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Professora do UniProjeção morre de Covid-19

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Jeane Dantas, docente de cursos na área de negócios da UniProjeção, morreu nessa terça-feira em decorrência do novo coronavírus

Morreu na terça-feira (13/4) mais uma professora da rede particular de ensino no Distrito Federal. Jeane Rodrigues Dantas, 45 anos, que atuou como docente nos cursos da área de negócios na UniProjeção em Ceilândia, faleceu em decorrência da Covid-19.

Uma nota de pesar foi publicada nas redes sociais da faculdade. “Ficam como legado e lembrança o sorriso largo, a risada espontânea e o jeito elegante nas conversas com professores e estudantes”, disse a instituição, na publicação. “Reforçamos o pedido para que todos mantenham seus cuidados em relação à pandemia”, completa o texto.

Morte de professores

Segundo o Sindicato de Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinproep-DF), na semana passada, cinco docentes de unidades particulares de ensino foram mortos pelo novo coronavírus. Os nomes não foram divulgados. “A situação está ficando muito perigosa. Estamos acompanhando o caso de mais três professores que estão em estado grave”, alertou o diretor do Sinproep, Rodrigo de Paula.

Na segunda-feira (12/4), morreu em decorrência da doença o professor Tiago Ferreira Lima Sobreira Rolim, que lecionava ensino religioso nos colégios Marista João Paulo II (Asa Norte) e Jesus, Maria, José (Taguatinga).

Seguindo protocolos sanitários contra a Covid-19, as escolas particulares oferecem aulas presenciais, remotas e híbridas, conforme os respectivos projetos pedagógicos e a vontade dos pais e mães de alunos. Do ponto de vista do representante do Sinproep-DF, no entanto, o número crescente de óbitos acendeu a luz de alerta. De acordo com a entidade sindical, os professores precisam da vacinação contra a Covid-19 para continuar em sala de aula.

O Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF (Sinepe-DF) também se manifestou em solidariedade às vítimas e pessoas que perderam seus entes queridos para a Covid-19.

“Temos acompanhado os casos na sociedade, não só com os colaboradores da rede privada, mas suas famílias, alunos e demais setores. É um momento delicado e de muita dor. A vida é valiosa para todos e, por isso, deveremos nos prevenir”, diz Ana Elisa Dumont, presidente do Sinepe-DF. Ela ressalta que seguir os protocolos de segurança – dentro e fora das escolas – é uma responsabilidade coletiva.

Fonte: Metrópoles

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