos resultados são acompanhados de forma online. A gente tem equipamentos de medição online que monitoram a qualidade da água que está sendo produzida nas estações de tratamento de forma contínua”, completa.

    Alessandra Momesso, gerente de Monitoramento da Qualidade da Água explica que a companhia toma conta do ciclo completo. “E a gente do monitoramento de qualidade avalia todas essas etapas da água”

    Todo esse maquinário tecnológico é constantemente atualizado. “A Caesb, anualmente, faz inovação de equipamento buscando técnicas novas, buscando equipamentos novos para, cada vez mais, aprimorar os ensaios que a gente faz, atender as legislações e conseguir determinar quantidades cada vez menores de substâncias que podem conter na água para que a população fique segura quanto ao consumo”, arremata Alessandra.

    Mananciais

    A qualidade dos mananciais também é aferida pela Adasa. Todas as informações sobre esse monitoramento estão disponíveis em uma plataforma online. “Nesse sistema, que a gente chama de Sirh [Sistema de Informações Sobre Recursos Hídricos do DF], qualquer usuário, qualquer pessoa que esteja navegando pela internet pode acessar e visualizar os dados de qualidade da água nos pontos monitorados pela Adasa em todas as unidades hidrográficas do Distrito Federal”, relata o superintendente de Recursos Hídricos da agência, Gustavo Carneiro.

    As estações de tratamento de água citadas são altamente tecnológicas e com muita automação, segundo a Caesb

    “A análise e o diagnóstico da qualidade da água eu costumo brincar que são como um exame de sangue. Você precisa fazer periodicamente um check-up para entender como é que o seu organismo está funcionando. O exame de sangue é uma amostra daquele fluido e ali você analisa uma série de parâmetros que podem indicar se o organismo não está funcionando bem ou se há alguma interferência não esperada, alguma coisa que esteja fugindo da realidade”, acrescenta Carneiro, que diz ainda que são quase 80 pontos de monitoramento nas 40 unidades hidrográficas do DF.

    Cuidar de todos eles é fundamental para o Brasil como um todo. “O Distrito Federal está na parte alta, ou seja, na cabeceira, de três grandes bacias hidrográficas nacionais: a do São Francisco, a do Araguaia (Tocantins) e a do Paranaíba (Paraná). O que chove aqui vai correr para três cantos diferentes do país. Então, isso traz uma particularidade, um carinho muito grande e uma necessidade de estudo, porque isso pode ser utilizado não só para o DF, mas para vários outros pontos do país”, aponta Gustavo Carneiro.

    Para os brasilienses, além de uma água de qualidade nas torneiras, também é bom contar com grandes reservatórios, como o Lago Paranoá, aptos para a prática de atividades. O garçom Wemerson Santana é um que costuma aproveitar bem o espaço: “É muito bom a gente saber que tem aqui um lugar bacana que a gente pode usar. É um lugar maravilhoso, excelente. Graças a Deus, a gente não paga nada por isso, tem esse sol, essa vista maravilhosa, sinto muito orgulho de fazer parte desse lago maravilhoso e dessa cidade que é incrível. Isso aqui é vida para a gente. Sem água, a gente não é nada”.