Chuva forte atingiu diferentes regiões da capital na manhã desta segunda-feira (6), e causou transtornos. Inmet emitiu alerta para chuvas intensas que vai até terça-feira (7)
O temporal que caiu na manhã desta segunda-feira causou estragos em diversas regiões do Distrito Federal. Ceilândia foi uma das regiões mais afetadas. Casas foram alagadas e a água formou correnteza. No Setor P Sul, um carro foi arrastado pela chuva.
De acordo com o dono de uma barbearia da região, o veículo estava tentando subir a avenida Estádio. Pelas imagens, é possível ver que a correnteza causada pela água foi mais forte e acabou arrastando o carro alguns metros para trás, até que o veículo subiu no meio fio e finalmente parou.
Na Rua do Monte, no Pôr do Sol, a água cobriu as ruas e chegou a entrar nas casas do local. E a precipitação deve continuar: o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas que vai até terça-feira (7).
Na quadra 501 do Pôr do Sol, a chuva chegou a entrar nas casas.
Alerta de chuvas intensas no DF (foto de arquivo) — Foto: Divulgação
Alerta amarelo de chuvas intensas
Nesta segunda-feira, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo para chuvas intensas no Distrito Federal. Segundo o aviso, as chuvas podem chegar a até 50 mm, com ventos de até 60 quilômetros por hora.
Também há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
O que fazer para se proteger durante uma tempestade:
Não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas
Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda
Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada
Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)
Paulo Roberto Moreira Soares atirou uma vez na cabeça de Isabel Aparecida de Sousa, de 37 anos, após uma discussão. Crime ocorreu na tarde de sábado (4) e foi presenciado por filha do casal
Paulo Roberto Moreira Soares, suspeito de matar a ex-mulher, Isabel Aparecida de Sousa, de 37 anos, se entregou à Polícia Civil, na noite deste domingo (5). O caso é investigado pela Delegacia Especial de Atendimento a Mulher II, em Ceilândia, no Distrito Federal.
Paulo Roberto estava foragido desde sábado (4), quando atirou uma vez na cabeça de Isabel, após uma discussão. A filha do casal, de 8 anos, estava no local e presenciou o crime. A vítima chegou a ser socorrida e levada ao Hospital de Base do DF, mas não resistiu.
Parentes de Isabel afirmam que o casal ficou junto por cerca de dez anos, mas que estavam separados há dois meses. Paulo Roberto não aceitava o fim do relacionamento.
Crime
De acordo com parentes de Isabel, no sábado, Paulo procurou a ex-esposa e pediu pra conversar. O suspeito entrou na casa e, minutos depois, os dois começaram a discutir, na presença da filha. Segundo a polícia, foi nesse momento que ele atirou contra Isabel.
Um cunhado da vítima, que fazia uma reforma na casa onde o crime ocorreu, ouviu o disparo e pediu ajuda a um vizinho, que é bombeiro militar, e prestou os primeiros socorros. Isabel foi levada, no helicóptero dos bombeiros, para o Hospital de Base, e morreu na unidade de saúde.
O suspeito fugiu do local após os disparos. A arma usada no crime foi encontrada na casa da mãe dele, também em Ceilândia.
Caso aconteceu na manhã deste domingo (5), em Planaltina. Vizinhos chamaram PMDF que conseguiu deter agressor
Uma mulher conseguiu fugir de casa, na tarde deste domingo (5), após sofrer agressões do marido na Quadra 2 do Arapoanga, em Planaltina, no Distrito Federal. Segundo testemunhas, a vítima foi vista apanhando do companheiro em uma feira na região administrativa e sendo arrastada para casa, onde permaneceu em cárcere privado.
Os vizinhos acionaram a Polícia Militar (PMDF) por volta das 12h. No entanto, a mulher conseguiu fugir antes da chegada dos militares.
De acordo a PMDF, o homem estava drogado e ameaçava se matar. Ele foi detido pelos policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) por meio de adestramento tático.
O caso está sendo investigado pela 16ª Delegacia de Polícia, em Planaltina.
As atividades serão voltadas para os estudantes da rede particular; aproximadamente 1,5 mil pessoas receberão orientações para um trânsito mais seguro
Como já é tradição anual, o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER), por meio da Escola Vivencial de Trânsito-Transitolândia inicia nesta segunda-feira (6) mais um ano de ações da campanha Volta às Aulas, começando pelas instituições particulares. Nas escolas públicas, a ação vai do dia 27 deste mês a 3 de março. O objetivo é conscientizar sobre atitudes que garantem um trânsito seguro, despertando no público-alvo responsabilidade, senso de cidadania, paciência e empatia.
A série de visitas a serem realizadas pela equipe de educadores de trânsito contemplará, até sexta-feira (10), os estudantes de estabelecimentos de ensino particular. Durante toda a semana, a expectativa é envolver aproximadamente 1,5 mil integrantes desse segmento. Os primeiros alunos envolvidos nas atividades educativas serão os estudantes do Colégio do Sol, no Lago Norte.
“Para toda a equipe do Colégio do Sol, o projeto educacional do DER é de excelência por enfatizar comportamentos seguros nas vias, a importância do uso do cinto de segurança e, principalmente, a preservação de vidas”, valoriza a coordenadora e orientadora da instituição, Adriana Vieira. Segundo ela, a visita será acompanhada por 250 estudantes e 16 colaboradores.
Diversão e aprendizado
Entre as atividades programadas, os educadores de trânsito do DER farão apresentações de teatro de fantoches. Também serão distribuídos materiais educativos sobre deslocamento seguro, embarque e desembarque em locais apropriados, além do respeito às sinalizações e normas previstas na legislação.
“Desde 2015, os nossos educadores realizam essa ação no início do ano letivo, e cada novo ciclo deixa todos muito animados, porque sabemos que o que as crianças aprendem vai fazer diferença na vida delas e também de familiares e amigos, uma vez que os alunos se tornam multiplicadores dos ensinamentos que recebem durante a visita”, afirma a diretora de Educação de Trânsito do DER, Jucianne Nogueira, que ressalta a importância de atuar para tornar o trânsito cada vez mais seguro para todos.
Confira, abaixo, a relação das escolas particulares que serão visitadas pela equipe da Transitolândia durante a campanha.
→ Dia 6: Colégio do Sol, no Lago Norte (turnos matutino e vespertino) → Dia 7: Colégio Vitória Régia, em Vicente Pires (turnos matutino e vespertino) → Dia 8: Colégio Projeção, no Guará (turnos matutino e vespertino) → Dia 9: Colégio Projeção, em Sobradinho (turno matutino) e Centro de Ensino Arco-Íris, em Sobradinho (turno vespertino) → Dia 10: Colégio Delta, em Planaltina (turnos matutino e vespertino).
Artesanato, bazar, e companhia de teatro completam as atividades oferecidas aos pacientes do Caps do Paranoá
Eles chegam às portas do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de diferentes formas e carregando um mundo. Há quem relate ter ido sozinho, com familiares ou indicado por um profissional de saúde. Os motivos também são diversos. O Caps se divide em unidades que oferecem serviços comunitários voltados ao atendimento de pessoas com sofrimento psíquico ou transtorno mental. Em 2022, 178.988 pessoas foram atendidas nas instituições.
As oficinas desenvolvidas nesses ambientes são essenciais. “São o resgate da cidadania, da autoestima e da independência e o que mais contribui para a resposta ao tratamento”, afirma a diretora de Saúde Mental da Secretaria de Saúde (SES), Vanessa Soublin. Por esta razão, as equipes multiprofissionais apostam em diversas formas de acolhimento e de desenvolvimento com os usuários.
O Caps II Dra. Juliana Garcia Pacheco, no Paranoá, oferece grupos e oficinas de teatro, música, artesanato e bazar. As atividades têm o objetivo de promover a autonomia dos cidadãos atendidos – em 2022, foram 12.202. A Agência Saúde conversou com pessoas que apresentam histórico de depressão, esquizofrenia, tentativa de suicídio, ansiedade, bipolaridade entre outros. Para preservar a identidade dos pacientes e compromisso médico, não serão identificados os motivos que cada uma teve para buscar o apoio do Caps.
Marta Sousa, familiarizada com agulhas e linhas há quatro décadas: “Faço isso de olhos fechados” – Foto: Agência Saúde
Artesanato
A linha e a agulha parecem dançar nos dedos de Marta Sousa, 47 anos. Há pelo menos 40 anos ela costura. “Faço isso de olhos fechados”, conta. “Eu fiz um dos vestidos da Via Sacra e até roupa de noiva”. O conhecimento para trabalhar com as peças veio muito antes de qualquer diagnóstico.
Marta revela que trabalhou para grifes brasilienses, mas atualmente fica em casa durante a maior parte dos dias. A oficina da qual ela participa com assiduidade ocorre às terças-feiras no período vespertino. “Eu gosto de ficar aqui conversando; nem sempre a família tem tempo para a gente”, comenta. O objetivo do grupo é estimular a paciência e a socialização.
“A prioridade aqui é ser feliz”, explica a assistente social Nadja Coe, que é a coordenadora do projeto. É um espaço em que a pessoa se concentra na peça que está costurando e vai conversando com os outros. A profissional explica que as peças a longo prazo poderão ser vendidas para gerar renda aos artesãos, mas no momento não é esse o objetivo do grupo. Interessados em ajudar podem doar linhas, agulhas, tecidos.
“Às vezes a pessoa se empolga para começar a costurar, compra um monte de coisas e depois não sabe o que fazer com o material”. Outra forma de doação pode ser com o tempo, ensinando técnicas de artesanato. Quem tiver interesse deve entrar em contato com o Caps pelo telefone (61) 99103-7790.
Rejane Ramos: “Eu sei, só de olhar a pessoa, qual é a numeração que veste” – Foto: Agência Saúde
Bazar
Saias, calças, vestidos, sapatos, acessórios estão expostos em araras dentro do Caps do Paranoá. As peças compõem o cenário das 8h às 16h, de segunda a sexta. Entre as roupas, Rejane Ramos, 48, apresenta o mostruário e garimpa os estilos. “Eu sei, só de olhar a pessoa, qual é a numeração que veste”, vangloria-se.
Ela é uma das nove frequentadoras do Caps que trabalham no Bazar da Juh. O nome é em homenagem à psicóloga Juliana Pacheco, que faleceu em 2020. “Chega uma roupa de doação, a gente passa, prega um botão, organiza e vende”, explica. A equipe também participa de feiras e eventos com a venda do mostruário. Do total arrecadado, 90% é dividido igualmente entre as usuárias. O restante é reinvestido no bazar em compra de tecidos, apoio em eventos, alimentação, transporte e outras atividades.
O espaço permite aos pacientes do Caps uma escala de trabalho mais flexível, em que cada um vai apenas um dia na semana. “Alguns usuários não estão aptos a trabalhar com uma escala rígida, mas no bazar têm a chance de exercer uma atividade e ter um complemento de renda”, afirma o profissional responsável pela atividade, o assistente social Getúlio Alves.
É possível ver as peças em exposição pelo perfil no instagram @bazardajuh.paranoa. A equipe não faz entregas, mas os interessados podem reservar algum produto para buscar no local. Doações também são bem-vindas.
Maria do Rosário dos Santos participa da oficina de percussão: “Quando cheguei, não andava de ônibus, tinha medo de tudo” – Foto: Agência Saúde
Música
A mão bate no tambor, o corpo dança, a voz vibra e a pele arrepia. Maria do Rosário dos Santos, 60, canta um samba. Ela está se preparando para a apresentação no Carnaval com a banda Maluco Voador, no bloco do Rivotrio. Quem vê sua espontaneidade no palco nem imagina que o primeiro surto de Rosário ocorreu quando ela tinha 8 anos. “Naquela época não se falava sobre saúde mental, tudo era frescura”, lembra.
De todas as iniciativas para acompanhamento em 52 anos, Rosário conclui que o Caps é a melhor. Desde o início do grupo musical, em 2012, ela participa assiduamente. “Quando cheguei, não andava de ônibus, tinha medo de tudo, e em 2016 fui representar o grupo em Cuiabá [MT] para ganhar um prêmio”. Na ocasião, o projeto foi o vencedor nacional na categoria Educação Popular e Saúde.
Assim como Rosário, Darlly Ferreira, 37, é vocalista da banda. Ela se empolga com o forró e conta que o pai é músico. Participar da oficina, revela, foi uma das atividades que a ajudaram a se socializar com as pessoas. “Fui fazendo coisas para me inserir na sociedade”, aponta. Com o grupo, Darlly já se apresentou em centros de convenções, teatro e festas, entre outros eventos. “Uma vez cantei numa festa aqui no Paranoá, toda minha família foi e ficavam gritando ‘gostosa!’”, diverte-se.
A atividade foi idealizada pelo psicólogo Filipe Willadino Braga, quando ainda era estagiário no Caps do Paranoá. Atualmente ele segue à frente do projeto e também é tutor do Programa de Saúde Mental do Adulto da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs). “A gente trabalha a música como ferramenta de educação popular”, explica o profissional.
Ele lembra que há troca de saberes entre os integrantes. “Até ter uma crise, a pessoa é considerada ‘normal’”, ilustra. Braga conta que muitas vezes esse é o único momento de distração de muitos. O grupo musical é aberto ao público em geral. É possível acompanhar as novidades pelo instagram @omalucovoador.
Teatro
Às sextas-feiras, Paulo César Oliveira, 57, sai da rotina dos outros dias da semana. Às 14h, ele não está em casa como de costume, mas na oficina de teatro no Caps. A atividade para ele é uma terapia e uma forma de manter contato com palco e atrações artísticas. “A arte é importante porque nela todo mundo sofre e as pessoas se distraem do sofrimento”, resume. Paulo relata que, quando jovem, foi montador de palco de shows de rock de bandas como Legião Urbana.
Na companhia de teatro Atravessa a Porta, Paulo já atuou e apresentou textos autorais. As oficinas têm feito a diferença para a vida do homem, que mora com a tia. “Você se considera muito normal e de repente descobre alguma coisa; não caiu a ficha, sabe, nunca cai a ficha”, diz. Frequentador, ator e montador de palcos, ele também ajuda a elaborar roteiros.
“A gente tem uma preocupação de que as coisas não sejam infantilizantes”, afirma a coordenadora do projeto, a psicóloga Amanda Oliveira. Construir roteiros e produções em que sejam os participantes os protagonistas é uma das formas de incluir uma visão e experiência únicas sobre os temas abordados. A companhia existe desde 2012 e atualmente trabalha com a edição do longa Capsianes. O objetivo é fortalecer o cuidado em saúde mental.
SITE CIA Atravessa a porta – Foto: Reprodução Internet
As unidades do Caps são abertas e atendem pessoas com sofrimento mental grave. Isso significa que a assistência ocorre por demanda espontânea ou via encaminhamento de outros setores da rede de saúde ou da rede intersetorial.
Para ser atendido, o cidadão pode ir por conta própria a alguma das 18 unidades da rede portando documento oficial de identificação com foto, cartão do SUS e, se possível, comprovante de residência. Pessoas em situação de rua não precisam apresentar nenhum tipo de documentação.
Colisão entre carro e caminhonete aconteceu no entroncamento da BR-180 com a DF-190, no começo da noite deste sábado (4). Vítimas tiveram óbito declarado pelos bombeiros ainda no local do acidente
Duas mulheres morreram na colisão entre um carro e uma caminhonete, no começo da noite deste sábado (4), no Distrito Federal. O acidente aconteceu no entroncamento da BR-180 com a DF-190, na pista que vai para Santo Antônio do Descoberto.
O Corpo de Bombeiros (CBMDF) atendeu a ocorrência, mas chegando no local já encontraram as vítimas sem sinais vitais. A motorista do carro, de 43 anos, e uma passageira do mesmo veículo, de 69 anos, morreram no momento do acidente e tiveram o óbito declarado no local.
Outros dois passageiros do carro também ficaram feridos. Uma mulher, que não teve a idade informada pelos bombeiros, estava inconsciente, apresentava fraturas nos membros superiores e foi encaminhada ao Hospital de Base de Brasília.
Um outro passageiro, um homem de 34 anos foi atendido e transportado para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Ele apresentava sinal de fratura na perna esquerda, e alegava dores no tórax e na face.
O motorista da caminhonete não se feriu e não precisou ser atendido.
O acesso fica no lado norte e terá 63 degraus, levando do interior da sala técnica tanto à área externa, quanto à área interna
A maior escada de incêndio do Túnel de Taguatinga está em construção. O item de segurança fica no lado norte da obra, às margens da pista por onde os veículos vão trafegar no sentido Plano Piloto – Ceilândia. São 63 degraus que darão acesso tanto à sala de comando da passagem subterrânea quanto à área externa, em um ponto próximo à Avenida Comercial.
Essa é a segunda escada das três do túnel em execução. Os trabalhos começaram em dezembro com o acesso da escada central, que sai da área técnica do túnel e leva até a Avenida Comercial, contando com 26 degraus. Essa está com os serviços concluídos e em pleno uso.
“A escada central, que leva esse nome por conta da sua localização dentro da passagem, começou a ser construída na primeira semana de dezembro”, relata o engenheiro civil André Borges, um dos responsáveis pela obra. A terceira escada dá acesso ao túnel sul e terá 37 degraus e ainda não foi construída.
Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Feitas de concreto armado, as escadas serão usadas para evacuar a passagem subterrânea em caso de incêndio e dar acesso aos trabalhadores à sala técnica, onde será feito o monitoramento completo do Túnel de Taguatinga.
Vítima não foi atingida por disparos, mas teve hematomas pelas agressões. Segundo motorista, passageiro estava em bar, colocou destino errado e não quis alterar
Um motorista de aplicativo foi agredido e alvo de dois tiros disparados por um passageiro durante uma discussão por conta de uma corrida, no Distrito Federal. O caso ocorreu na madrugada de sexta-feira (3), na saída de um bar no Setor de Garagens Norte.
A vítima não foi atingida pelos disparos, mas teve hematomas na boca e um dedo da mão direita deslocado por causa das agressões. Até a última atualização desta reportagem, ninguém tinha sido preso e a polícia investiga quem atirou.
O motorista, que prefere não ser identificado, afirmou que aceitou a corrida de um homem chamado Daniel. Ele alega que o destino estava marcado na cidade de Caxias do Sul (RS), o que o fez estranhar, mas seguiu para pegar o passageiro.
No local, segundo o motorista, estava o homem e um casal. O solicitante disse que, na verdade, a corrida era para um motel. A vítima diz que, então, pediu para o passageiro alterar o destino, mas o homem se recusou.
“Eu falei para ele alterar a corrida, ele não quis alterar. Pediu para ir para um motel mais próximo. E aí começou a falar umas coisas assim comigo, se eu era retardado, burro. Como é que ele ia para Caxias do Sul se ele estava nesse bar”, conta.
Segundo a vítima, durante a discussão, o passageiro estava no meio da rua, pegou uma arma e atirou duas vezes na direção dele. O casal que estava com o homem tentou segurá-lo mas, mesmo assim, ele atacou o motorista.
A vítima afirma ainda que, no meio da confusão, os amigos do agressor falaram que eram policiais. “Quando ele sacou a arma e deu um primeiro disparo, a mulher que estava acompanhando eles disse para eu não me preocupar, porque ele era policial militar, todos eles eram policiais.”
Munição encontrada perto de onde passageiro atirou contra motorista de aplicativo, no DF — Foto: Reprodução TV
“Eu estava preocupado porque ele estava muito próximo de mim e ela se jogou na minha frente, junto com o outro amigo dele, para não acontecer nada. Foi isso que, graças a Deus, me livrou.”
Em seguida, o motorista conseguiu arrancar com o carro e fugiu do local. Ele retornou minutos depois com uma viatura da PM, mas o atirador já tinha fugido.
O caso foi registrado na 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte, como tentativa de homicídio e lesão corporal. O carro do motorista foi levado para a perícia. Os investigadores encontraram uma munição na rua onde o carro estava estacionado e vão colher as digitais para tentar identificar os agressores.
Crime ocorreu na tarde de sábado (4). Isabel Aparecida de Sousa chegou a ser socorrida e levada ao Hospital de Base, mas não resistiu
Uma mulher morreu após ser baleada na cabeça pelo ex-marido, na tarde deste sábado (4), no Distrito Federal. O crime ocorreu na QNP 30, no setor P Sul de Ceilândia, por volta das 15h. A vítima foi identificada como Isabel Aparecida de Sousa, de 37 anos.
Já o suspeito é Paulo Roberto Moreira Soares, que fugiu após o crime e não tinha sido localizado até a última atualização desta reportagem. Segundo parentes da vítima, o casal estava separado há dois meses, mas o ex-marido não aceitava o término do relacionamento.
O Corpo de Bombeiros (CBMDF) prestou socorro à vítima empregando duas viaturas, uma aeronave e 12 militares. Isabel precisou ser levada ao Hospital de Base de Brasília.
De acordo com os militares, ela recebeu os primeiros socorros ainda no local do crime. O estado da mulher era grave, e ela estava inconsciente, apresentando sangramento pela boca. Na unidade de saúde, não resistiu.
A Polícia Militar também atendeu a ocorrência. O caso é investigado como feminicídio pela Polícia Civil.
Segundo Corpo de Bombeiros, vítima fatal era motorista de carro parado na pista, mas foi atingida enquanto estava fora do veículo. Outros envolvidos não tiveram ferimentos graves
Um homem morreu após ser atropelado na noite de sexta-feira (3), na DF-190, sentido Santo Antônio do Descoberto. Segundo o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), a vítima, que não teve a identidade divulgada, tinha cerca de 50 anos.
A corporação afirma que o homem atingido era motorista de um carro que estava parado na via. No momento do acidente, ele estava fora do veículo, e morreu no local. Os cinco ocupantes do outro automóvel envolvido não tiveram ferimentos graves. Eles são:
O motorista, de 26 anos, que sentia dores na cabeça e nas costas e foi orientado a ir a um hospital por meios próprios;
Um passageiro, de 25 anos, que tinha ferimentos superficiais e também optou por ir a um hospital por meios próprios;
Três passageiros, de 19, 33 e 40 anos, que foram encaminhados pelos bombeiros ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), conscientes e estáveis.
A via ficou interditada até o fim da perícia da Polícia Civil. A corporação não informou mais detalhes sobre o caso.