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Dengue: moradora de Ceilândia é 1ª morte pela doença em 2021

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Foto: Divulgação

Levantamento da Secretaria de Saúde considera dados de 3 de janeiro até 17 de abril. No mesmo período do ano passado houve 18 óbitos; notificações caíram 81%

O Distrito Federal registrou a primeira morte por dengue em 2021. A vítima é uma moradora de Ceilândia, na faixa etária de 40 a 50 anos, que não teve a identidade divulgada. O óbito ocorreu em abril e consta no mais recente boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde, divulgado na sexta-feira (30).

O levantamento considera dados de 3 de janeiro até 17 de abril. Apesar do registro de óbito, o número de mortes pela doença este ano é menor que no mesmo período de 2020, quando 18 pessoas morreram de dengue.

Os casos da doença causada pelo mosquito Aedes aegypti também estão em queda na capital federal. Nos quatro meses de 2021, as notificações caíram 81,6%, segundo a Secretaria de Saúde. São 4.032 prováveis, contra 21.857 no mesmo período do ano passado.

Do total de notificações, foram contabilizados dois casos considerados graves, ante 35 em 2020. Atualmente, a taxa de incidência de dengue no DF é de 132,09 casos por 100 mil habitantes.

Casos por região

Planaltina é a única região do DF com alta no número de casos. Segundo o boletim, foram 804 notificações da doença em 2021 contra 785 no ano passado – o que representa um aumento de 2,4%.

Para manter baixos os índices de transmissão e surgimento de novos casos, a Secretaria de Saúde informou que tem intensificado as ações de combate ao mosquito causador da denguezika chikungunya.

Na última sexta-feira (30), agentes de Vigilância Ambiental vistoriaram 1.683 imóveis em Ceilândia e outros 1.409 em Planaltina.

Vigilante de prevenção de endemias faz vistoria contra a dengue em casa no Gama, no Distrito federal — Foto: Secretaria de Saúde do DF/ Divulgação

Zika e chikungunya

O informativo da secretaria também mostra os casos de outras doenças causadas pelo Aedes aegypti. De janeiro até 17 de abril, o DF registrou 28 casos prováveis de chikungunya, 15,2% a menos que em 2020.

Dos casos de zika vírus, o decréscimo foi de 72%, com registro de sete casos este ano, contra 25 no ano passado. Não houve registro de febre amarela no Distrito Federal em 2021.

Fonte: G1

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