Assaltantes levaram joias e celular de funcionário. Loja informa que não há feridos
Uma joalheria foi assaltada em um shopping de Águas Claras, por volta das 13h40, deste sábado (29). Segundo informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), os três assaltantes levaram joias e um celular de um funcionário.
Em nota, a joalheria Vivara afirma que não há feridos e que representantes estão à disposição para averiguações no local do crime (veja nota completa abaixo).
A PMDF informa que os suspeitos renderam um segurança com uma arma na entrada do shopping e entraram com o funcionário na joalheria. Os três assaltantes só fugiram depois que o alarme tocou.
A Policia Militar está no local em busca dos suspeitos. Em nota, o shopping DF Plaza destaca que está colaborando com as investigações e que três assaltantes fugiram após a abordagem da segurança do shopping.
O que diz a joalheria
“A Vivara informa que o ocorrido na sua loja, localizada no Shopping DF Plaza, em Brasília/DF, não deixou nenhuma vítima ou feridos. A empresa está à disposição das autoridades competentes para que sejam feitas as devidas averiguações no local do incidente.”
Parte final da implantação inclui a construção do Centro de Atividades e do Módulo de Apoio, com lojas, anfiteatro e banheiros públicos. Investimento total é de R$ 8,7 milhões
Antes mesmo de ser inaugurado, o Parque Sul de Águas Claras chama a atenção dos moradores. Com área total de 30,2 mil metros quadrados, o espaço oferece uma quadra de areia para a prática de vôlei e tênis, ciclovia, parquinho infantil, mobiliário urbano e paisagismo – além da única pista de patinação de alta velocidade do Distrito Federal e a segunda do Brasil. O outro patinódromo fica na Cidade de Sertãozinho (SP), mas atualmente está desativado.
O custeio e a execução da obra são de responsabilidade da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). O aporte implementado é de R$ 8,7 milhões e os serviços que tiraram o parque urbano do papel foram divididos em três etapas. A primeira incluiu a limpeza geral na área, construção de calçadas com acessibilidade e três estacionamentos de bloquetes com 97 vagas. A segunda contemplou a construção de quadra de areia para vôlei e tênis, uma pista de patinação, mobiliário urbano e implantação de todo o paisagismo no local.
O Parque Sul terá atividades para todas as idades e para os pets também – Fotos: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília
Em andamento, a terceira etapa prevê a criação do centro de atividades e do módulo de apoio. O centro terá um espaço multiúso – semelhante a um anfiteatro, administração, lanchonete, três lojas e três banheiros. Já o módulo, terá uma lanchonete, duas lojas e três banheiros.
“Além disso, já estamos elaborando o projeto básico para contratar a iluminação pública para o local, que trará ainda mais conforto na utilização do espaço pela população”, antecipa o presidente da Terracap, Izidio Santos.
Padrões esportivos internacionais
O patinódromo do Parque Sul será o único no país com os padrões internacionais para o esporte em alta velocidade
Izidio Santos reitera que o patinódromo recebeu recentemente revestimento de poliuretano antiderrapante. “A adequação da pista permitirá que Brasília forme atletas profissionais em patinação e que receba competições nacionais na modalidade esportiva”, conta.
O patinódromo é o único no país com os padrões internacionais para o esporte em alta velocidade. A pista prevista no projeto original continha 5 metros de largura, mas, para atender os atletas da capital federal, a metragem passou para 6 metros. Também houve adequações na pintura, com a aplicação do revestimento de poliuretano antiderrapante, e proteção na lateral, que tem altura de 1,30 m.
Segundo a diretora de patinação de velocidade da Confederação Brasileira de Hóquei e Patinação, Cyndia Pardo, estas são as características ideais para a prática da modalidade e impactam diretamente na qualidade dos treinos dos atletas. Ela conta que a capital federal é responsável por formar atletas campeões nacionais, incluindo um campeão pan-americano e medalhistas sul-americanos.
“Brasília é uma potência nessa modalidade”, afirma Pardo. “As equipes e os atletas treinavam em locais que não são apropriados, que não têm segurança e nem as dimensões corretas, e isso gera desigualdade para quem vai competir e insegurança para todos, porque, como é um esporte de alta velocidade, ter o espaço adequado é essencial”.
Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília
Incentivo
O Parque Sul é localizado na Rua Babaçu, às margens da Avenida Jacarandá e próximo à Rua 25 Sul. Além disso, fica a 650 metros de distância da estação de metrô Águas Claras. Nas redondezas, há paradas de ônibus, escolas, unidades de saúde privada, além de prédios e condomínios residenciais. Este será o segundo parque da região administrativa, que já conta com o Parque Ecológico de Águas Claras, administrado pelo Instituto Brasília Ambiental.
Quando concluídas, a manutenção e a gestão do espaço serão de responsabilidade da administração local. “O parque urbano, antes mesmo de ser inaugurado, já entrou para a rotina dos moradores, que têm mais qualidade de vida e acesso a esporte e lazer. Agradecemos ao governador Ibaneis Rocha e à Terracap por mais essa obra em nossa cidade”, afirma o administrador regional interino, Leandro Leite.
Conforme a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad), de 2021, a região administrativa reúne mais de 120 mil moradores, com idade média de 31 anos. Entre os domicílios pesquisados, 54,5% informaram ter pelo menos um animal de estimação.
Para a cuidadora Lúcia Ramos, 52 anos, o Parque Sul vem para agregar não só na qualidade de vida dos moradores, mas também na dos pets. Ela trabalha na cidade e, semanalmente, vai ao espaço aberto para passear com os cães da patroa. “Vejo muita criança correndo aqui, no final da tarde. Tem o pessoal que vem para praticar esporte. Antes não tinha estrutura nenhuma”, completa.
O professor Flávio Figueiredo já incluiu o Parque Sul na rotina: “Venho para jogar vôlei e sempre assisto à galera jogando tênis. Aqui tem lazer para as crianças também”
Quem mora próximo ao parque também elogia a iniciativa. O professor Flávio Figueiredo, 47, reside próximo à Avenida Jacarandá há cerca de um ano e meio e já incluiu o parque na rotina. “Venho para jogar vôlei e sempre assisto à galera jogando tênis. Aqui tem lazer para as crianças também”, aponta. “O governo fez um bom aproveitamento do local”, acrescenta.
Fábio Cardoso destaca o fato de o parque ser frequentado por famílias inteiras e chama a atenção para o incremento do local ao comércio de Águas Claras
O atendente de farmácia Fábio Cardoso, 30 anos, afirma que a empreitada beneficia também a economia local. “As famílias vêm muito aqui aos finais de semana e sempre trazem as crianças para brincar. Então, acabam comprando uma água, um picolé, um sorvete, e isso ajuda a movimentar o comércio”, defende.
Novo acesso, que liga a EPTG à Rua das Carnaúbas, tem investimento de R$ 12 milhões do GDF para dar fluidez ao trânsito da região. Obra terá nova ciclovia e estacionamento
A pista que vai oferecer uma terceira opção para quem precisa entrar ou sair de Águas Claras já está totalmente pavimentada. O Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 12 milhões na obra que irá ligar a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) à Rua das Carnaúbas, melhorando o trânsito para cerca de 150 mil motoristas por dia. Em fase de acabamento, a via está recebendo meio-fio e sinalização horizontal.
O novo acesso a Águas Claras é composto por duas pistas de 1,8 km, com duas faixas de rolamento cada, e ciclovia em toda a sua extensão. A obra permitirá que os motoristas saiam da cidade pela Rua das Carnaúbas, nas proximidades do parque ecológico. Já quem deseja ir para a região administrativa deve seguir pela EPTG no sentido Plano Piloto e pegar a entrada após a Residência Oficial de Águas Claras.
De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pela execução da obra, metade da pista já tem meio-fio instalado. “Na ciclovia, a terraplanagem foi finalizada e estamos aplicando a capa asfáltica”, conta o superintendente de Obras do órgão, Cristiano Cavalcante. “É um processo rápido, já pavimentamos aproximadamente 800 m da pista exclusiva para bicicletas”, explica.
Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
Além da terceira saída, o DER também está construindo um estacionamento em frente ao comércio que margeia a nova via. “É um espaço de 1.400 m², com capacidade para 134 veículos”, informa Cavalcante. As vagas serão entregues à comunidade junto com o novo acesso. “Águas Claras é uma das mais populosas cidades do Distrito Federal. Já temos duas saídas na região. E essa terceira vem para dar mais fluidez ao trânsito”, pontua.
Quem mora em Águas Claras está ansioso para ver a terceira saída pronta. É o caso da advogada Susana Leda de Carvalho, 45 anos.
“Essa obra veio em boa hora, o trânsito está muito congestionado nos dois outros acessos”, afirma, fazendo referência às saídas do balão perto da Unieuro e do Viaduto Israel Pinheiro. “A pista ainda terá ciclovia, uma ótima surpresa para a gente que gosta de andar de bicicleta”, comenta.
Empresário Oscar Sena
Para Oscar Sena, dono de uma barbearia às margens da nova via, o estacionamento é o ponto alto da obra. “Era uma reivindicação antiga nossa, porque vai melhorar bastante o acesso ao comércio local”, garante.
“Fora que a pista trará mais movimento para a região, o que deve aumentar a visibilidade para as lojas instaladas na área”, completa o empresário.
Iniciativa de levar estudantes da rede pública de ensino ao local segue até o próximo mês
Equipe da Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema) esteve, nesta terça-feira (4), na Usina de Energia Fotovoltaica no Parque Ecológico de Águas Claras, acompanhando a visita de estudantes da rede pública de ensino. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Sema, está executando o projeto CITinova – Planejamento Integrado e Tecnologias para Cidades Sustentáveis, que tem como um dos objetivos criar estratégias para promoção da energia fotovoltaica no Distrito Federal.
“É uma alegria para nós proporcionar momentos de aprendizado aos estudantes no contexto da educação para a sustentabilidade. Esse projeto faz parte de acordos com organismos internacionais e conseguimos recursos suficientes para a construção da primeira usina pública de geração de energia solar fotovoltaica de grande porte”, destaca o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes.
Aulas de campo de estudantes da rede pública de ensino do DF ocorrem na Usina de Energia Fotovoltaica no Parque Ecológico de Águas Claras – Foto: Divulgação/Sema
“Os créditos gerados serão distribuídos para 32 unidades de conservação, dez escolas da rede pública e sedes dos órgãos do sistema do meio ambiente”, informa o gestor.
As unidades escolares do DF estão fazendo visitas, que são aulas de campo, à Usina de Energia Fotovoltaica no Parque Ecológico de Águas Claras, proporcionando o aprendizado por meio da educação ambiental a respeito da energia solar e dos seus benefícios para o meio ambiente.
A implantação do sistema solar fotovoltaico em áreas de órgãos públicos visa melhorar a eficiência energética e promover economia de recursos públicos, implementando soluções mais sustentáveis do ponto de vista ambiental, devido à tecnologia de baixo impacto e à contribuição na redução dos Gases de Efeito Estufa (GEE).
“É muito importante que os estudantes tenham consciência de que se trata de um sistema de geração de energia solar inovador, cuja instalação dentro do parque não causou danos ao meio ambiente, uma vez que não foi necessário remover nenhuma árvore nem impermeabilizar o solo com cimentação”, evidencia o assessor especial da Sema Hugo de Carvalho Sobrinho.
As visitas estão sendo realizadas desde o dia 27 de junho e acabarão no dia 17 de agosto. Participam o Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Riacho do Fundo, CEM Urso Branco, CEM Taguatinga Norte, CEM 02 de Ceilândia, CEM 414 de Samambaia, Centro Educacional (CED) Incra 08 e CED 619.
Os corretores Nathalia Marques e Frederick Alves Pereira são amigos e trabalhavam em Águas Claras. A dupla teria se associado para vender drogas gourmet por meio de aplicativos, especialmente para pessoas LGBTQIA+
Uma operação desencadeada pela 5ª Delegacia de Polícia (área central) prendeu, nesta sexta-feira (22/6), dois corretores de imóveis, de 34 e 35 anos, acusados de tráfico de drogas. Nathalia Marques e Frederick Alves Pereira são amigos e trabalhavam em Águas Claras. A dupla teria se associado para vender “drogas gourmet” por meio de aplicativos.
Pelas redes sociais, Nathalia postava fotos em lugares paradisíacos, praias, barcos e hotéis. Antes de ser presa, ela chegou a publicar uma fotografia ao lado de Frederick. As investigações da polícia, que duraram cerca de quatro meses, revelaram que os dois usavam as redes sociais, principalmente os aplicativos de WhatsApp e Grindr, para cooptar clientes e anunciar os entorpecentes.
A mulher chegava a apresentar um “cardápio” de opções: peruana, bala kit kat, colômbia gold, escama pura e papel LSD. Os preços variavam de R$ 16 a R$ 160. Para os serviços de entrega, a dupla cobrava um valor de R$ 2 em encomendas enviadas via transporte por aplicativo. O dinheiro seria para o custeio com a embalagem com papel de presente para não levantar suspeita.
Rota
Segundo as investigações, a venda das drogas era voltada ao público LGBTQIA+. Os entorpecentes também eram entregues para usuários em frente ao prédio em que moravam, em Águas Claras. Durante o cumprimento dos dois mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da 3ª Vara de Entorpecentes do Distrito Federal, em Águas Claras e Taguatinga, os policiais localizaram dezenas de porções de cocaína, porções de ketamina, diversos comprimidos de ecstasy, GHB, loló e diversas variedades de skunk, LSD, além de balança de precisão e equipamentos para separar as drogas.
Nathália e Frederick foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para tráfico de drogas, podendo pegar uma pena entre 8 e 25 anos.
Bombeiros militares foram mobilizados e trabalharam no combate às chamas no local, na madrugada desta quarta-feira (14/6)
Um incêndio de grandes proporções mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) em um galpão empresarial na Área de Desenvolvimento Econômico (ADE), em Águas Claras, na madrugada desta quarta-feira (14/6). Ninguém ficou ferido.
O CBMDF informou que, chegarem ao local do incêndio, as equipes se depararam com chamas e bastante fumaça no interior do galpão, que pertence a um grupo de empresas de diversos ramos.
Devido à intensidade, o fogo colapsou parte das paredes externas e todo o teto do estabelecimento.
O proprietário do galpão informou aos bombeiros que o local armazenava diversos materiais, como televisores, pneus, aparelhos de ar condicionado, bebidas alcoólicas, além de um veículo GM Montana. Os objetos ficaram totalmente destruídos.
O combate durou cerca de 50 minutos, do início até o rescaldo. O CBMDF e a Polícia Civil (PCDF) investigarão as causas do incêndio.
Foram investidos R$ 4,1 milhões na construção do complexo no Parque Ecológico de Águas Claras. Estimativa é de economia de R$ 1 milhão aos cofres públicos, com fornecimento elétrico para 80 prédios públicos
O Governo do Distrito Federal (GDF) concluiu a primeira etapa do Projeto CITinova, que instala sistemas geradores de energia fotovoltaica públicos em unidades de conservação da capital federal. O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira (7) pelo governador Ibaneis Rocha durante solenidade no Salão Branco, do Palácio do Buriti.
A primeira usina de energia limpa entregue está localizada no Parque Ecológico de Águas Claras. A estimativa é de economia de R$ 1 milhão aos cofres públicos ao ano. “Desde o início do governo trazemos para o Distrito Federal todas as condições de sustentabilidade. Hoje nós temos uma cidade, graças a Deus, que tem essa pegada ambiental muito forte”, afirmou o governador do DF.
Governador Ibaneis Rocha anunciou, em solenidade no Palácio do Buriti, a conclusão da primeira etapa do Projeto CITinova, que instala sistemas geradores de energia fotovoltaica públicos em unidades de conservação da capital federal – Foto: Renato Alves/Agência Brasília
“O apoio do governador está sendo fundamental para inovarmos e executarmos políticas de forma responsável e sustentável”, destacou o secretário de Meio Ambiente e Proteção Ambiental, Gutemberg Gomes. “Não existe no Brasil uma usina pública geradora de energia fotovoltaica. Aqui estamos trabalhando para que tenhamos esse instrumento que atenderá os prédios públicos, escolas, unidades de conversação e sedes de órgãos do governo”, acrescentou.
Foram investidos R$ 4,1 milhões na construção da usina solar, que conta com 1.310 placas fotovoltaicas. O recurso é proveniente de uma parceria entre GDF, governo federal e a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
Serão beneficiados com o abastecimento as secretarias de Meio Ambiente e Proteção Ambiental (Sema) e de Educação (SEE), a Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), o Jardim Botânico de Brasília (JBB) e o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Brasília Ambiental). Assim, serão atendidos 80 prédios públicos, incluindo 10 escolas e 24 unidades de conservação.
“É o governo dando exemplo, porque a própria energia gerada na usina será em tecnologia reversa para que a administração pública não pague o uso da energia. Estamos dando exemplo de como fazer, preservando o meio ambiente”, disse a vice-governadora Celina Leão.
Com o fim das obras, a usina entra na fase de elaboração do convênio e da conclusão dos pareceres jurídicos para que no segundo semestre esteja em funcionamento.
Replicação do projeto
Ao todo, serão quatro sistemas geradores a serem instalados também nos parques ecológicos do Cortado (Taguatinga), Ezechias Heringer (Guará) e Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul). A execução do projeto é da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema).
Os sistemas têm potência total instalada de 812,6 kWp, com pico de geração mensal de 109,77 MWh. O modelo a ser adotado, chamado geração distribuída, possibilita que o excedente de energia gerado seja absorvido pela rede da Neoenergia, criando créditos que são distribuídos aos signatários do convênio.
Para garantir a segurança de moradores, a Novacap terá que desviar o leito fluvial e reaterrar as margens, evitando o avanço da água próximo às residências
Após avaliação da Defesa Civil, que classificou a região próxima ao Setor Habitacional Arniqueira como área de risco (R4 – muito alto), a Novacap foi acionada em caráter emergencial para barrar o avanço da erosão do Córrego Arniqueira, que se aproxima das residências colocando os moradores em alerta.
Para conter a degradação do solo, a chefe da Divisão de Obras Diretas de Pavimentação Asfáltica da Novacap, Juliane Fortes, explica o procedimento: “Será necessário mudar o fluxo do leito fluvial, que hoje está a apenas 10 metros das residências, para 64 metros de distância, e reaterrar o leito antigo. Nossa equipe estima gastar mais de 15 mil m³ de aterro inerte, sem risco de contaminação do córrego, para estabilizar a área. Nossa missão é garantir que a erosão não chegue perto dos condomínios”.
A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, reforça: “A Novacap foi acionada, tramitou o processo, e agora, para alívio dos moradores, um paliativo é executado no local, até a execução da contratação da obra definitiva”.
A 12ª etapa do circuito promovido pelo Detran será domingo (28), na região administrativa
Como parte do cronograma de ações do Maio Amarelo, o circuito Passeio Ciclístico nas RAs terá a 12ª etapa realizada em Águas Claras no domingo (28). A atração integra a comemoração do aniversário da cidade. Os interessados poderão se inscrever, gratuitamente, até esta sexta-feira (26) por este link. As vagas são limitadas.
A iniciativa é do Detran-DF e conta com o apoio das administrações regionais. Os participantes terão direito a um kit, composto por squeeze, medalha, boné e camisa do pedestre ou do Maio Amarelo.
“A vinda do circuito abrilhanta as festividades dos 20 anos da nossa cidade, além de destacar a importância das bikes como alternativa de transporte, dos seus benefícios e do papel dos ciclistas na construção de um trânsito mais harmônico e seguro”, afirmou o administrador de Águas Claras, Mário Furtado.
O projeto começou em 2021, na Semana Nacional de Trânsito, e era realizado na região central, no Parque da Cidade. Em seguida, se expandiu para as demais regiões. De acordo com o chefe do Núcleo de Campanhas Educativas do Detran, Miguel Videl, a 12ª etapa do passeio já recebeu 600 inscrições.
“Nosso objetivo é, além de ser um evento bem família, mostrar para toda a comunidade local que a bicicleta é um veículo válido e que os ciclistas também têm direitos, assim como deveres”, comentou Miguel.
Mais informações
A concentração será às 7h30, e o passeio começará às 9h. O ponto de encontro, saída e chegada será em frente à Administração Regional de Águas Claras, na Rua Manacá.
O evento também contará com manutenção gratuita de bicicletas, mesa de frutas, trio elétrico, apresentação de mímicos e palestras educativas relacionadas ao trânsito.
Podem participar do passeio moradores da comunidade local ou não, a partir de 10 anos de idade. Contudo, os ciclistas menores de 18 anos só poderão pedalar acompanhados e com autorização por escrito do pai ou responsável, tendo cópia de um documento de identidade com foto, que será retida pela organização no ato da retirada do kit.
A região administrativa que tiver interesse de se inscrever nas próximas etapas podem mandar um e-mail para direduc@detran.df.gov.br.
Projeto estimula atividades conjuntas em horta comunitária; pacientes relatam benefícios no enfrentamento da depressão e da ansiedade
As tarefas de adubar, limpar o solo, plantar, regar e colher na horta comunitária da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Águas Claras têm um objetivo que vai além da prática de hábitos alimentares saudáveis. O projeto Terraterapia, da Secretaria de Saúde (SES), promove, no local, atividades de convivência que têm como foco a saúde mental.
Ao lado da UBS, a horta inclui hortaliças e fitoterápicos. Toda a coleta é dividida entre os integrantes do projeto. No espaço são desenvolvidas também atividades de educação em saúde e ambiental e ações terapêuticas, com as práticas integrativas de saúde de auriculoterapia e automassagem.
“Com depressão, eu usava remédios para dormir, e já não preciso mais. A horta me ajudou demais, restabeleci minha funcionalidade”, relata a enfermeira aposentada Meire Maria Pereira, 66. Às vezes, Fernanda de Souza, 32 , participa das atividades para acompanhar a mãe e se surpreende com os benefícios compartilhados nos encontros. “Ela passou a ter muito medo da morte. Não conseguíamos uma solução. Aqui, ela fez amizades e mudou completamente”, celebra a analista de sistemas.
A maioria dos participantes começa no projeto por meio do grupo de terapia comunitária, também ofertado pela unidade de saúde. “Com a horta comunitária, a gente tem conseguido promover saúde por meio de mais integração social e aproximando o paciente da UBS. Assim, a gente reduz a necessidade de consultas individuais dentro da unidade e amplia a qualidade do serviço de saúde fornecido”, explica a nutricionista Jesuana Lemos.
Para viabilizar o projeto, criado em 2019, há parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que fornece insumos e equipamentos, e com a faculdade Unicesp, que promove oficinas temáticas. A ação também tem a participação de residentes do Programa de Saúde Mental do Adulto da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs).
Vencendo o luto
Além de receberem conhecimento técnico, os participantes são encorajados a compartilhar experiências. “A gente incentiva o protagonismo deles. Eles trazem conhecimento popular de plantas que conhecem e fazem isso muito bem”, conta a assistente social Joyce de Oliveira.
Depois de perder uma amiga muito próxima, a qual acompanhou durante longa internação em UTI, Adicelma Duarte, 59, teve dificuldades para superar o luto. “Estava muito triste, e hoje me sinto melhor. Perdi uma amiga de adolescência, e foi muita carga emocional”, relembra.
Em busca de saúde mental e física, ela participa de outras atividades oferecidas pela UBS 1 de Águas Claras, como o grupo de terapia e a ginástica. No local, há ainda grupos de dor crônica, prevenção de quedas e equilíbrios, nutrição e hábitos saudáveis, auriculoterapia e tabagismo. Algumas atividades são externas, em espaços cedidos.
Supervisora da UBS, Wania Gomes enaltece as iniciativas: “Nosso trabalho aqui é de atenção primária. Então, é trabalhar realmente na prevenção e promoção da saúde. Essa equipe do Nasf [Núcleo Ampliado de Saúde da Família] não desistiu do nosso projeto inicial que é atenção primária e resgata isso”, pontua.