Categoria: Brasil

  • Três pessoas morrem após barco que fazia travessia entre Argentina e Brasil virar no RS

    Três pessoas morrem após barco que fazia travessia entre Argentina e Brasil virar no RS

    Outras três pessoas foram resgatadas. Corpo de Bombeiros ainda busca por dois homens desaparecidos

    Três pessoas morreram na tarde de sábado (21), após uma embarcação de pequeno porte virar durante uma tempestade, no rio Uruguai, em Alecrim, Norte do RS. Segundo o Corpo de Bombeiros, as vítimas são duas mulheres e um menino de 7 anos, filho de uma delas.

    De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP), que acompanha as buscas, o grupo fazia a travessia entre a Argentina e o Brasil de barco no momento do acidente.

    As equipes dos bombeiros seguem com buscas por dois homens que também estavam no barco. O trabalho de resgate foi retomado às 5h30 de domingo (22), com o apoio de mergulhadores e busca por superfície. Uma aeronave da Brigada Militar deve participar das buscas.

    Quem são

    De acordo com as equipes de resgate, a embarcação transportava cinco adultos e três crianças, sendo dois casais, cada um com um filho, e a cunhada de um desses casais, com uma sobrinha. As vítimas foram identificadas como Sinara Bogler Kuhn, de 47 anos; Noeli Ceconi da da Silva, de 39 anos; e Davi Pimentel, de 7 anos, filho de Noeli.

    Estão desaparecidos Jorginho Valdemir Machado, de 44 anos, companheiro de Sinara; e Siderlei Pimentel, companheiro de Noeli. Foram resgatados com vida Emili Vitória Machado, de 5 anos, filha de Sinara e Jorginho; Maria Graciela Lopes, de 40 anos, cunhada de Siderlei e Noeli; e Araceli Lopes, de 8 anos, sobrinha de Maria Graciela.

    Após ingerirem água, as sobreviventes foram encaminhadas, conscientes, para o hospital da cidade de Alecrim, mas segundo os bombeiros, já foram liberadas.

    Resgate

    O resgate foi feito por um morador de Alecrim, que viu da janela de casa a embarcação tentar atravessar o rio durante a tempestade. Antônio Sérgio Meller conta que nunca tinha visto o Rio Uruguai tão revolto e que correu em direção às pessoas que se afogavam “por instinto”.

    “Eu vi que eles estavam tomando banho na ilha do outro lado do rio, mas quando começou a tormenta o rio se enfureceu, veio um tufão, e eu não vi mais eles. Me apavorei, porque nunca tinha visto o rio tão enfurecido. Peguei um binóculos que eu tenho e comecei a fazer uma varredura, aí avistei uma criança se debatendo e um outro grupo em um bolo. Acho que é instinto do ser humano ver uma criança se afogando e fazer o que pode. Eu estava ciente que podia salvar eles, porque conheço bem o rio”, conta Sérgio.

    Ele conta que, na primeira investida, conseguiu resgatar Maria Graciela e as crianças Emili e Araceli com vida. As duas crianças estavam de colete salva-vidas, e Sérgio diz que uma delas “sustentava milagrosamente” a mulher adulta fora d’água. Em seguida, ele diz que viu Noeli e Davi já sem vida e conseguiu trazê-los à superfície. Davi também estava de colete salva-vidas.

    “Os outros dois eu já não vi. Ainda tentei voltar, mas já não tinha como ficar no meio da tormenta”, conta Sérgio.

    Fonte: G1

  • Acidente com lancha em Estrela-RS, deixa sete feridos, entre adultos e crianças

    Acidente com lancha em Estrela-RS, deixa sete feridos, entre adultos e crianças

    Piloto e passageira foram internados em UTI de hospital da região. Ela está em estado grave. Três crianças e um bebê também ficaram feridos, além de uma mulher com lesões leves

    Um acidente envolvendo uma lancha deixou sete pessoas feridas na noite de sábado (14) em Estrela, município a 112 km de Porto Alegre, no Vale do Taquari, segundo a polícia. A suspeita é de que a embarcação tenha se chocado contra um barranco no Parque da Lagoa. Entre os feridos estão três adultos e quatro crianças.

    Ficaram feridos: uma mulher, de 42 anos, sofreu ferimentos leves e foi liberada após realização de exames e observação no Hospital de Estrela. O piloto, de 38 anos, teve ferimentos pela cabeça e no rosto e segue internado em estado estável. Já uma mulher, de 37 anos, que apresentava cortes na cabeça e na face, está em estado grave, com traumatismo craniano e trauma pulmonar grave. Os dois estão internados na UTI do Hospital Bruno Born, de Lajeado.

    De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), a equipe encontrou ainda três crianças (dois meninos de 6 anos e um de 3 anos) e um bebê de 11 meses ao chegar no local. Todas foram levadas para atendimento no Hospital de Estrela com ferimentos na nuca, nariz e boca.

    As crianças foram liberadas após realização de exames e observação e o bebê permanece em atendimento devido à uma fratura, no Hospital de Estrela.

    As causas do acidente ainda estão sendo apuradas pela Polícia Civil.

    Fonte: G1

  • Lancha bate em barranco e deixa tripulantes e passageiros feridos no Rio Solimões, no AM

    Lancha bate em barranco e deixa tripulantes e passageiros feridos no Rio Solimões, no AM

    Segundo os bombeiros, a lancha saiu do município Japurá com destino à Manaus, com 30 passageiros e seis tripulantes

    Tripulantes e passageiros de uma lancha ficaram feridos após a embarcação colidir contra um barranco na madrugada deste domingo (15). O acidente aconteceu por volta das 3h, no rio Solimões, nas proximidades da comunidade Mureru, entre os municípios Codajás e Anori, no interior do Amazonas.

    Segundo os bombeiros, a lancha saiu do município Japurá com destino à Manaus, com 30 passageiros e seis tripulantes. Devido a forte chuva e pouca visibilidade, o piloto da embarcação perdeu o controle e bateu em um barranco.

    Ainda segundo os bombeiros, com o impacto da colisão, três membros da tribulação tiveram lesões mais graves. Eles foram arremessados contra as poltronas e janelas da embarcação. Alguns passageiros tiveram pequenas lesões.

    A embarcação ainda foi conduzida até Manacapuru — Foto: Divulgação

    Parcialmente danificada, a embarcação ainda foi conduzida até Manacapuru, onde as vítimas foram resgatadas. Idosos precisaram ser transportados para o hospital do município para serem avaliados.

    As vítimas receberam Atendimento Pré-Hospitalar (APH), depois foram colocadas em prancha rígida com o colar cervical e transportadas até unidade hospitalar local.

    A Marinha informou que uma equipe da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (CFAOC) foi direcionada ao local e um inquérito será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e possíveis responsáveis.

    Assim que concluído, e cumpridas as formalidades legais, o documento deve ser encaminhado ao Tribunal Marítimo.

    Fonte: G1

  • Anderson Torres chega a Brasília para se entregar à Polícia Federal

    Anderson Torres chega a Brasília para se entregar à Polícia Federal

    Ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF, que estava nos EUA, teve prisão determinada após bolsonaristas terroristas invadirem Congresso, STF e Palácio do Planalto

    Ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres chegou ao Brasil na manhã deste sábado (14) para se entregar à Polícia Federal.

    A prisão de Torres foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes após os atos terroristas em Brasília, em 8 de janeiro.

    Torres era secretário de Segurança Pública do Distrito Federal quando ocorreram a invasão e depredação do Palácio do Planalto, do Congresso e do STF por bolsonaristas radicais que defendem um golpe para derrubar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A suspeita é que Torres, em conjunto com setores da Polícia Militar do DF e de militares, tenha atuado para facilitar a ação dos terroristas bolsonaristas. O ex-ministro nega (leia mais abaixo).

    Ele estava em Miami, nos Estados Unidos, e comprou passagem usando apenas os dois primeiros nomes, Anderson Gustavo, como noticiado pelo blog de Natuza Nery.

    A prisão de Torres foi determinada na terça-feira (10), por Moraes. A decisão foi depois confirmada pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Logo após a decisão se tornar pública, Torres disse, pelas redes sociais, que se entregaria.

    Torres assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal depois de deixar o Ministério da Justiça, com o fim do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Ele foi nomeado por Ibaneis Rocha (MDB), governador do DF que também foi afastado do cargo pela Justiça após os atos terroristas de bolsonaristas em Brasília.

    Torres era o responsável pelo comando da segurança pública do DF quando a depredação de 8 de janeiro aconteceu.

    O então comandante da PM do DF, coronel Fábio Augusto Vieira, também teve a prisão decretada por Moraes e já se entregou.

    O ex-comandante-geral da Polícia Militar do Distrito, coronel Fábio Augusto Vieira, que teve a prisão determinada por Alexandre de Moraes. — Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

    Torres nega conivência com terroristas

    Horas após os atos terroristas em Brasília, na madrugada do dia 9 de janeiro, Anderson Torres se pronunciou pelas redes sociais, repudiou os ataques e negou conivência com os vândalos bolsonaristas.

    “Lamento profundamente que sejam levantadas hipóteses absurdas de qualquer tipo de conivência minha com as barbáries que assistimos”, escreveu.

    Na oportunidade, ele chamou os atos antidemocráticos de “execrável episódio”. “Em um caso de insanidade coletiva como esse, há que se buscar soluções coerentes com a importância da democracia brasileira”, disse.

    Após a decretação da prisão, Torres informou que interromperia as férias nos EUA e voltaria ao Brasil para se entregar à Justiça.

    “Hoje (10/01), recebi notícia de que o Min Alexandre de Moraes do STF determinou minha prisão e autorizou busca em minha residência. Tomei a decisão de interromper minhas férias e retornar ao Brasil. Irei me apresentar à Justiça e cuidar da minha defesa”, afirma Torres.

    “Sempre pautei minhas ações pela ética e pela legalidade. Acredito na justiça brasileira e na força das instituições. Estou certo de que a verdade prevalecerá”, declarou.

    A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de Torres, em Brasília. No local, foi encontrada uma minuta de um decreto para instaurar estado de defesa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e mudar o resultado das eleições de 2022.

    Fonte: G1

  • Interventor federal diz que, ‘Não há hipótese de se repetir’, sobre ataques terroristas na Esplanada

    Interventor federal diz que, ‘Não há hipótese de se repetir’, sobre ataques terroristas na Esplanada

    Ricardo Cappelli afirma que todo efetivo policial será mobilizado para possíveis atos golpistas na capital. Pronunciamento ocorre após invasões às sedes dos três poderes, no domingo (8)

    O interventor de Segurança Pública no Distrito Federal, Ricardo Cappelli, esclareceu, na manhã desta quarta-feira (11), medidas de segurança para possíveis atos golpistas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

    O pronunciamento ocorre após os ataques terroristas com invasão e depredação das sedes do Executivo, Judiciário e Legislativo, no domingo, e após o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes proibir, nesta quarta, bloqueio de vias e invasão de prédios públicos em todo o território nacional.

    “Não há hipótese de se repetir o que aconteceu”, afirmou Cappelli, sobre as depredações causadas pela minoria de bolsonaristas radicais.

    Para atos golpistas previstos para ocorrer em Brasília, o interventor afirma que todo o efetivo policial será mobilizado. “A Esplanada já está sendo fechada para a circulação de veículos. Vai haver barreiras, revistas e bloqueios”, disse o interventor.

    Pontos de revista serão montados a partir da avenida José Sarney, que fica na altura da L2 Norte e L2 Sul. Não será permitida a entrada na área com objetos como materiais cortantes, fogos de artifício, produtos inflamáveis.

    “Nós estamos com todo efetivo da segurança pública do Distrito Federal mobilizado, em operação articulada, com o apoio da inteligência, da nossa inteligência, com o apoio de toda inteligência da Polícia Federal, e com a colaboração e presença de todo nosso efetivo de segurança aqui do Distrito Federal, da Força Nacional, comandada pelo secretário nacional de Segurança Pública, o coronel Tadeu Alencar. Então, todo efetivo está mobilizado”, disse Cappelli.

    O interventor apontou que a lei será cumprida e que não serão admitidos novos atos ilegais.

    “A democracia é plena e o direito a livre manifestação é permitido. Mas não se confunde com ataque ao patrimônio e à democracia. A lei será cumprida e eles serão tratados no rigor da lei”, declarou.

    De acordo com o interventor, todos os participantes dos atos golpistas de domingo já foram identificados. Segundo Ricardo Cappelli, entre os 1,5 mil detidos, mulheres com crianças pequenas e idosos com comorbidades foram liberados por uma “questão humanitária”. No entanto, o interventor afirma que essas pessoas continuarão sendo monitoradas.

    “Então, todos são identificados. Caso algum, uma digital, ou essas pessoas sejam vistas em outro procedimento criminal, travestidos de manifestação, passeata, aí sim serão recolhidas e será dado o tratamento legal”, disse.

    Segundo Cappelli, as forças de segurança estão comprometidas com a República e a democracia. Ele reforçou que o governo está trabalhando para garantir a segurança dos servidores que atuam na Esplanada. “A mensagem é de tranquilidade, normalidade.”

    “Há uma tentativa de criar um ambiente de crise no Brasil. Mas não há crise”, disse.

    Críticas à gestão anterior

    O interventor acredita que houve falta de comando na Secretaria de Segurança Pública, no domingo, e criticou a atuação do então secretário, Anderson Torres, que teve a prisão decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

    Anderson Torres, durante audiência no Congresso 15/06/2022 – REUTERS/Adriano Machado

    “Hoje eu estou aqui é vou acompanhar pessoalmente. No domingo, o secretário estava no EUA”, afirmou.

    “O que mudou do dia 1º para o dia 8 foi o senhor Anderson Torres. Ele exonerou boa parte do comando da SSP-DF e viajou para os Estados Unidos. Hoje, a gente tem comando e eu tenho plena confiança nos homens da força de segurança do DF”, continuou.

    Cappelli disse que as forças de segurança do DF são capazes de conduzir uma operação “exemplar”, como a vista durante a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 1º de janeiro.

    Fonte: G1

  • Preta Gil revela diagnóstico de câncer no intestino

    Preta Gil revela diagnóstico de câncer no intestino

    Cantora estava internada há seis dias no Rio

    Preta Gil foi diagnosticada com um câncer no intestino após passar seis dias internada na clínica São Vicente, no Rio. Em post em suas redes sociais, a cantora revelou que inicia seu tratamento na próxima segunda-feira.

    “Tenho adenocarcinoma na porção final do intestino. Inicio meu tratamento já na próxima segunda-feira e conto com a energia de todos para seguir tranquila e confiante”, disse a filha de Gilberto Gil.

    O adenocarcinoma é um tipo de tumor que afeta as glândulas e o tecido epitelial dos órgãos excretores.

    Fonte: G1

  • Alexandre de Moraes determina prisão de Anderson Torres

    Alexandre de Moraes determina prisão de Anderson Torres

    Viaturas da Polícia Federal foram vistas em frente à casa de Torres

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (10) a prisão do ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e ex-ministro da Justiça, Anderson Torres.

    Após deixar o Ministério da Justiça, com o fim do governo Jair Bolsonaro, Torres reassumiu a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Ele era o responsável pela pasta quando alguns bolsonaristas terroristas invadiram os prédios do Congresso, do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto neste domingo (8).

    Quem exonerou Torres foi Ibaneis Rocha, pouco antes de ser afastado do cargo de governador por ordem de Moraes, por 90 dias. O ministro entendeu que houve omissão das autoridades do DF nos atentados.

    A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu a prisão de Anderson Torres por omissão na repressão aos ataques. Ele está de férias em Orlando, nos Estados Unidos, mesma cidade onde está Bolsonaro.

    Após os casos de terrorismo, Torres divulgou uma nota negando conivência nos atos e os classificando como “barbárie”. “Lamento profundamente que sejam levantadas hipóteses absurdas de qualquer tipo de conivência minha com as barbáries que assistimos”, escreveu em rede social.

    Nomeação e polêmica

    Anderson Torres e Ibanes Rocha – Foto: Divulgação

    Antes de ser ministro do governo Bolsonaro, Anderson Torres foi secretário de Segurança Pública do DF, entre 2019 e 2021. Após deixar o governo federal, ele voltou ao cargo e foi nomeado por Ibaneis Rocha em 2 de janeiro, um dia após a posse.

    O pedido para retornar à pasta partiu do próprio Anderson Torres, e causou reações em integrantes do governo Lula (PT) e até de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), já que o ex-ministro era considerado “homem forte” de Bolsonaro, e a escolha ocorreu em meio a uma escalada de tensões.

    Fonte: G1

  • Ex-deputado distrital, Leandro Grass assume presidência do Iphan

    Ex-deputado distrital, Leandro Grass assume presidência do Iphan

    Ministra da Cultura, Margareth Menezes confirmou nome de Leandro Grass para presidir o órgão, responsável pela preservação do patrimônio

    O ex-deputado distrital Leandro Grass (PV) assumirá a presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A ministra da Cultura, Margareth Menezes, confirmou o nome do político nesta terça-feira (10/1).

    O órgão é responsável pela preservação e divulgação dos patrimônios material e imaterial do país. Em nota, Leandro Grass se disse honrado pela nomeação e afirmou que a prioridade será “recuperar as obras, os monumentos e o que mais houver de dano causado pelos atos terroristas desse domingo [8/1]” — em referência aos atos de vandalismo contra as sedes dos Três Poderes.

    Leandro Grass foi candidato a governador do Distrito Federal em 2022, mas foi derrotado no primeiro turno por Ibaneis Rocha (MDB).

    Para o ex-parlamentar,  um dos desafios da nova função será “fortalecer o Iphan e a política do patrimônio cultural”. “Também precisamos tornar a Política de Patrimônio intersetorial, atraindo o olhar, o esforço e a energia de outras áreas, como ambiental, do turismo, do desenvolvimento econômico e da educação, para interagirem com a política do patrimônio”, completou.

    Leia a nota divulgada

    “É com muita honra que recebo minha nova missão: presidir o Iphan, órgão responsável pela preservação e divulgação do patrimônio material e imaterial do país. Sob a liderança da ministra Margareth Menezes, vou trabalhar incansavelmente para gerir e promover nosso patrimônio com responsabilidade técnica e política. Sou muito grato ao presidente Lula pela oportunidade de retribuir o que recebi da vida acadêmica e da vida pública. Sou filho da universidade pública, sociólogo e professor, mestre em Desenvolvimento Sustentável pela UnB, Gestor Cultural pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e, nos últimos anos, pesquisador do Observatório de Políticas Públicas Culturais da UnB.

    Nossa primeira preocupação é recuperar as obras, os monumentos e o que mais houver de dano causado pelos atos terroristas desse domingo. Além das edificações, foram destruídas obras de Marianne Peretti, Di Cavalcanti e Alfredo Ceschiatti, que fazem parte do valoroso acervo da nossa capital. Um prejuízo incalculável.

    Além dos servidores que há tanto já lutam para preservar o patrimônio brasileiro, estarão ao meu lado Andrey Rosenthal Schlee, do RS, como diretor de Patrimônio Material e Fiscalização, e Deyvesson Gusmão, do Acre, como diretor de Patrimônio Imaterial, além das pessoas que ainda vão compor o time, considerando toda a diversidade do nosso país.

    Um dos nossos próximos objetivos é fortalecer a política do patrimônio cultural, valorizando os quadros técnicos, escutando-os e trabalhando para que o órgão se reestruture, em especial para que haja um plano de carreira para os servidores da cultura.

    Conto com o apoio de todos vocês para cuidarmos do nosso DF e de outras tantas riquezas do nosso país.”

    Perfil

    Leandro Grass é professor, sociólogo e mestre em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (UnB), gestor cultural pela Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), ex-pesquisador do Observatório de Políticas Públicas Culturais da UnB e integrante da Associação Amigos do Centro Histórico de Planaltina.

    Atuou como deputado distrital nos últimos quatro anos. Na Câmara Legislativa, presidiu a Frente Parlamentar pela Promoção dos Direitos Culturais e foi vice-presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura.

    Fonte: Metrópoles

  • Startup da Embraer quer fazer futuras viagens de ‘carro voador’ serem mais baratas

    Startup da Embraer quer fazer futuras viagens de ‘carro voador’ serem mais baratas

    Pesidente-executivo da Eve adiantou que a empresa não vê os chamados eVTOLs como meios de transporte de luxo e que viagens com os veículos deverão custar pouco a mais que os táxis

    A Eve, empresa da Embraer que está desenvolvendo um “carro voador”, espera que as viagens com o veículo tenham preços mais parecidos com as de táxi.

    Quem definirá valores serão operadores parceiros, mas a fabricante vê quatro fatores para acreditar que o serviço não será restrito a um público “VIP” como acontece hoje com helicópteros:

    • Energia elétrica dispensa o querosene de aviação e diminui custos – a expectativa é de que as baterias durem mais tempo no futuro, o que também reduziria custos de reposição;
    • Manutenção deverá ser mais barata, já que aeronave elétrica terá estrutura menos complexa do que a de helicópteros;
    • Capacidade aumentará para seis passageiros quando o veículo puder operar sem motorista, o que permitirá baixar preços das passagens;
    • Escala para suportar muitas viagens, o que ajudará a cobrir custos de infraestrutura do sistema de “carros voadores” e, consequentemente, deverá forçar os preços para baixo.

    “A gente não tem buscado o serviço de luxo. Nosso foco é algo mais inclusivo”, disse o presidente-executivo da Eve, André Stein, em entrevista.

    O executivo fez a declaração no Web Summit, feira de tecnologia e inovação realizada em novembro, em Lisboa. Segundo ele, os preços podem cair pela metade com melhorias na aeronave, chamada oficialmente de eVTOL (sigla em inglês para “veículo elétrico de pouso e decolagem vertical”).

    Um dos principais desafios para os “carros voadores” é ampliar a infraestrutura, o que inclui ajustes no controle de tráfego aéreo, compra de carregadores para aeronaves e a criação de vertiportos, locais de pouso e decolagem menores do que helipontos e que darão mais opções de destinos para viagens.

    “Isso demanda um volume [de passageiros] e o próprio volume ajuda a manter os custos mais próximos do que é um modal terrestre. É isso que a gente está buscando”, explicou Stein.

    A ideia da Eve é criar uma aeronave que permita aos parceiros oferecerem viagens até 50% mais caras do que as de táxi. E, mesmo que o preço seja um pouco maior que isso, a empresa acredita que o voo com “carro voador” ainda será bem mais barato do que um com helicóptero.

    André Stein, presidente-executivo da Eve, subsidiária de ‘carros voadores’ da Embraer — Foto: Divulgação/Eve

    A Eve não divulga preços estimados para as futuras viagens com sua aeronave. Em 2021, a empresa fez um teste de rota no Rio de Janeiro com bilhetes por R$ 99. O experimento usou helicópteros e serviu para entender como seria a operação com os “carros voadores”.

    Outras empresas também têm anunciado que seus “carros voadores” terão preços acessíveis. A Joby Aviation, uma das mais conhecidas do mundo, disse em 2021 que as viagens em seu eVTOL custarão US$ 3 por milha (cerca de R$ 15 a cada 1,6 km), o que é comparável com serviços como Uber.

    Segundo Stein, a aeronave da Eve terá autonomia para cobrir toda a região metropolitana de São Paulo e será uma alternativa para situações específicas.

    “A gente não tem a pretensão de resolver o problema de trânsito na cidade. A ideia é justamente trazer mais uma opção para as pessoas, e não necessariamente algo para você usar todo dia para ir para o trabalho”, afirmou.

    Preço não será definido pela Eve

    Os valores serão definidos por empresas parceiras, como as que vão operar os veículos, administrar pontos de pouso e decolagem e vender o serviço em uma plataforma própria, como um aplicativo.

    “O preço da passagem vai depender do operador e do mercado porque parte do preço não é só o custo de operação”, afirmou Stein. Isso porque mão de obra e infraestrutura, por exemplo, são despesas que podem variar de um local para o outro.

    Conceito da área interna do eVTOL mostra cidade do Rio de Janeiro, mas primeiros testes na cidade usarão helicópteros — Foto: Divulgação/Embraer

    Veículo autônomo fica mais barato

    A aeronave da Eve está sendo planejada para estar o mais preparada possível para direção autônoma quando estiver pronta, mas ela não será usada no início. A ideia é reunir dados sobre os voos e, então, trabalhar com órgãos regulatórios para aprovar um modelo sem piloto.

    A tendência é que essa alteração também ajude a baratear passagens. “Esse mesmo veículo de quatro assentos mais o piloto poderia chegar a seis, porque você tira o piloto e o cockpit”, disse Stein. Mas o executivo adianta que a mudança não acontecerá de um dia para o outro.

    “A expectativa é que as duas coisas [eVTOLs com e sem piloto] convivam por um bom tempo, não só em países diferentes como mesmo dependendo do operador [no mesmo país]. Um poderá preferir ter o piloto, outro já ir para o autônomo”.

    Em que pé está?

    No momento, a Eve já atua com órgãos regulatórios como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pensando na certificação da aeronave. E, segundo a empresa, o objetivo principal não é ser a primeira a colocar um “carro voador” em operação, e sim, entregar a melhor aeronave.

    “Existem muitos desafios na parte de certificação”, disse Stein. “Baseado na nossa experiência, a gente foi um pouquinho mais assertivo. Essa é uma das razões que a gente está um pouquinho depois [do que outras empresas]”.

    Fonte: G1

  • Presidente Lula decreta intervenção federal na Segurança do Pública do DF

    Presidente Lula decreta intervenção federal na Segurança do Pública do DF

    Veja íntegra do decreto de intervenção federal assinado por Lula

    O Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva decretou intervenção federal na área de segurança pública do Distrito Federal.

    Veja o decreto:

    Veja íntegra do decreto de intervenção na segurança do Distrito Federal — Foto: Reprodução
    Veja íntegra do decreto de intervenção na segurança do Distrito Federal — Foto: Reprodução

    Fonte: G1