Categoria: Águas Claras

  • Patinetes elétricas compartilhadas são sucesso no DF; veja como circular de forma segura

    Patinetes elétricas compartilhadas são sucesso no DF; veja como circular de forma segura

    Em fase de testes, serviço registra mais de 21,3 mil viagens em 15 dias e está disponível no Plano Piloto e em Águas Claras; resultados vão embasar chamamento público para oferta em outras regiões; conheça as regras para quem quer aproveitar a praticidade dos equipamentos

    Rápidos e sustentáveis, as patinetes elétricas compartilhadas conquistaram a população do Distrito Federal. O modal elétrico está disponível desde o dia 30 de janeiro no Plano Piloto e em Águas Claras, com 672 unidades e uso mediante cadastro online. Desde então, até o dia 13 deste mês, foram mais de 21,3 mil viagens nas duas cidades, com o total de 44,2 km circulados. Além disso, apenas entre os dias 3 e 9, mais de 48 mil pessoas se inscreveram no aplicativo – quase dez vezes mais do que o esperado pela empresa para os 90 dias de operação.

    Os equipamentos são disponibilizados pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) por meio de uma parceria com a empresa JET, que já opera em outras cidades brasileiras. O serviço está em fase de testes e não gera custos ao Governo do Distrito Federal (GDF), que está cedendo o espaço para exploração experimental de 90 dias. Os dados obtidos no período vão embasar o chamamento público para outras empresas que queiram oferecer os dispositivos na capital.

    “O GDF não é onerado de nenhuma forma. Na verdade, a ideia é que haja uma contrapartida da empresa a cada patinete e que esse valor seja revertido para melhoria da mobilidade ativa”, explica o secretário Executivo de Mobilidade e Transporte, Alex Carreiro. “Também pensamos em dividir em lotes, de forma com que a empresa que ganhe a operação no Plano Piloto, por exemplo, tenha que disponibilizar as patinetes em outra cidade que não seria tão atrativa em relação ao número de usuários, para que consigamos atender todo o DF”, esclarece.

    Carreiro ressalta que a oferta das patinetes compartilhadas levam mais agilidade e praticidade aos cidadãos que precisam fazer curtos percursos no dia a dia, além de beneficiar o meio ambiente e o trânsito brasiliense. “A patinete elétrica faz parte da política de micromobilidade em que o usuário do transporte público faz a última milha, ou seja, a última parte do trajeto ao destino, com o transporte elétrico individual”, pontua.

    “No meu caso, já usei a patinete para ir de casa, na 116 Sul, até a estação do metrô. Depois que cheguei na rodoviária, peguei outro para ir até a secretaria, que fica no Setor de Autarquias Sul. No total, gastei cerca de seis minutos, cada um a R$ 0,25, totalizando R$ 1,50”, exemplifica o secretário, citando o valor referente ao trajeto. “Essa é a política do GDF: investir no transporte coletivo para termos menos carros na rua, promovendo economia ao cidadão e a preservação do meio ambiente.”

    Nayla Gomes, 33 anos, trabalha na Esplanada dos Ministérios. Ela e as amigas, a designer Emanuele Marrocos, 21, e a coordenadora de cerimonial Ana Cristina Costa, 41, utilizam o serviço para se deslocar a outros pontos da região no horário de almoço

    Benefício

    A facilidade e a rapidez das patinetes elétricas conquistaram a designer Nayla Gomes, 33 anos, que trabalha na Esplanada dos Ministérios. Ela e as amigas, a designer Emanuele Marrocos, 21, e a coordenadora de cerimonial Ana Cristina Costa, 41, utilizam o serviço para se deslocar a outros pontos da região no horário de almoço. “Quando vi as patinetes por aqui, super me interessei, porque tem vários restaurantes do outro lado que são muito bons e gostaria de explorar”, conta Nayla.

    Na última semana, as amigas escolheram o restaurante do Ministério da Cultura. Caso tivessem ido a pé, o trajeto de um ponto a outro teria chegado a 10 minutos. Com o equipamento elétrico, foram apenas seis minutos. “Se não fosse o semáforo, acho que teríamos chegado lá em três minutos por conta da velocidade da patinete, que é excelente”, aponta Ana Cristina. “Foi melhor do que pegar um carro por aplicativo. Acho que para curtas distâncias vale muito a pena”, completa Emanuele.

    Morador de Águas Claras, o gestor administrativo Thomás Nascimento, 23, já usou a patinete três vezes para circular dentro da cidade. “Tenho gostado da experiência. Utilizo em casos bem específicos, como quando eu preciso ir para algum lugar não tão longe, acho mais prático ir de patinete elétrica do que pedir um transporte por aplicativo”, afirma. “É uma boa opção também para se divertir em parques ou fazer um passeio em algum local com menos circulação de carros.”

    Segurança

    Para evitar acidentes, a velocidade das patinetes é controlada por GPS e varia conforme a região de circulação. Em ciclovias e ciclofaixas, o limite é de 20 km/h. Nas demais vias da cidade, a velocidade máxima é de 15 km/h, enquanto em áreas de segurança o limite cai para 6 km/h.

    As patinetes são equipadas com amortecedores, farol, lanterna traseira, setas, freios dianteiro e traseiro com luz, buzina, indicador de velocidade e de nível de bateria, além de suporte para celular com carregamento por indução. O GPS permite o monitoramento em tempo real e conta com um sistema antifurto.

    A circulação dos equipamentos individuais de mobilidade é regulamentada pela Resolução nº 996/2023, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os modais devem circular em vias locais e coletoras, sempre nos bordos laterais da pista de rolamento e no mesmo sentido de circulação dos veículos automotores.

    Também devem transportar apenas um indivíduo em sua estrutura, não sendo permitido a presença de passageiros, e são proibidos de circular nas faixas de rolamentos das vias urbanas arteriais e de trânsito rápido e nas faixas de rolamento das vias rurais – rodovias e estradas, já que essas vias possuem velocidade maior que 40 km/h.

    Por não serem considerados veículos, a legislação de trânsito não obriga o uso do capacete e demais dispositivos de segurança. Ainda assim, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) recomenda a utilização de vestuário adequado e capacete ciclístico nas mesmas condições dos que são aderidos pelos ciclistas para garantir mais segurança aos condutores.

    “Os condutores das patinetes são os primeiros responsáveis pela própria segurança. É importante que tenham noção de que, em caso de colisões, assim como pedestres e ciclistas, são as partes mais frágeis, já que vão colidir com partes metálicas e duras dos veículos, com risco de lesões e sequelas graves mesmo que o acidente ocorra em baixa velocidade”, alerta o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran-DF, Glauber Peixoto.

    Outros modais

    Além das patinetes, há outros dois modais elétricos em uso no Quadradinho: as bicicletas e os ciclomotores. A diferença fundamental entre os três está na presença do acelerador. Enquanto as bicicletas dependem do movimento dos pedais, os ciclomotores e as patinetes, que são autopropelidos, têm acelerador. Cada um possui características específicas e segue normas de circulação distintas, conforme definido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo Contran.

    As bicicletas elétricas possuem pedal assistido, o que significa que o motor só funciona quando o usuário pedala. Não têm acelerador, alcançam até 32 km/h e potência máxima de 1000 W. Não é necessário ter habilitação para conduzi-las, e podem circular em ciclovias, ciclofaixas e calçadas, respeitando o limite de 6 km/h nas calçadas e de 20 km/h nos outros pontos.

    Já os ciclomotores, como scooters elétricas, são mais potentes, com velocidade máxima de 40 km/h e potência de até 4 kW. Diferente das bicicletas elétricas, possuem acelerador e não têm pedal, além de que não podem circular em ciclovias, ciclofaixas e calçadas. Para conduzir ciclomotores, é preciso ter habilitação categoria A ou uma autorização específica (ACC), e é necessário placa e licenciamento.

    Preços

    A locação das patinetes tem tarifas diferenciadas, conforme o horário e o dia da semana. De segunda a sexta-feira, a ativação custará R$ 1,99. Já o valor por minuto depende da faixa horária:

    – Das 5h às 10h: R$ 0,25;
    – Das 10h às 17h: R$ 0,39;
    – Das 17h às 5h: R$ 0,49;

    Aos sábados e domingos, a ativação custa R$ 2,99, e o preço da minutagem varia entre R$ 0,70, das 5h às 17h, e R$ 0,90, das 17h às 5h.

    O pagamento é feito digitalmente, via aplicativo, com opções de cartão de crédito e Pix. A empresa oferecerá suporte aos usuários por meio do e-mail brsupport@jetshr.com e do telefone (13) 99137-4203, que também atende via WhatsApp e Telegram.

  • Patinetes elétricos chegam ao DF para período de testes

    Patinetes elétricos chegam ao DF para período de testes

    Serviço é oferecido aos moradores do Plano Piloto e de Águas Claras

    Os patinetes elétricos compartilhados chegaram ao Distrito Federal nesta quinta-feira (30). A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) disponibilizou os equipamentos em Águas Claras e no Plano Piloto para uma fase de testes, por meio de uma parceria com a empresa JET, que já opera em 16 cidades, como Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS) e Vila Velha (ES). O período experimental terá duração de 90 dias.

    Os 672 patinetes estão distribuídos em estações virtuais, que podem ser consultadas no aplicativo da empresa, disponível para dispositivos iOS e Android. O aluguel tem tarifas variadas, a partir de R$ 0,25 por minuto, dependendo do horário e do dia da semana.

    Os equipamentos circulam dentro de uma área delimitada pela empresa, e o usuário pode acompanhar os limites pelo aplicativo. Caso ultrapasse a área permitida, um alarme é acionado, e a equipe da JET entra em contato com o usuário. O patinete pode ser utilizado apenas por maiores de 18 anos, sendo permitido o cadastro de até cinco usuários em uma mesma conta.

    “Esse serviço não gera custos para o GDF, que está cedendo o espaço para exploração experimental por 90 dias. A previsão da empresa é que, nas primeiras semanas, sejam realizados 5 mil cadastros”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves.

    Para evitar acidentes, a velocidade dos patinetes é controlada por GPS e varia conforme a região de circulação. Em ciclovias e ciclofaixas, o limite é de 20 km/h. Nas demais vias da cidade, a velocidade máxima é de 15 km/h, enquanto em áreas de segurança o limite cai para 6 km/h.

    Os patinetes são equipados com amortecedores, farol, lanterna traseira, setas, freios dianteiro e traseiro com luz, buzina, indicador de velocidade e de nível de bateria, além de suporte para celular com carregamento por indução. O GPS permite o monitoramento em tempo real e conta com um sistema antifurto.

    “Estimular a micromobilidade urbana em Brasília tem grande significado para nós da JET. Além de ser uma cidade plana, com uma ampla malha cicloviária e clima favorável ao uso dos patinetes elétricos durante todo o ano, trata-se da capital do maior país da América Latina”, destaca o diretor da JET, Darkhan Torekhanov.

    Preços

    A locação tem tarifas diferenciadas, conforme o horário e o dia da semana. De segunda a sexta-feira, a ativação custará R$ 1,99. Já o valor por minuto depende da faixa horária:

    • Das 5h às 10h: R$ 0,25;
    • Das 10h às 17h: R$ 0,39;
    • Das 17h às 5h: R$ 0,49;

    Aos sábados e domingos, a ativação custa R$ 2,99, e o preço da minutagem varia entre R$ 0,70, das 5h às 17h, e R$ 0,90, das 17h às 5h.

    O pagamento é feito digitalmente, via aplicativo, com opções de cartão de crédito e Pix. A empresa oferecerá suporte aos usuários por meio do e-mail brsupport@jetshr.com e do telefone (13) 99137-4203, que também atende via WhatsApp e Telegram.

  • Águas Claras recebe operação contra o excesso de barulho de motocicletas

    Águas Claras recebe operação contra o excesso de barulho de motocicletas

    Equipes da fiscalização de trânsito abordaram 200 motociclistas – um deles foi flagrado transportando um cachorro de forma irregular

    Na noite desta terça-feira (28), o Detran-DF realizou, em Águas Claras, mais uma edição da Operação Sossego. A ação contou com o apoio da Polícia Militar (PMDF) e resultou na abordagem de 200 motocicletas.

    Os agentes autuaram 21 motociclistas por dirigir com o escapamento irregular, nove por não possuírem habilitação, oito com a CNH vencida há mais de 30 dias e 17 por infrações diversas. As equipes recolheram oito motocicletas ao depósito. Durante a ação, um motociclista foi flagrado transportando um cachorro de forma irregular.

  • Parque Ecológico de Águas Claras recebe novas placas de sinalização

    Parque Ecológico de Águas Claras recebe novas placas de sinalização

    Medida visa garantir mais segurança para os frequentadores do parque

    Na tarde desta terça-feira (21), uma equipe do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em parceria com os Agentes de UCs do Parque Ecológico Águas Claras – (PEAC), realizou uma vistoria nas vias do parque, incluindo a pista principal e a área de educação ambiental. A ação teve como objetivo substituir placas antigas, instalar novas sinalizações e corrigir pontos que careciam de orientações específicas.

    A equipe do Detran retornará ao local na próxima sexta-feira (24) para instalar novas placas, entre elas sinalizações de “Proibido Estacionar” e travessia de pedestres, ciclistas e animais silvestres. Além disso, foi alterada a velocidade máxima permitida na pista principal, que passou de 40 km/h para 20 km/h, com o intuito de aumentar a segurança de pedestres, ciclistas e animais silvestres.

    De acordo com o gestor da autarquia, Rôney Nemer, a instalação de novas sinalizações atende a uma demanda antiga da comunidade e fortalece a relação entre os frequentadores e o espaço. “Os parques e unidades de conservação não são nossos, nem do governo, são de todos. Sempre buscamos atender as solicitações para que essa integração com o meio ambiente seja harmônica. Também pedimos à população que nos ajude a cuidar desses espaços”, afirmou. O gestor destacou que, com a colaboração da comunidade, é possível alcançar ainda mais avanços na gestão desses espaços tão importantes.

    A iniciativa, solicitada pelo presidente do Instituto Brasília Ambiental, visa atender aos anseios dos frequentadores do parque e reforçar a segurança e o bem-estar de todos. As mudanças promovidas buscam garantir uma convivência mais segura entre pedestres, ciclistas, animais silvestres e veículos, mantendo o parque como um espaço acessível, seguro e acolhedor para a comunidade.

  • Exposição pública divulga projetos de obras em áreas de Águas Claras

    Exposição pública divulga projetos de obras em áreas de Águas Claras

    De 4 a 22 de novembro, a população poderá registrar opiniões e sugestões sobre a reforma da Praça Quero-Quero e a duplicação de trecho da Rua Buriti

    A Administração Regional de Águas Claras dará início à exposição pública dos projetos de reforma da Praça Quero-Quero e da duplicação do trecho da Rua Buriti, ambos vinculados ao empreendimento Manhattan Shopping. A apresentação ocorrerá de 4 a 22 de novembro, das 8h às 18h, na sede da administração, localizada na Rua Manacá, Lote 02, Bloco 01.

    As exposições visam cumprir as medidas mitigadoras previstas no Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) do Manhattan Shopping, conforme o Termo de Compromisso nº 06/2020. A recuperação da Praça Quero-Quero tem como objetivo melhorar o ambiente público e proporcionar mais qualidade de vida aos moradores. Já a duplicação da Rua Buriti, entre as avenidas Castanheiras e Parque Águas Claras, é parte de uma estratégia para otimizar o fluxo de trânsito na região.

    Os dois projetos serão apresentados detalhadamente na exposição pública, e os cidadãos poderão registrar suas opiniões e sugestões através de formulários fornecidos pela Administração. A participação popular é uma etapa essencial para a obtenção das licenças de obra, garantindo que as intervenções atendam às demandas da comunidade.

    O administrador regional de Águas Claras, Mário Furtado, destacou que, além de proporcionar maior transparência, a exposição pública atende às normas estabelecidas pela Lei nº 6.744/2020, regulamentada pelo Decreto nº 43.804/2022. A ordem de serviço nº 48, de 17 de outubro de 2024, formalizou a realização da exposição e reforçou o compromisso da Administração com o desenvolvimento urbano sustentável de Águas Claras.

    Com essas obras, a Administração visa não apenas cumprir as exigências legais, mas também promover um crescimento ordenado e acessível da cidade, sempre priorizando a qualidade de vida da população. Moradores e interessados são convidados a participar e contribuir para o sucesso dessas iniciativas.

  • Praça das Araras, em Águas Claras, passa por reforma e ganha novo parquinho infantil

    Praça das Araras, em Águas Claras, passa por reforma e ganha novo parquinho infantil

    Ação coordenada do GDF traz novo visual para área pública; serviço integra parceria entre administrações regionais e órgãos do governo

    A Praça das Araras, localizada na Quadra 107 de Águas Claras, está de cara nova após uma ampla reforma feita pelos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Por uma semana, equipes estiveram no local para promover uma série de benfeitorias, atendendo uma demanda dos moradores da região.

    Além da recuperação de calçadas e da pintura, ação incluiu limpeza geral da praça | Foto: Divulgação/Administração de Águas Claras

    Os serviços executados incluem capina geral da praça, poda de plantas, pintura de alambrados e reparos nas calçadas. Além disso, mais de 1,5 mil metros de meios-fios foram pintados, juntamente com 20 bancos, cinco mesas e 20 banquetas. A ação coordenada também contou com uma limpeza geral, na qual mais de três toneladas de entulhos foram recolhidas.

    O parquinho infantil da Praça das Araras também está prestes a ganhar novos itens para a criançada. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) deu início à instalação de novos brinquedos.

    Demandas da comunidade

    “O objetivo do GDF Presente é atender às necessidades da comunidade de forma rápida e eficiente”, ressaltou o coordenador do Polo Central 2 do GDF Presente, Rodrigo Caverna. “A reforma da Praça das Araras é um exemplo disso; esse espaço público é fundamental para o lazer e convivência dos moradores de Águas Claras.”

    A entrega da nova Praça das Araras faz parte de um conjunto de ações empreendidas pelos polos do GDF Presente em parceria com as administrações regionais, o Serviço de Limpeza Urbana e a Novacap. O objetivo é promover intervenções de zeladoria e manutenção em áreas públicas, com foco no atendimento das demandas da população.

    “Essa foi a segunda edição do programa Administração nas Quadras, que é um evento com o objetivo de aproximar a comunidade de nós”, detalhou o administrador regional de Águas Claras, Mário Furtado. “No cronograma, realizamos a reforma da praça e colocamos um parquinho emborrachado com novos aparelhos. Antes, era só de areia e sem brinquedos, porque estavam danificados. Também fizemos limpeza, pintura e reparos pontuais.”

  • DF Livre de Carcaças remove mais de 40 veículos abandonados em Águas Claras

    DF Livre de Carcaças remove mais de 40 veículos abandonados em Águas Claras

    Desde janeiro, ação coordenada pela SSP-DF já retirou mais de 2,2 mil carcaças de áreas públicas em regiões administrativas da capital federal

    A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) deu prosseguimento, nesta quarta-feira (18), a mais uma fase da operação DF Livre de Carcaças na cidade de Águas Claras. Desde que desembarcou na região administrativa, na última quinta-feira (12), a ação conjunta de órgãos de segurança e trânsito já retirou das ruas 44 veículos que estavam em situação de abandono.

    A ação é voltada para a remoção de carcaças de veículos depenados, queimados ou abandonados pelos respectivos donos em estacionamentos e vias públicas da capital federal. A operação é coordenada pela SSP por meio da Subsecretaria de Políticas Públicas (Subisp) e conta com o apoio de vários órgãos, como Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), Polícia Militar, Novacap, e administrações regionais, além dos departamentos de Trânsito do Distrito Federal (Detran) e de Estradas de Rodagem (DER).

    Os carros abandonados oferecem risco à segurança e à saúde da população | Fotos: Matheus H. Souza/ Agência Brasília

    “Esses automóveis e carcaças podem oferecer riscos à segurança pública e à saúde pública. Eles colaboram para tornar o ambiente inseguro e contribuem, por exemplo, para o acúmulo de sujeiras e, durante o período de chuvas, podem ser depósitos de água parada, propícios para o surgimento de dengue e de outras doenças”, detalha o coordenador da operação DF Livre de Carcaças, Reinaldo Almeida.

    Só nesta quarta-feira (18), as equipes visitaram pontos mapeados previamente com base em denúncias colhidas junto à Ouvidoria do DF. Na ocasião, dois guinchos, um do DER e outro do Detran, deram suporte à operação.

    “Hoje, o programa cresceu bastante e conseguimos trabalhar praticamente demandados por meio da Ouvidoria, pelo canal 162 ou pelo nosso e-mail. A partir das denúncias, iniciamos um processo para catalogar os veículos e realizarmos checagens prévias para saber se aquele carro abandonado realmente se encontra na situação descrita”, explica Almeida.

    Carlos Sobrinho mora em Águas Claras e comemora a operação: ” Esses carros ficam ocupando vagas destinadas para uso dos moradores. Isso sem falar que, durante as chuvas, viram verdadeiros focos de dengue”

    Em um dos pontos visitados pelas equipes nesta manhã, um carro modelo Fiat Palio, de 2004, estava abandonado há anos em um estacionamento público próximo a prédios residenciais. Além de estar coberto pela poeira, o veículo foi encontrado com as portas abertas e repleto de lixo e outros resíduos sólidos.

    O educador físico Carlos Sobrinho, de 60 anos, mora em frente ao local onde o carro foi abandonado e comemorou a intervenção promovida pelas forças de segurança e trânsito do DF. “Esse carro está aí há anos. Tínhamos outros nessa rua, mas já foram recolhidos. A gente agradece a ação porque esses carros ficam ocupando vagas destinadas para uso dos moradores. Isso sem falar que, durante as chuvas, viram verdadeiros focos de dengue”, diz.

    Raul Espíndola critica as pessoas que abandonam veículos nas ruas, prejudicando quem precisa das vagas

    Não muito distante do prédio do educador físico, outro carro causava transtornos para os usuários do comércio. Um Ford Ka 2003 com sinais de abandono acumulava, inclusive, teias de aranha nas rodas. “É um carro que está usando a vaga de estacionamento que não é dele; é pública. Essas pessoas, que abandonam carros, utilizam-se de vagas públicas para uso exclusivo e particular delas”, critica o aposentado Raul Espíndola, também morador de Águas Claras.

    Aumento considerável

    Desde o início do ano, mais de 2,2 mil carcaças já foram removidas em diversas regiões administrativas do Distrito Federal. Trata-se de um aumento de 98% em relação ao total de carcaças recolhidas em 2023, quando 1.132 veículos abandonados foram retirados das ruas.

    O DF Livre de Carcaças faz parte do Cidade Mais Segura – Segurança Integral. Denúncias sobre carcaças abandonadas podem ser feitas pela população por meio da Ouvidoria, pelo telefone 162, pelos conselhos de segurança e administrações regionais, ou pelo e-mail dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br.

  • Parque Ecológico de Águas Claras terá ações de bem-estar e saúde mental no sábado (21)

    Parque Ecológico de Águas Claras terá ações de bem-estar e saúde mental no sábado (21)

    Promovida pela Secretaria de Atendimento à Comunidade, a 6ª edição do Cuide-se+ vai oferecer, das 9h às 13h, atividades como auriculoterapia, acupuntura e reiki

    No próximo sábado (21), a Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) realizará a 6ª edição do Cuide-se+, uma iniciativa que une saúde mental e bem-estar em uma só ação comunitária. Com atividades voltadas ao autocuidado e à promoção de hábitos saudáveis, a iniciativa ocorrerá no Parque Ecológico de Águas Claras, das 9h às 13h, e será aberta ao público de forma gratuita.

    Arte: Divulgação/Seac

    O Cuide-se+ se destaca entre as ações comunitárias promovidas pela Seac-DF, oferecendo uma série de práticas que visam melhorar o equilíbrio emocional, físico e mental. A população poderá participar de atividades sobre técnicas de redução do estresse, terapia comunitária integrativa, meditação, automassagem, auriculoterapia, yoga, acupuntura e reiki. Essas práticas, já reconhecidas por seus benefícios, ajudam a aliviar o estresse e melhorar a qualidade de vida, reforçando a importância do cuidado integral da saúde.

    Além das práticas integrativas, a programação inclui serviços essenciais, como orientação sobre higiene bucal com distribuição de kits, atualização de vacinas, aferição de pressão arterial e glicemia, além de testes rápidos para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Essas ações são fundamentais para a prevenção de doenças e para o acompanhamento da saúde da população.

    O projeto Atendimento em Movimento, da Secretaria, também estará no Cuide-se+.

    “O Cuide-se+ vai além dos cuidados com a saúde física. É um momento para a comunidade parar, se cuidar e experimentar práticas que podem realmente fazer a diferença na qualidade de vida. Queremos que esse cuidado chegue a todos os cantos do DF”, afirma a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz.

    O Cuide-se+ conta com o apoio de importantes parceiros, como a Secretaria de Saúde, a Administração Regional de Águas Claras, o Sesc-DF, o Brasília Ambiental e a Caesb, garantindo a ampla oferta de serviços para atender a população.

    Serviço

    Ação Comunitária: Cuide-se+ 6ª edição
    → Data: Sábado, 21 de setembro
    → Horário: 9h às 13h
    → Local: Parque Ecológico de Águas Claras
    → Entrada gratuita e aberta ao público

  • Operação fiscaliza uso de vagas especiais em estacionamentos de Águas Claras

    Operação fiscaliza uso de vagas especiais em estacionamentos de Águas Claras

    Ação do Detran-DF atendeu às solicitações da população registradas através da Ouvidoria do órgão

    O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, na manhã desta sexta-feira (13), uma operação de fiscalização em Águas Claras para orientar a população sobre o uso adequado das credenciais de estacionamento e combater infrações relacionadas ao estacionamento irregular em áreas públicas. A ação, que ocorreu em pontos estratégicos da cidade, resultou na identificação e autuação de diversas irregularidades pelos agentes de trânsito.

    A infração de estacionar nessas vagas sem o cartão de identificação apropriado resulta em uma multa de R$ 293,47, caracteriza-se como infração gravíssima, com o registro de sete pontos na CNH, além da possibilidade de remoção do veículo | Foto: Divulgação/Detran-DF

    Demandas recebidas pela Ouvidoria do Detran-DF serviram como ponto de partida para mapear os locais mais críticos, onde as infrações de estacionamento em vagas destinadas a idosos e pessoas com deficiência ocorriam com maior frequência.

    Em um caso específico, uma motocicleta foi removida por estar estacionada sobre uma guia rebaixada, reservada para pessoas com deficiência. Ao consultar o sistema de dados, verificou-se que a motocicleta, além de não licenciada, acumulava mais de R$ 7 mil em multas | Foto: Divulgação/Detran-DF

    Três veículos foram autuados por estacionarem em vagas reservadas para pessoas com deficiência (PCD) e idosos sem a devida autorização ou credencial. A infração de estacionar nessas vagas sem o cartão de identificação apropriado resulta em uma multa de R$ 293,47, caracteriza-se como infração gravíssima, com o registro de sete pontos na CNH, além da possibilidade de remoção do veículo.

    No total, foram registradas 22 autuações de estacionamento irregular em outras áreas, como vias públicas e calçadas.

    Em um caso específico, uma motocicleta foi removida por estar estacionada sobre uma guia rebaixada, reservada para pessoas com deficiência. Ao consultar o sistema de dados, verificou-se que a motocicleta, além de não licenciada, acumulava mais de R$ 7 mil em multas. O veículo foi encaminhado para o depósito de Taguatinga e o proprietário recebeu orientação sobre os procedimentos necessários para a liberação do veículo.

    A operação em Águas Claras faz parte de uma série de iniciativas do Detran-DF destinadas a melhorar a fluidez do trânsito e promover a conscientização dos motoristas sobre a importância do cumprimento das normas de estacionamento. O órgão informa que as fiscalizações continuarão em diversas regiões do DF, com o objetivo de reduzir infrações e otimizar o tráfego nas vias públicas.

    Entre janeiro e agosto de 2024 foram registradas 108.451 infrações relacionadas a estacionamento irregular no Distrito Federal. Esses dados incluem o total de autuações realizadas pelo Detran, DER-DF e PMDF.

    Credenciais de estacionamento

    O Detran-DF emite as credenciais para idoso, pessoas com deficiência e autistas. Para mais informações, acesse o site www.detran.df.gov.br ou o App Detran-DF Digital.

  • Operação contra excesso de barulho autua 98 motociclistas em Águas Claras e no Areal

    Operação contra excesso de barulho autua 98 motociclistas em Águas Claras e no Areal

    Equipes de fiscalização do Detran-DF identificaram infrações como direção de veículo com o escapamento irregular e falta de habilitação; foram recolhidas 16 motocicletas ao depósito

    O Departamento de Trânsito (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar, realizou, na noite dessa quarta-feira (21), mais uma edição da Operação Sossego, em Águas Claras e no Areal. Durante a ação, foram abordados 230 motociclistas, tendo sido autuados 22 por dirigir veículo com o escapamento irregular, 17 por não possuírem habilitação, dez com a CNH vencida há mais de 30 dias, cinco por dirigir veículo após o consumo de álcool e 44 por infrações diversas. As equipes de fiscalização recolheram 16 motocicletas ao depósito.

    O coordenador de Policiamento e Fiscalização de Trânsito da Região Oeste, Wesley Cavalcante, ressalta a importância de operações voltadas à abordagem de motocicletas. “A Operação Sossego tem como foco combater a poluição sonora, retirando de circulação as motocicletas com excesso de barulho. No entanto, visa também verificar as irregularidades relativas ao veículo e à habilitação do motociclista, o que nos permite, por exemplo, identificar pessoas que não possuem a CNH ou que estão alcoolizadas”, destaca o coordenador.