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Ibaneis sobre Covid-19: ‘Estamos preparados para uma segunda onda’

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Governador Ibaneis Rocha (MDB) em almoço com empresários em Brasília — Foto: Reprodução TV

Ibaneis fez palestra em almoço com empresários nesta quarta-feira (18). Governador afirmou que não deve haver fechamento total do comércio, caso ocorra aumento do contágio pelo coronavírus

O governador Ibaneis Rocha (MDB) comentou, nesta quarta-feira (18), a possibilidade de uma segunda onda de contágio pelo novo coronavírus no Distrito Federal. De acordo com o chefe do Executivo local, o governo está “preparado” para a possibilidade.

“Nós estamos preparados sim para uma segunda onda se ela vier. Rezamos muito para que a vacina chegue, de onde quer que ela venha, seja da Rússia, dos Estados Unidos, ou da própria China, onde surgiu o vírus. Mas, nós estamos preparados para uma segunda onda caso ela venha, e nós tratamos desse assunto semanalmente com o secretário da Saúde, o Osnei [Okumoto], exatamente para ficarmos prontos.”

A declaração ocorreu em almoço da Liga dos Empresários do DF (Lide-DF). De acordo com o governador, caso haja um novo aumento de casos da Covid-19, o GDF não deve determinar um fechamento geral do comércio, como ocorreu no início da pandemia.

“Por que queremos ficar prontos? Para não passarmos por aquele momento de fechamento que tivemos aqui no momento inicial. Nós precisamos ter a condição de atender a população sem precisar fechar novamente o nosso comércio, sem fechar nossas indústrias, e eu tenho certeza que isso se faz hoje com muito mais tranquilidade”, afirmou.

Ibaneis disse que a pandemia causou um “abatimento” e atrapalhou diversos planos do Executivo para este ano. Segundo o governador, para evitar um novo impacto tão grande, profissionais de Saúde estão fazendo cursos para melhorar o atendimento dos pacientes e a redução do tempo de hospitalização.

“Hoje, caso venha uma segunda onda, nós temos toda a capacidade de atendimento. Então, todos os nossos técnicos da Secretaria de Saúde já têm os estudos de quantas pessoas podem ser infectadas, qual seria o número de leitos necessários, quantos leitos de enfermaria, quais as medicações necessárias, números de equipes para atender a população”, disse.

Fonte: G1

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