Categoria: Cidades

  • Parada Orgulho LGBTQIA+

    Parada Orgulho LGBTQIA+

    Festa começou por volta das 14h, em frente ao Congresso Nacional. Evento deste ano homenageou ativista Alexandre Ribondi

    A 24ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ aconteceu neste domingo (9), em Brasília. A festa começou por volta das 14h, em frente ao Congresso Nacional, com um percurso que inclui uma caminhada até a Torre de TV pela via N1, terminando no Museu da República por volta das 22h.

    O evento deste ano homenageou o dramaturgo, jornalista e ativista LGBTQIA+ Alexandre Ribondi, que morreu em 11 de junho passado. Ele foi um dos fundadores do grupo Beijo Livre, o primeiro coletivo de ativismo gay no Distrito Federal, criado em 1979.

    Fonte: G1

  • Guará ganhará 300 novas placas de sinalização

    Guará ganhará 300 novas placas de sinalização

    Com recurso de R$ 200 mil da administração, novas indicações de endereçamento estão sendo instaladas na região

    A Portaria Conjunta Nº 1, publicada no dia 19 de junho no Diário Oficial do Distrito Federal, descentralizou o crédito de R$ 200 mil com objetivo de comprar material para a confecção de placas de endereçamento no Guará.

    O recurso saiu da Administração do Guará e já está com o Departamento de Estradas e Rodagem (DER), responsável pelas placas. A instalação começou nesta semana, contemplando as quadras 50, 52, 54, 56 e 58.

    No último ano, mais de 70 placas novas foram instaladas no Guará, nas QEs 15 e 26, por exemplo. Porém, a última substituição expressiva ocorreu há cerca de 10 anos na cidade. Com o novo recurso, 300 placas devem ser instaladas até o fim de julho.

    De acordo com Murilo de Melo Santos, superintendente de operações do DER, após a licitação para a compra do material, como por exemplo as placas metálicas, as sinalizações são confeccionadas na fábrica que fica no próprio Departamento de Estradas e Rodagem.

    “Atualmente todas as nossas placas são georreferenciadas pelo nosso sistema e fazemos vistorias rotineiras após a instalação, para monitorar o estado da sinalização”, afirmou.

    O administrador do Guará, Artur Nogueira, destacou que as equipes começaram por onde havia mais reclamações de placas ilegíveis pela população.

    “Fiz reuniões com os moradores, que estavam com dificuldade de identificar os endereços. É de fundamental importância chegar em um lugar e saber onde você está. Quero fazer isso no Guará inteiro, pois temos esse carinho especial com a cidade”, ressaltou Nogueira.

    Em meados de maio houve uma reunião com arquitetos, engenheiros e técnicos do DER e da administração regional, onde as equipes técnicas alinharam o planejamento para execução da instalação, que contemplará também as ciclofaixas da cidade.

  • Gestor do Carnaval do DF contratou a si próprio para cantar em shows pagos com dinheiro público

    Gestor do Carnaval do DF contratou a si próprio para cantar em shows pagos com dinheiro público

    O ICEPec recebeu R$ 567 mil para realizar o “Brasília Viva Live Show” e contratou o próprio presidente do instituto para cantar

    Além de cantor, Luciano Pontes Garcia é o presidente do Instituto Candango de Política Social e Economia Criativa (ICEPec) e, juntamente com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), organiza uma série de eventos culturais na capital federal.

    Recentemente, o instituto recebeu R$ 2.990.000 da Secretaria de Cultura para administrar os desfiles das escolas de samba do Carnaval 2023. A organização de sociedade civil responsável por gerir os quase R$ 3 milhões tinha, até 11 de maio deste ano, o mesmo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do Grêmio Recreativo Carnavalesco de Vicente Pires (Gruvipi), que acabou vencendo o desfile.

    Contratos anteriores do instituto também possuem controvérsias. Em dezembro de 2021, durante a pandemia de Covid-19, o ICEPec recebeu R$ 567 mil por meio de um termo de fomento para a realização do projeto “Brasília Viva Live Show”, programação em que artistas populares se apresentaram em lives no YouTube.

    Um dos escolhidos para mostrar sua arte foi o próprio Luciano Pontes Garcia, que subiu nos palcos sob a alcunha de Luciano Ibiapina.Ele cantou em 5 de dezembro de 2021, das 19h10 às 20h10. Para isso, recebeu o cachê de R$ 15 mil.

    Na apresentação, ele se dedicou a cantar os maiores clássicos do samba brasileiro, como Água de chuva no mar, Moleque Atrevido e Loucuras de uma paixão. Logo após a primeira canção, Luciano faz questão de agradecer ao secretário de cultura do DF, que na época era Bartolomeu Rodrigues da Silva, e ao ICEPec, do qual o próprio Luciano é presidente.

    Usando o nome de Luciano Pontes Garcia, ele foi também Coordenador Administrativo e Financeiro do projeto. Recebendo R$ 6.918,80 na função, ele seria o “profissional que coordena as rotinas administrativas, o planejamento estratégico e a gestão dos recursos organizacionais, sejam estes: materiais, patrimoniais, financeiros, tecnológicos ou humanos”. Além disso, Luciano é quem assina o Plano de Trabalho firmado com a Secretaria de Cultura do DF.

    Com os mesmos sobrenomes, Felipe Matta Pontes Ibiapina aparece como coordenador-geral do projeto. Em documentos, consta que o diretor-geral foi pago com R$ 12.178,64 e era responsável pelas ações do projeto, gerindo toda a equipe e atuando em todas as áreas.

    Responsabilidades e cláusula de despesas

    De acordo com o documento da Secretaria de Cultura sobre o “Brasília Viva Live Show”, o ICEPec seria responsável pela “realização das compras e contratações de bens e serviços”, zelando pelos “princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade, da economicidade e da eficiência”.

    Na cláusula de despesas do termo, é especificado que o pagamento de gastos com equipes de trabalho somente poderá ser autorizado quando demonstrado que os valores não são utilizados para remunerar cônjuge, companheiro ou parente, em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, dos administradores ou associado com poder de direção da organização da sociedade civil.

    Luciano Pontes Garcia é o presidente do Instituto Candango de Política Social e Economia Criativa (ICEPec) – Foto: Reprodução

    Agenda cheia

    Meses antes, houve a realização do projeto “Circuito Musical Live”. O termo de fomento foi assinado com a Grêmio Recreativo Carnavalesco Unidos de Vicente Pires (Gruvipi), antigo nome do ICEPec.

    Luciano é um dos fundadores do Gruvipi, mas o presidente era Cássio Correia Ferreira dos Santos na época. Para o evento, Ibiapina foi contratado para cantar no dia 4 de abril de 2021, a partir das 20h, por R$ 15 mil.

    A reportagem procurou Luciano para entender seu posicionamento. Ele confirmou que utiliza o nome artístico para realizar a apresentação do “Brasília Viva Live Show” e disse que a ação não seria irregular. No entanto, preferiu não prestar outros esclarecimentos. O espaço continua aberto para futuras manifestações.

    Posicionamento da Secretaria de Cultura

    Questionada sobre suas ações, a Secec afirmou, simplesmente, que “está tomando pé da situação”. Após a resposta, na manhã desse sábado (8/7), os contratos referentes ao “Brasília Viva Live Show” não estavam mais acessíveis no site do órgão.

    Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Carnaval de 2023

    O Instituto Candango de Política Social e Econômica Criativa (ICEPec) recebeu R$ 2.990.000 do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Cultura, para administrar todo o evento dos desfiles das escolas de samba do Carnaval fora de época, entre os dias 23 e 25 de junho deste ano.

    Entretanto, a organização de sociedade civil responsável por gerir os quase R$ 3 milhões tinha, até o dia 11 de maio deste ano, o mesmo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do Grêmio Recreativo Carnavalesco de Vicente Pires (Gruvipi), justamente a vencedora do grupo de acesso do Carnaval de Brasília. O estranho conflito de interesses chamou a atenção.

    O ICEPec foi o responsável também por pagar os jurados do desfile, que acabaram concedendo o título ao Gruvipi, grupo do qual faziam parte. Apesar da mudança, o CNPJ da escola de samba que consta no Mapa das Organizações da Sociedade Civil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é o mesmo da ICEPec. Além disso, as instituições estariam cadastradas no mesmo endereço.

    A Secretaria de Cultura destacou que todo o processo passou pelo “crivo do Tribunal de Contas do Distrito Federal, sobretudo em relação às Organizações da Sociedade Civil que participaram do chamamento público”. O termo de colaboração entre a secretaria e o ICEPec foi celebrado em 19 de maio.

    A pasta também afirmou que “não há relação entre o ICEPec e o Grêmio Recreativo Carnavalesco Unidos de Vicente Pires, o Gruvipi, que é uma escola de samba e fez um excelente carnaval. A escolha das campeãs é feita pelo júri, cujos integrantes foram escolhidos pela secretaria. Em nenhum momento os dirigentes do ICPec tiveram acesso ao júri. O julgamento foi justíssimo, a diferença foi pequena da primeira para a segunda colocada”.

    Cada escola de samba do grupo de acesso recebeu o valor de R$ 211 mil do governo como subsídio para fazer o desfile. Não há premiação em dinheiro, somente troféu, mas o Gruvipi receberá R$ 422 mil no próximo ano por ter vencido o Carnaval e passado a integrar o grupo especial.

    Fonte: Metropoles

  • Zoológico de Brasília acolhe e reabilita animais atropelados no DF

    Zoológico de Brasília acolhe e reabilita animais atropelados no DF

    De janeiro a junho deste ano, a instituição recebeu 14 animais atropelados em rodovias

    Animais típicos da fauna sul-americana, os tamanduás-bandeira, considerados como ameaçados de extinção, estão entre os animais silvestres que mais morrem atropelados nas rodovias. No Distrito Federal (DF), ao se envolverem em algum acidente, esses animais – e outros de médio a grande porte – contam com o acolhimento e cuidado das equipes capacitadas do Zoológico de Brasília.

    Carrapato, um tamanduá-bandeira atropelado em uma estrada de Goiás, teve traumatismo craniano. Ele conta com todos os cuidados da equipe de medicina veterinária para que se recupere e, se possível, volte para o seu habitat natural – Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    De janeiro a junho deste ano, o Hospital Veterinário (HVet) da instituição acolheu e tratou 14 animais atropelados. O tamanduá-bandeira Carrapato – apelido carinhosamente dado pela equipe após o animal dar entrada no HVet infestado pelo aracnídeo – foi um deles.

    Ele chegou ao hospital em 19 de junho com traumatismo craniano após ser atropelado em Cristalina, município no estado de Goiás. O animal conta com todos os cuidados da equipe de medicina veterinária para que se recupere e, se possível, volte para o seu habitat natural.

    “A gente faz tratamento com remédio e com medicina integrativa, que são sessões de acupuntura, laserterapia, ozonioterapia e fisioterapia. A gente se dedica ao máximo para que ele se recupere e possa retornar para a natureza”, defendeu a veterinária Ana Luísa Guedes.

    A veterinária Ana Luísa Guedes

    Carrapato está respondendo bem ao tratamento, mas segue internado e em observação em período integral pela equipe técnica. Gabriel Campanati é biólogo da instituição e, de acordo com ele, os atropelamentos envolvendo animais silvestres são comuns no DF.

    “As nossas grandes reservas são ilhas de vegetação em meio à cidade. Todas são isoladas por estradas movimentadas. Muitos desses animais são territorialistas. Quando têm que sair das áreas de preservação, inevitavelmente têm que atravessar as vias, o que aumenta a probabilidade de um atropelamento”, explicou.

    Além dos animais atropelados, o HVet acolheu, de janeiro a junho deste ano, mais 17 indivíduos que estavam com outros traumas oriundos de acidentes.

    “A gente trata os animais que estejam com outros tipos de traumas também. Agora na época de seca, as queimadas aumentam e podemos começar a receber animais vítimas de incêndios florestais”, pontuou Ana Luísa.

    Após reabilitados e em casos que a soltura no habitat natural é possível, a destinação desses animais fica a cargo dos órgãos de fiscalização ambiental, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    Jardim Zoológico – Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

    Número 190

    O Zoológico de Brasília somente recebe animais feridos que são destinados pelos órgãos ambientais, como o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA).

    Caso presencie algum animal silvestre ferido, o BPMA deve ser acionado pelo 190 para que faça a melhor destinação do animal, que pode ser o Zoológico de Brasília ou clínicas conveniadas.

    “A gente só recebe animais pelos órgãos destinados a isso, como o BPMA, Ibama, Brasília Ambiental e as secretarias ambientais. Se a pessoa acreditar que seja uma emergência, ela deve ligar para o 190 e solicitar apoio do BPMA”, explicou o biólogo.

  • Mais de 2,6 milhões de peças de uniforme distribuídas na rede pública

    Mais de 2,6 milhões de peças de uniforme distribuídas na rede pública

    As roupas de verão e inverno já atenderam mais de 380 mil estudantes em 618 escolas; distribuição continua

    A Secretaria de Educação (SEE) continua com a distribuição dos uniformes escolares para os alunos da rede pública. A iniciativa, que já alcançou números significativos, tem beneficiado milhares de estudantes e se tornou uma importante ferramenta de inclusão social. Já foram distribuídas 2.618.804 peças para mais de 380 mil estudantes.

    Uma das 618 escolas já atendidas pela entrega foi o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 17 de Taguatinga. Para a mãe de uma aluna da instituição, a técnica de enfermagem Andréa Sousa, os uniformes darão mais segurança para a escola e para os estudantes. “Além da padronização, facilita a identificação dos alunos e evita a entrada de desconhecidos na escola. Demorou um pouco, mas valeu a pena esperar essa entrega”, expressou. Os alunos do CEF 17 começaram a receber os uniformes na última semana.

    É a primeira vez que a SEE distribui gratuitamente uniformes para todos os estudantes da escolas públicas. “Antes, eu tinha dificuldades financeiras para comprar uniformes para o meu filho. Era um gasto adicional que pesava no orçamento familiar. Com a distribuição gratuita, isso não é mais um problema. Agora, meu filho pode ir para a escola com dignidade, sentindo-se parte de um grupo”, afirmou Andréa.

    Cada estudante da rede pública receberá sete peças no total, entre modelos de camisetas (manga curta e regata), bermuda, calça e blusa de frio.

    Para Maria Clara Cardoso, aluna do 4º ano do ensino fundamental, o uso de uniformes dá um sentimento de pertencimento aos estudantes – Foto: André Amendoeira/Ascom/SEEDF

    Maria Clara Cardoso, 11 anos, aluna do 4º ano do ensino fundamental, ressalta a importância dos uniformes para os estudantes. Segundo ela, usar uma roupa igual à dos colegas na escola dá um sentimento de pertencimento. “O uniforme deixa todo mundo igual e ajuda também quem não pode comprar a roupa. Todos nós usamos o mesmo símbolo da escola e a mesma cor”, disse a estudante.

    A distribuição dos uniformes tem sido realizada de forma escalonada, com o objetivo de atender os alunos de forma eficiente e garantir que todos os estudantes recebam as peças o quanto antes. A demanda e a logística de distribuição, no entanto, são complexas, considerando o quantitativo de sete peças por estudante em cada uma das mais de 645 unidades escolares, inclusive as localizadas em zona rural.

    Além disso, com a greve dos professores, ocorrida em maio, o cronograma de distribuição precisou ser reformulado, já que a paralisação durou 22 dias e várias escolas ficaram 100% sem aulas. Porém, as entregas seguem sendo feitas, e a SEE busca constantemente soluções para aprimorar o processo.

    Para o vice-diretor do CEF 17, Ítalo Amorim, a distribuição dos uniformes escolares na rede pública do DF é um exemplo de política pública voltada para a inclusão e o apoio aos estudantes. “Essa iniciativa não apenas atende às necessidades básicas dos alunos, mas também contribui para a construção de uma educação mais igualitária e acessível a todos. Além disso, é importante que o aluno esteja identificado para que tenhamos certeza de quem está entrando e saindo de dentro da nossa unidade escolar”, destaca.

  • Parque Ezechias Heringer fechado nesta segunda (10) e terça (11)

    Parque Ezechias Heringer fechado nesta segunda (10) e terça (11)

    Nos dois dias, serão realizados no local os testes físicos previstos na seleção de brigadistas florestais do Brasília Ambiental

    Em função da realização de testes físicos dos candidatos ao processo seletivo para contratação de brigadistas florestais do Instituto Brasília Ambiental, no Parque Ecológico Ezechias Heringer, a unidade de conservação ficará fechada para o público nesta segunda (10) e terça-feira (11).

    O parque, situado na QE 23, Área Especial s/n do Guará II, voltará a reabrir normalmente na quarta-feira (12), no seu horário habitual, das 6h às 22h.

  • Distrito Federal chega a 271 km de vias duplicadas

    Distrito Federal chega a 271 km de vias duplicadas

    ‌Mais de 140 mil motoristas são beneficiados diariamente nas rodovias que passaram por obras desde 2019. Melhoria garante segurança e mais fluidez em regiões movimentadas

    O Distrito Federal está próximo de chegar a 271 quilômetros de vias duplicadas, com obras concluídas e em andamento, o que significa na prática mais fluidez ao trânsito e, principalmente, segurança. O número corresponde às vias administradas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF).

    A DF-001, na ligação entre Taguatinga e Brazlândia, em frente ao Assentamento 26 de Setembro, foram duplicados 8,3 km por onde passam diariamente cerca de 30 mil motoristas – Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) duplicou cerca de 35 km de pistas, marca que era de 236,20 km até então. As novas pistas se concentram principalmente na região leste da capital, a exemplo do Jardim Botânico, Tororó, São Sebastião e Itapoã, mas também abrangem a região oeste, entre Taguatinga e Brazlândia. Juntas, as obras beneficiam mais de 140 mil motoristas diariamente, que deixaram de circular em pistas de mão dupla, onde o risco de acidentes frontais é maior. Já os 35 km de vias duplicadas equivalem, por exemplo, à distância da Rodoviária do Plano Piloto até a cidade de Sol Nascente/Pôr do Sol.

    O maior serviço em andamento é a duplicação da DF-140, entre o Jardim Botânico e São Sebastião, onde 8 km dos 14,8 km da obra já foram liberados. No local, passam 20 mil motoristas todos os dias. Um trabalho que recebeu R$ 20,4 milhões de investimento.

    Também nesta região, o GDF entregou nesta semana a duplicação de um trecho de 5,2 km da DF-001, na região onde estão localizados condomínios do Jardim Botânico, a exemplo do Ville de Montagne. Essa pista faz a ligação entre a Estrada Parque Juscelino Kubitschek (DF-027), na descida da Ponte JK, até a Estrada Parque Dom Bosco (DF-025), rodovia que margeia todo o Lago Sul. A obra teve investimento de R$ 16 milhões do governo e melhorou as condições para 50 mil motoristas que circulam por ali todos os dias.

    Com um investimento de R$ 12,2 milhões, a obra feita na DF-250 teve 6 km de pista duplicados para atender 40 mil motoristas O trecho vai do Núcleo Rural de Sobradinho dos Melos, que fica no Paranoá, até o Balão do Itapoã/Paranoá – Foto: Lucio Bernardo Jr/Agência Brasília

    “Essa região leste do DF, no Jardim Botânico e no Tororó, tem um grande avanço populacional, o que aumenta o trânsito e o risco de acidentes. Então, essas duplicações trazem segurança e acabam com o risco de colisão frontal”, explica o superintendente de Obras do DER-DF, Cristiano Cavalcante.

    Segundo o gestor, o órgão monitora as regiões do DF onde há mais acidentes ou risco de colisões e fazem os projetos de duplicação. “São vidas que estamos salvando, cada duplicação significa inúmeras vidas que salvamos e também damos qualidade de vida à população”, acrescenta Cristiano Cavalcante.

    Além dessas obras, o GDF duplicou 8,3 km da DF-001 na ligação entre Taguatinga e Brazlândia, em frente ao Assentamento 26 de Setembro, por onde circulam 30 mil motoristas diariamente. O local ganhou barreiras de contenção, as chamadas barreiras New Jersey, além de sinalização e passagens de fauna. Para tanto, investiu cerca de R$ 12,4 milhões.

    Outra grande obra foi feita na DF-250, na região do Itapoã, onde foram duplicados 6 km de pista. Um trabalho de R$ 12,2 milhões para atender 40 mil motoristas. A duplicação vai do Núcleo Rural de Sobradinho dos Melos, que fica no Paranoá, até o Balão do Itapoã/Paranoá, onde o governo constrói atualmente um viaduto. Além das citadas, o DER-DF duplicou um trecho de 0,2 km da pista marginal da Epia, sentido Sobradinho, fazendo uma nova saída na região do Cruzeiro.

    Junto a todas essas duplicações, o DER-DF também constrói ciclovias. Somando as obras citadas, o montante chega a cerca de 30 km. Segundo o órgão, toda implantação de via é acompanhada de uma malha cicloviária, colaborando na mobilidade da região.

  • 24ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ modifica trânsito na Esplanada no domingo

    24ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ modifica trânsito na Esplanada no domingo

    Condutores devem ficar atentos às alterações. Concentração será na Avenida José Sarney, com previsão de deslocamento às 16h

    A partir das 14h do próximo domingo (9), condutores que transitarem pela Esplanada dos Ministérios deverão estar atentos às modificações no trânsito, devido à 24ª Parada do Orgulho LGBTQIA+. A concentração dos participantes será na Avenida José Sarney, com previsão de deslocamento às 16h. Durante a movimentação dos participantes, o trânsito será fechado e reaberto, à medida que o público passar. Portanto, não haverá fechamento completo da Esplanada.

    Eles seguirão pela via N1, sentido Rodoviária do Plano Piloto, passando pelo Eixo Ibero-americano (antiga Funarte) e seguirão até o Museu da República, pela via S1, para finalização do evento. A PMDF acompanhará toda movimentação para garantir a segurança dos participantes, com suporte de câmeras de videomonitoramento da SSP/DF.

    Arte: SSP/Divulgação

    De acordo com o subcomandante do Batalhão de Trânsito, da Polícia Militar do DF, major Marcos Henrique, é importante que todos estejam atentos ao trânsito. “Para maior segurança dos participantes, a corporação irá montar uma passagem de pedestres em frente à alça leste da Rodoviária do Plano Piloto, mas aqueles que deixarem os carros em estacionamentos ao longo da Esplanada deverão estar atentos no momento da travessia”, alerta.

    Os participantes poderão utilizar estacionamento da plataforma superior da Rodoviária, dos ministérios e anexos, setores bancário, de autarquia e comercial. ‘É fundamental que utilizem locais permitidos para estacionar, para evitar comprometimento das vias e maior segurança de todos”, completa o subcomandante.

    Caminhada pela Liberdade

    Outro evento marcado para ocorrer na Esplanada também no domingo (9), a Caminhada pela Liberdade terá concentração na Avenida José Sarney, a partir das 8h. Há previsão de interdição nas vias de ligação entre a S1 e a N1 para a realização do evento.

  • Homem armado ameaça esposa e mantém crianças em cárcere em Planaltina

    Homem armado ameaça esposa e mantém crianças em cárcere em Planaltina

    O suspeito foi preso pela PMDF e autuado por cárcere privado, porte ilegal de arma de fogo e violência doméstica

    Um homem de 30 anos foi preso, na tarde de sexta-feira (7/7), por agredir e ameaçar a esposa com uma arma de fogo e manter quatro crianças em cárcere privado. O crime ocorreu no Vale do Amanhecer, na região de Planaltina. As vítimas foram liberados após negociação da Polícia Militar do DF com o autor.

    Agentes do Grupo Tático Operacional do 14º Batalhão (Gtop 34) receberam a informação de que um homem estava agredindo a esposa na CR 89, do Vale do Amanhecer. Os militares então foram até o endereço e encontraram o suspeito na calçada com uma pistola na mão. Ao ver os policiais, o autor correu para dentro de casa.

    Perseguido pelos agentes, o suspeito manteve a família em cárcere dentro da casa. Primeiro, ele liberou a esposa e duas crianças, sendo uma delas de colo. No entanto, os policiais receberam a informação de que havia outras duas crianças na casa.

    Após 30 minutos de negociação, o Gtop 34 conseguiu que o homem liberasse as outras vítimas. O morador colocou a pistola 9mm no chão e se entregou.

    Ao revistar a casa, a polícia apreendeu mais 46 munições. O suspeito foi encaminhado para a 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) e autuado por cárcere privado, porte ilegal de arma de fogo e violência doméstica. Ele foi recolhido para a Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP).

    Fonte: CB

  • Colisão entre caminhões deixa motorista gravemente ferido na DF-180

    Colisão entre caminhões deixa motorista gravemente ferido na DF-180

    O condutor do caminhão tipo betoneira ficou preso às ferragens e foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia com diversos ferimentos. O acidente ocorreu na manhã deste sábado (8/7)

    Um motorista de 36 anos ficou gravemente ferido e preso às ferragens após o caminhão que dirigia colidir com uma carreta na DF-180. O acidente ocorreu na manhã deste sábado (8/7). O outro condutor teve um corte na testa e escoriações pelo corpo, sendo transportado para o hospital pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF).

    Os bombeiros foram acionados para atender a ocorrência de um acidente ocorrido na rotatória que liga a DF-180 com a DF-190 na alça de acesso com saída para Ceilândia. No local, as equipes de socorro encontraram uma carreta Scania de cor vermelha e um caminhão tipo betoneira de cor branca.

    A carreta trafegava no sentido Ceilândia e era conduzida por um homem de 48 anos. Segundo informações dos bombeiros, o motorista perdeu o controle do veículo. O caminhão então tombou e colidiu frontalmente com o carro tipo betoneira, que era conduzido por um homem de de 36 anos, que trafegava no sentido BR 060.

    Foto: CBMDF / Divulgação

    Com a batida, o motorista da betoneira ficou preso às ferragens. A equipe de salvamento fez o resgate e os socorristas prestaram o atendimento. De acordo com os militares, o condutor apresentava fraturas nas duas pernas e uma laceração na perna direita, além de suspeita de traumatismo cranioencefálico e fraturas nas costelas. Ele foi transportado para o Hospital Regional de Ceilândia.

    Já o condutor da carreta Scania caminhava no local do acidente na hora que o socorro chegou. Ele foi atendido pela equipe e estava com um corte na testa e escoriações pelo corpo. Assim como o motorista da betoneira, ele foi transportado para a mesma unidade de saúde.

    A Polícia Militar do DF ficou responsável pelo gerenciamento do trânsito no local. O Corpo de Bombeiros empregou cinco viaturas e 23 militares para atender a ocorrência.

    Fonte: CB